Pesquisa de Polymavirus-BK em transplantes renais: incidência e correlação com parâmetros clínicos e laboratoriais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Svicero, Bianca Silva [UNIFESP]
Orientador(a): Granato, Celso Francisco Hernandes [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002t0fs
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9934
Resumo: Introdução: O Vírus BK (BKV) pertence à família Polyomaviridae, é um vírus não envelopado com DNA de dupla fita; está relacionado à cistite hemorrágica, estenose ureteral e, em alguns casos, câncer. O poliomavírus é encontrado em cerca de 80% da população geral, entretanto manifestações clínicas decorrentes dessa infecção são raras e limitadas a indivíduos com sistema imunológico debilitado. O BKV é um vírus com potencial para estabelecer latência e reativar-se. A reativação assintomática e um baixo nível de replicação são observados em cerca de 5% da população saudável. Na população de transplantados renais a reativação torna-se relevante, uma vez que 10-40% dos pacientes com infecção ativa pelo BKV podem evoluir para a perda do órgão transplantado. O diagnóstico da infecção pelo BKV pode ser realizado pela pesquisa de células decoy no sedimento urinário e/ou a quantificação da carga viral pela Reação de Polimerase em Cadeia em Tempo Real (qPCR). O tratamento não é baseado no uso de medicamentos mas na redução na dose de imunossupressor. Objetivos: Padronização da técnica de PCR em Tempo Real para quantificação da carga viral do BKV no plasma e urina e pesquisa de células decoy na urina dos pacientes submetidos ao transplante renal no período de novembro/2008 a maio/2010, do pré transplante até 12 meses pós transplante. Análise dos aspectos epidemiológicos relacionados à infecção e a correlação desta com outros parâmetros laboratoriais. Métodos: Análise do sedimento urinário através da coloração de Papanicolaou para pesquisa de células decoy por microscopia eletrônica. Para a padronização da PCR em Tempo Real no plasma e urina utilizou-se um controle positivo comercial do BKV com carga viral definida em 1,6x105cópias/μL para construção da curva padrão e betaglobina como controle interno. Baseado em técnica publicada por Randhawa e colaboradores em 2004. Resultados: Foram incluídos no estudo 81 pacientes acompanhados prospectivamente durante 12 meses, dos quais 70,3% pertenciam ao sexo masculino e com mediana de idade de 39 anos no momento do transplante. A citologia urinária forneceu positividade de 1,6% das amostras analisadas. A padronização da curva da PCR foi realizada mediante cinco diluições seriadas do controle positivo (1–104); a inclinação da reta foi de -,60, o coeficiente de correlação de Pearson foi de r2=0,99 e a eficiência da reação foi de 91,6%. As amostras de plasma apresentaram variações na carga viral, 39,1% entre 1,08x104 a 9,51x104 cópias/mL; 26,3% com carga viral igual ou superior a 1x105 cópias/mL e 34,6% com carga viral inferior 1x104 cópias/mL. Definimos uma incidência de 29 casos por 100 pessoas submetidas ao transplante renal. Os aspectos epidemiológicos avaliados não apresentaram relação com os achados laboratoriais encontrados, e não houve a descrição de sintomas relacionados à infecção pelo BKV em pacientes, supostamente, com carga viral indicativa de infecção durante os 12 meses analisados. Conclusões: A padronização da técnica de PCR em tempo real ocorreu a contento, podendo ser comparada com trabalhos anteriores. Neste estudo definimos a replicação ativa do vírus em 26,3 %dos casos, com base na PCR em Tempo Real. Não caracterizamos os achados como “doença”, pois para tal faz-se necessário uma análise histológica, para a qual não houve indicação clínica. O resultado pesquisa de xiiicélulas decoy foi encontrado foi confirmado por outro analista que desconhecia os dados da pesquisa. Não foi possível definir outros parâmetros laboratoriais como preditores de infecção pelo BKV.
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spelling Svicero, Bianca Silva [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Granato, Celso Francisco Hernandes [UNIFESP]2015-07-22T20:50:36Z2015-07-22T20:50:36Z2010-08-25Introdução: O Vírus BK (BKV) pertence à família Polyomaviridae, é um vírus não envelopado com DNA de dupla fita; está relacionado à cistite hemorrágica, estenose ureteral e, em alguns casos, câncer. O poliomavírus é encontrado em cerca de 80% da população geral, entretanto manifestações clínicas decorrentes dessa infecção são raras e limitadas a indivíduos com sistema imunológico debilitado. O BKV é um vírus com potencial para estabelecer latência e reativar-se. A reativação assintomática e um baixo nível de replicação são observados em cerca de 5% da população saudável. Na população de transplantados renais a reativação torna-se relevante, uma vez que 10-40% dos pacientes com infecção ativa pelo BKV podem evoluir para a perda do órgão transplantado. O diagnóstico da infecção pelo BKV pode ser realizado pela pesquisa de células decoy no sedimento urinário e/ou a quantificação da carga viral pela Reação de Polimerase em Cadeia em Tempo Real (qPCR). O tratamento não é baseado no uso de medicamentos mas na redução na dose de imunossupressor. Objetivos: Padronização da técnica de PCR em Tempo Real para quantificação da carga viral do BKV no plasma e urina e pesquisa de células decoy na urina dos pacientes submetidos ao transplante renal no período de novembro/2008 a maio/2010, do pré transplante até 12 meses pós transplante. Análise dos aspectos epidemiológicos relacionados à infecção e a correlação desta com outros parâmetros laboratoriais. Métodos: Análise do sedimento urinário através da coloração de Papanicolaou para pesquisa de células decoy por microscopia eletrônica. Para a padronização da PCR em Tempo Real no plasma e urina utilizou-se um controle positivo comercial do BKV com carga viral definida em 1,6x105cópias/μL para construção da curva padrão e betaglobina como controle interno. Baseado em técnica publicada por Randhawa e colaboradores em 2004. Resultados: Foram incluídos no estudo 81 pacientes acompanhados prospectivamente durante 12 meses, dos quais 70,3% pertenciam ao sexo masculino e com mediana de idade de 39 anos no momento do transplante. A citologia urinária forneceu positividade de 1,6% das amostras analisadas. A padronização da curva da PCR foi realizada mediante cinco diluições seriadas do controle positivo (1–104); a inclinação da reta foi de -,60, o coeficiente de correlação de Pearson foi de r2=0,99 e a eficiência da reação foi de 91,6%. As amostras de plasma apresentaram variações na carga viral, 39,1% entre 1,08x104 a 9,51x104 cópias/mL; 26,3% com carga viral igual ou superior a 1x105 cópias/mL e 34,6% com carga viral inferior 1x104 cópias/mL. Definimos uma incidência de 29 casos por 100 pessoas submetidas ao transplante renal. Os aspectos epidemiológicos avaliados não apresentaram relação com os achados laboratoriais encontrados, e não houve a descrição de sintomas relacionados à infecção pelo BKV em pacientes, supostamente, com carga viral indicativa de infecção durante os 12 meses analisados. Conclusões: A padronização da técnica de PCR em tempo real ocorreu a contento, podendo ser comparada com trabalhos anteriores. Neste estudo definimos a replicação ativa do vírus em 26,3 %dos casos, com base na PCR em Tempo Real. Não caracterizamos os achados como “doença”, pois para tal faz-se necessário uma análise histológica, para a qual não houve indicação clínica. O resultado pesquisa de xiiicélulas decoy foi encontrado foi confirmado por outro analista que desconhecia os dados da pesquisa. Não foi possível definir outros parâmetros laboratoriais como preditores de infecção pelo BKV.Introduction: The BK virus (BKV) belongs to the Polyomaviridae family, is a non enveloped virus with double-stranded DNA, may be associated with hemorrhagic cystitis, ureteral stenosis, and in some cases, cancer. The polyomaviruses are found in about 80% of the general population, however its clinical manifestations are rare and limited to individuals with weakened immune system. The BKV is a virus with the potential to establish latency and reactivate. Asymptomatic reactivation and low level of replication are observed in approximately 5% of the healthy population. In the patients of renal transplant. Reactivation becomes relevant, since 10-40% of patients with BKV active infection can progress to graft loss. The diagnosis of BKV infection can be accomplished by “decoy” cells in urinary sediment and / or viral load evaluation by polymerase chain reaction in Real Time (qPCR). Treatment is not defined by antiviral drugs but by reducing the dose of immunosuppressive drugs. Objectives: The aim of this study was to standardize Real Time PCR to estimate the BKV viral load in plasma and urine and the presence of “decoy” cells in urine of patients undergoing renal transplantation in the period between november/2008 and may/2010, since pre transplant until 12 months after transplantation. Analysis of epidemiological aspects related to infection and the correlation with the course of the disease were evaluated as well. Methods: Analysis of urine sediment by Papanicolaou staining for the presence of "decoy" cells by electron microscopy. For standardization of Real-Time PCR in plasma and urine a commercial BKV DNA with a viral load set at 1.6 x105cópias / mL was used for the construction of standard curve; betaglobin was used as an internal control. Based in the techinique publishe in 2004 by Randhawa and colleagues. Results: The study included 81 patients followed prospectively over 12 months, where 70.3% were male with median age of 39 years at the time of transplantation. The urine cytology provided a positive result in 1.6% of the samples. The standard curve was performed by five serial dilutions of positive control (1-104), the slope of the curve was -3.60, the Pearson correlation coefficient was r2 = 0.99 and efficiency of the reaction was 91 6%. Plasma samples showed variations in viral load, 39.1% from the 1.08 x104 9.51 x104 copies / mL and 26.3% with viral load greater than or equal to 1x105 copies / mL and 34.6% with viral load below 1x104 copies / mL. We demonstrated an incidence of 29 cases by 1000 patients. The clinical features did not correlate with laboratory findings found, since there was no description of symptoms related to infection with BKV in patients supposedly with viral load indicative of infection during the 12 months analyzed. Conclusions: The standardization of real-time PCR was achieved and can be compared with previous studies..We didn’t consider the PCR results indicative of disease because a reanl biopsy was not performed. The result of decoy cells research was confirmed by another analyst who was unaware of the survey data. We couldn’t find define another laboratory parameters as predictors of infection by BKV.TEDEBV UNIFESP: Teses e dissertaçõesFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 07/56780-377 p.SVICERO, Bianca Silva. Pesquisa de Polymavirus-BK em transplantes renais: incidência e correlação com parâmetros clínicos e laboratoriais. 2010. 77 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2010.Retido-213.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/9934ark:/48912/001300002t0fsporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessInfecções em transplantados renaisPCR em tempo realPolyomavirusVírus BKTransplante de RimReal-Time Polymerase Chain ReactionPolyomavirusBK VirusKidney TransplantationPesquisa de Polymavirus-BK em transplantes renais: incidência e correlação com parâmetros clínicos e laboratoriaisResearch of Polyomavirus-BK in renal transplant recipients: incidence and correlation with clinical and laboratory parametersinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Infectologia – São PauloORIGINALTese-12167.pdfTese-12167.pdfapplication/pdf2010891https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/acf64d72-5d4d-4c48-a617-6b2481afb6b5/download56449eb0bdb4bdfa3799c92437cff4a6MD51TEXTTese-12167.pdf.txtTese-12167.pdf.txtExtracted texttext/plain102715https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/046a85dd-85f8-4401-b2f6-533fed7c8782/downloadce184c6aeaa3abcdca3045384613f643MD52THUMBNAILTese-12167.pdf.jpgTese-12167.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2737https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/fec11acb-3301-4ac5-8ce7-d4da91d8e9ac/download9577be039fb391a29d8694a4dec9baa0MD5311600/99342024-07-29 18:19:17.909oai:repositorio.unifesp.br:11600/9934https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-29T18:19:17Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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