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Cinética e mecanismo de decomposição térmica de huminas obtidas a partir de resíduos agroindustriais e carboidratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Gariboti, Julio César de Jesus [UNIFESP]
Orientador(a): Gomes, Eliezer Ladeia [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001qgww
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/63549
Resumo: A valorização de subprodutos obtidos de reações laterais durante o biorrefino de resíduos agroindústrias, como as huminas, é de grande importância para a viabilidade econômica das biorrefinarias e o processamento de biomassas. Abordam-se neste estudo dois cenários da síntese de huminas concomitante com a formação de ácido levulínico: o cenário A diz respeito as huminas obtidas do biorrefino em três etapas do bagaço de cana-de-açúcar (BCA) e da casca de arroz (CA) (H-BCAA e H-CAA, respectivamente), enquanto o cenário B, abrange as huminas obtidas do biorrefino do BCA em uma etapa (H-BCAB). A decomposição termoquímica das huminas é investigada por análise termogravimétricas não isotérmica (20 a 800°C). Em processos de conversão termoquímica, o potencial das huminas como fonte alternativa e renovável de energia é confirmado por suas caracterizações na análise imediata e elementar e na determinação do poder calorífico superior. Para o cenário A, a decomposição térmica das huminas foi examinada pelo modelo de reação global. A energia de ativação (Eα) foi estimada usando os métodos isoconversionais integrais de Ozawa–Flynn–Wall (FWO), Starink (STK) e Vyazovkin (VYZ). A Eα mostrou uma forte dependência da conversão com valores médios entre 210,14 e 211,53 para H-BCAA e 183,31 a 185,02 kJ mol-1 para H-CAA. Em relação ao cenário B, a decomposição térmica da H-BCAB foi largamente investigada considerando o modelo cinético de reações paralelas independentes, bem como reações consecutivas. Identificou-se na primeira abordagem a presença de oito pseudocomponentes, com Ea médias entre 40,8 a 81,3 kJ mol-1 utilizando o método isoconversional de Friedman. A segunda abordagem foi examinada por meio do modelo modificado de Kilzer e Broido e apresentou Ea média entre 24,94 e 167,38 kJ mol-1. O método master-plot sugeriu que o mecanismo de reação de decomposição térmica das huminas ocorre por meio de mecanismos de ordem de reação, difusão tridimensional e nucleação randômica. Esses resultados foram interpretados através dos parâmetros termodinâmicos revelando que o processo de decomposição não-isotérmica das huminas é endotérmico e favorável para a formação dos produtos. Baseado nesses resultados, mais estudos são necessários ao aproveitamento máximo dos subprodutos laterais, tendo em vista a atratividade de sua rica matriz de carbono. Os desafios adicionais na tecnologia de materiais carbonáceos para energia e hidrocarbonetos trazem importantes caminhos à inovação e ampliação por meio de plataforma integradas que potencializem os subprodutos laterais, como as huminas.
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Em processos de conversão termoquímica, o potencial das huminas como fonte alternativa e renovável de energia é confirmado por suas caracterizações na análise imediata e elementar e na determinação do poder calorífico superior. Para o cenário A, a decomposição térmica das huminas foi examinada pelo modelo de reação global. A energia de ativação (Eα) foi estimada usando os métodos isoconversionais integrais de Ozawa–Flynn–Wall (FWO), Starink (STK) e Vyazovkin (VYZ). A Eα mostrou uma forte dependência da conversão com valores médios entre 210,14 e 211,53 para H-BCAA e 183,31 a 185,02 kJ mol-1 para H-CAA. Em relação ao cenário B, a decomposição térmica da H-BCAB foi largamente investigada considerando o modelo cinético de reações paralelas independentes, bem como reações consecutivas. Identificou-se na primeira abordagem a presença de oito pseudocomponentes, com Ea médias entre 40,8 a 81,3 kJ mol-1 utilizando o método isoconversional de Friedman. A segunda abordagem foi examinada por meio do modelo modificado de Kilzer e Broido e apresentou Ea média entre 24,94 e 167,38 kJ mol-1. O método master-plot sugeriu que o mecanismo de reação de decomposição térmica das huminas ocorre por meio de mecanismos de ordem de reação, difusão tridimensional e nucleação randômica. Esses resultados foram interpretados através dos parâmetros termodinâmicos revelando que o processo de decomposição não-isotérmica das huminas é endotérmico e favorável para a formação dos produtos. Baseado nesses resultados, mais estudos são necessários ao aproveitamento máximo dos subprodutos laterais, tendo em vista a atratividade de sua rica matriz de carbono. Os desafios adicionais na tecnologia de materiais carbonáceos para energia e hidrocarbonetos trazem importantes caminhos à inovação e ampliação por meio de plataforma integradas que potencializem os subprodutos laterais, como as huminas.The valorization of by-products obtained from side reactions during the biorefining of agro-industrial residues, such as humins, has great importance for the economic viability of biorefineries and the processing of biomass. In this study, two scenarios of humin synthesis concomitant with the formation of levulinic acid are addressed: scenario A concerns the humins obtained from the three-step biorefinery of sugarcane bagasse (SCB) and rice husk (RH) (H-SCBA and H-RHA, respectively), while scenario B covers the humins obtained from the one-step SCB biorefinery (H-SCBB). The thermochemical decomposition of humins is investigated by non-isothermal thermogravimetric analysis (20 to 800°C). In thermochemical conversion processes, the potential of humins as an alternative and renewable energy source is confirmed by their characterizations in the immediate and elemental analysis and in the determination of the superior calorific value. For scenario A, the thermal decomposition of humins was examined by the global reaction model. Activation energy (Eα) was estimated using the integral isoconversional methods of Ozawa–Flynn–Wall (FWO), Starink (STK) and Vyazovkin (VYZ). The Eα showed a strong conversion dependence with mean values between 210.14 and 211.53 for H-SCBA and 183.31 and 185.02 kJ mol-1 for H-RHA. Regarding scenario B, the thermal decomposition of H-SCBB was largely investigated considering the kinetic model of independent parallel reactions, as well as consecutive reactions. In the first approach, the presence of eight pseudocomponents was identified, with average Ea between 40.8 and 81.3 kJ mol-1 using Friedman’s isoconversional method. The second approach was examined using the modified Kilzer and Broido model and presented a mean Ea between 24.94 and 167.38 kJ mol-1. The master-plot method suggested that the thermal decomposition reaction mechanism of humins occurs through mechanisms of order of reaction, three-dimensional diffusion and random nucleation. These results were interpreted through thermodynamic parameters, revealing that the non-isothermal decomposition process of humins is endothermic and favorable for the formation of products. Based on these results, further studies are needed to make the most of the side by-products, given the attractiveness of its rich carbon matrix. Additional challenges in carbonaceous materials technology for energy and hydrocarbons provide important avenues for innovation and expansion through integrated platforms that leverage side-by-products such as humins.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)CNPq: 408149/2018-3CNPq: 162373/2020-1FAPESP: 2020/11347-5FAPESP: 2015/17592-3FAPESP: 2015/20630-4120 f.https://hdl.handle.net/11600/63549ark:/48912/001300001qgwwporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessHuminasMétodos isoconversionaisProcessos termoquímicosReações paralelasReações consecutivasHuminsIsoconversional methodsThermochemical processesParallel reactionsConsecutive reactionsCinética e mecanismo de decomposição térmica de huminas obtidas a partir de resíduos agroindustriais e carboidratosinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)Engenharia QuímicaLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85882https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/4b8351cb-7999-4639-b13b-089c762f3a2f/download0b9c1835e40b25910b89623cab6fe3bdMD54ORIGINALDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdfDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdfapplication/pdf8083876https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/a03e5224-6d63-461d-8da2-dc7fb0c9a5b3/download484a66f81f537af997bc74663e02b79dMD53TEXTDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdf.txtDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdf.txtExtracted texttext/plain104542https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3a8bef56-78a5-4b38-8e9e-d8f814b5eb22/download249c11204c6006821821427ff0ca5e93MD513THUMBNAILDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdf.jpgDissertação Julio Cesar J Gariboti.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3197https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0bdbe8ed-2c5c-4f3e-9f5e-d36d5a667077/download23f73c68091801949cd14490761a426eMD51411600/635492024-07-26 19:58:47.662oai:repositorio.unifesp.br:11600/63549https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-26T19:58:47Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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Gariboti, Julio César de Jesus [UNIFESP]
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description A valorização de subprodutos obtidos de reações laterais durante o biorrefino de resíduos agroindústrias, como as huminas, é de grande importância para a viabilidade econômica das biorrefinarias e o processamento de biomassas. Abordam-se neste estudo dois cenários da síntese de huminas concomitante com a formação de ácido levulínico: o cenário A diz respeito as huminas obtidas do biorrefino em três etapas do bagaço de cana-de-açúcar (BCA) e da casca de arroz (CA) (H-BCAA e H-CAA, respectivamente), enquanto o cenário B, abrange as huminas obtidas do biorrefino do BCA em uma etapa (H-BCAB). A decomposição termoquímica das huminas é investigada por análise termogravimétricas não isotérmica (20 a 800°C). Em processos de conversão termoquímica, o potencial das huminas como fonte alternativa e renovável de energia é confirmado por suas caracterizações na análise imediata e elementar e na determinação do poder calorífico superior. Para o cenário A, a decomposição térmica das huminas foi examinada pelo modelo de reação global. A energia de ativação (Eα) foi estimada usando os métodos isoconversionais integrais de Ozawa–Flynn–Wall (FWO), Starink (STK) e Vyazovkin (VYZ). A Eα mostrou uma forte dependência da conversão com valores médios entre 210,14 e 211,53 para H-BCAA e 183,31 a 185,02 kJ mol-1 para H-CAA. Em relação ao cenário B, a decomposição térmica da H-BCAB foi largamente investigada considerando o modelo cinético de reações paralelas independentes, bem como reações consecutivas. Identificou-se na primeira abordagem a presença de oito pseudocomponentes, com Ea médias entre 40,8 a 81,3 kJ mol-1 utilizando o método isoconversional de Friedman. A segunda abordagem foi examinada por meio do modelo modificado de Kilzer e Broido e apresentou Ea média entre 24,94 e 167,38 kJ mol-1. O método master-plot sugeriu que o mecanismo de reação de decomposição térmica das huminas ocorre por meio de mecanismos de ordem de reação, difusão tridimensional e nucleação randômica. Esses resultados foram interpretados através dos parâmetros termodinâmicos revelando que o processo de decomposição não-isotérmica das huminas é endotérmico e favorável para a formação dos produtos. Baseado nesses resultados, mais estudos são necessários ao aproveitamento máximo dos subprodutos laterais, tendo em vista a atratividade de sua rica matriz de carbono. Os desafios adicionais na tecnologia de materiais carbonáceos para energia e hidrocarbonetos trazem importantes caminhos à inovação e ampliação por meio de plataforma integradas que potencializem os subprodutos laterais, como as huminas.
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