Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol
| Ano de defesa: | 2020 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física
|
| Departamento: |
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação Física
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1136 |
Resumo: | A massa magra (MM) e a força muscular (FM) declinam progressivamente com o envelhecimento, tais reduções são aceleradas no período após a menopausa. Por outro lado, o treinamento resistido (TR) é considerado uma estratégia eficiente para aumentar a MM (i.e., hipertrofia) em idosos e/ou mulheres na pós menopausa (PM). Duas adaptações ao treinamento resistido são evidentes em mulheres na PM ou idosos: (1) uma menor resposta hipertrófica, quando comparados com adultos jovens e (2) aproximadamente 2/3 da hipertrofia mediada pelo TR ocorrem nas primeiras 12 semanas de treinamento. Tem sido evidenciado que a manipulação das variáveis do TR é uma estratégia para maximizar a hipertrofia, assim como retardar a sua estagnação. A este respeito, o volume e a intensidade do TR têm sido considerados variáveis críticas para a maximização da hipertrofia induzida pelo TR. Porém, o protocolo de TR mais apropriado para maximizar essa adaptação necessita ser identificado, particularmente em idosos. Diante disso, o primeiro estudo objetivou investigar se um maior volume de TR maximiza os ganhos de MM e FM em comparação ao grupo de menor volume. Cinquenta e oito mulheres na PM foram randomizadas para grupo controle (GC), maior volume de treinamento (AV-TR, 6 séries por exercício) e menor volume de treinamento (LV-TR, 3 séries por exercício). Após 12 semanas de TR, AV-TR e LV-TR aumentaram (P < 0,05) a MM e a FM (1RM), os quais foram maiores em relação as alterações do GC. Além disso, o HV-TR promoveu maiores ganhos de MM, quando comparados ao LV TR (6.1% e 2.3%, p < 0.001). No entanto, a FM aumentou similarmente entre os grupos de treinamento. Assim, parece existir uma relação de dose resposta entre volume de TR e hipertrofia, mas não para os ganhos de força muscular. O segundo estudo investigou o impacto de diferentes estratégias de sobrecarga [i.e. Transição de alta (AC) para baixa carga (BC) e de BC para AC] sobre os ganhos de FM e MM da coxa (MMC) em mulheres na PM. Assim, 24 mulheres na PM foram randomizadas para BC (n=12) e AC (n=12). Após 12 semanas de TR (primeira fase), houve uma transição de carga (crossover) e as voluntárias treinaram por mais 12 semanas (segunda fase). Ambos os grupos aumentaram progressivamente a MMC em 12 e 24 semanas, sem diferença entre os grupos (1ª fase = 4,0% e 2ª fase = 3,5%). Interessantemente, após a transição de cargas as mulheres menos sensíveis para hipertrofia (~1,0%) na primeira fase foram mais sensíveis na segunda fase (~4,8%) e aquelas mais sensíveis na primeira fase do treinamento (~6,8%) foram menos sensíveis na segunda (~2,2%). Entretanto, a FM aumentou apenas quando o treinamento foi realizado com AC. Portanto, a incorporação de novas cargas (i.e., alta ou baixa) em um programa de TR como um estímulo de sobrecarga após 12 semanas de TR pode evitar o platô hipertrófico em mulheres na PM e também promover hipertrofia naquelas mulheres menos sensíveis, independentemente da ordem utilizada. No entanto, o aumento da força é dependente de cargas altas. |
| id |
UFTM_04476ef5545948b5e9f7b1a5d07243bc |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1136 |
| network_acronym_str |
UFTM |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM |
| repository_id_str |
|
| spelling |
ORSATTI, Fábio Lerahttp://lattes.cnpq.br/2185904879371466http://lattes.cnpq.br/1295974220220780OLIVEIRA JUNIOR, Gersiel Nascimento de2022-05-17T14:15:54Z2020-02-172022-05-17T14:15:54Z2020-02-17http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1136A massa magra (MM) e a força muscular (FM) declinam progressivamente com o envelhecimento, tais reduções são aceleradas no período após a menopausa. Por outro lado, o treinamento resistido (TR) é considerado uma estratégia eficiente para aumentar a MM (i.e., hipertrofia) em idosos e/ou mulheres na pós menopausa (PM). Duas adaptações ao treinamento resistido são evidentes em mulheres na PM ou idosos: (1) uma menor resposta hipertrófica, quando comparados com adultos jovens e (2) aproximadamente 2/3 da hipertrofia mediada pelo TR ocorrem nas primeiras 12 semanas de treinamento. Tem sido evidenciado que a manipulação das variáveis do TR é uma estratégia para maximizar a hipertrofia, assim como retardar a sua estagnação. A este respeito, o volume e a intensidade do TR têm sido considerados variáveis críticas para a maximização da hipertrofia induzida pelo TR. Porém, o protocolo de TR mais apropriado para maximizar essa adaptação necessita ser identificado, particularmente em idosos. Diante disso, o primeiro estudo objetivou investigar se um maior volume de TR maximiza os ganhos de MM e FM em comparação ao grupo de menor volume. Cinquenta e oito mulheres na PM foram randomizadas para grupo controle (GC), maior volume de treinamento (AV-TR, 6 séries por exercício) e menor volume de treinamento (LV-TR, 3 séries por exercício). Após 12 semanas de TR, AV-TR e LV-TR aumentaram (P < 0,05) a MM e a FM (1RM), os quais foram maiores em relação as alterações do GC. Além disso, o HV-TR promoveu maiores ganhos de MM, quando comparados ao LV TR (6.1% e 2.3%, p < 0.001). No entanto, a FM aumentou similarmente entre os grupos de treinamento. Assim, parece existir uma relação de dose resposta entre volume de TR e hipertrofia, mas não para os ganhos de força muscular. O segundo estudo investigou o impacto de diferentes estratégias de sobrecarga [i.e. Transição de alta (AC) para baixa carga (BC) e de BC para AC] sobre os ganhos de FM e MM da coxa (MMC) em mulheres na PM. Assim, 24 mulheres na PM foram randomizadas para BC (n=12) e AC (n=12). Após 12 semanas de TR (primeira fase), houve uma transição de carga (crossover) e as voluntárias treinaram por mais 12 semanas (segunda fase). Ambos os grupos aumentaram progressivamente a MMC em 12 e 24 semanas, sem diferença entre os grupos (1ª fase = 4,0% e 2ª fase = 3,5%). Interessantemente, após a transição de cargas as mulheres menos sensíveis para hipertrofia (~1,0%) na primeira fase foram mais sensíveis na segunda fase (~4,8%) e aquelas mais sensíveis na primeira fase do treinamento (~6,8%) foram menos sensíveis na segunda (~2,2%). Entretanto, a FM aumentou apenas quando o treinamento foi realizado com AC. Portanto, a incorporação de novas cargas (i.e., alta ou baixa) em um programa de TR como um estímulo de sobrecarga após 12 semanas de TR pode evitar o platô hipertrófico em mulheres na PM e também promover hipertrofia naquelas mulheres menos sensíveis, independentemente da ordem utilizada. No entanto, o aumento da força é dependente de cargas altas.Lean body mass (LBM) and muscle strength progressively decline with aging, particularly, the postmenopausal period is accompanied by accelerated losses of LBM and muscle strength. On the other hand, resistance training (RT) is well accepted as an exercise type that efficiently increases LBM (hypertrophy) in older adults and postmenopausal women (PW). Two muscle responses of RT are well evident: (1) the rate of hypertrophy is lower in older than young adults (anabolic resistance) and approximately 2/3 of muscle gains seem to occur in the first weeks of RT. It has been assumed that the manipulation of RT variables is an effective way to prevent or delay a stagnation of LBM gains. In this regard, training intensity and volume have been considered as critical variables to maximize the RT-induced hypertrophy. However, the most appropriate RT scheme needs to be identified, particularly in older adults. Hence, the first study aimed to investigate whether higher-volume RT (HV-RT) maximizes gains in lean body mass and muscle strength (MS) when compared to lower-volume RT (LV-RT) in PW. Fifty-eight postmenopausal women (PW) were randomized into one of the three groups: control group (CT), HV-RT (six sets per exercise) and LV-RT (three sets per exercise). After 12 weeks, both HV-RT and LV-RT groups increased (P < 0.05) LLM (DXA) and MS (IRM) when compared to the CT group. Moreover, higher increases in LLM gains were observed for the HV-RT group when compared to the LV-RT group (6.1% and 2.3%, p < 0.001). However, both HV-RT and LV-RT groups similarly increased 1-RM in leg press and knee extension. Thus, there seems to be a dose-response relationship between RT volume and muscle hypertrophy but not to MS gains in PW. The 2nd study investigated the impact of different overload strategy [i.e. from higher load (HL)-to-lower load (LL) and from LL-to-HL) on muscle strength and thigh lean body mass (TLBM) gains in postmenopausal women (PW). Twenty-four PW were randomized into one of the two groups: LL (n=12) and HL (n=12). After 12 weeks of RT (the first phase), there was the load transition (crossover), LL to HL and HL to LL. After the load transition, the volunteers trained for another 12 weeks (the second phase). Both groups increased progressively the TLBM in 12 and 24 weeks without difference between groups and phases (first phase = 4.0% and second phase = 3.5%). Interestingly, after the load transition, the less sensitive PW in the first phase (1.0%) were more sensitive in the second phase (4.8%) and the more sensitive PW in the first phase (6.8%) were less sensitive in the second phase (2.2%). Muscle strength increased only when the RT was performed with HL. Therefore, the incorporation of a new loading program as a stimulus of overload after 12 weeks of RT may avoid the plateau in LBM gains in PW and promote gains in less sensitive PW independently of the order of loading. However, higher-load RT is necessary to improve muscle strength.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação em Educação FísicaUFTMBrasilInstituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação FísicaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICAMassa muscular.Treinamento de força.Mulheres idosas.Muscle mass.Strength training.Older women.Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol[Efeito de diferentes programas de treinamento de força em mulheres na pós-menopausa: alterações na massa muscular]info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMTEXTDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdf.txtDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdf.txtExtracted texttext/plain153893http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/3/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf.txtaa7bfb2b5e82fd5a2cbc70d3e9cd5bb7MD53THUMBNAILDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdf.jpgDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1096http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/4/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf.jpg3bb6c70032f0d786198db4295a562ce6MD54ORIGINALDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdfDissert Gersiel N Oliveira Junior.pdfDissert Gersiel N Oliveira Juniorapplication/pdf1470179http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/1/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf64b55b97d26a833253af7a8fac6c60f2MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52123456789/11362022-06-20 16:51:02.381oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1136Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2022-06-20T19:51:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv |
[Efeito de diferentes programas de treinamento de força em mulheres na pós-menopausa: alterações na massa muscular] |
| title |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| spellingShingle |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol OLIVEIRA JUNIOR, Gersiel Nascimento de CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA Massa muscular. Treinamento de força. Mulheres idosas. Muscle mass. Strength training. Older women. |
| title_short |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| title_full |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| title_fullStr |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| title_full_unstemmed |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| title_sort |
Optimizing muscle hypertrophy in postmenopausal women: effect of different resistance training protocol |
| author |
OLIVEIRA JUNIOR, Gersiel Nascimento de |
| author_facet |
OLIVEIRA JUNIOR, Gersiel Nascimento de |
| author_role |
author |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
ORSATTI, Fábio Lera |
| dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/2185904879371466 |
| dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/1295974220220780 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
OLIVEIRA JUNIOR, Gersiel Nascimento de |
| contributor_str_mv |
ORSATTI, Fábio Lera |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA |
| topic |
CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA Massa muscular. Treinamento de força. Mulheres idosas. Muscle mass. Strength training. Older women. |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Massa muscular. Treinamento de força. Mulheres idosas. Muscle mass. Strength training. Older women. |
| description |
A massa magra (MM) e a força muscular (FM) declinam progressivamente com o envelhecimento, tais reduções são aceleradas no período após a menopausa. Por outro lado, o treinamento resistido (TR) é considerado uma estratégia eficiente para aumentar a MM (i.e., hipertrofia) em idosos e/ou mulheres na pós menopausa (PM). Duas adaptações ao treinamento resistido são evidentes em mulheres na PM ou idosos: (1) uma menor resposta hipertrófica, quando comparados com adultos jovens e (2) aproximadamente 2/3 da hipertrofia mediada pelo TR ocorrem nas primeiras 12 semanas de treinamento. Tem sido evidenciado que a manipulação das variáveis do TR é uma estratégia para maximizar a hipertrofia, assim como retardar a sua estagnação. A este respeito, o volume e a intensidade do TR têm sido considerados variáveis críticas para a maximização da hipertrofia induzida pelo TR. Porém, o protocolo de TR mais apropriado para maximizar essa adaptação necessita ser identificado, particularmente em idosos. Diante disso, o primeiro estudo objetivou investigar se um maior volume de TR maximiza os ganhos de MM e FM em comparação ao grupo de menor volume. Cinquenta e oito mulheres na PM foram randomizadas para grupo controle (GC), maior volume de treinamento (AV-TR, 6 séries por exercício) e menor volume de treinamento (LV-TR, 3 séries por exercício). Após 12 semanas de TR, AV-TR e LV-TR aumentaram (P < 0,05) a MM e a FM (1RM), os quais foram maiores em relação as alterações do GC. Além disso, o HV-TR promoveu maiores ganhos de MM, quando comparados ao LV TR (6.1% e 2.3%, p < 0.001). No entanto, a FM aumentou similarmente entre os grupos de treinamento. Assim, parece existir uma relação de dose resposta entre volume de TR e hipertrofia, mas não para os ganhos de força muscular. O segundo estudo investigou o impacto de diferentes estratégias de sobrecarga [i.e. Transição de alta (AC) para baixa carga (BC) e de BC para AC] sobre os ganhos de FM e MM da coxa (MMC) em mulheres na PM. Assim, 24 mulheres na PM foram randomizadas para BC (n=12) e AC (n=12). Após 12 semanas de TR (primeira fase), houve uma transição de carga (crossover) e as voluntárias treinaram por mais 12 semanas (segunda fase). Ambos os grupos aumentaram progressivamente a MMC em 12 e 24 semanas, sem diferença entre os grupos (1ª fase = 4,0% e 2ª fase = 3,5%). Interessantemente, após a transição de cargas as mulheres menos sensíveis para hipertrofia (~1,0%) na primeira fase foram mais sensíveis na segunda fase (~4,8%) e aquelas mais sensíveis na primeira fase do treinamento (~6,8%) foram menos sensíveis na segunda (~2,2%). Entretanto, a FM aumentou apenas quando o treinamento foi realizado com AC. Portanto, a incorporação de novas cargas (i.e., alta ou baixa) em um programa de TR como um estímulo de sobrecarga após 12 semanas de TR pode evitar o platô hipertrófico em mulheres na PM e também promover hipertrofia naquelas mulheres menos sensíveis, independentemente da ordem utilizada. No entanto, o aumento da força é dependente de cargas altas. |
| publishDate |
2020 |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2020-02-17 2022-05-17T14:15:54Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2020-02-17 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2022-05-17T14:15:54Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1136 |
| url |
http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1136 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFTM |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| dc.publisher.department.fl_str_mv |
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação Física |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM instname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM) instacron:UFTM |
| instname_str |
Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM) |
| instacron_str |
UFTM |
| institution |
UFTM |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/3/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf.txt http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/4/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf.jpg http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/1/Dissert%20Gersiel%20N%20Oliveira%20Junior.pdf http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1136/2/license.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
aa7bfb2b5e82fd5a2cbc70d3e9cd5bb7 3bb6c70032f0d786198db4295a562ce6 64b55b97d26a833253af7a8fac6c60f2 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM) |
| repository.mail.fl_str_mv |
bdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.br |
| _version_ |
1865641856585433088 |