Biologia, impactos, características e dispersão geográfica do mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) no Brasil.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental
|
| Departamento: |
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1549 |
Resumo: | A introdução de espécies exóticas em diversos ecossistemas aquáticos é considerada uma das maiores causas da perda de biodiversidade global. Denominada invasão biológica, o fenômeno tem sido motivo de preocupação da comunidade científica e social, pois vem acarretando consequências negativas de ordem econômica, ecológica e social. A bioinvasão de moluscos exóticos vem se configurando em um problema não somente para os ecossistemas naturais, mas também para as diversas atividades humanas em sistemas industriais e produtivos. A presença do mexilhão dourado tornou-se um problema ambiental no Brasil, classificado como uma das espécies invasoras prioritárias para controle, uma vez que a superpopulação causa sérios problemas. Dentre os processos que diminuem a biodiversidade, pode-se destacar a exclusão competitiva de espécies nativas, a predação de espécies naturais e a alteração na estrutura das cadeias tróficas. Pensado nesse cenário a dissertação teve como objetivo realizar a revisão bibliográfica sobre o mexilhão dourado para avaliar o impacto da bioinvasão do molusco e o levantamento geográfico nas bacias hidrográficas brasileiras, foi realizado um levantamento de novas publicações nas bases de dados com documentos científicos publicados de 2002 até 2023. O Brasil possui doze bacias hidrográficas, sendo que em sete delas (Uruguai, Atlântico Sul, Paraná, Paraguai, São Francisco, Atlântico Sudeste e Atlântico Nordeste Oriental) já foram registradas a presença do mexilhão dourado. Os impactos causados pelo mexilhão dourado são de diferentes ordens e magnitudes. Causa impactos ambientais, econômicos e sociais, prejudicando ou mesmo inviabilizando a sustentabilidade nas diversas esferas. Até o momento não existe mecanismo eficaz de controle do mexilhão dourado. Talvez em pequenos espaços é possível gerir o manejo e conviver com a situação. Após sua introdução pouco ou quase nada tem sido feito, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. |
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PELLI, Afonsohttp://lattes.cnpq.br/3020343973167468http://lattes.cnpq.br/5383734138138612MARANGONI, Danilo Henrique Monteiro2023-12-14T13:41:15Z2023-08-222023-12-14T13:41:15Z2023-08-22http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1549A introdução de espécies exóticas em diversos ecossistemas aquáticos é considerada uma das maiores causas da perda de biodiversidade global. Denominada invasão biológica, o fenômeno tem sido motivo de preocupação da comunidade científica e social, pois vem acarretando consequências negativas de ordem econômica, ecológica e social. A bioinvasão de moluscos exóticos vem se configurando em um problema não somente para os ecossistemas naturais, mas também para as diversas atividades humanas em sistemas industriais e produtivos. A presença do mexilhão dourado tornou-se um problema ambiental no Brasil, classificado como uma das espécies invasoras prioritárias para controle, uma vez que a superpopulação causa sérios problemas. Dentre os processos que diminuem a biodiversidade, pode-se destacar a exclusão competitiva de espécies nativas, a predação de espécies naturais e a alteração na estrutura das cadeias tróficas. Pensado nesse cenário a dissertação teve como objetivo realizar a revisão bibliográfica sobre o mexilhão dourado para avaliar o impacto da bioinvasão do molusco e o levantamento geográfico nas bacias hidrográficas brasileiras, foi realizado um levantamento de novas publicações nas bases de dados com documentos científicos publicados de 2002 até 2023. O Brasil possui doze bacias hidrográficas, sendo que em sete delas (Uruguai, Atlântico Sul, Paraná, Paraguai, São Francisco, Atlântico Sudeste e Atlântico Nordeste Oriental) já foram registradas a presença do mexilhão dourado. Os impactos causados pelo mexilhão dourado são de diferentes ordens e magnitudes. Causa impactos ambientais, econômicos e sociais, prejudicando ou mesmo inviabilizando a sustentabilidade nas diversas esferas. Até o momento não existe mecanismo eficaz de controle do mexilhão dourado. Talvez em pequenos espaços é possível gerir o manejo e conviver com a situação. Após sua introdução pouco ou quase nada tem sido feito, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.The introduction of exotic species in several aquatic ecosystems is considered one of the main causes of the loss of global biodiversity. Called biological invasion, is a scientifically recognized phenomenon that has been a matter of concern for the Brazilian scientific community, as it has been causing negative economic, ecological, and social consequences. The bioinvasion of exotic mollusks has been configuring in a problem not only for natural ecosystems but also for several human beings in industrial and productive systems. The presence of this invasive animal has become an environmental problem in Brazil, classified as one of the priority invasive species for control since the overpopulation of this animal causes serious problems for the native fauna. Among the processes that reduce biodiversity, we can highlight the competitive exclusion of native species, the predation of natural species, and the alteration in the structure of trophic chains. Thinking about this scenario, the dissertation aimed to carry out a bibliographical review on the golden mussel to evaluate the impact of the mollusk's bio invasion and the geographic survey in the Brazilian watersheds, a survey of new publications was carried out in the databases with scientific documents published in 2002 until 2023. It is expected to describe the current state of the geographic distribution of the mussel in the national scenario for the understanding of its characteristics such as reproduction and feeding in order to propose measures to control populations in Brazil. Brazil has twelve river basins, and in seven of them (Uruguay, South Atlantic, Paraná, Paraguay, São Francisco, Southeast Atlantic, and East Northeast Atlantic) the presence of golden mussel has already been registered. The impacts caused by the golden mussel are of different orders and magnitudes. It causes environmental, psychological, and social impacts harming or even making sustainability unfeasible in various spheres. So far, there is no effective control mechanism for golden mussel. Perhaps in small spaces, it is possible to administer the management and live with the situation. After its introduction, little or almost nothing has been done, not only in Brazil but all over the world.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia AmbientalUFTMBrasilPró-Reitoria de Pesquisa e Pós-GraduaçãoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIAMexilhão dourado.Bioinvasão.Impactos ambientais.Golden mussel.Bioinvasion.Environmental impacts.Biologia, impactos, características e dispersão geográfica do mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) no Brasil.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALDissert Danilo H M Marangoni.pdfDissert Danilo H M Marangoni.pdfDissert Danilo H M Marangoniapplication/pdf1449012http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1549/1/Dissert%20Danilo%20H%20M%20Marangoni.pdf84dc1d72d42712e43548d481ed71e96dMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1549/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTDissert Danilo H M Marangoni.pdf.txtDissert Danilo H M Marangoni.pdf.txtExtracted texttext/plain118123http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1549/3/Dissert%20Danilo%20H%20M%20Marangoni.pdf.txt1978d90230ea044171f4d7e280e7ee2dMD53THUMBNAILDissert Danilo H M Marangoni.pdf.jpgDissert Danilo H M Marangoni.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1119http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1549/4/Dissert%20Danilo%20H%20M%20Marangoni.pdf.jpg8a285246955d67e64f9136c3a1959c12MD54123456789/15492023-12-15 00:03:37.331oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1549Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2023-12-15T02:03:37Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false |
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