Índices antropométricos e estilo de vida associados ao risco cardiovascular e síndrome metabólica em adolescentes de Palmas (TO): estudo Erica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Silva, Kellen Cristine
Orientador(a): Priore, Silvia Eloiza
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Viçosa
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Nutrição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11612/1574
Resumo: Objetivo: Avaliar os marcadores do risco cardiovascular (MRC) e síndrome metabólica (SM) e sua relação com índices antropométricos e estilo de vida na adolescência em uma amostra selecionada por amostragem complexa. Métodos: Estudo transversal realizado com uma subamostra (n=1069; 12 a 17 anos) do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (ERICA) provenientes de Palmas (TO). As unidades do estudo foram selecionadas por estratificação e por conglomeração em três estágios (1º escolas, 2º turnos e anos e 3º turmas). Coletou-se dados socioeconômicos, demográficos, de consumo alimentar, de atividade física, de sono, de tabagismo, antropométricos e do perfil lipídico, glicêmico e pressórico. O impacto do plano amostral complexo na produção de médias e proporções de MRC, e seus respectivos erros padrão e intervalo de confiança (IC) de 95%, foi observado comparando-se os resultados sob duas perspectivas: com e sem a incorporação de pesos amostrais nas análises dos dados. A partir da antropometria, calculou-se o índice de massa corporal (IMC), perímetro da cintura (PC), relação cintura-altura (RCE), índice de conicidade (ICo), body shape index (BSI), BSI ajustado para adolescentes (BSI-ajustado) e body roundness index (BRI). A confiabilidade destes índices para predizer MRC individuais e SM foi obtida pela construção de Curvas Receiver Operating Characteristics (ROC) e cálculo das Área Abaixo da Curva (AUC). Construiu-se um escore de comportamentos de estilo de vida não saudável (CENS) baseado no excesso de peso, inatividade física, baixo consumo de frutas e verduras e tempo insuficiente de sono. Razões de prevalência (RP) brutas e ajustadas foram calculadas por regressões de Poisson com variância robusta para identificar associação entre pressão arterial elevada e o escore de CENS, e entre dezesseis combinações de CENS. As Curvas ROC e as regressões foram produzidas considerando a amostragem complexa. Resultados: Do total dos adolescentes avaliados, a maioria eram meninas (n=570, 53,32%) e estudantes de escolas públicas (n=855, 89,05%). No geral, os erros padrões e o comprimento dos IC95% foi maior ao considerar a amostragem complexa. Observou-se uma confiabilidade limitada dos índices antropométricos em predizer MRC individuais, especialmente em meninas. Para SM, todos os índices mostraram confiabilidade muito boa a excelente. Em ambos os sexos, ICo, BSI, BSI-ajustado e BRI apresentaram confiabilidade igual ou menor que IMC, PC e RCE. Verificou-se que menos de 5% dos adolescentes estão livres de qualquer CENS. A prevalência de PA elevada foi 11,41% (8,39-15,34), de excesso de peso 17,09% (13,30-21,69), de inatividade física 62,76% (57,96-67,33), de baixo consumo de frutas e verduras 77,61% (72,76-81,81) e de tempo insuficiente de sono 50,20% (37,64-62,74). A prevalência de PA elevada foi maior em adolescentes com ≥ 3 CENS. Excesso de peso individual ou combinado com qualquer outro comportamento foi o único fator de risco para PA elevada (RP= 3,31, IC95% 2,29-4,77). Conclusões: Ignorar os pesos amostrais nas análises estatísticas dos dados pode comprometer a validade dos resultados. Portanto incorporação dos mesmos ao utilizar dados provenientes de amostras complexas devem fazer parte da rotina de análises. Apesar da confiabilidade limitada, dentre os índices antropométricos analisados, IMC, PC e RCE ainda são a melhor escolha para predizer MRC individuais e SM na adolescência. Para o rastreio da SM, recomenda-se a utilização da RCE ≥0,55 devido à facilidade de mensuração e interpretação em adolescentes brasileiros. A ocorrência simultânea de CENS é uma realidade nesta população e constitui um fator de risco para PA elevada, além disso o excesso de peso é o principal contribuinte para essa relação.
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Coletou-se dados socioeconômicos, demográficos, de consumo alimentar, de atividade física, de sono, de tabagismo, antropométricos e do perfil lipídico, glicêmico e pressórico. O impacto do plano amostral complexo na produção de médias e proporções de MRC, e seus respectivos erros padrão e intervalo de confiança (IC) de 95%, foi observado comparando-se os resultados sob duas perspectivas: com e sem a incorporação de pesos amostrais nas análises dos dados. A partir da antropometria, calculou-se o índice de massa corporal (IMC), perímetro da cintura (PC), relação cintura-altura (RCE), índice de conicidade (ICo), body shape index (BSI), BSI ajustado para adolescentes (BSI-ajustado) e body roundness index (BRI). A confiabilidade destes índices para predizer MRC individuais e SM foi obtida pela construção de Curvas Receiver Operating Characteristics (ROC) e cálculo das Área Abaixo da Curva (AUC). Construiu-se um escore de comportamentos de estilo de vida não saudável (CENS) baseado no excesso de peso, inatividade física, baixo consumo de frutas e verduras e tempo insuficiente de sono. Razões de prevalência (RP) brutas e ajustadas foram calculadas por regressões de Poisson com variância robusta para identificar associação entre pressão arterial elevada e o escore de CENS, e entre dezesseis combinações de CENS. As Curvas ROC e as regressões foram produzidas considerando a amostragem complexa. Resultados: Do total dos adolescentes avaliados, a maioria eram meninas (n=570, 53,32%) e estudantes de escolas públicas (n=855, 89,05%). No geral, os erros padrões e o comprimento dos IC95% foi maior ao considerar a amostragem complexa. Observou-se uma confiabilidade limitada dos índices antropométricos em predizer MRC individuais, especialmente em meninas. Para SM, todos os índices mostraram confiabilidade muito boa a excelente. Em ambos os sexos, ICo, BSI, BSI-ajustado e BRI apresentaram confiabilidade igual ou menor que IMC, PC e RCE. Verificou-se que menos de 5% dos adolescentes estão livres de qualquer CENS. A prevalência de PA elevada foi 11,41% (8,39-15,34), de excesso de peso 17,09% (13,30-21,69), de inatividade física 62,76% (57,96-67,33), de baixo consumo de frutas e verduras 77,61% (72,76-81,81) e de tempo insuficiente de sono 50,20% (37,64-62,74). A prevalência de PA elevada foi maior em adolescentes com ≥ 3 CENS. Excesso de peso individual ou combinado com qualquer outro comportamento foi o único fator de risco para PA elevada (RP= 3,31, IC95% 2,29-4,77). Conclusões: Ignorar os pesos amostrais nas análises estatísticas dos dados pode comprometer a validade dos resultados. Portanto incorporação dos mesmos ao utilizar dados provenientes de amostras complexas devem fazer parte da rotina de análises. Apesar da confiabilidade limitada, dentre os índices antropométricos analisados, IMC, PC e RCE ainda são a melhor escolha para predizer MRC individuais e SM na adolescência. Para o rastreio da SM, recomenda-se a utilização da RCE ≥0,55 devido à facilidade de mensuração e interpretação em adolescentes brasileiros. A ocorrência simultânea de CENS é uma realidade nesta população e constitui um fator de risco para PA elevada, além disso o excesso de peso é o principal contribuinte para essa relação.Objective: To evaluate cardiovascular risk markers (CRM) and metabolic syndrome (MetS) and their relationship with anthropometric indices and adolescent lifestyle in a sample selected by complex sampling. Methods: Cross-sectional study performed with a subsample (n = 1069; 12 until 17 years) from Study of Cardiovascular Risks in Adolescents (ERICA) from Palmas (TO). The study units were selected by stratification and clustering in three stages (1st schools, 2nd shifts and years and 3rd classes). Socioeconomic, demographic, food consumption, physical activity, sleep, smoking, anthropometric, lipid, glycaemic and blood pressure profile data were collected. The impact of the complex sampling on production of CRM means and proportions, and their respective standard errors and 95% confidence interval (CI), was observed comparing results under two perspectives: with and without sample weights incorporation in data analysis. From anthropometry, body mass index (BMI), waist circumference (WC), waist-height ratio (WHR), conicity index (CoI), body shape index (BSI), BSI adjusted for adolescents (BSI-adjusted) and body roundness index (BRI) were calculated. The reliability of these indices to predict individual MRC and MetS was obtained by constructing Receiver Operating Characteristics (ROC) curves and calculating Area Under Curves (AUC). Unhealthy lifestyle behaviour (ULB) score was constructed based on overweight, physical inactivity, low fruit and vegetable intake and insufficient sleep time. Crude and adjusted prevalence ratios (PR) were calculated by Poisson regressions with robust variance to identify the association between high blood pressure and ULB score, and between sixteen ULB combinations. ROC curves and regressions were produced considering complex sampling. Results: From overall adolescents evaluated, most were girls (n = 570, 53.32%) and students from public schools (n = 855, 89.05%). Overall, standard errors and 95%CI length were higher considering the complex sampling. Limited reliability of anthropometric indices was observed to predict individual CRM, especially in girls. For MetS, all indices showed very good to excellent reliability. In both sexes, CoI, BSI, BSI-adjusted and BRI show reliability equal to or less than BMI, WC and WHR. Less than 5% of adolescents are free of any ULB. Prevalence of high BP was 11.41% (8.39-15.34), overweight 17.09% (13.30-21.69), physical inactivity 62.76% (57.96-67.33), low consumption of fruits and vegetables 77.61% (72.76-81.81) and insufficient sleep 50.20% (37.64-62.74). Adolescents with ≥ 3 ULB have more prevalence of high BP. Individual overweight or combined with any other behavior was the only risk factor for high BP (PR = 3.31, 95% CI 2.29-4.77). Conclusions: Ignoring sample weights in statistical data analysis may compromise results validity, so incorporating them when using data from complex samples should be part of the analysis routine. Despite limited reliability, among anthropometric indices analysed, BMI, WC and WHR are still the best choice to predict individual MRC and MetS in the adolescence. For MetS screening, we recommend the use of WHR ≥0.55 due to the ease of measurement and interpretation in Brazilian adolescents. ULB co-occurrence is a reality in this population and a risk factor for high BP, and overweight is a major contributor this association.Universidade Federal de ViçosaViçosaPrograma de Pós-Graduação em Ciência da NutriçãoBrasilAcesso Livre!info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOAdolescentes; Doenças cardiovasculares; Síndrome metabólica; Antropometria; Estilo de vida saudável; Amostragem complexa; Adolescents; Cardiovascular diseases; Metabolic syndrome; Anthropometry; Healthy lifestyle; Complex samplingÍndices antropométricos e estilo de vida associados ao risco cardiovascular e síndrome metabólica em adolescentes de Palmas (TO): estudo Ericainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Institucional da UFTinstname:Universidade Federal do Tocantins (UFT)instacron:UFTORIGINALKellen Cristine Silva - Tese.pdfKellen Cristine Silva - Tese.pdfapplication/pdf21097008http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/1574/1/Kellen%20Cristine%20Silva%20-%20Tese.pdf00a8e9e5fbb170fcdf7cccf29ae97ca8MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/1574/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTKellen Cristine Silva - Tese.pdf.txtKellen Cristine Silva - Tese.pdf.txtExtracted texttext/plain120http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/1574/3/Kellen%20Cristine%20Silva%20-%20Tese.pdf.txt1b93e55d938ab41073b02058cca4e9a2MD53THUMBNAILKellen Cristine Silva - Tese.pdf.jpgKellen Cristine Silva - Tese.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1256http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/1574/4/Kellen%20Cristine%20Silva%20-%20Tese.pdf.jpgfed16aa508c7976a16fd3d970c668aafMD5411612/15742020-01-30 03:01:28.033oai:repositorio.uft.edu.br:11612/1574Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.uft.edu.br/oai/requestcoordbiblio@uft.edu.br||biblioarraias@uft.edu.br || bibliogpi@uft.edu.br || bibliomira@uft.edu.br || bibliopalmas@uft.edu.br || biblioporto@uft.edu.br || biblioarag@uft.edu.br || dirbib@ufnt.edu.br || bibliocca@uft.edu.br || bibliotoc@uft.edu.bropendoar:2020-01-30T06:01:28Repositório Institucional da UFT - Universidade Federal do Tocantins (UFT)false
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