O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]
Orientador(a): Smith, Plínio Junqueira [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000216st
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/66033
Resumo: Esta dissertação tem como objetivo compreender e apresentar o sentido das críticas filosóficas que Thompson Morgan Clarke faz à epistemologia tradicional e à filosofia tradicional. Essa compreensão e essa apresentação se fazem necessárias devido à obscuridade dos textos de Clarke, obscuridade que leva a uma lacuna historiográfica: Clarke é conhecido sobretudo pelos textos filosóficos de outras pessoas que, influenciadas profundamente por ele, lhe agradecem em seus livros e artigos e atribuem a ele as suas ideias filosóficas, ou os seus modos de ver os conceitos, a filosofia, o conhecimento, a verdade etc. No entanto, pouco trabalho de exegese foi dedicado à obra de Clarke em si mesma. Esta dissertação tem, ainda, o objetivo de comparar a filosofia de Clarke com a filosofia de Barry Stroud, um filósofo muito parecido com Clarke e profundamente influenciado por ele, mas que segue seu próprio caminho analítico e teórico, a fim de mostrar como a filosofia de Clarke se diferencia muito mesmo da filosofia de seu pupilo mais próximo geográfica e conceitualmente. Para concretizar esses objetivos, articular-se-ão três capítulos: o primeiro se dedica a expor a filosofia de Clarke com o máximo de exatidão possível; o segundo se dedica a expor a filosofia de Barry Stroud com o máximo de exatidão possível; o terceiro visa a compará-las a fim de mostrar em que grau se assemelham, bem como que características têm essas semelhanças. O ideal regulador dessa comparação consiste em que, mesmo que Clarke e Stroud concordassem por completo quanto aos fatos das questões que examinam, ainda poderiam tirar conclusões diferentes desses fatos, e em que a diferença entre as suas conclusões nem sempre é facilmente identificável. Apesar da fidelidade da exposição que se visa a fazer da filosofia dos dois autores, não se analisa toda a filosofia de ambos, mas se focaliza a sua teoria do conhecimento com exposições de suas filosofias de outras áreas quando necessário. A teoria do conhecimento clarkeana, em suas duas versões, por exemplo, contém em seu núcleo reflexões profundas quanto à natureza da lógica e da linguagem, bem como usa já uma versão dessas reflexões como refutação de pretensamente todas as versões da tese dos dados dos sentidos, já a outra versão como refutação de todas quase todas as filosofias. É necessário, por conseguinte, descrever essas reflexões não epistemológicas para que a sua epistemologia seja efetivamente explicada.
id UFSP_e9de54fdb0ef8d1786d9185878318eff
oai_identifier_str oai:repositorio.unifesp.br:11600/66033
network_acronym_str UFSP
network_name_str Repositório Institucional da UNIFESP
repository_id_str
spelling http://lattes.cnpq.br/7631072455158066Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/5846335003047011Smith, Plínio Junqueira [UNIFESP]2022-12-01T16:42:34Z2022-12-01T16:42:34Z2022-09-14Esta dissertação tem como objetivo compreender e apresentar o sentido das críticas filosóficas que Thompson Morgan Clarke faz à epistemologia tradicional e à filosofia tradicional. Essa compreensão e essa apresentação se fazem necessárias devido à obscuridade dos textos de Clarke, obscuridade que leva a uma lacuna historiográfica: Clarke é conhecido sobretudo pelos textos filosóficos de outras pessoas que, influenciadas profundamente por ele, lhe agradecem em seus livros e artigos e atribuem a ele as suas ideias filosóficas, ou os seus modos de ver os conceitos, a filosofia, o conhecimento, a verdade etc. No entanto, pouco trabalho de exegese foi dedicado à obra de Clarke em si mesma. Esta dissertação tem, ainda, o objetivo de comparar a filosofia de Clarke com a filosofia de Barry Stroud, um filósofo muito parecido com Clarke e profundamente influenciado por ele, mas que segue seu próprio caminho analítico e teórico, a fim de mostrar como a filosofia de Clarke se diferencia muito mesmo da filosofia de seu pupilo mais próximo geográfica e conceitualmente. Para concretizar esses objetivos, articular-se-ão três capítulos: o primeiro se dedica a expor a filosofia de Clarke com o máximo de exatidão possível; o segundo se dedica a expor a filosofia de Barry Stroud com o máximo de exatidão possível; o terceiro visa a compará-las a fim de mostrar em que grau se assemelham, bem como que características têm essas semelhanças. O ideal regulador dessa comparação consiste em que, mesmo que Clarke e Stroud concordassem por completo quanto aos fatos das questões que examinam, ainda poderiam tirar conclusões diferentes desses fatos, e em que a diferença entre as suas conclusões nem sempre é facilmente identificável. Apesar da fidelidade da exposição que se visa a fazer da filosofia dos dois autores, não se analisa toda a filosofia de ambos, mas se focaliza a sua teoria do conhecimento com exposições de suas filosofias de outras áreas quando necessário. A teoria do conhecimento clarkeana, em suas duas versões, por exemplo, contém em seu núcleo reflexões profundas quanto à natureza da lógica e da linguagem, bem como usa já uma versão dessas reflexões como refutação de pretensamente todas as versões da tese dos dados dos sentidos, já a outra versão como refutação de todas quase todas as filosofias. É necessário, por conseguinte, descrever essas reflexões não epistemológicas para que a sua epistemologia seja efetivamente explicada.This dissertation aims to understand and present the meaning of Thompson Morgan Clarke’s philosophical critiques of traditional epistemology and traditional philosophy. This understanding and this presentation are necessary due to Clarke’s texts' obscurity. This obscurity leads to a historiographical gap: Clarke is known mainly by the philosophical texts of other people who, deeply influenced by him, thank him in his books and articles and attribute to him their philosophical ideas or ways of seeing concepts, philosophy, knowledge, truth, etc. However, little exegetical work has been devoted to Clarke’s work itself. This dissertation also aims to compare Clarke’s philosophy with the philosophy of Barry Stroud, a philosopher very similar to Clarke and deeply influenced by him, but who follows his own analytical and theoretical path, in order to show how Clarke’s philosophy differs a lot even from the philosophy of his closest pupil geographically and conceptually. To concretise these objectives, three chapters will be articulated: the first is dedicated to expose Clarke’s philosophy as accurately as possible; the second is dedicated to expose Barry Stroud’s philosophy as accurately as possible; the third aims to compare their philosophies in order to show to what degree they resemble each other, as well as what features these resemblances have. The regulative ideal of this comparison is that, even if Clarke and Stroud were to agree entirely on the facts of the matters they examine, they would still draw different conclusions from those facts, as well that the difference between their conclusions may not always be easily identifiable. Despite the fidelity of the exposition that one aims to make of the philosophy of the two authors, one does not analyse the whole philosophy of both authors but focuses on their theory of knowledge with expositions of their philosophies from other areas when necessary. The Clarkean theory of knowledge, in its two versions, for example, contains, at its core, deep reflections as to the nature of logic and language, as well as using either one version of these reflections as a refutation of supposedly all versions of the sense-data thesis, or the other version as a refutation of almost all philosophies. It is, therefore, necessary to describe these non-epistemological reflections if his epistemology is to be effectively explained.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)88887.484344/2020-00plinio.smith@gmail.com82https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/66033ark:/48912/00130000216stporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessThompson ClarkeBarry StroudEpistemologia tradicionalFilosofia tradicionalCeticismo cartesianoO filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry StroudThe philosophical and the non-philosophical: The specificity of philosophy in Thompson Clarke and Barry Stroudinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)FilosofiaCeticismoMetafísica, Ciência e LinguagemORIGINALDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdfDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdfapplication/pdf1153562https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d45643fa-a6a8-494d-99fe-5ad41d115141/download044b2aeb6e11332e9697a231ee8628e0MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85851https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6de463b3-8edb-4231-9fc6-c860f63e81be/download7eef3a39ead0c99109ce2cdf627b7383MD52TEXTDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdf.txtDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdf.txtExtracted texttext/plain103425https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/79dee691-0456-4997-ba0c-327a5872305c/download25186e50685eb4ba08ea579f197838a2MD59THUMBNAILDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdf.jpgDissertação de mestrado Israel — versão para o repositório.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2845https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5c7aa3b4-fbd0-49e9-8561-77f07648116e/download5748a1dca151100bec1cac97d0406bdeMD51011600/660332024-08-12 03:10:11.181oai:repositorio.unifesp.br:11600/66033https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-12T03:10:11Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)falseVEVSTU9TIEUgQ09OREnDh8OVRVMgUEFSQSBPIExJQ0VOQ0lBTUVOVE8gRE8gQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIE5PIFJFUE9TSVTDk1JJTyBJTlNUSVRVQ0lPTkFMIFVOSUZFU1AKCjEuIEV1LCBJc3JhZWwgQm9hcyAodmlsYXMuaXNyYWVsQHVuaWZlc3AuYnIpLCByZXNwb25zw6F2ZWwgcGVsbyB0cmFiYWxobyDigJxPIGZpbG9zw7NmaWNvIGUgbyBuw6NvIGZpbG9zw7NmaWNvOiBBIGVzcGVjaWZpY2lkYWRlIGRhIGZpbG9zb2ZpYSBlbSBUaG9tcHNvbiBDbGFya2UgZSBlbSBCYXJyeSBTdHJvdWTigJ0gZS9vdSB1c3XDoXJpby1kZXBvc2l0YW50ZSBubyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTklGRVNQLGFzc2VndXJvIG5vIHByZXNlbnRlIGF0byBxdWUgc291IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhdHJpbW9uaWFpcyBlL291IGRpcmVpdG9zIGNvbmV4b3MgcmVmZXJlbnRlcyDDoCB0b3RhbGlkYWRlIGRhIE9icmEgb3JhIGRlcG9zaXRhZGEgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBiZW0gY29tbyBkZSBzZXVzIGNvbXBvbmVudGVzIG1lbm9yZXMsIGVtIHNlIHRyYXRhbmRvIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEsIGNvbmZvcm1lIG8gcHJlY2VpdHVhZG8gcGVsYSBMZWkgOS42MTAvOTggZS9vdSBMZWkgOS42MDkvOTguIE7Do28gc2VuZG8gZXN0ZSBvIGNhc28sIGFzc2VndXJvIHRlciBvYnRpZG8gZGlyZXRhbWVudGUgZG9zIGRldmlkb3MgdGl0dWxhcmVzIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBwYXJhIGEgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRhIE9icmEsIGFicmFuZ2VuZG8gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZSBjb25leG9zIGFmZXRhZG9zIHBlbGEgYXNzaW5hdHVyYSBkbyBwcmVzZW50ZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvLCBkZSBtb2RvIGEgZWZldGl2YW1lbnRlIGlzZW50YXIgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBlIHNldXMgZnVuY2lvbsOhcmlvcyBkZSBxdWFscXVlciByZXNwb25zYWJpbGlkYWRlIHBlbG8gdXNvIG7Do28tYXV0b3JpemFkbyBkbyBtYXRlcmlhbCBkZXBvc2l0YWRvLCBzZWphIGVtIHZpbmN1bGHDp8OjbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTklGRVNQLCBzZWphIGVtIHZpbmN1bGHDp8OjbyBhIHF1YWlzcXVlciBzZXJ2acOnb3MgZGUgYnVzY2EgZSBkZSBkaXN0cmlidWnDp8OjbyBkZSBjb250ZcO6ZG8gcXVlIGZhw6dhbSB1c28gZGFzIGludGVyZmFjZXMgZSBlc3Bhw6dvIGRlIGFybWF6ZW5hbWVudG8gcHJvdmlkZW5jaWFkb3MgcGVsYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBjb25jb3Jkw6JuY2lhIGNvbSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlcXXDqm5jaWEgYSB0cmFuc2ZlcsOqbmNpYSwgYSB0w610dWxvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGUgbsOjby1vbmVyb3NvLCBpc2VudGEgZG8gcGFnYW1lbnRvIGRlIHJveWFsdGllcyBvdSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBjb250cmFwcmVzdGHDp8OjbywgcGVjdW5pw6FyaWEgb3UgbsOjbywgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGFybWF6ZW5hciBkaWdpdGFsbWVudGUsIGRlIHJlcHJvZHV6aXIgZSBkZSBkaXN0cmlidWlyIG5hY2lvbmFsIGUgaW50ZXJuYWNpb25hbG1lbnRlIGEgT2JyYSwgaW5jbHVpbmRvLXNlIG8gc2V1IHJlc3Vtby9hYnN0cmFjdCwgcG9yIG1laW9zIGVsZXRyw7RuaWNvcyBhbyBww7pibGljbyBlbSBnZXJhbCwgZW0gcmVnaW1lIGRlIGFjZXNzbyBhYmVydG8uCgozLiBBIHByZXNlbnRlIGxpY2Vuw6dhIHRhbWLDqW0gYWJyYW5nZSwgbm9zIG1lc21vcyB0ZXJtb3MgZXN0YWJlbGVjaWRvcyBubyBpdGVtIDIsIHN1cHJhLCBxdWFscXVlciBkaXJlaXRvIGRlIGNvbXVuaWNhw6fDo28gYW8gcMO6YmxpY28gY2Fiw612ZWwgZW0gcmVsYcOnw6NvIMOgIE9icmEgb3JhIGRlcG9zaXRhZGEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvcyB1c29zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgcmVwcmVzZW50YcOnw6NvIHDDumJsaWNhIGUvb3UgZXhlY3XDp8OjbyBww7pibGljYSwgYmVtIGNvbW8gcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgbW9kYWxpZGFkZSBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIHF1ZSBleGlzdGEgb3UgdmVuaGEgYSBleGlzdGlyLCBub3MgdGVybW9zIGRvIGFydGlnbyA2OCBlIHNlZ3VpbnRlcyBkYSBMZWkgOS42MTAvOTgsIG5hIGV4dGVuc8OjbyBxdWUgZm9yIGFwbGljw6F2ZWwgYW9zIHNlcnZpw6dvcyBwcmVzdGFkb3MgYW8gcMO6YmxpY28gcGVsYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKS4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUC4KIAo2LiBBdXRvcml6YSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gYSBkaXNwb25pYmlsaXphciBhIG9icmEgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCBkZSBmb3JtYSBncmF0dWl0YSwgZGUgYWNvcmRvIGNvbSBhIGxpY2Vuw6dhIHDDumJsaWNhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnM6IEF0cmlidWnDp8Ojby1TZW0gRGVyaXZhw6fDtWVzLVNlbSBEZXJpdmFkb3MgNC4wIEludGVybmFjaW9uYWwgKENDIEJZLU5DLU5EKSwgcGVybWl0aW5kbyBzZXUgbGl2cmUgYWNlc3NvLCB1c28gZSBjb21wYXJ0aWxoYW1lbnRvLCBkZXNkZSBxdWUgY2l0YWRhIGEgZm9udGUuIEEgb2JyYSBjb250aW51YSBwcm90ZWdpZGEgcG9yIERpcmVpdG9zIEF1dG9yYWlzIGUvb3UgcG9yIG91dHJhcyBsZWlzIGFwbGljw6F2ZWlzLiBRdWFscXVlciB1c28gZGEgb2JyYSwgcXVlIG7Do28gbyBhdXRvcml6YWRvIHNvYiBlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG91IHBlbGEgbGVnaXNsYcOnw6NvIGF1dG9yYWwsIMOpIHByb2liaWRvLiAgCgo3LiBBdGVzdGEgcXVlIGEgT2JyYSBzdWJtZXRpZGEgbsOjbyBjb250w6ltIHF1YWxxdWVyIGluZm9ybWHDp8OjbyBjb25maWRlbmNpYWwgc3VhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvcy4KCjguIEF0ZXN0YSBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBmb2kgZWxhYm9yYWRvIHJlc3BlaXRhbmRvIG9zIHByaW5jw61waW9zIGRhIG1vcmFsIGUgZGEgw6l0aWNhIGUgbsOjbyB2aW9sb3UgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBpbnRlbGVjdHVhbCwgc29iIHBlbmEgZGUgcmVzcG9uZGVyIGNpdmlsLCBjcmltaW5hbCwgw6l0aWNhIGUgcHJvZmlzc2lvbmFsbWVudGUgcG9yIG1ldXMgYXRvczsKCjkuIEF0ZXN0YSBxdWUgYSB2ZXJzw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHByZXNlbnRlIG5vIGFycXVpdm8gc3VibWV0aWRvIMOpIGEgdmVyc8OjbyBkZWZpbml0aXZhIHF1ZSBpbmNsdWkgYXMgYWx0ZXJhw6fDtWVzIGRlY29ycmVudGVzIGRhIGRlZmVzYSwgc29saWNpdGFkYXMgcGVsYSBiYW5jYSwgc2UgaG91dmUgYWxndW1hLCBvdSBzb2xpY2l0YWRhcyBwb3IgcGFydGUgZGUgb3JpZW50YcOnw6NvIGRvY2VudGUgcmVzcG9uc8OhdmVsOwoKMTAuIENvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlYWxpemFyIHF1YWlzcXVlciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbmEgbcOtZGlhIG91IG5vIGZvcm1hdG8gZG8gYXJxdWl2byBwYXJhIHByb3DDs3NpdG9zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28gZGlnaXRhbCwgZGUgYWNlc3NpYmlsaWRhZGUgZSBkZSBtZWxob3IgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgZGVzZGUgcXVlIG7Do28gc2VqYSBhbHRlcmFkbyBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsLgoKQW8gY29uY2x1aXIgYXMgZXRhcGFzIGRvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28gZGUgYXJxdWl2b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgVU5JRkVTUCwgYXRlc3RvIHF1ZSBsaSBlIGNvbmNvcmRlaSBpbnRlZ3JhbG1lbnRlIGNvbSBvcyB0ZXJtb3MgYWNpbWEgZGVsaW1pdGFkb3MsIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcm8gb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm9zIGl0ZW5zIG1lbmNpb25hZG9zIGFudGVyaW9ybWVudGUuCgpIYXZlbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc2NvcmTDom5jaWEgZW0gcmVsYcOnw6NvIGEgcHJlc2VudGUgbGljZW7Dp2Egb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm9zIGl0ZW5zIGFudGVyaW9yZXMsIHZvY8OqIGRldmUgaW50ZXJyb21wZXIgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28uIEEgY29udGludWlkYWRlIGRvIHByb2Nlc3NvIGVxdWl2YWxlIMOgIGNvbmNvcmTDom5jaWEgZSDDoCBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RlIGRvY3VtZW50bywgY29tIHRvZGFzIGFzIGNvbnNlcXXDqm5jaWFzIG5lbGUgcHJldmlzdGFzLCBzdWplaXRhbmRvLXNlIG8gc2lnbmF0w6FyaW8gYSBzYW7Dp8O1ZXMgY2l2aXMgZSBjcmltaW5haXMgY2FzbyBuw6NvIHNlamEgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGF0cmltb25pYWlzIGUvb3UgY29uZXhvcyBhcGxpY8OhdmVpcyDDoCBPYnJhIGRlcG9zaXRhZGEgZHVyYW50ZSBlc3RlIHByb2Nlc3NvLCBvdSBjYXNvIG7Do28gdGVuaGEgb2J0aWRvIHByw6l2aWEgZSBleHByZXNzYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGRvIHRpdHVsYXIgcGFyYSBvIGRlcMOzc2l0byBlIHRvZG9zIG9zIHVzb3MgZGEgT2JyYSBlbnZvbHZpZG9zLgoKU2UgdGl2ZXIgcXVhbHF1ZXIgZMO6dmlkYSBxdWFudG8gYW9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIGUgcXVhbnRvIGFvIHByb2Nlc3NvIGRlIHN1Ym1pc3PDo28sIGVudHJlIGVtIGNvbnRhdG8gY29tIGEgYmlibGlvdGVjYSBkbyBzZXUgY2FtcHVzIChjb25zdWx0ZSBlbTogaHR0cHM6Ly9iaWJsaW90ZWNhcy51bmlmZXNwLmJyL2JpYmxpb3RlY2FzLWRhLXJlZGUpLiAKClPDo28gUGF1bG8sIEZyaSBOb3YgMTggMTA6MzI6MjggQlJUIDIwMjIuCg==
dc.title.pt_BR.fl_str_mv O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv The philosophical and the non-philosophical: The specificity of philosophy in Thompson Clarke and Barry Stroud
title O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
spellingShingle O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]
Thompson Clarke
Barry Stroud
Epistemologia tradicional
Filosofia tradicional
Ceticismo cartesiano
title_short O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
title_full O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
title_fullStr O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
title_full_unstemmed O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
title_sort O filosófico e o não filosófico: A especificidade da filosofia em Thompson Clarke e em Barry Stroud
author Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]
author_facet Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]
author_role author
dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/7631072455158066
dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/5846335003047011
dc.contributor.author.fl_str_mv Bôas, Israel Meneses Santos Vilas [UNIFESP]
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Smith, Plínio Junqueira [UNIFESP]
contributor_str_mv Smith, Plínio Junqueira [UNIFESP]
dc.subject.por.fl_str_mv Thompson Clarke
Barry Stroud
Epistemologia tradicional
Filosofia tradicional
Ceticismo cartesiano
topic Thompson Clarke
Barry Stroud
Epistemologia tradicional
Filosofia tradicional
Ceticismo cartesiano
description Esta dissertação tem como objetivo compreender e apresentar o sentido das críticas filosóficas que Thompson Morgan Clarke faz à epistemologia tradicional e à filosofia tradicional. Essa compreensão e essa apresentação se fazem necessárias devido à obscuridade dos textos de Clarke, obscuridade que leva a uma lacuna historiográfica: Clarke é conhecido sobretudo pelos textos filosóficos de outras pessoas que, influenciadas profundamente por ele, lhe agradecem em seus livros e artigos e atribuem a ele as suas ideias filosóficas, ou os seus modos de ver os conceitos, a filosofia, o conhecimento, a verdade etc. No entanto, pouco trabalho de exegese foi dedicado à obra de Clarke em si mesma. Esta dissertação tem, ainda, o objetivo de comparar a filosofia de Clarke com a filosofia de Barry Stroud, um filósofo muito parecido com Clarke e profundamente influenciado por ele, mas que segue seu próprio caminho analítico e teórico, a fim de mostrar como a filosofia de Clarke se diferencia muito mesmo da filosofia de seu pupilo mais próximo geográfica e conceitualmente. Para concretizar esses objetivos, articular-se-ão três capítulos: o primeiro se dedica a expor a filosofia de Clarke com o máximo de exatidão possível; o segundo se dedica a expor a filosofia de Barry Stroud com o máximo de exatidão possível; o terceiro visa a compará-las a fim de mostrar em que grau se assemelham, bem como que características têm essas semelhanças. O ideal regulador dessa comparação consiste em que, mesmo que Clarke e Stroud concordassem por completo quanto aos fatos das questões que examinam, ainda poderiam tirar conclusões diferentes desses fatos, e em que a diferença entre as suas conclusões nem sempre é facilmente identificável. Apesar da fidelidade da exposição que se visa a fazer da filosofia dos dois autores, não se analisa toda a filosofia de ambos, mas se focaliza a sua teoria do conhecimento com exposições de suas filosofias de outras áreas quando necessário. A teoria do conhecimento clarkeana, em suas duas versões, por exemplo, contém em seu núcleo reflexões profundas quanto à natureza da lógica e da linguagem, bem como usa já uma versão dessas reflexões como refutação de pretensamente todas as versões da tese dos dados dos sentidos, já a outra versão como refutação de todas quase todas as filosofias. É necessário, por conseguinte, descrever essas reflexões não epistemológicas para que a sua epistemologia seja efetivamente explicada.
publishDate 2022
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2022-12-01T16:42:34Z
dc.date.available.fl_str_mv 2022-12-01T16:42:34Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2022-09-14
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/66033
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/48912/00130000216st
url https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/66033
identifier_str_mv ark:/48912/00130000216st
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 82
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de São Paulo
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UNIFESP
instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron:UNIFESP
instname_str Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
instacron_str UNIFESP
institution UNIFESP
reponame_str Repositório Institucional da UNIFESP
collection Repositório Institucional da UNIFESP
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d45643fa-a6a8-494d-99fe-5ad41d115141/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6de463b3-8edb-4231-9fc6-c860f63e81be/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/79dee691-0456-4997-ba0c-327a5872305c/download
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5c7aa3b4-fbd0-49e9-8561-77f07648116e/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 044b2aeb6e11332e9697a231ee8628e0
7eef3a39ead0c99109ce2cdf627b7383
25186e50685eb4ba08ea579f197838a2
5748a1dca151100bec1cac97d0406bde
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
repository.mail.fl_str_mv biblioteca.csp@unifesp.br
_version_ 1865648498620235776