Associação do fenótipo da fragilidade com a sobrevivência em idosos residentes na comunidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: OLIVEIRA, Karoline Cipriano Raimundo de lattes
Orientador(a): BERTONCELLO, Dernival lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Atenção à Saúde
Departamento: Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Enfermagem
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1152
Resumo: Com o aumento da população idosa e a fragilidade como uma condição entre os idosos, faz-se necessário um maior entendimento da relação entre fragilidade, faixa etária e mortalidade em idosos; no contexto brasileiro, fomento a prática baseada em evidências e aprofundando a teoria sobre a temática. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a associação entre o fenótipo de fragilidade, idade e mortalidade por todas as causas em idosos do município de Uberaba, MG por um período de 9 anos. Este estudo caracteriza-se como observacional, analítico, longitudinal, sendo a linha de base em 2010 (fase 1) e o “follow-up” em 2019 (fase 2). Foram avaliados 622 idosos, de ambos os sexos, cadastrados na Estratégia de Saúde da Família (ESF) de Uberaba-MG. A coleta da fase 1 foi realizada por um questionário, em forma de entrevista individual, com informações sociodemográficas e de saúde. O fenótipo de fragilidade foi determinado pelos componentes: perda de peso não-intencional, limitação funcional para levantar da cadeira, baixa força de preensão manual, atividade física insuficiente e exaustão, sendo o participante classificado como frágil na presença de três ou mais dos componentes. Para a fase 2 todos os idosos que participaram da fase 1 foram investigados sobre a condição do seu status vital, por meio de acompanhamento telefônico, informações de familiares, informações obtidas em consulta pública na página eletrônica da Prefeitura Municipal de Uberaba e na página eletrônica do Cadastro Nacional de falecidos. Para a análise de dados, foi realizada a análise descritiva para apresentação das variáveis categóricas através de frequências absolutas e relativas e por meio de medida de média e desvio-padrão para os itens quantitativos. Foi realizada a análise de sobrevida através do método não paramétrico de Kaplan-Meier para toda a amostra e para as faixas etárias e Regressão de Cox para a fragilidade com ajuste de multivariáveis, tendo o desfecho óbito nas diferentes faixas etárias. Para todos os testes, foi considerado o Intervalo de confiança (IC)= 95% e um nível de significância p≤ 0,05. A prevalência foi de 49,8% de pré-frágeis e 19,9% de frágeis, a maioria dos participantes estava na faixa etária de 60 a 69 anos, 36% dos idosos foram a óbito em 9 anos, 48,7% eram do grupo de pré-frágeis e 34,4% do grupo dos frágeis. As caracterizações do perfil sociodemográficos e de saúde foram apresentados na fase 1 e fase 2. As análises de sobrevivência, através do teste de Kaplan-Meier, para toda a população e nas diferentes faixas apresentou diferença estatística significativa entre a curva de sobrevida, tendo o grupo com fenótipo frágil pior taxa de sobrevida, quando comparado aos demais. Na Regressão de Cox ajustada, o fenótipo de fragilidade consolidou-se como preditor de óbito por todas as causas entre idosos da comunidade, nas faixas etárias de 70├80 anos e ≥ 80 anos. O presente estudo adiciona novos conhecimentos para o entendimento do poder preditivo da fragilidade em relação a mortalidade, principalmente no que tange aos subgrupos etários, aspecto que reforça a importância da prevenção frente a instalação da fragilidade.
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spelling BERTONCELLO, Dernivalhttp://lattes.cnpq.br/7142226105648914http://lattes.cnpq.br/9412135713011303OLIVEIRA, Karoline Cipriano Raimundo de2022-05-24T14:43:22Z2021-02-262022-05-24T14:43:22Z2021-02-26http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1152Com o aumento da população idosa e a fragilidade como uma condição entre os idosos, faz-se necessário um maior entendimento da relação entre fragilidade, faixa etária e mortalidade em idosos; no contexto brasileiro, fomento a prática baseada em evidências e aprofundando a teoria sobre a temática. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a associação entre o fenótipo de fragilidade, idade e mortalidade por todas as causas em idosos do município de Uberaba, MG por um período de 9 anos. Este estudo caracteriza-se como observacional, analítico, longitudinal, sendo a linha de base em 2010 (fase 1) e o “follow-up” em 2019 (fase 2). Foram avaliados 622 idosos, de ambos os sexos, cadastrados na Estratégia de Saúde da Família (ESF) de Uberaba-MG. A coleta da fase 1 foi realizada por um questionário, em forma de entrevista individual, com informações sociodemográficas e de saúde. O fenótipo de fragilidade foi determinado pelos componentes: perda de peso não-intencional, limitação funcional para levantar da cadeira, baixa força de preensão manual, atividade física insuficiente e exaustão, sendo o participante classificado como frágil na presença de três ou mais dos componentes. Para a fase 2 todos os idosos que participaram da fase 1 foram investigados sobre a condição do seu status vital, por meio de acompanhamento telefônico, informações de familiares, informações obtidas em consulta pública na página eletrônica da Prefeitura Municipal de Uberaba e na página eletrônica do Cadastro Nacional de falecidos. Para a análise de dados, foi realizada a análise descritiva para apresentação das variáveis categóricas através de frequências absolutas e relativas e por meio de medida de média e desvio-padrão para os itens quantitativos. Foi realizada a análise de sobrevida através do método não paramétrico de Kaplan-Meier para toda a amostra e para as faixas etárias e Regressão de Cox para a fragilidade com ajuste de multivariáveis, tendo o desfecho óbito nas diferentes faixas etárias. Para todos os testes, foi considerado o Intervalo de confiança (IC)= 95% e um nível de significância p≤ 0,05. A prevalência foi de 49,8% de pré-frágeis e 19,9% de frágeis, a maioria dos participantes estava na faixa etária de 60 a 69 anos, 36% dos idosos foram a óbito em 9 anos, 48,7% eram do grupo de pré-frágeis e 34,4% do grupo dos frágeis. As caracterizações do perfil sociodemográficos e de saúde foram apresentados na fase 1 e fase 2. As análises de sobrevivência, através do teste de Kaplan-Meier, para toda a população e nas diferentes faixas apresentou diferença estatística significativa entre a curva de sobrevida, tendo o grupo com fenótipo frágil pior taxa de sobrevida, quando comparado aos demais. Na Regressão de Cox ajustada, o fenótipo de fragilidade consolidou-se como preditor de óbito por todas as causas entre idosos da comunidade, nas faixas etárias de 70├80 anos e ≥ 80 anos. O presente estudo adiciona novos conhecimentos para o entendimento do poder preditivo da fragilidade em relação a mortalidade, principalmente no que tange aos subgrupos etários, aspecto que reforça a importância da prevenção frente a instalação da fragilidade.With the increase in the elderly population and frailty as a condition among the elderly, a greater understanding of the relationship between frailty, age and mortality in the elderly is necessary, in the Brazilian context, promoting evidence-based practice and deepening the theory about the thematic. The general objective of this study was to evaluate an association between the frailty phenotype, age and all-cause mortality in elderly people in the city of Uberaba-MG for a period of 9 years. This study is characterized as observational, analytical, and longitudinal, being the baseline in 2010 (phase 1) and the "follow-up" in 2019 (phase 2). 622 elderly people of both genders registered in the Family Health Strategy (FHS) in Uberaba-MG were evaluated. The collection of phase 1 was carried out through a questionnaire, in the form of individual’s interviews, including sociodemographic and health information. The frailty phenotype was determined by the components: unintentional weight loss, functional limitation to get up from the chair, low hand grip strength, insufficient physical activity and exhaustion, and the participants being classified as fragile if three or more of the components were present. For phase 2, all the elderly who participated in phase 1 were investigated regarding their vital status condition through a telephone follow-up call, family information, information obtained in public consultation on the website of the Municipality of Uberaba and on the website of National Registry of Deceased. For data analysis, a descriptive analysis was performed to present categorical variables using absolute and relative frequencies and through the measurement of mean and standard deviation for quantitative items. Survival analysis was performed using the Kaplan-Meier non-parametric method for the entire sample and for the age groups and Cox regression for frailty with multivariate adjustment, with the outcome death in the different age groups. For all tests, the confidence interval (CI) = 95% and a significance level p≤ 0.05 were considered. The prevalence was 49.8% of pre-frail and 19.9% of frail, most of the participants were aged 60 to 69 years, 36% of the elderly died in 9 years, 48.7% were the pre-frail group and 34.4% of the frail group. The characterizations of the sociodemographic and health profile were presented in phase 1 and phase 2. Survival analyzes, through the Kaplan Meier test, for the entire population and in the different age ranges showed a statistical difference between the survival curve, with the group with fragile phenotype worse survival rate, when compared to the others. In adjusted Cox regression, the frailty phenotype was consolidated as a predictor of death from all causes among elderly people in the community, in the age groups of 70├80 years and ≥ 80 years. The present study adds new knowledge to understand the predictive power of frailty in relation to mortality, especially in regards to age groups. This study reinforces the importance of prevention in face of the installation of fragility.Con el aumento de la población anciana y la fragilidad como condición entre los ancianos, es necesaria una mayor comprensión de la relación entre la fragilidad, el grupo de edad y la mortalidad en los ancianos, en el contexto brasileño, promoviendo la práctica basada en la evidencia y profundizando la teoría sobre la temática. El objetivo general de este estudio fue evaluar una asociación entre el fenotipo de fragilidad, edad y mortalidad por todas las causas en ancianos de la ciudad de Uberaba-MG durante un período de 9 años. Este estudio se caracteriza por ser observacional, analítico, longitudinal, siendo la línea de base en 2010 (fase 1) y el "seguimiento" en 2019 (fase 2). Se evaluaron 622 ancianos de ambos sexos inscritos en la Estrategia Salud de la Familia (ESF) en Uberaba-MG. La recogida de la fase 1 se realizó mediante un cuestionario, en forma de entrevista individual, con información sociodemográfica y sanitaria. El fenotipo de fragilidad se determinó por los componentes: pérdida de peso involuntaria, limitación funcional para levantarse de la silla, poca fuerza de agarre, actividad física insuficiente y agotamiento, clasificándose el participante como frágil en presencia de tres o más de los componentes. Para la fase 2, todos los ancianos que participaron en la fase 1 fueron investigados sobre el estado de su estado vital, mediante seguimiento telefónico, información familiar, información obtenida en consulta pública en el sitio web del Municipio de Uberaba y en el sitio web de Registro Nacional de Fallecidos. Para el análisis de datos se realizó un análisis descriptivo para presentar variables categóricas utilizando frecuencias absolutas y relativas y mediante la medición de media y desviación estándar para ítems cuantitativos. El análisis de supervivencia se realizó mediante el método no paramétrico de Kaplan-Meier para toda la muestra y para los grupos de edad y regresión de Cox para la fragilidad con ajuste multivariante, con el resultado muerte en los diferentes grupos de edad. Para todas las pruebas se consideró el intervalo de confianza (IC) = 95% y un nivel de significancia p≤ 0.05. La prevalencia fue 49,8% de prefrágiles y 19,9% de frágiles, la mayoría de los participantes tenían entre 60 y 69 años, 36% de los ancianos fallecieron en 9 años, 48,7% eran el grupo prefrágil y el 34,4% del grupo frágil. Las caracterizaciones del perfil sociodemográfico y de salud se presentaron en la fase 1 y fase 2. Los análisis de supervivencia, mediante la prueba de Kaplan-Meier, para toda la población y en los diferentes rangos mostraron una diferencia estadística entre la curva de supervivencia, con el grupo con fenotipo frágil peor tasa de supervivencia, en comparación con los demás. En la regresión de Cox ajustada, el fenotipo de fragilidad se consolidó como predictor de muerte por todas las causas entre las personas mayores de la comunidad, en los grupos de edad de 70-80 años y ≥ 80 años. El presente estudio aporta nuevos conocimientos para comprender el poder predictivo de la fragilidad en relación con la mortalidad, especialmente en lo que respecta a los grupos de edad. Esto refuerza la importancia de la prevención frente a la instalación de la fragilidad.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação Stricto Sensu em Atenção à SaúdeUFTMBrasilInstituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em EnfermagemCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVAEstudos longitudinais e análise de sobrevida.Fragilidade.Idoso.Mortalidade.Longitudinal studies and survival analysis.Fragility.Elderly.Mortality.Estudios Longitudinales y análisis de supervivencia.Fragilidad.Anciano.Mortalidad.Associação do fenótipo da fragilidade com a sobrevivência em idosos residentes na comunidadeAssociation of the frailty phenotype with survival in elderly residents in the communityAsociación del fenotipo de fragilidad con la supervivencia en ancianos residentes en la comunidadinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALTese Karoline C R Oliveira.pdfTese Karoline C R Oliveira.pdfTese Karoline C R Oliveiraapplication/pdf3952776http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1152/1/Tese%20Karoline%20C%20R%20Oliveira.pdfb26b6d252ab4c42f03d495cc9538bbf4MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1152/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTTese Karoline C R Oliveira.pdf.txtTese Karoline C R Oliveira.pdf.txtExtracted texttext/plain207213http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1152/3/Tese%20Karoline%20C%20R%20Oliveira.pdf.txtd136c1cadae79fdd9a98e1ac318cac1bMD53THUMBNAILTese Karoline C R Oliveira.pdf.jpgTese Karoline C R Oliveira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1176http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1152/4/Tese%20Karoline%20C%20R%20Oliveira.pdf.jpgced02de6a3182b47c55f91c863f89f91MD54123456789/11522022-05-24 23:02:50.038oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1152Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2022-05-25T02:02:50Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false
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