Ensaio experimental com a pcr na sepse

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Silva, Marcello Ruiz da [UNIFESP]
Orientador(a): Koh, Ivan Hong Jun Koh [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001qs28
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1446545
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48908
Resumo: Objetivo: Avaliar a sensibilidade da Hemocultura e da PCR na sepse experimental em animais. Avaliar a sensibilidade da PCR em detectar os produtos oriundos da interação bactéria/hospedeiro (bactérias mortas e DNA bacteriano). Métodos: Três grupos de ratos (n=20/grupo) foram inoculados com diferentes inóculos. O grupo BV foi inoculado com bactérias vivas, o grupo BM com mortas com e grupo DB DNA bacteriano da P. aeruginosa. Um quarto grupo (n=10) foi induzido estado inflamatório sistêmico com 1 mg/kg de LPS, 1 hora antes da inoculação de DNA bacteriano. Em todos os grupos, foi colhido sangue com 20 minutos e 6 horas após a inoculação. Todas as amostras foram submetidas à PCR. A hemocultura com 200 ?l e 3 ml, foi realizada no grupo que recebeu o inóculo contendo bactérias vivas, neste grupo foi realizada a cultura do baço e do fígado com contagem de colônias por grama de tecido. Resultados: A PCR e a Hemocultura apresentaram 100% de positividade com 20 minutos de indução da sepse com bactérias vivas. Com 6 horas de indução da sepse, haviam bactérias vivas em todos os animais, demonstrado pela positividade de 100% na cultura do baço, entretanto a sensibilidade da hemocultura com 200 ?l foi 60%, com 3ml foi de 90% e da PCR 80% mesmo com volume menor da amostra analisada (5 ?l).. Com bactérias mortas a PCR apresentou sensibilidade de 90% com 20 minutos e 50% com 6 horas de sepse. Com o inóculo de DNA bacteriano, a PCR apresentou sensibilidade de 50% independente do tempo analisado. O estado inflamatório não alterou a sensibilidade da PCR. Conclusões: A sensibilidade da hemocultura depende fundamentalmente da concentração de bactérias circulantes e, por conseguinte do volume coletado. A PCR apresenta melhor sensibilidade do que a hemocultura no diagnóstico da sepse, mesmo utilizando volume de sangue menor. O desempenho da PCR se deve a sua habilidade em detectar bactérias vivas, mortas e DNA bacteriano, condições em que hemocultura é ineficaz.
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