Avaliação da atividade e sequência de ativação dos músculos do ombro e da cintura escapular em mulheres com dor e sem dor
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física
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| Departamento: |
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação Física
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1090 |
Resumo: | A dor no ombro é um dos problemas musculoesqueléticos mais comuns na população e as ocorrências das queixas aumentam com a idade, sendo mais frequentes em mulheres do que em homens. O primeiro artigo teve como objetivo determinar se a dor provoca alterações na atividade eletromiográfica dos músculos da cintura escapular durante uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 sem dor no ombro. As mulheres do grupo com dor no ombro foram submetidas a avaliações de dor e de incapacidade, e ambos os grupos realizaram o preenchimento de uma ficha de avaliação com dados pessoais. Posteriormente, foi solicitado para que elas realizassem uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. O segundo artigo teve como objetivo comparar o tempo de início de ativação muscular e a sequência de ativação dos músculos superficiais das articulações glenoumeral e escapulotorácica, em mulheres com dor e sem dor no ombro, durante o movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 mulheres assintomáticas para controle. Foi realizado o preenchimento da ficha de avaliação com os dados pessoais de todas participantes, juntamente com a avaliação da incapacidade e da dor para o grupo com dor no ombro. Logo depois as mulheres realizaram um movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Em ambos os artigos, o movimento realizado foi de elevação do braço de 80° no plano escapular e foi utilizada a eletromiografia de superfície para avaliação dos músculos deltoide anterior, deltoide médio, trapézio superior e trapézio médio. Para o primeiro artigo, as coletas foram realizadas durante o movimento isométrico (5 segundos de isometria), e para o segundo artigo durante o movimento dinâmico de elevação de braço no plano escapular. Também foi realizado o teste de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) de cada músculo para normalização dos dados. No primeiro artigo concluímos que existe diferenças na atividade eletromiográfica dos músculos deltoide anterior e médio entre mulheres com dor e sem dor no ombro, refletindo que a dor exerce importante influência na alteração da atividade muscular. Para o segundo artigo concluímos que o tempo de ativação dos músculos foi semelhante entre as mulheres do grupo com dor no ombro e sem dor, e apesar de não ter sido encontrado um padrão de sequência de ativação, foi possível observar que o trapézio médio foi o primeiro músculo a ser ativado na maioria das mulheres, deixando clara a sua importância como estabilizador escapular. |
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FERNANDES, Luciane Fernanda Rodrigues Martinhohttp://lattes.cnpq.br/1908326132192216http://lattes.cnpq.br/9412345719130537RUFO, Juliana Buch2022-05-02T14:26:19Z2020-10-262022-05-02T14:26:19Z2020-10-26http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1090A dor no ombro é um dos problemas musculoesqueléticos mais comuns na população e as ocorrências das queixas aumentam com a idade, sendo mais frequentes em mulheres do que em homens. O primeiro artigo teve como objetivo determinar se a dor provoca alterações na atividade eletromiográfica dos músculos da cintura escapular durante uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 sem dor no ombro. As mulheres do grupo com dor no ombro foram submetidas a avaliações de dor e de incapacidade, e ambos os grupos realizaram o preenchimento de uma ficha de avaliação com dados pessoais. Posteriormente, foi solicitado para que elas realizassem uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. O segundo artigo teve como objetivo comparar o tempo de início de ativação muscular e a sequência de ativação dos músculos superficiais das articulações glenoumeral e escapulotorácica, em mulheres com dor e sem dor no ombro, durante o movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 mulheres assintomáticas para controle. Foi realizado o preenchimento da ficha de avaliação com os dados pessoais de todas participantes, juntamente com a avaliação da incapacidade e da dor para o grupo com dor no ombro. Logo depois as mulheres realizaram um movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Em ambos os artigos, o movimento realizado foi de elevação do braço de 80° no plano escapular e foi utilizada a eletromiografia de superfície para avaliação dos músculos deltoide anterior, deltoide médio, trapézio superior e trapézio médio. Para o primeiro artigo, as coletas foram realizadas durante o movimento isométrico (5 segundos de isometria), e para o segundo artigo durante o movimento dinâmico de elevação de braço no plano escapular. Também foi realizado o teste de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) de cada músculo para normalização dos dados. No primeiro artigo concluímos que existe diferenças na atividade eletromiográfica dos músculos deltoide anterior e médio entre mulheres com dor e sem dor no ombro, refletindo que a dor exerce importante influência na alteração da atividade muscular. Para o segundo artigo concluímos que o tempo de ativação dos músculos foi semelhante entre as mulheres do grupo com dor no ombro e sem dor, e apesar de não ter sido encontrado um padrão de sequência de ativação, foi possível observar que o trapézio médio foi o primeiro músculo a ser ativado na maioria das mulheres, deixando clara a sua importância como estabilizador escapular.Shoulder pain is one of the most common musculoskeletal problems in the population and the occurrence of complaints increases with age, and generally affect more women than men. The first article aimed to determine whether the pain causes changes in the electromyographic activity of the shoulder girdle muscles during an isometric task of arm elevation in the scapular plane. Twenty two women were selected, divided into two groups: 11 women with shoulder pain and 11 women without shoulder pain. Women in the shoulder pain group were submitted to pain and disability assessments, and both groups completed an assessment form with the personal data. Subsequently, they were asked to perform an isometric task of arm elevation in the scapular plane. The second article aimed to compare the muscle onset timing activation and the sequence of activation of the superficial muscles of the glenohumeral and scapulothoracic joints, in women with shoulder pain and women without shoulder pain, during the dynamic arm elevation movement in the scapular plane. Twenty two women were selected, divided into two groups: 11 women with shoulder pain and 11 asymptomatic women for control. The evaluation form was filled out with the personal data of all participants, together with the pain intensity and disability assessments for the shoulder pain group. Soon after, the women performed a dynamic arm elevation movement in the scapular plane. In both articles, the movement performed was an active arm elevation of 80° in the scapular plane and surface electromyography was used to evaluate the anterior deltoid, middle deltoid, upper trapezius and middle trapezius muscles. For the first article, the tests were performed during the isometric movement (maintained an isometry for 5 seconds), and for the second article during the dynamic arm elevation movement in the scapular plane. The maximum voluntary isometric contraction test (MVIC) of each muscle was also performed to normalize the data. In the first article we conclude that there are differences in the electromyographic activity of the anterior and middle deltoid muscles between women with and without shoulder pain, reflecting that pain has an important influence on altering muscle activity. For the second article we concluded that the onset timing activation of the muscles was similar among women in the groups with shoulder pain and without shoulder pain, and although an activation sequence pattern was not found, it was possible to observe that the middle trapezius was the first muscle to be activated in most women, making clear its importance as a scapular stabilizer.porUniversidade Federal do Triângulo MineiroPrograma de Pós-Graduação em Educação FísicaUFTMBrasilInstituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação FísicaCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICADor no ombro.Eletromiografia.Tempo de início de ativação muscular.Padrão de ativação muscular.Plano escapular.Shoulder pain.Electromyography.Muscle activation onset time.Muscle activation pattern.Scapular plane.Avaliação da atividade e sequência de ativação dos músculos do ombro e da cintura escapular em mulheres com dor e sem dorinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTMinstname:Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)instacron:UFTMORIGINALDissert Juliana B Rufo.pdfDissert Juliana B Rufo.pdfDissert Juliana B Rufoapplication/pdf1270801http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1090/1/Dissert%20Juliana%20B%20Rufo.pdf77a50731c16ed0a055b3491903bff26aMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1090/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTDissert Juliana B Rufo.pdf.txtDissert Juliana B Rufo.pdf.txtExtracted texttext/plain124796http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1090/3/Dissert%20Juliana%20B%20Rufo.pdf.txtbf0f395a2d50bffe97bfc24f6db7c8d6MD53THUMBNAILDissert Juliana B Rufo.pdf.jpgDissert Juliana B Rufo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1145http://bdtd.uftm.edu.br/bitstream/123456789/1090/4/Dissert%20Juliana%20B%20Rufo.pdf.jpge073035809bd83dee2e4bf52e8ba74c9MD54123456789/10902022-05-02 23:02:32.427oai:bdtd.uftm.edu.br:123456789/1090Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.uftm.edu.br/PUBhttp://bdtd.uftm.edu.br/oai/requestbdtd@uftm.edu.br||bdtd@uftm.edu.bropendoar:2022-05-03T02:02:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFTM - Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM)false |
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A dor no ombro é um dos problemas musculoesqueléticos mais comuns na população e as ocorrências das queixas aumentam com a idade, sendo mais frequentes em mulheres do que em homens. O primeiro artigo teve como objetivo determinar se a dor provoca alterações na atividade eletromiográfica dos músculos da cintura escapular durante uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 sem dor no ombro. As mulheres do grupo com dor no ombro foram submetidas a avaliações de dor e de incapacidade, e ambos os grupos realizaram o preenchimento de uma ficha de avaliação com dados pessoais. Posteriormente, foi solicitado para que elas realizassem uma tarefa isométrica de elevação do braço no plano escapular. O segundo artigo teve como objetivo comparar o tempo de início de ativação muscular e a sequência de ativação dos músculos superficiais das articulações glenoumeral e escapulotorácica, em mulheres com dor e sem dor no ombro, durante o movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Foram selecionadas 22 mulheres, divididas em dois grupos: 11 mulheres com dor no ombro e 11 mulheres assintomáticas para controle. Foi realizado o preenchimento da ficha de avaliação com os dados pessoais de todas participantes, juntamente com a avaliação da incapacidade e da dor para o grupo com dor no ombro. Logo depois as mulheres realizaram um movimento dinâmico de elevação do braço no plano escapular. Em ambos os artigos, o movimento realizado foi de elevação do braço de 80° no plano escapular e foi utilizada a eletromiografia de superfície para avaliação dos músculos deltoide anterior, deltoide médio, trapézio superior e trapézio médio. Para o primeiro artigo, as coletas foram realizadas durante o movimento isométrico (5 segundos de isometria), e para o segundo artigo durante o movimento dinâmico de elevação de braço no plano escapular. Também foi realizado o teste de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) de cada músculo para normalização dos dados. No primeiro artigo concluímos que existe diferenças na atividade eletromiográfica dos músculos deltoide anterior e médio entre mulheres com dor e sem dor no ombro, refletindo que a dor exerce importante influência na alteração da atividade muscular. Para o segundo artigo concluímos que o tempo de ativação dos músculos foi semelhante entre as mulheres do grupo com dor no ombro e sem dor, e apesar de não ter sido encontrado um padrão de sequência de ativação, foi possível observar que o trapézio médio foi o primeiro músculo a ser ativado na maioria das mulheres, deixando clara a sua importância como estabilizador escapular. |
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