Ação do inibidor de proteinase de enterolobium contortisiliquum, ecti, em células de endométrio de pacientes com endometriose

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Lobo, Yara Aparecida [UNIFESP]
Orientador(a): Oliva, Maria Luiza Vilela Oliva [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001ptrq
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=100836
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46428
Resumo: Endometriose é uma afecção ginecológica hormônio dependente caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina. Os eventos descritos na endometriose têm sido correlacionados com os descritos no câncer, especialmente aqueles relacionados à proliferação celular, invasividade e angiogênese. Neste cenário, a possibilidade de testar o inibidor de tripsina de Enterolobium contortisiliquum (EcTI) como um inibidor modulador desta afecção se torna interessante, uma vez que EcTI mostrou ação antitumoral em diversas linhagens celulares de câncer. Diante disso, este estudo tem como objetivo avaliar a ação de EcTI sobre a viabilidade, adesão, migração e invasão de células estromais de endométrio de mulheres com endometriose. EcTI não reduziu a viabilidade das células do endométrio de pacientes com e sem endometriose, mas por outro lado inibiu a migração e o poder de invasão das células endometriais de pacientes com diferentes graus de endometriose. Na adesão celular, EcTI apresentou diferentes efeitos nas células estromais de pacientes com endometriose. Além disso, a detecção da atividade enzimática, através de Gelatina/PAGE no meio de cultura dessas células de pacientes com endometriose, nos possibilitou identificar a atividade de metalo proteinases de matriz (MMP), que de acordo com sua massa molecular temos a MMP-2 nas células endometriais não tratadas, e pró-(MMP-2) nas células tratadas com inibidor. EcTI aumentou a expressão da metalo proteinase de membrana tipo 1 e da integrina β1 das células endometriais de pacientes com endometriose. Portanto, por interferir na migração e na invasão celular, eventos chaves no desenvolvimento da endometriose, EcTI é uma interessante molécula para ser utilizada na investigação dessa patologia.
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