Rotura do tendão do músculo fibular curto: estudo por ressonância magnética de 47 casos
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20838 |
Resumo: | Objetivos: identificar os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto; estabelecer associação entre os tipos de sulco fibular e os tipos de rotura desse tendão; identificar as principais lesões e variações anatômicas associadas a essas roturas. Método: foram selecionados, retrospectivamente, 47 exames por RM de tornozelos de indivíduos com roturas do tendão do músculo fibular curto. Dois radiologistas analisaram, independentemente, e depois, em consenso, as roturas desse tendão e identificaram as principais lesões e variações anatômicas presentes. Foram utilizados testes estatísticos para estabelecer associação entre os tipos de roturas e as lesões e variações anatômicas identificadas. Resultados: a média de idade dos pacientes foi de 42,8 anos, variando de 14 anos até 76 anos. Vinte e quatro (51,1%) pacientes eram do sexo feminino e 23 (48,9%) eram do sexo masculino. A rotura do tendão do músculo fibular curto do tornozelo esquerdo foi observada em 32 casos (68,1%). As roturas parciais longitudinais foram identificadas em 41(87,3%) pacientes. Já as roturas totais foram caracterizadas apenas em 6 pacientes (12,7%). As lesões do ligamento talofibular anterior e calcaneofibular ocorreram em 22 (46,8%), e 10 (21%) casos, respectivamente. As alterações do tendão do músculo fibular longo – rotura ou tendinose – foram caracterizadas em 12 (25,5%) pacientes. O sulco retromaleolar era plano em 20 (43%) pacientes, convexo em 6 (13%) e côncavo em 21 (44%). Cerca de 37 pacientes (78,7%) apresentaram pelo menos uma das protuberâncias da parede lateral do calcâneo. O músculo fibular IV foi observado em 8 (17%) pacientes. Conclusão: Os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto são rotura parcial longitudinal e rotura total; Não houve associação estatística entre o tipo de sulco retromaleolar e o tipo de rotura do tendão do músculo fibular curto; As demais variações anatômicas caracterizadas são eminência retrotroclear, eminência fibular, e músculo acessório fibular IV. As principais lesões associadas às mesmas são as lesões do ligamento talofibular anterior, alterações do tendão fibular longo – incluindo tendinose ou rotura –, lesões do ligamento calcaneofibular e contusões ósseas |
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Fraga, Guilherme de Carvalho [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Lederman, Henrique Manoel [UNIFESP]2015-12-06T23:05:57Z2015-12-06T23:05:57Z2005Objetivos: identificar os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto; estabelecer associação entre os tipos de sulco fibular e os tipos de rotura desse tendão; identificar as principais lesões e variações anatômicas associadas a essas roturas. Método: foram selecionados, retrospectivamente, 47 exames por RM de tornozelos de indivíduos com roturas do tendão do músculo fibular curto. Dois radiologistas analisaram, independentemente, e depois, em consenso, as roturas desse tendão e identificaram as principais lesões e variações anatômicas presentes. Foram utilizados testes estatísticos para estabelecer associação entre os tipos de roturas e as lesões e variações anatômicas identificadas. Resultados: a média de idade dos pacientes foi de 42,8 anos, variando de 14 anos até 76 anos. Vinte e quatro (51,1%) pacientes eram do sexo feminino e 23 (48,9%) eram do sexo masculino. A rotura do tendão do músculo fibular curto do tornozelo esquerdo foi observada em 32 casos (68,1%). As roturas parciais longitudinais foram identificadas em 41(87,3%) pacientes. Já as roturas totais foram caracterizadas apenas em 6 pacientes (12,7%). As lesões do ligamento talofibular anterior e calcaneofibular ocorreram em 22 (46,8%), e 10 (21%) casos, respectivamente. As alterações do tendão do músculo fibular longo – rotura ou tendinose – foram caracterizadas em 12 (25,5%) pacientes. O sulco retromaleolar era plano em 20 (43%) pacientes, convexo em 6 (13%) e côncavo em 21 (44%). Cerca de 37 pacientes (78,7%) apresentaram pelo menos uma das protuberâncias da parede lateral do calcâneo. O músculo fibular IV foi observado em 8 (17%) pacientes. Conclusão: Os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto são rotura parcial longitudinal e rotura total; Não houve associação estatística entre o tipo de sulco retromaleolar e o tipo de rotura do tendão do músculo fibular curto; As demais variações anatômicas caracterizadas são eminência retrotroclear, eminência fibular, e músculo acessório fibular IV. As principais lesões associadas às mesmas são as lesões do ligamento talofibular anterior, alterações do tendão fibular longo – incluindo tendinose ou rotura –, lesões do ligamento calcaneofibular e contusões ósseasAbstract Purposes: identify the most frequent types of the peroneus brevis tendon (PBT) rupture; correlate the pattern of rupture with the fibular sulcus morphology; characterize the main lesions and anatomic variants associated with these ruptures. Methods: 47 MR examinations with PBT rupture were retrospectively selected. Two radiologists read the scans concerning the rupture and associated lesions and anatomic variants. They first read the scans independently and then on a consensus basis. A statistical analysis was performed to correlate the type of ruptures and associated lesions and anatomic variants. Results:mean age of patients was 42,8 years , ranging from 14 to 76 years. 24 patients were female (51,1%) and 23 (48,9%) male.Thirty two (68,1%) cases had PBT rupture on the left ankle . Partial longitudinal ruptures were identified in 41 patients (87,3%). Total ruptures were identified in 6 patients (12,7%). Anterior talofibular and calcaneofibular ligaments lesions were observed in 22 (46,8%) and 10 (21%) cases respectively. Peroneus longus tendon (PLT) abnormalities such as rupture or tendinosis were noted in 12 (25,5%) cases. The retromaleolar sulcus was flat in 20 patients (43,3%), convex in 6 (13%) and concave in 21 (44%). 37 patients (78,7%) had at least one of the calcaneus lateral wall prominences. The fibular fourth muscle was observed in 8 patients (17%). Conclusion: the most frequent patterns of PBT rupture are partial longitudinal and total respectively. There was no association between the type of retromaleolar sulcus and the pattern of PBT rupture. The others anatomic variants associated with these ruptures are retrotrochlear eminence , fibular eminence and accessory fibular fourth muscle. The main lesions associated with these ruptures are lesions of the anterior talofibular ligament , abnormalities of the PLT (tendinosis or rupture), lesions of the calcaneofibular ligament and osseous contusionsBV UNIFESP: Teses e dissertações69 p.FRAGA, Guilherme de Carvalho. Rotura do tendão do músculo fibular curto: estudo por ressonância magnética de 47 casos. 2005. 77 f. Dissertação (Mestrado) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2005.Tese-9451.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20838ark:/48912/001300002v18tporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessTendõesImagem por Ressonância MagnéticaRotura do tendão do músculo fibular curto: estudo por ressonância magnética de 47 casosPereneal brevis tendons tears: magnetic imaging study of 47 casesinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Radiologia Clínica) - EPMORIGINALTese-9451.pdfTese-9451.pdfapplication/pdf2753416https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b79f3b0c-7867-458b-a1eb-1b1a535836c4/download512592b19cd94ecfca48d6f85adbcb3aMD52TEXTTese-9451.pdf.txtTese-9451.pdf.txtExtracted texttext/plain102956https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/aa41d41f-c78c-490e-9a1e-bd67fe679270/download8952ad954860df2a85efb213196a2479MD53THUMBNAILTese-9451.pdf.jpgTese-9451.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3090https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/97e322f5-480a-4ad1-a067-ebc2b92964ab/downloadeb68d11fc214aab3ea02b41490d4b483MD5411600/208382024-08-05 04:03:26.164oai:repositorio.unifesp.br:11600/20838https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-05T04:03:26Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Objetivos: identificar os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto; estabelecer associação entre os tipos de sulco fibular e os tipos de rotura desse tendão; identificar as principais lesões e variações anatômicas associadas a essas roturas. Método: foram selecionados, retrospectivamente, 47 exames por RM de tornozelos de indivíduos com roturas do tendão do músculo fibular curto. Dois radiologistas analisaram, independentemente, e depois, em consenso, as roturas desse tendão e identificaram as principais lesões e variações anatômicas presentes. Foram utilizados testes estatísticos para estabelecer associação entre os tipos de roturas e as lesões e variações anatômicas identificadas. Resultados: a média de idade dos pacientes foi de 42,8 anos, variando de 14 anos até 76 anos. Vinte e quatro (51,1%) pacientes eram do sexo feminino e 23 (48,9%) eram do sexo masculino. A rotura do tendão do músculo fibular curto do tornozelo esquerdo foi observada em 32 casos (68,1%). As roturas parciais longitudinais foram identificadas em 41(87,3%) pacientes. Já as roturas totais foram caracterizadas apenas em 6 pacientes (12,7%). As lesões do ligamento talofibular anterior e calcaneofibular ocorreram em 22 (46,8%), e 10 (21%) casos, respectivamente. As alterações do tendão do músculo fibular longo – rotura ou tendinose – foram caracterizadas em 12 (25,5%) pacientes. O sulco retromaleolar era plano em 20 (43%) pacientes, convexo em 6 (13%) e côncavo em 21 (44%). Cerca de 37 pacientes (78,7%) apresentaram pelo menos uma das protuberâncias da parede lateral do calcâneo. O músculo fibular IV foi observado em 8 (17%) pacientes. Conclusão: Os tipos mais freqüentes de rotura do tendão do músculo fibular curto são rotura parcial longitudinal e rotura total; Não houve associação estatística entre o tipo de sulco retromaleolar e o tipo de rotura do tendão do músculo fibular curto; As demais variações anatômicas caracterizadas são eminência retrotroclear, eminência fibular, e músculo acessório fibular IV. As principais lesões associadas às mesmas são as lesões do ligamento talofibular anterior, alterações do tendão fibular longo – incluindo tendinose ou rotura –, lesões do ligamento calcaneofibular e contusões ósseas |
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