Avaliação do prognóstico em pacientes com carcinoma de mama invasivo e linfonodo sentinela axilar metastático tratadas com e sem linfonodectomia axilar
| Ano de defesa: | 2020 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Objetivo: avaliar a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com biópsia do linfonodo sentinela (BLS) positiva, tratados com ou sem linfonodectomia axilar (LA). Métodos: foi realizado estudo caso-controle, com pacientes com carcinoma de mama primário invasivo e axila clinicamente negativa, tratadas com cirurgia conservadora de mama e BLS entre fevereiro de 2008 e dezembro de 2018. As pacientes com linfonodo sentinela metastático foram tratadas somente com BLS ou com LA. Resultados: foram incluídas 415 pacientes tratadas com cirurgia conservadora. Em 23,3% (97 pacientes), a biópsia do linfonodo sentinela foi positiva; 56 pacientes foram submetidas somente à BLS e 41 pacientes à LA. Os grupos foram homogêneos em relação às variáveis: faixa etária (menor 50 anos versus 51 anos e mais) (p = 0,279), raça (p = 0,120), escolaridade (p = 0,142), diagnóstico anatomopatológico (p = 0,210), grau histológico (p = 0,983), expressão de receptores hormonais (p = 0,708), expressão do HER2 (p = 0,695), pT (p = 0,334). A média de idade foi 58,3 anos (grupo BLS) e 56,3 anos (grupo LA) com p = 0,456, e o tamanho tumoral médio foi de 1,8 cm (grupo BLS) e 2,2 cm (grupo LA), p = 0,048. O grupo tratado com LA apresentou maior comprometimento axilar evidenciado pelo estadiamento patológico, com pN1 (73,2%), pN2 (19,5%), pN3 (4,9%) em comparação ao grupo tratado somente com BLS com pN1 (62,5%), pN1mi (35,7%) e nenhum caso pN2 ou pN3 (p<0,001). A sobrevida global, em tempo médio de cinco anos, foi 80,1% no grupo BLS e 87,5% no grupo LA (p = 0,376). A recorrência locorregional foi um evento raro; em tempo médio de cinco anos, houve 1,8% no grupo BLS e 7,7% no grupo LA (p = 0,196). Foram descritas somente quatro recidivas locorregionais, e todas ocorreram em até 18 meses de seguimento. A avaliação intraoperatória antes do ACOSOG Z0011 foi de 90,2% e, após o ACOSOG Z0011, foi de 30,8% (p <0,00001). Além disso, a reabordagem cirúrgica devido aos critérios de exclusão do ACOSOG Z0011 ocorreu em apenas 3,8% dos casos. Conclusões: a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com linfonodo sentinela axilar metastático tratadas somente com biópsia do linfonodo sentinela não apresentaram diferença em relação às submetidas à linfonodectomia axilar, corroborando os dados do ensaio clínico americano ACOSOG Z0011. A omissão da linfonodectomia axilar e a implantação dessa prática no nosso serviço beneficiou as pacientes tratadas com cirurgia menos agressiva e, potencialmente, com menor morbidade. |
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Avaliação do prognóstico em pacientes com carcinoma de mama invasivo e linfonodo sentinela axilar metastático tratadas com e sem linfonodectomia axilarEvaluation of prognosis in patients with invasive breast carcinoma and metastatic axillary sentinel lymph node treated with and without axillary lymph node dissectionBreast cancerPositive sentinel lymph nodeLymph node metastasesSentinel lymph node biopsyAxillary lymph node dissectionAxillaNeoplasm metastasis Lymph node excisionNeoplasm recurrence, local Disease-free survivalSurvival rateCâncer de mamaLinfonodo sentinela positivoLinfonodo metastáticoBiópsia do linfonodo sentinelaLinfonodectomia axilarAxilaMetástase neoplásicaExcisão de linfonodoRecidiva local de neoplasiaIntervalo livre de doençaTaxa de sobrevidaObjetivo: avaliar a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com biópsia do linfonodo sentinela (BLS) positiva, tratados com ou sem linfonodectomia axilar (LA). Métodos: foi realizado estudo caso-controle, com pacientes com carcinoma de mama primário invasivo e axila clinicamente negativa, tratadas com cirurgia conservadora de mama e BLS entre fevereiro de 2008 e dezembro de 2018. As pacientes com linfonodo sentinela metastático foram tratadas somente com BLS ou com LA. Resultados: foram incluídas 415 pacientes tratadas com cirurgia conservadora. Em 23,3% (97 pacientes), a biópsia do linfonodo sentinela foi positiva; 56 pacientes foram submetidas somente à BLS e 41 pacientes à LA. Os grupos foram homogêneos em relação às variáveis: faixa etária (menor 50 anos versus 51 anos e mais) (p = 0,279), raça (p = 0,120), escolaridade (p = 0,142), diagnóstico anatomopatológico (p = 0,210), grau histológico (p = 0,983), expressão de receptores hormonais (p = 0,708), expressão do HER2 (p = 0,695), pT (p = 0,334). A média de idade foi 58,3 anos (grupo BLS) e 56,3 anos (grupo LA) com p = 0,456, e o tamanho tumoral médio foi de 1,8 cm (grupo BLS) e 2,2 cm (grupo LA), p = 0,048. O grupo tratado com LA apresentou maior comprometimento axilar evidenciado pelo estadiamento patológico, com pN1 (73,2%), pN2 (19,5%), pN3 (4,9%) em comparação ao grupo tratado somente com BLS com pN1 (62,5%), pN1mi (35,7%) e nenhum caso pN2 ou pN3 (p<0,001). A sobrevida global, em tempo médio de cinco anos, foi 80,1% no grupo BLS e 87,5% no grupo LA (p = 0,376). A recorrência locorregional foi um evento raro; em tempo médio de cinco anos, houve 1,8% no grupo BLS e 7,7% no grupo LA (p = 0,196). Foram descritas somente quatro recidivas locorregionais, e todas ocorreram em até 18 meses de seguimento. A avaliação intraoperatória antes do ACOSOG Z0011 foi de 90,2% e, após o ACOSOG Z0011, foi de 30,8% (p <0,00001). Além disso, a reabordagem cirúrgica devido aos critérios de exclusão do ACOSOG Z0011 ocorreu em apenas 3,8% dos casos. Conclusões: a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com linfonodo sentinela axilar metastático tratadas somente com biópsia do linfonodo sentinela não apresentaram diferença em relação às submetidas à linfonodectomia axilar, corroborando os dados do ensaio clínico americano ACOSOG Z0011. A omissão da linfonodectomia axilar e a implantação dessa prática no nosso serviço beneficiou as pacientes tratadas com cirurgia menos agressiva e, potencialmente, com menor morbidade.Objective: To evaluate the overall survival and locoregional recurrence in patients with sentinel lymph node (SLN) metastatic from breast cancer with or without complete axillary lymph node dissection (ALND). Methods: This is a case-control study evaluated patients with primary invasive breast cancer and clinically negative axilla who underwent lumpectomy and sentinel lymph node dissection (SLND), from February 2008 to December 2018. Patients with metastatic SLN were treated with SLND alone or ALND. Results: A total of 415 patients were included in this study, 23.3% (97 patients) were identified as metastatic SLN, 56 patients were treated with SLND only and 41 patients with ALND. The groups were homogeneous in relation to the variables: age group (50 years versus 51 years and over) (p = 0.279), race (p = 0.120), level of education (p = 0.142), pathological diagnosis (p = 0.210), histological grade (p = 0.983), hormonal receptors (p = 0.708), HER2 status (p = 0.695), pT (p = 0.334). Average age was 58.3 years (SLND) and 56.3 years (ALND), p = 0.456; and average tumor size was 1.8 cm (SLND) and 2.2 cm (ALND), p = 0.048. The ALND group had greater axillary involvement as evidenced by axillary pathological staging, with N1 (73.2%), N2 (19.5%), N3 (4.9%) and SLND group with N1 (62.5%) and no cases N2 or N3 (p <0.001). The 5-year survival was 80.1% in the SLND and 87.5% in the ALND (p = 0.376). The locoregional recurrence was a rare event, average time of 5 years was 1.8% SLND and 7.7% ALND (p = 0.196). Only 4 locoregional recurrences were described and all occurred within 18 months of follow-up. The intraoperative assessment before ACOSOG Z0011 was 90.2% and after ACOSOG Z0011 was 30.8%(p<0,00001). Additionally, the second surgical procedure for ACOSOG Z0011 exclusion criteria occurred only in 3.8% of cases. Conclusions: Overall survival and locoregional recurrence in patients with metastatic axillary sentinel lymph node treated with SLND alone did not differ from those who underwent ALND, corroborating ACOSOG Z0011 data. The omission of axillary lymph node dissection and the implementation of this practice in our service benefited the patients treated with less aggressive surgeries and, potentially, produces lower morbidity.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2020)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Nazario, Afonso Celso Pinto [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/0266384667983727http://lattes.cnpq.br/8626524039311947Universidade Federal de São PauloFerreira, Vanessa Monteiro Sanvido [UNIFESP]2022-07-22T17:28:59Z2022-07-22T17:28:59Z2020-11-17info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion150 f.application/pdfhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9961731FERREIRA, Vanessa Monteiro Sanvido. Avaliação do prognóstico em pacientes com carcinoma de mama invasivo e linfonodo sentinela axilar metastático tratadas com e sem linfonodectomia axilar. 2020. São Paulo, [150] f. Tese (Doutorado em Medicina: ginecologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2020.https://hdl.handle.net/11600/64813ark:/48912/001300002t1qbporSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-08-19T12:59:03Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/64813Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-08-19T12:59:03Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Avaliação do prognóstico em pacientes com carcinoma de mama invasivo e linfonodo sentinela axilar metastático tratadas com e sem linfonodectomia axilar Ferreira, Vanessa Monteiro Sanvido [UNIFESP] Breast cancer Positive sentinel lymph node Lymph node metastases Sentinel lymph node biopsy Axillary lymph node dissection Axilla Neoplasm metastasis Lymph node excision Neoplasm recurrence, local Disease-free survival Survival rate Câncer de mama Linfonodo sentinela positivo Linfonodo metastático Biópsia do linfonodo sentinela Linfonodectomia axilar Axila Metástase neoplásica Excisão de linfonodo Recidiva local de neoplasia Intervalo livre de doença Taxa de sobrevida |
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Objetivo: avaliar a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com biópsia do linfonodo sentinela (BLS) positiva, tratados com ou sem linfonodectomia axilar (LA). Métodos: foi realizado estudo caso-controle, com pacientes com carcinoma de mama primário invasivo e axila clinicamente negativa, tratadas com cirurgia conservadora de mama e BLS entre fevereiro de 2008 e dezembro de 2018. As pacientes com linfonodo sentinela metastático foram tratadas somente com BLS ou com LA. Resultados: foram incluídas 415 pacientes tratadas com cirurgia conservadora. Em 23,3% (97 pacientes), a biópsia do linfonodo sentinela foi positiva; 56 pacientes foram submetidas somente à BLS e 41 pacientes à LA. Os grupos foram homogêneos em relação às variáveis: faixa etária (menor 50 anos versus 51 anos e mais) (p = 0,279), raça (p = 0,120), escolaridade (p = 0,142), diagnóstico anatomopatológico (p = 0,210), grau histológico (p = 0,983), expressão de receptores hormonais (p = 0,708), expressão do HER2 (p = 0,695), pT (p = 0,334). A média de idade foi 58,3 anos (grupo BLS) e 56,3 anos (grupo LA) com p = 0,456, e o tamanho tumoral médio foi de 1,8 cm (grupo BLS) e 2,2 cm (grupo LA), p = 0,048. O grupo tratado com LA apresentou maior comprometimento axilar evidenciado pelo estadiamento patológico, com pN1 (73,2%), pN2 (19,5%), pN3 (4,9%) em comparação ao grupo tratado somente com BLS com pN1 (62,5%), pN1mi (35,7%) e nenhum caso pN2 ou pN3 (p<0,001). A sobrevida global, em tempo médio de cinco anos, foi 80,1% no grupo BLS e 87,5% no grupo LA (p = 0,376). A recorrência locorregional foi um evento raro; em tempo médio de cinco anos, houve 1,8% no grupo BLS e 7,7% no grupo LA (p = 0,196). Foram descritas somente quatro recidivas locorregionais, e todas ocorreram em até 18 meses de seguimento. A avaliação intraoperatória antes do ACOSOG Z0011 foi de 90,2% e, após o ACOSOG Z0011, foi de 30,8% (p <0,00001). Além disso, a reabordagem cirúrgica devido aos critérios de exclusão do ACOSOG Z0011 ocorreu em apenas 3,8% dos casos. Conclusões: a sobrevida global e a recorrência locorregional nas pacientes com linfonodo sentinela axilar metastático tratadas somente com biópsia do linfonodo sentinela não apresentaram diferença em relação às submetidas à linfonodectomia axilar, corroborando os dados do ensaio clínico americano ACOSOG Z0011. A omissão da linfonodectomia axilar e a implantação dessa prática no nosso serviço beneficiou as pacientes tratadas com cirurgia menos agressiva e, potencialmente, com menor morbidade. |
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