Análise da efetividade do uso de índices de qualidade ambiental para gestão de praias arenosas. Estudo de caso na Baixada Santista, São Paulo, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Gonçalves, Kelly Rodrigues [UNIFESP]
Orientador(a): Yokoyama, Leonardo Querobim [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000027ccm
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/51985
Resumo: Na região costeira o aumento da população fixa e flutuante vem sendo uma constante, seja em função do turismo, da urbanização (comércios, indústrias e portos) ou até mesmo das estruturas necessárias para comportar a população. Ao tempo que o tamanho populacional e as atividades econômicas crescem e se diversificam, mais alterações são feitas no ambiente natural. Como consequência, tem se impactos como: poluição das águas, solo e ar, pisoteamento e remoção mecânica de sedimento das praias (“limpeza de praia”), construção de emissários submarinos, portos e canais de drenagem. Estes impactos degradam as praias, bem como alteram as comunidades de organismos, podendo ocasionar a diminuição da abundância e riqueza local. Em face disto, diversos estudos vêm sendo guiados para melhorar o gerenciamento do espaço costeiro, muitos deles pautados em índices que mapeiam a qualidade ambiental e recreacional. Neste sentido, este estudo adaptou dois índices presentes na literatura e aplicou para a Baixada Santista (SP), analisando pontualmente cinco praias ao longo das cidades de Santos, Guarujá e Bertioga. Ambos índices mostraram que não há correlação entre a qualidade ambiental e recreacional, mas que é possível pautar-se em um dos índices para gerenciamento e plano de ação em curto e médio prazo, enquanto o outro pode ser usado como índice de efetividade do processo de gestão
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Estes impactos degradam as praias, bem como alteram as comunidades de organismos, podendo ocasionar a diminuição da abundância e riqueza local. Em face disto, diversos estudos vêm sendo guiados para melhorar o gerenciamento do espaço costeiro, muitos deles pautados em índices que mapeiam a qualidade ambiental e recreacional. Neste sentido, este estudo adaptou dois índices presentes na literatura e aplicou para a Baixada Santista (SP), analisando pontualmente cinco praias ao longo das cidades de Santos, Guarujá e Bertioga. Ambos índices mostraram que não há correlação entre a qualidade ambiental e recreacional, mas que é possível pautar-se em um dos índices para gerenciamento e plano de ação em curto e médio prazo, enquanto o outro pode ser usado como índice de efetividade do processo de gestão61 f.GONÇALVES, Kelly Rodrigues. Análise da efetividade do uso de índices de qualidade ambiental para gestão de praias arenosas. Estudo de caso da Baixada Santista, São Paulo, Brasil. 2019. 61 f. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade e Ecologia Marinha e Costeira) – Instituto do Mar, Universidade Federal de São Paulo, Santos, 2019.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/51985ark:/48912/0013000027ccmporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessQualidade ambientalPraias arenosasBaixada SantistaAnálise da efetividade do uso de índices de qualidade ambiental para gestão de praias arenosas. 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