Estudo da associação entre ansiedade e susceptibilidade à epilepsia do lobo temporal em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Kohek, Silvia Regina Bica [UNIFESP]
Orientador(a): Mello, Luiz Eugenio Araujo de Moraes [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002kcn3
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9517
Resumo: Indivíduos com epilepsia do lobo temporal (ELT) apresentam heterogeneidade na resposta à farmacoterapia que resulta, em parte, de diferenças fisiológicas que podem ser decorrentes de fatores pré-existentes tais como fatores genéticos. Em muitos pacientes com ELT, o prognóstico para o controle das convulsões é satisfatório, no entanto, uma significativa proporção de indivíduos não tem bom prognóstico ou sofrem de epilepsia fármaco-resistente. Outra questão importante a respeito dos indivíduos com epilepsia reside no fato de serem mais susceptíveis em desenvolver determinadas comorbidades, tais como síndromes psiquiátricas, ansiedade e depressão. A soma desses fatores demonstra uma grande heterogeneidade entre os indivíduos que sofrem dessa condição médica. Essa diferente predisposição basal pode tornar os indivíduos mais susceptíveis à epilepsia, à fármaco-resistência e até mesmo às doenças psiquiátricas associadas. Assim sendo, baseados na separação a priori de animais submetidos ao teste do labirinto em cruz elevado, neste trabalho avaliamos a susceptibilidade a precipitação das crises em doses sublimiares e convulsivas testadas em dois modelos experimentais: pilocarpina (Pilo) e pentilenotetrazol (PTZ). No modelo da Pilo, não verificamos diferenças na susceptibilidade ao status epilepticus (SE), nem maior mortalidade e nem maior frequência de crises espontâneas e recorrentes (CER) nos animais caracterizados como ansiosos quando comparados aos não ansiosos. Por outro lado, observamos que no mesmo modelo, utilizando-se doses sublimiares de Pilo, os animais ansiosos apresentaram uma maior probabilidade em desenvolver SE quando comparados aos animais não ansiosos. Os animais que apresentaram uma maior frequência de CER também apresentaram uma maior expressão de neuropeptídeo Y (NPY) em regiões associadas ao desenvolvimento de crises epilépticas. Os animais injetados com Pilo, mas que não desenvolveram SE (NSE), apresentaram alterações comportamentais e neuroanatômicas quando comparados às condições basais. Sendo assim, o uso desses animais pode ser uma excelente ferramenta para o estudo de alterações neuroanatômicas e funcionais que estão presentes na epileptogênese. Já no modelo de PTZ, não detectamos diferenças entre os animais ansiosos e os não ansiosos. Portanto, esse estudo permite estabelecer uma associação entre ansiedade e susceptibilidade à epilepsia do lobo temporal. No entanto, esta associação parece ser específica para determinado modelo experimental.
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spelling Kohek, Silvia Regina Bica [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Mello, Luiz Eugenio Araujo de Moraes [UNIFESP]2015-07-22T20:50:05Z2015-07-22T20:50:05Z2010-10-27Indivíduos com epilepsia do lobo temporal (ELT) apresentam heterogeneidade na resposta à farmacoterapia que resulta, em parte, de diferenças fisiológicas que podem ser decorrentes de fatores pré-existentes tais como fatores genéticos. Em muitos pacientes com ELT, o prognóstico para o controle das convulsões é satisfatório, no entanto, uma significativa proporção de indivíduos não tem bom prognóstico ou sofrem de epilepsia fármaco-resistente. Outra questão importante a respeito dos indivíduos com epilepsia reside no fato de serem mais susceptíveis em desenvolver determinadas comorbidades, tais como síndromes psiquiátricas, ansiedade e depressão. A soma desses fatores demonstra uma grande heterogeneidade entre os indivíduos que sofrem dessa condição médica. Essa diferente predisposição basal pode tornar os indivíduos mais susceptíveis à epilepsia, à fármaco-resistência e até mesmo às doenças psiquiátricas associadas. Assim sendo, baseados na separação a priori de animais submetidos ao teste do labirinto em cruz elevado, neste trabalho avaliamos a susceptibilidade a precipitação das crises em doses sublimiares e convulsivas testadas em dois modelos experimentais: pilocarpina (Pilo) e pentilenotetrazol (PTZ). No modelo da Pilo, não verificamos diferenças na susceptibilidade ao status epilepticus (SE), nem maior mortalidade e nem maior frequência de crises espontâneas e recorrentes (CER) nos animais caracterizados como ansiosos quando comparados aos não ansiosos. Por outro lado, observamos que no mesmo modelo, utilizando-se doses sublimiares de Pilo, os animais ansiosos apresentaram uma maior probabilidade em desenvolver SE quando comparados aos animais não ansiosos. Os animais que apresentaram uma maior frequência de CER também apresentaram uma maior expressão de neuropeptídeo Y (NPY) em regiões associadas ao desenvolvimento de crises epilépticas. Os animais injetados com Pilo, mas que não desenvolveram SE (NSE), apresentaram alterações comportamentais e neuroanatômicas quando comparados às condições basais. Sendo assim, o uso desses animais pode ser uma excelente ferramenta para o estudo de alterações neuroanatômicas e funcionais que estão presentes na epileptogênese. Já no modelo de PTZ, não detectamos diferenças entre os animais ansiosos e os não ansiosos. Portanto, esse estudo permite estabelecer uma associação entre ansiedade e susceptibilidade à epilepsia do lobo temporal. No entanto, esta associação parece ser específica para determinado modelo experimental.Subjects with temporal lobe epilepsy (TLE) present an heterogeneous response to pharmacotherapy. This heterogeneity results from physiological differences that might be caused by preexisting factors such as genetic ones. In many patients with TLE, the prognostic for controling the seizures is satisfactory. A significant proportion of individuals however do not have a good prognostic or suffers from a pharmaco-resistant epilepsy. Another important issue about the individuals with epilepsy is that they´re more susceptible to present some comorbities, such as psychiatric syndromes, anxiety and depression. The sum of these factors demonstrates a great heterogeneity between the individuals that suffer from this medical condition. This different baseline predisposition might turn the individuals more susceptible to epilepsy, pharmaco-resistance and even to associated psychiatric diseases. Therefore, using an initial screening in which animals were submitted to the elevated plus-maze, in the present work we subsequently evaluated the susceptibility to the precipitation of seizures with subthreshold and convulsive doses tested in two different experimental models: pilocarpine (Pilo) and pentilenotetrazole (PTZ). In the Pilo model, in that induction of status epilepticus (SE) leads to epilepsy, we weren´t able to identify differences in the susceptibility to SE, mortality rate or frequency of spontaneous recurrent seizures (SRS) in those animals characterized as anxious when compared to the non-anxious animals. In the other hand, we could observe that in the same model, when tested with subthreshold doses, anxious animals presented a greater likelihood to develop SE when compared to the non-anxious ones. Those animals that presented a greater frequency of SRS also showed a greater neuropeptide Y (NPY) expression in a number of brain regions associated to seizures. Those animals that were injected with Pilo, but didn’t present SE (NSE), had neurobehavioral and neuroanatomical alterations when compared to baseline conditions. We thus propose the use of these NSE animals might be an excellent tool for studying the neuroanatomical and functional alterations seen in epileptogenesis. For the PTZ model, we couldn´t identify differences betwen the anxious and non-anxious animals. Thus, this study allowed us to establish an association between anxiety and temporal lobe epilepsy that seems specific to the experimental model.TEDEBV UNIFESP: Teses e dissertaçõesCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)94 p.KOHEK, Silvia Regina Bica. Estudo da associação entre ansiedade e susceptibilidade à epilepsia do lobo temporal em ratos. 2010. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2010.Tese-12382a.pdfTese-12382b.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9517ark:/48912/001300002kcn3porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAnsiedadeNeuropeptídeo YPentilenotetrazolPilocarpinaEpilepsia do lobo temporalEstudo da associação entre ansiedade e susceptibilidade à epilepsia do lobo temporal em ratosAssociation between anxiety and susceptibility to temporal lobe epilepsy in ratsinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Neurologia e Neurociências - EPMORIGINALTese-12382a.pdfTese-12382a.pdfapplication/pdf2017572https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ac9b87a4-d141-43d3-98ac-dfb3b95201b3/downloadc9a56d55430dedc4883d52db81805868MD52Tese-12382b.pdfTese-12382b.pdfapplication/pdf1374041https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6e145ca5-4643-47d1-8b89-33a7725b22f7/download03126c0eabfd8c0309c334f0baaad6b8MD53TEXTTese-12382a.pdf.txtTese-12382a.pdf.txtExtracted texttext/plain87808https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5d29bec2-d5fa-4f84-bd9c-623fd156c411/downloadfc93fa4b3240febab57695f8d91b8f0cMD54Tese-12382b.pdf.txtTese-12382b.pdf.txtExtracted texttext/plain75617https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/c3c1d749-74f6-43bd-b41d-05d09a2a3d14/download6e81375ef04f6110ffb247941d727674MD56THUMBNAILTese-12382a.pdf.jpgTese-12382a.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3345https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5cb17bcc-3d8e-40a6-bc15-4442a9d5792d/download5fbe9b69b39c57e7e01ce35114852e9fMD55Tese-12382b.pdf.jpgTese-12382b.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5039https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ab5a2d1e-56d5-4ae0-82c6-c242bd70630b/download8cee3e9a11a05154658086e56875c60aMD5711600/95172024-07-30 01:18:10.433oai:repositorio.unifesp.br:11600/9517https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-30T01:18:10Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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