Os temperamentos hipocráticos e a suscetibilidade do adoecer das mulheres na pós-menopausa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Pirolo, Eliana [UNIFESP]
Orientador(a): Haidar, Mauro Abi [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001gszj
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3673928
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47930
Resumo: Durante a transição menopausal e na pós-menopausa, além dos sintomas de hipoestrogenismo surgem com frequência doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e osteoporose. Além de sabermos que cada ser reage de forma diversa aos efeitos da mesma causa, que a suscetibilidade é a tendência individual a sofrer influências dinâmicas e desenvolver sintomas ou doenças, aprendemos com a homeopatia que herdamos geneticamente a nossa constituição e temperamento e com eles, a nossa possível forma de adoecer. A homeopatia utiliza o estudo das constituições e dos temperamentos como recurso diagnóstico na semiologia na avaliação da suscetibilidade do paciente a determinadas doenças, auxiliando na eleição do remédio constitucional. Foi realizado estudo transversal em 200 mulheres com idade entre 50 e 65 anos (período pós-menopausa), atendidas no ambulatório de Transição Menopausal e Pós-Menopausa da Disciplina de Endocrinologia Ginecológica da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, previamente classificadas segundo os critérios de avaliação dos temperamentos propostos por Hipócrates em linfáticas, sanguíneas, biliares e atrabiliares. As mulheres de temperamento linfático apresentaram maior frequência de retenção hídrica e hipotireoidismo e menor frequência de sintomas vasomotores; o aumento de peso e obesidade foi semelhante às sanguíneas e estas por sua vez mostraram sintomas vasomotores semelhantes às biliares e atrabiliares e menor prevalência de rancor, melancolia e tristeza. A frequência de cardiopatia foi mais elevada nas biliares e também apresentaram o menor número de casos de osteoporose. As mulheres de temperamento atrabiliar apresentaram maior frequência de insônia, hipertireoidismo, osteoporose, fibromialgia, periodontite, irritabilidade e nervosismo. Os quadros de depressão foram semelhantes às biliares. No quadro psíquico, as sanguíneas mostraram-se alegres e otimistas, enquanto que as linfáticas tristes e melancólicas. As atrabiliares revelaram maior irritabilidade e instabilidade de humor e as biliares mostraram-se autoritárias, impacientes e ambiciosas. Foi possível avaliar o processo do adoecer em mulheres no período pós-menopausa de acordo com as características de seus temperamentos, tanto nos sintomas psíquicos e físicos, quanto no perfil endocrinológico das pacientes.
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spelling http://lattes.cnpq.br/3864318683297398Pirolo, Eliana [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Haidar, Mauro Abi [UNIFESP]São Paulo2018-07-30T11:45:27Z2018-07-30T11:45:27Z2016-08-30Durante a transição menopausal e na pós-menopausa, além dos sintomas de hipoestrogenismo surgem com frequência doenças crônicas como diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e osteoporose. Além de sabermos que cada ser reage de forma diversa aos efeitos da mesma causa, que a suscetibilidade é a tendência individual a sofrer influências dinâmicas e desenvolver sintomas ou doenças, aprendemos com a homeopatia que herdamos geneticamente a nossa constituição e temperamento e com eles, a nossa possível forma de adoecer. A homeopatia utiliza o estudo das constituições e dos temperamentos como recurso diagnóstico na semiologia na avaliação da suscetibilidade do paciente a determinadas doenças, auxiliando na eleição do remédio constitucional. Foi realizado estudo transversal em 200 mulheres com idade entre 50 e 65 anos (período pós-menopausa), atendidas no ambulatório de Transição Menopausal e Pós-Menopausa da Disciplina de Endocrinologia Ginecológica da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, previamente classificadas segundo os critérios de avaliação dos temperamentos propostos por Hipócrates em linfáticas, sanguíneas, biliares e atrabiliares. As mulheres de temperamento linfático apresentaram maior frequência de retenção hídrica e hipotireoidismo e menor frequência de sintomas vasomotores; o aumento de peso e obesidade foi semelhante às sanguíneas e estas por sua vez mostraram sintomas vasomotores semelhantes às biliares e atrabiliares e menor prevalência de rancor, melancolia e tristeza. A frequência de cardiopatia foi mais elevada nas biliares e também apresentaram o menor número de casos de osteoporose. As mulheres de temperamento atrabiliar apresentaram maior frequência de insônia, hipertireoidismo, osteoporose, fibromialgia, periodontite, irritabilidade e nervosismo. Os quadros de depressão foram semelhantes às biliares. No quadro psíquico, as sanguíneas mostraram-se alegres e otimistas, enquanto que as linfáticas tristes e melancólicas. As atrabiliares revelaram maior irritabilidade e instabilidade de humor e as biliares mostraram-se autoritárias, impacientes e ambiciosas. Foi possível avaliar o processo do adoecer em mulheres no período pós-menopausa de acordo com as características de seus temperamentos, tanto nos sintomas psíquicos e físicos, quanto no perfil endocrinológico das pacientes.During menopausal transition and in the post-menopause, apart from symptons of hypoestrogenism, chronic diseases frequently arise, such as diabetes mellitus, systemic arterial hypertension and osteoporosis. Besides knowing that each living being reacts differently to effects that are related to the same cause, and that susceptibility is the individual tendency of suffering dynamic influences and of developing symptoms or diseases, homeopathy, taught us that we have genetically inherited our complexion and temperament and along with them our probable way of falling ill. Homeopathy utilizes the study of complexions and temperaments as a diagnostic resource in the semiology of the assessment of a patient's susceptibility to specific diseases, helping to elect an appropriate medicine. A transversal study was carried out on 200 women aged between 50 and 65 (post-menopause period), assisted at the Menopausal Transition and Post-Menopause Ambulatory managed by the Endocrinology Ginecology Discipline at Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina [Federal University of Sao Paulo - Medicine School], previously classified according to the evaluation criteria of temperaments proposed by Hippocrates, divided intolymphatic, sanguine, biliary and atrabiliary. Women with lymphatic temperament presented a higher level of hydric retention and hypothyroidism and less often vasomotor symptons; weight gain and obesity were similar to sanguine temperament women and these in turn showed vasomotor symptons similar to patients with biliary and atrabiliary temperaments as well as lower prevalence of anger, melancholy and sadness. The frequency of heart disease was higher in the biliary group and also had the lowest number of cases of osteoporosis. Women with atrabiliary temperament presented a higher level of insomnia, hyperthyroidism, osteoporosis, fibromyalgia, periodontitis, irritability and nervousness. The cases of depression were similar to the biliary ones. From the psychic point of view, the sanguine subjects were happy and optimistic, whereas lymphatic women were sad and melancholic. Atrabiliary women presented higher irritability and mood swings, while the biliary temperament ones appeared authoritarian, impatient and ambitious. It has been possible to assess the process of developing diseases which occurs in post-menopause women in light of their temperaments, considering both psychological and physical symptoms as well as the endocrinologic profile of the patients.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)80 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3673928PIROLO, Eliana. Os temperamentos hipocráticos e a suscetibilidade do adoecer das mulheres na pós-menopausa. 2016. 80 f. Tese (Doutorado em Medicina: Ginecologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.Eliana Pirolo - PDF A.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47930ark:/48912/001300001gszjporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessTemperamentosSuscetibilidade à doençaPós-menopausaHomeopatiaFisiognomiaTemperamentsSusceptibility to diseasePost menopauseHomeopathyPhysiognomyOs temperamentos hipocráticos e a suscetibilidade do adoecer das mulheres na pós-menopausaThe hippocratic temperaments and the susceptibility of developing diseases in post-menopause womeninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ciências da saúdeMedicinaORIGINALEliana Pirolo - PDF A.pdfEliana Pirolo - PDF A.pdfTese de doutoradoapplication/pdf23906798https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/1dfeff65-4f0e-4364-9645-f325326d9f46/download6f90274daea9c123414bba682b80845bMD51TEXTEliana Pirolo - PDF A.pdf.txtEliana Pirolo - PDF A.pdf.txtExtracted texttext/plain160https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3c5e3de6-7661-407e-9069-12a76e49489a/downloadb5a8c21d5ca30aa9c0567ea7174b6c6fMD52THUMBNAILEliana Pirolo - PDF A.pdf.jpgEliana Pirolo - PDF A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2787https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9871f016-22b1-4d0b-8666-ba5fa654203b/download024a221290eafa76a6516d67a425a9ceMD5311600/479302024-08-01 19:58:01.615oai:repositorio.unifesp.br:11600/47930https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-01T19:58:01Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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