Impacto do Método Canguru em recém-nascidos de baixo peso
| Ano de defesa: | 2017 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Objetivo: Avaliar o impacto do Método Canguru no aleitamento materno, desenvolvimento motor e estado nutricional em recém-nascidos de baixo peso em uma maternidade pública no município de Maceió-Alagoas. Métodos: Trata-se de um estudo coorte prospectivo controlado realizado durante o período de janeiro de 2014 a julho de 2015 na Maternidade Escola Santa Mônica (MESM)-UNCISAL, situada na Cidade de Maceió/AL. A amostra foi composta por 128 grupos de mães e seus bebês prematuros e de baixo peso, sendo que 65 deles estavam no alojamento canguru (G-canguru); e 63 no alojamento conjunto (G-alcon) que foram avaliados em duas etapas: durante o internamento e em média de 4 a 5 meses após a alta hospitalar. Foram realizados os seguintes procedimentos: investigação da taxa de aleitamento materno; avaliação nutricional do bebê; avaliação do sistema sensório motor oral do bebê; e avaliação da performance motora em bebês. (TIMP). Para as análises estatísticas utilizou-se o Statistical Package for Social Sciences, versão 16.0, sendo utilizados os testes t de Student, qui-quadrado, exato de Fisher. A concordância entre avaliadores para analise dos vídeos do TIMP foi realizada pelo Índice de concordância Kappa. Em todos os testes fixou-se em 5% o nível de significância. Resultados: Predominam para os dois grupos, o gênero feminino, 53,% (35/65) no G-canguru e 58,7% (37/63) no G-alcon. Em relação ao peso ao nascer, destaca-se para o G-canguru uma concentração de 47,7% (31/65) dos bebês com extremo baixo peso enquanto que no G-alcon o percentual foi de 100% de neonatos de baixo peso. No momento da primeira avaliação (TIMP1) predominam para os dois grupos o aleitamento materno exclusivo sem diferença significativa 73,8% (48/65) no G-canguru; e 63,5% (40/63) no G-alcon. Os dois grupos apresentam um perfil semelhante no desenvolvimento geral do sistema sensório motor. A maioria dos bebês apresentou o desenvolvimento motor atípico de acordo com a classificação do escore Z. 78,5% (51/65) para o G-canguru; e 95,2 % (60/63) no G-alcon. O estado nutricional na primeira avaliação apresentou diferença significante com 43,1% (28/65) dos bebes do grupo G-canguru; e 15,8% (10/63) do G-alcon em risco nutricional. Na segunda avaliação, após a alta, (TIMP2) foi observada diferença significante no aleitamento materno exclusivo favorecendo o G-canguru comparado ao grupo G-alcon (29,2% (19/65); vs 6,3% (4/63). Não houve diferença entre os dois grupos na proporção de desenvolvimento motor atípico,porém houve melhora em relação ao TIMP1 52,3% (34/65); e 68,3%(43/63). Não houve diferença entre a proporção de crianças com risco nutricional entre os grupo no TIMP2, evidenciando uma significante melhora no grupo G-canguru. Conclusões: Os bebês de baixo peso participantes do Método Canguru apresentaram melhores taxas de aleitamento materno e recuperação nutricional no seguimento prospectivo em comparação aos bebês que estavam sob cuidados tradicionais. |
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http://lattes.cnpq.br/0262292376123164Melo, Adriana de Medeiros [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/9892919389507108Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Silva, Edina Mariko Koga da [UNIFESP]São Paulo2019-06-19T14:57:21Z2019-06-19T14:57:21Z2017-06-30Objetivo: Avaliar o impacto do Método Canguru no aleitamento materno, desenvolvimento motor e estado nutricional em recém-nascidos de baixo peso em uma maternidade pública no município de Maceió-Alagoas. Métodos: Trata-se de um estudo coorte prospectivo controlado realizado durante o período de janeiro de 2014 a julho de 2015 na Maternidade Escola Santa Mônica (MESM)-UNCISAL, situada na Cidade de Maceió/AL. A amostra foi composta por 128 grupos de mães e seus bebês prematuros e de baixo peso, sendo que 65 deles estavam no alojamento canguru (G-canguru); e 63 no alojamento conjunto (G-alcon) que foram avaliados em duas etapas: durante o internamento e em média de 4 a 5 meses após a alta hospitalar. Foram realizados os seguintes procedimentos: investigação da taxa de aleitamento materno; avaliação nutricional do bebê; avaliação do sistema sensório motor oral do bebê; e avaliação da performance motora em bebês. (TIMP). Para as análises estatísticas utilizou-se o Statistical Package for Social Sciences, versão 16.0, sendo utilizados os testes t de Student, qui-quadrado, exato de Fisher. A concordância entre avaliadores para analise dos vídeos do TIMP foi realizada pelo Índice de concordância Kappa. Em todos os testes fixou-se em 5% o nível de significância. Resultados: Predominam para os dois grupos, o gênero feminino, 53,% (35/65) no G-canguru e 58,7% (37/63) no G-alcon. Em relação ao peso ao nascer, destaca-se para o G-canguru uma concentração de 47,7% (31/65) dos bebês com extremo baixo peso enquanto que no G-alcon o percentual foi de 100% de neonatos de baixo peso. No momento da primeira avaliação (TIMP1) predominam para os dois grupos o aleitamento materno exclusivo sem diferença significativa 73,8% (48/65) no G-canguru; e 63,5% (40/63) no G-alcon. Os dois grupos apresentam um perfil semelhante no desenvolvimento geral do sistema sensório motor. A maioria dos bebês apresentou o desenvolvimento motor atípico de acordo com a classificação do escore Z. 78,5% (51/65) para o G-canguru; e 95,2 % (60/63) no G-alcon. O estado nutricional na primeira avaliação apresentou diferença significante com 43,1% (28/65) dos bebes do grupo G-canguru; e 15,8% (10/63) do G-alcon em risco nutricional. Na segunda avaliação, após a alta, (TIMP2) foi observada diferença significante no aleitamento materno exclusivo favorecendo o G-canguru comparado ao grupo G-alcon (29,2% (19/65); vs 6,3% (4/63). Não houve diferença entre os dois grupos na proporção de desenvolvimento motor atípico,porém houve melhora em relação ao TIMP1 52,3% (34/65); e 68,3%(43/63). Não houve diferença entre a proporção de crianças com risco nutricional entre os grupo no TIMP2, evidenciando uma significante melhora no grupo G-canguru. Conclusões: Os bebês de baixo peso participantes do Método Canguru apresentaram melhores taxas de aleitamento materno e recuperação nutricional no seguimento prospectivo em comparação aos bebês que estavam sob cuidados tradicionais.Objective: To evaluate the impact of the Kangaroo Mother Care (KMC) on breastfeeding, motor development and nutritional status in low birth weight newborns in a public maternity hospital in the city of Maceió - Alagoas. Methods: This is a prospective controlled cohort study carried out from January 2014 to July 2015 at Santa Mônica School Maternity (MESM)-UNCISAL, located in the City of Maceió - AL. The sample consisted of 128 groups of mothers and their preterm and low birth weight infants, of which 65 were in the kangaroo accommodation (G-kangaroo); and 63 in the roming-in (G-alcon). The babies were evaluated in two stages: firstly, during hospitalization; and secondly, around 4 to 5 months of hospital discharge. The following procedures were performed: breastfeeding rate research; Nutritional assessment of the baby; Assessment of the baby's oral sensory motor system; And Test of Motor Infant Performance (TIMP). We used the Statistical Package for Social Sciences, version 16.0 for the statistical analysis and Student's t test, chi-square and Fisher's exact test. The inter-rater concordance for the analysis of TIMP videos was performed by the Kappa concordance index. The level of significance was set at 5% in all tests. Results: There was a predominance of female infants for both groups: 53% (35/65) in G-kangaroo and 58.7% (37/63) in G-alcon. Regarding the birth weight, the G-kangaroo stands out for 47.7% (31/65) of infants with extremely low weight, while in G-alcon, it was 100% of low birth weight infants. At the time of the first evaluation (TIMP1), exclusive breastfeeding predominated for the two groups, with no significant difference: 73.8% (48/65) in G-kangaroo and 63.5% (40/63) in G-alcon. The two groups presented a similar profile in the overall development of the motor sensory system. The majority of infants presented atypical motor development according to the classification of the Z score, being 78.5% (51/65) for the G-kangaroo and 95.2% (60/63) in G-alcon. The nutritional status in the first evaluation presented a significant difference with 43.1% (28/65) for the G-kangaroo group and 15.8% (10/63) for G-alcon at nutritional risk. In the second evaluation, after discharge, significant difference was observed in exclusive breastfeeding favoring G-kangaroo compared to the G-alcon group: 29.2% (19/65) vs 6.3% (4/63). There was no difference between the two groups in the proportion of atypical motor development, with improvement in relation to TIMP1 52.3% (34/65) and 68.3% (43/63). Conclusions: Low-weight infants participating in the Kangaroo Mother Care had better rates of breastfeeding and nutritional recovery in the prospective follow-up compared to infants under the Kangaroo Mother Care (KMC) presented a significant improvement in breastfeeding and nutritional recovery in the G-kangaroo group compared to those under traditional care.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2017)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)139 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=5497000http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/50047ark:/48912/001300001gvfdporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessMétodo canguruRecém-nascido de baixo pesoAleitamento maternoDesenvolvimentoEstado nutricionalKangaroo methodLow birth weight newbornBreastfeedingDevelopmentNutritional statusImpacto do Método Canguru em recém-nascidos de baixo pesoImpact of Kangaroo Care in low weight newborninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Saúde Baseada em EvidênciasClínica Médica e Medicina InternaMetodologia Para a Aplicação da Medicina Baseada em EvidênciasORIGINALAdriana de Mederios Melo PDF A.pdfAdriana de Mederios Melo PDF A.pdfTese de doutoradoapplication/pdf7049996https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/294a766f-d919-40ea-a536-5b8e2874c274/download18eec25b095eea45a9d8b4f9d265d551MD51TEXTAdriana de Mederios Melo PDF A.pdf.txtAdriana de Mederios Melo PDF A.pdf.txtExtracted texttext/plain117420https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/dd06919d-62d6-41ac-b023-2b810ece6e7e/downloadcbea828ac24cb5ea7e9e68c533594d93MD52THUMBNAILAdriana de Mederios Melo PDF A.pdf.jpgAdriana de Mederios Melo PDF A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2330https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ad0d0ef6-c3bc-4140-82b4-1bb9510a8a54/downloada3576d1783c62505cdf0ae9826930d97MD5311600/500472024-08-02 15:32:38.355oai:repositorio.unifesp.br:11600/50047https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-02T15:32:38Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Objetivo: Avaliar o impacto do Método Canguru no aleitamento materno, desenvolvimento motor e estado nutricional em recém-nascidos de baixo peso em uma maternidade pública no município de Maceió-Alagoas. Métodos: Trata-se de um estudo coorte prospectivo controlado realizado durante o período de janeiro de 2014 a julho de 2015 na Maternidade Escola Santa Mônica (MESM)-UNCISAL, situada na Cidade de Maceió/AL. A amostra foi composta por 128 grupos de mães e seus bebês prematuros e de baixo peso, sendo que 65 deles estavam no alojamento canguru (G-canguru); e 63 no alojamento conjunto (G-alcon) que foram avaliados em duas etapas: durante o internamento e em média de 4 a 5 meses após a alta hospitalar. Foram realizados os seguintes procedimentos: investigação da taxa de aleitamento materno; avaliação nutricional do bebê; avaliação do sistema sensório motor oral do bebê; e avaliação da performance motora em bebês. (TIMP). Para as análises estatísticas utilizou-se o Statistical Package for Social Sciences, versão 16.0, sendo utilizados os testes t de Student, qui-quadrado, exato de Fisher. A concordância entre avaliadores para analise dos vídeos do TIMP foi realizada pelo Índice de concordância Kappa. Em todos os testes fixou-se em 5% o nível de significância. Resultados: Predominam para os dois grupos, o gênero feminino, 53,% (35/65) no G-canguru e 58,7% (37/63) no G-alcon. Em relação ao peso ao nascer, destaca-se para o G-canguru uma concentração de 47,7% (31/65) dos bebês com extremo baixo peso enquanto que no G-alcon o percentual foi de 100% de neonatos de baixo peso. No momento da primeira avaliação (TIMP1) predominam para os dois grupos o aleitamento materno exclusivo sem diferença significativa 73,8% (48/65) no G-canguru; e 63,5% (40/63) no G-alcon. Os dois grupos apresentam um perfil semelhante no desenvolvimento geral do sistema sensório motor. A maioria dos bebês apresentou o desenvolvimento motor atípico de acordo com a classificação do escore Z. 78,5% (51/65) para o G-canguru; e 95,2 % (60/63) no G-alcon. O estado nutricional na primeira avaliação apresentou diferença significante com 43,1% (28/65) dos bebes do grupo G-canguru; e 15,8% (10/63) do G-alcon em risco nutricional. Na segunda avaliação, após a alta, (TIMP2) foi observada diferença significante no aleitamento materno exclusivo favorecendo o G-canguru comparado ao grupo G-alcon (29,2% (19/65); vs 6,3% (4/63). Não houve diferença entre os dois grupos na proporção de desenvolvimento motor atípico,porém houve melhora em relação ao TIMP1 52,3% (34/65); e 68,3%(43/63). Não houve diferença entre a proporção de crianças com risco nutricional entre os grupo no TIMP2, evidenciando uma significante melhora no grupo G-canguru. Conclusões: Os bebês de baixo peso participantes do Método Canguru apresentaram melhores taxas de aleitamento materno e recuperação nutricional no seguimento prospectivo em comparação aos bebês que estavam sob cuidados tradicionais. |
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