As máquinas de memória: o corpo-vítima da ditadura militar brasileira como peça dos processos de subjetivação do contemporâneo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Queiroz, Silvia Maria Brandao [UNIFESP]
Orientador(a): Teles, Edson Luis De Almeida [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000023cd1
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7769699
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59495
Resumo: A narrativa se estrutura atravessada por pensadores da filosofia política contemporânea, em especial Gilles Deleuze e Félix Guattari. O objetivo central da tese é pensar nas implicações subjetivas, comuns e contemporâneas dos processos democráticos de produção de memórias acerca da ditadura brasileira e de suas vítimas [1964-1985]. Que efeitos de dominação e resistência fabricam, que desejos e ações ajudam a compor. A primeira hipótese é que essas políticas se movimentam em torno do corpo vítima política da esquerda organizada. A segunda hipótese é que essas políticas são fabricadas fundamentalmente por instituições governamentais como a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a Comissão de Anistia e a Comissão Nacional da Verdade, e por coletivos de familiares de vítimas, sobreviventes e ativistas de direitos humanos como a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos de São Paulo, o Instituto Vladmir Herzog e o grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro. A terceira hipótese é que são políticas maquínicas. Máquinas de memória menores e maiores que dentre tantos componentes agem igualmente acopladas à justiça de transição, à razão consensual, ao pacto da transição controlada, à impunidade, à teoria dos dois demônios, aos maquinismos judiciais, securitários, midiáticos, empresariais, ao inimigo interno e aos crimes de tortura, estupro, assassinato, desaparecimento forçado, etc. A quarta hipótese é que os processos e produtos dessas máquinas agem ao mesmo tempo fabricando subjetividades binárias-dominantes e subjetividades múltiplas-resistentes. Dispositivos que compõem apaziguamentos como familiares de vítimas e sobreviventes, que se sentem pacificados por medidas de reparação ou pelo perdão encenado pela Comissão de Anistia, ao mesmo tempo que agem na produção de modos de desejar guerra contra quem recebe “bolsa ditadura”, mas que também participam da composição de fluxos de desejar habitar solidariamente o comum como ocorre em associações do tipo Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos de São Paulo e movimento Mães de Maio. Máquinas maiores que por sua natureza governamental atuam como mecanismos de conservação do Estado e de seu direito de matar; porém, afetadas pelas máquinas menores também fabricam significantes que agem para romper com os dualismos dos termos e das correspondências. Máquinas de memória menores que planejam furar com implicações binárias como a teoria dos dois demônios, que infiltra ditos e não ditos na relação amigo/inimigo da ditadura, e que se desdobra em táticas de dominação como a produção dos atuais corpos matáveis e matados; ao mesmo tempo que agem como peças compositoras de representações e subjetividades dualistas, em especial quando seus mecanismos são capturados pelo ressentimento produzido por uma justiça que nunca vem. Máquinas de memória maiores e menores que agem em tensão e complementaridade, mas cuja atuação conjunta não elimina o conflito. Máquinas que, apesar de operarem com foco nas vítimas militantes políticas e limitadas pelas implicações da impunidade, fabricam o que até o momento melhor se produziu no país em termos de reconhecimento da ditadura e de suas vítimas.
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A segunda hipótese é que essas políticas são fabricadas fundamentalmente por instituições governamentais como a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a Comissão de Anistia e a Comissão Nacional da Verdade, e por coletivos de familiares de vítimas, sobreviventes e ativistas de direitos humanos como a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos de São Paulo, o Instituto Vladmir Herzog e o grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro. A terceira hipótese é que são políticas maquínicas. 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Máquinas de memória menores que planejam furar com implicações binárias como a teoria dos dois demônios, que infiltra ditos e não ditos na relação amigo/inimigo da ditadura, e que se desdobra em táticas de dominação como a produção dos atuais corpos matáveis e matados; ao mesmo tempo que agem como peças compositoras de representações e subjetividades dualistas, em especial quando seus mecanismos são capturados pelo ressentimento produzido por uma justiça que nunca vem. Máquinas de memória maiores e menores que agem em tensão e complementaridade, mas cuja atuação conjunta não elimina o conflito. Máquinas que, apesar de operarem com foco nas vítimas militantes políticas e limitadas pelas implicações da impunidade, fabricam o que até o momento melhor se produziu no país em termos de reconhecimento da ditadura e de suas vítimas.The narrative structures itself by thinkers of the contemporary political philosophy, especially Gilles Deleuze and Félix Guattari. The main objective of the thesis is to think about the subjective, common and contemporary implications of the democratic processes of production of memories about the Brazilian dictatorship and its victims [1964-1985]. What effects of domination and resistance they manufacture, and what desires and actions they help to compose. The first hypothesis is that these policies move themselves around the victim of the organized left wing. The second hypothesis is that these policies are essentially fabricated by government institutions such as the Special Commission of Political Dead and Disappeared, the Amnesty Commission and the National Truth Commission, together with collectives of relatives of victims, survivors and human rights activists as the Commission of Relatives of the Dead and Disappeared of São Paulo, the Vladmir Herzog Institute and the Torture Never Again group of Rio de Janeiro. The third hypothesis is that they are machinic policies. Smaller and larger memory machines that among many components are also coupled with transitional justice, consensual reason, the controlled transition pact, impunity, the theory of the two demons, judicial machinisms, security machinisms, media machinisms, business machinisms, the internal enemy, and with crimes of torture, rape, murder, forced disappearance, etc. The fourth hypothesis is that the processes and products of these machines act at the same time by producing binary-dominant subjectivities and multiple-resistant subjectivities. Devices that compose appeasements as relatives of victims and survivors, who feel pacified by reparation measures or pardon staged by the Amnesty Commission, while these same devices act in the production of ways to wish war against those who receive financial assistance from the government because they are victims of the dictatorship, but that also participate in the composition of flows of desire to live with solidarity in the common space as it occurs among associations as the Comission of Relatives of the Political Dead and Disappeared of São Paulo and the Mothers of May movement. Larger machines that by their governmental nature act as conservation mechanisms of the State and its right to kill, but affected by smaller machines, also manufacture signifiers that act to break with the dualisms of the terms and correspondences. Smaller memory machines that plan to weaken binary implications such as the theory of the two demons, which infiltrates sayings and non sayings in the friend / enemy relation of dictatorship, and which unfolds itself in tactics of domination such as the production of the present killable and dead bodies; at the same time as they act as compositional pieces of representations and dualistic subjectivities, especially when their mechanisms are captured by the resentment produced by a justice that never comes. Larger and smaller memory machines that act in tension and complementarity, but whose joint action does not eliminate the conflict. Machines that, despite operating with focus on acknowledging political militant victims and limited by the implications of impunity, manufacture what has so far been better produced in the country in terms of recognition of the dictatorship and its victims.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)292 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7769699SILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59495ark:/48912/0013000023cd1porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessFilosofia PolíticaDitaduraDemocraciaMáquinas De MemóriaSubjetividades.Political PhilosophyDictatorshipDemocracyMemory MachinesSubjectivities.As máquinas de memória: o corpo-vítima da ditadura militar brasileira como peça dos processos de subjetivação do contemporâneoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPGuarulhos, Escola de Filosofia, Letras e Ciências HumanasFilosofiaFilosofiaPolítica, Conhecimento E SociedadeORIGINALSILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdfapplication/pdf2215384https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/7de456f4-1a12-4691-8326-b9a3f4af9686/download9a4d2b99d2e78467a13373425c2a916bMD51TEXTSILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdf.txtSILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdf.txtExtracted texttext/plain103127https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f1024768-8687-4e9b-99b7-e6e79d7c979b/download4aa29c763691b957e3f6620a3cc2d0e8MD55THUMBNAILSILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdf.jpgSILVIA MARIA BRANDAO QUEIROZ.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2799https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b79ce5ea-ed24-48f9-ba9c-6871b0954f64/downloadc15b4e421bcf324458eabdb49b488f8fMD5611600/594952024-08-03 02:14:13.2oai:repositorio.unifesp.br:11600/59495https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T02:14:13Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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Queiroz, Silvia Maria Brandao [UNIFESP]
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