Potencial evocado miogênico vestibular em mulheres com migrânea vestibular

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Morganti, Ligia Oliveira Gonçalves [UNIFESP]
Orientador(a): Ganança, Fernando Freitas [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001ww3d
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3794103
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46664
Resumo: Introdução: A Migrânea Vestibular (MV) é considerada a segunda doença vestibular mais frequente, sendo a principal causa de vertigem espontânea recorrente, com prevalência, em um ano, de 0,9%. Dentre os testes de avaliação da função vestibular, o potencial evocado miogênico vestibular (VEMP) é um método relativamente novo, de fácil e rápida execução, que vem difundindo-se amplamente na prática clínica. Objetivo: Descrever os resultados dos exames de VEMP cervical e ocular, realizados com cliques e tone bursts, de 500 Hz e 1000 Hz, em mulheres com MV, e comparar com as respostas obtidas em indivíduos normais. Método: trata-se de estudo transversal analítico em que se comparou os VEMP cervical e ocular de mulheres com MV, segundo os critérios Barany Society / International Headache Society de 2012-2013, e mulheres sem a doença. Foram, ainda, comparados os elementos de análise e as variações de tipos de estímulos e frequências - clique e tone burst (TB), 500 Hz, 1000 Hz. Resultados: A mediana das idades das pacientes foi de 38 anos. O tempo médio de cefaleia foi de 22,1 anos e de tontura 10,32 anos. cVEMP: O grupo de estudo apresentou interamplitudes maiores do que os indivíduos do grupo controle, com significância estatística para 500 e 1000Hz do lado esquerdo. O índice de assimetria foi maior no GE apenas para o estímulo clique. Dentro de cada grupo, as latências e as interamplitudes foram maiores para o estímulo tone burst 500Hz, seguido por tone burst 1000 Hz e clique. Não houve diferença no índice de assimetria dentro de cada grupo. oVEMP: Não houve diferença, entre os grupos, nos valores de latências, interamplitudes e índices de assimetria. Dentro de cada grupo, as latências e as interamplitudes foram maiores para o estímulo tone burst 500Hz. Conclusões: Pacientes do gênero feminino com MV, fora do período de crise da doença, tendem a apresentar maiores interamplitudes de resposta ao cVEMP e maior índice de assimetria ao cVEMP com o estímulo clique, quando comparado aos controles. O estímulo do tipo TB na frequência de 500 Hz apresenta respostas com maiores interamplitudes e latências, seguido dos estímulos de 1.000 Hz e clique, tanto nos controles como nos indivíduos com MV. Não há diferença, nos dois grupos avaliados, entre os diferentes estímulos, quanto aos valores de índice de assimetria.
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spelling http://lattes.cnpq.br/0831776469482702Morganti, Ligia Oliveira Gonçalves [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2395966452922910Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Ganança, Fernando Freitas [UNIFESP]São Paulo2018-07-27T15:50:39Z2018-07-27T15:50:39Z2016-06-30Introdução: A Migrânea Vestibular (MV) é considerada a segunda doença vestibular mais frequente, sendo a principal causa de vertigem espontânea recorrente, com prevalência, em um ano, de 0,9%. Dentre os testes de avaliação da função vestibular, o potencial evocado miogênico vestibular (VEMP) é um método relativamente novo, de fácil e rápida execução, que vem difundindo-se amplamente na prática clínica. Objetivo: Descrever os resultados dos exames de VEMP cervical e ocular, realizados com cliques e tone bursts, de 500 Hz e 1000 Hz, em mulheres com MV, e comparar com as respostas obtidas em indivíduos normais. Método: trata-se de estudo transversal analítico em que se comparou os VEMP cervical e ocular de mulheres com MV, segundo os critérios Barany Society / International Headache Society de 2012-2013, e mulheres sem a doença. Foram, ainda, comparados os elementos de análise e as variações de tipos de estímulos e frequências - clique e tone burst (TB), 500 Hz, 1000 Hz. Resultados: A mediana das idades das pacientes foi de 38 anos. O tempo médio de cefaleia foi de 22,1 anos e de tontura 10,32 anos. cVEMP: O grupo de estudo apresentou interamplitudes maiores do que os indivíduos do grupo controle, com significância estatística para 500 e 1000Hz do lado esquerdo. O índice de assimetria foi maior no GE apenas para o estímulo clique. Dentro de cada grupo, as latências e as interamplitudes foram maiores para o estímulo tone burst 500Hz, seguido por tone burst 1000 Hz e clique. 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Among the tests of vestibular function evaluation, the vestibular evoked myogenic potential (VEMP) is a relatively new and easy method with recognized clinical practice utility. Objective: To describe the results of cervical and ocular VEMP in women with MV and compare with the responses obtained in normal individuals. Methods: cross-sectional study with women with MV according to Barany Society / International Headache Society 2012-2013 criteria and controls. The tests were performed using tone burst stimulus, with 500 Hz and 1000 Hz, in addition to clicks, used only for cervical VEMP. Results were compared between the two groups and the stimulus type/frequency. Results: The median age of patients was 38 years. The average of onset time of headache was 22.1 years and dizzines 10.32 years. cVEMP: the study group had largest interamplitudes compared to individuals from control group. The asymmetry index was greater in the patient group just for click stimulus. Within each group, the latencies and interamplitudes were larger for tone burst stimulus of 500 Hz, followed by 1000 Hz and click. There was no difference in the asymmetry index, for each different stimulus, in both group. oVEMP: There was no difference between the groups, the values of latencies, interamplitudes and asymmetry indices. Within each group, the latencies and interamplitudes were larger for 500Hz tone burst stimulus. Conclusions: female patients with MV out of disease crisis period, tend to have higher response amplitudes on cVEMP and greater asymmetry index in the cVEMP with Click stimulus when compared to controls. The TB stimulus in frequency of 500 Hz displays response wityh largest interamplitudes and latencies, followed by 1,000 Hz and click in both controls and individuals with MV. There is no difference, in both groups, between the different stimuli, for the asymmetry index valuesDados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)41 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3794103MORGANTI, Ligia Oliveira Gonçalves. Potencial evocado miogênico vestibular em mulheres com migrânea vestibular. 2016. 41 f. Dissertação (Mestrado em Medicina: Otorrinolaringologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.LIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/46664ark:/48912/001300001ww3dporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessVertigemTonturaTestes de função vestibularTranstornos de enxaquecaPotenciais evocados miogênicos vestibularesDizzinessDdizzinessVestibular function testsDisorders of migraineEvoked myogenic vestibularPotencial evocado miogênico vestibular em mulheres com migrânea vestibularVestibular evoked myogenic potentials in female with vestibular migraine.info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Otorrinolaringologia)Ciências da saúdeMedicinaORIGINALLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdfLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdfDissertação de mestradoapplication/pdf1563849https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/fc30bd42-9ea7-40a1-91ee-7344b5e7dfec/downloadab44075b9e5eb396680a4c444f35f456MD51TEXTLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdf.txtLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdf.txtExtracted texttext/plain80415https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/31d6d8d5-7541-4761-9ea3-03151c5a2fde/downloadc362efc6b8d5bfd9d2da77da25451fdaMD52THUMBNAILLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdf.jpgLIGIA OLIVEIRA GONÇALVES MORGANTI - PDF A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2573https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/69d72724-4ee4-4341-9363-f9b2842b0b78/download8860b1a1aba835af8f6aa5734f2479dcMD5311600/466642024-08-08 21:36:21.083oai:repositorio.unifesp.br:11600/46664https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-08T21:36:21Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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