Vivências de mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Palmas |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - PPGCS
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
BR
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/8023 |
Resumo: | O objetivo geral deste estudo é descrever as vivências de cuidadores de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa é de abordagem qualitativa, descritiva, exploratória e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição. O estudo foi realizado em uma cidade do interior do Estado do Tocantins, na Região Norte do Brasil, em um Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar (CMAM), uma clínica pública, que atualmente atende 74 crianças com TEA. Os critérios de inclusão foram cuidadores diretos, ou seja, os principais cuidadores das crianças com TEA do CMAM, independente do vínculo familiar com a criança e que apresentassem 18 anos ou mais. Os critérios de exclusão foram: cuidadores que recebiam salário para cuidar da criança com TEA; cuidadores de crianças, cujo diagnóstico de TEA fosse associado a outras condições de saúde. Os dados foram coletados nos meses de fevereiro e março de 2024, por meio de entrevistas semiestruturadas, que foram gravadas e transcritas. Utilizou-se Análise de Conteúdo e o referencial da Teoria de Campo de Kurt Lewin, que indica que as forças impulsoras e restritivas podem agir em três vetores: EU, OUTRO e AMBIENTE. Foram analisadas 12 entrevistas; constatou-se que 100% dos cuidadores eram mulheres e mães das crianças com TEA. A partir deste resultado, optou-se substituir o uso do termo cuidador(es) por mãe(s). Após análise dos depoimentos foi possível identificar que inúmeras forças estão presentes nas vivências das mães das crianças com TEA e que elas operam de modo a colaborar ou dificultar as experiências dessas pessoas. Tais forças subsidiaram a proposição de duas categorias de análise: forças que impulsionam (primeira categoria) e que restringem (segunda categoria) as vivências de mães de crianças com TEA. As forças impulsoras e restritivas identificadas nesta pesquisa agem nos vetores EU (mãe), OUTRO (criança e família), AMBIENTE (rede de atenção à saúde, escola, demais instituições e atores sociais) e podem favorecer ou dificultar o bem-estar da mãe/família e da criança com TEA. As forças impulsoras presentes nas vivências das mães das crianças com TEA apareceram relacionadas ao acolhimento pela rede, ao funcionamento adequado da rede de saúde e escola, bem como aos aprendizados da família na convivência com a criança com TEA. As forças restritivas, que atuaram sobre as vivências maternas, estiveram relacionadas ao itinerário diagnóstico e aos sentimentos que surgem frente a confirmação do TEA e no convívio com a criança com essa condição. Além disso, as mudanças na rotina impostas pelo TEA, as particularidades comportamentais da criança, as reações da família e da sociedade em relação à criança com TEA, assim como a escassez de recursos ambientais, sociais e na rede de saúde atuaram como forças que dificultaram as vivências maternas, adversidades que, influenciam a vida da criança com TEA e, por vezes, dos demais membros da família. Identificar o campo de forças possibilitou compreender os fatores e situações que influenciam a maternagem e identificar demandas biopsicossociais das mães de crianças com TEA. |
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Campos, Marcineis Milhomem da SilvaSilva, Juliana Bastoni daSantos, Leidiene Ferreira2025-10-24T09:38:27Z2025-10-24T09:38:27Z2024-11-21CAMPOS, Marcineis Milhomem da Silva. Vivências de mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista. 2024.107f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Palmas, 2024.http://hdl.handle.net/11612/8023O objetivo geral deste estudo é descrever as vivências de cuidadores de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa é de abordagem qualitativa, descritiva, exploratória e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição. O estudo foi realizado em uma cidade do interior do Estado do Tocantins, na Região Norte do Brasil, em um Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar (CMAM), uma clínica pública, que atualmente atende 74 crianças com TEA. Os critérios de inclusão foram cuidadores diretos, ou seja, os principais cuidadores das crianças com TEA do CMAM, independente do vínculo familiar com a criança e que apresentassem 18 anos ou mais. Os critérios de exclusão foram: cuidadores que recebiam salário para cuidar da criança com TEA; cuidadores de crianças, cujo diagnóstico de TEA fosse associado a outras condições de saúde. Os dados foram coletados nos meses de fevereiro e março de 2024, por meio de entrevistas semiestruturadas, que foram gravadas e transcritas. Utilizou-se Análise de Conteúdo e o referencial da Teoria de Campo de Kurt Lewin, que indica que as forças impulsoras e restritivas podem agir em três vetores: EU, OUTRO e AMBIENTE. Foram analisadas 12 entrevistas; constatou-se que 100% dos cuidadores eram mulheres e mães das crianças com TEA. A partir deste resultado, optou-se substituir o uso do termo cuidador(es) por mãe(s). Após análise dos depoimentos foi possível identificar que inúmeras forças estão presentes nas vivências das mães das crianças com TEA e que elas operam de modo a colaborar ou dificultar as experiências dessas pessoas. Tais forças subsidiaram a proposição de duas categorias de análise: forças que impulsionam (primeira categoria) e que restringem (segunda categoria) as vivências de mães de crianças com TEA. As forças impulsoras e restritivas identificadas nesta pesquisa agem nos vetores EU (mãe), OUTRO (criança e família), AMBIENTE (rede de atenção à saúde, escola, demais instituições e atores sociais) e podem favorecer ou dificultar o bem-estar da mãe/família e da criança com TEA. As forças impulsoras presentes nas vivências das mães das crianças com TEA apareceram relacionadas ao acolhimento pela rede, ao funcionamento adequado da rede de saúde e escola, bem como aos aprendizados da família na convivência com a criança com TEA. As forças restritivas, que atuaram sobre as vivências maternas, estiveram relacionadas ao itinerário diagnóstico e aos sentimentos que surgem frente a confirmação do TEA e no convívio com a criança com essa condição. Além disso, as mudanças na rotina impostas pelo TEA, as particularidades comportamentais da criança, as reações da família e da sociedade em relação à criança com TEA, assim como a escassez de recursos ambientais, sociais e na rede de saúde atuaram como forças que dificultaram as vivências maternas, adversidades que, influenciam a vida da criança com TEA e, por vezes, dos demais membros da família. Identificar o campo de forças possibilitou compreender os fatores e situações que influenciam a maternagem e identificar demandas biopsicossociais das mães de crianças com TEA.The general aim of this study is to describe the experiences of caregivers of children with Autism Spectrum Disorder (ASD). The research is qualitative, descriptive and exploratory and was approved by the institution's Research Ethics Committee. The study was carried out in a city in the interior of the state of Tocantins, in the northern region of Brazil, in a Municipal Center for Multidisciplinary Care (CMAM), a public clinic, which currently cares for 74 children with ASD. The inclusion criteria were direct caregivers, the main caregivers of children with ASD at the CMAM, regardless of family ties with the child and aged 18 or over. The exclusion criteria were: caregivers who were paid to look after the child with ASD; caregivers of children whose ASD diagnosis was associated with other health conditions. Data was collected in February and March 2024 through semi-structured interviews, which were recorded and transcribed. Content Analysis and Kurt Lewin's Field Theory were used, which indicates that the driving and restricting forces can act on three vectors: ME, OTHER and ENVIRONMENT. Twelve interviews were analyzed; 100% of the caregivers were women and mothers of children with ASD. This is why we decided to replace the term caregiver(s) with mother(s). From the analysis of the reports, it was possible to identify that numerous forces are present in the experiences of the mothers of children with ASD and that they operate in such a way as to help or hinder the experiences of these people. These forces led to the proposition of two categories of analysis: forces that drive (first category) and restrict (second category) the experiences of mothers of children with ASD. The driving and restraining forces identified in this research act on the vectors ME (mother), OTHER (child and family), ENVIRONMENT (health care network, school, other institutions and social actors) and can favor or hinder the well-being of the mother/family and the child with ASD. The driving forces present in the experiences of the mothers of children with ASD were related to being welcomed by the network, the proper functioning of the health network and school, as well as the family's learning from living with the child with ASD. The restrictive forces that acted on the mothers' experiences were related to the diagnostic itinerary and the feelings that arise when ASD is confirmed and when living with a child with this condition. In addition, the changes in routine imposed by ASD, the child's behavioral particularities, the reactions of the family and society to the child with ASD, as well as the scarcity of environmental, social and health network resources acted as forces that hindered maternal experiences, adversities that influence the life of the child with ASD and, sometimes, other family members. Identifying the field of forces made it possible to understand the factors and situations that influence motherhood and to identify the biopsychosocial demands of mothers of children with ASD.application/pdfUniversidade Federal do TocantinsPalmasPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - PPGCSBRCNPQ::CIENCIAS DA SAUDETranstorno do Espectro Autista; Autismo; Família; Pais; Mães; Cuidador; Autism Spectrum Disorder; Autistic Disorder; Family; Mothers; CaregiversVivências de mães de crianças com Transtorno do Espectro Autistainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFTinstname:Universidade Federal do Tocantins (UFT)instacron:UFTORIGINALMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdfMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdfapplication/pdf4450351http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/8023/1/Marcineis%20Milhomem%20da%20Silva%20Campos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf460ce63bbdab93e5c33064e386657b68MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8508http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/8023/2/license.txt0a9e77404315487775b2e0c2b887ae47MD52TEXTMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdf.txtMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdf.txtExtracted texttext/plain161320http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/8023/3/Marcineis%20Milhomem%20da%20Silva%20Campos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf.txt8b9d3b28c22b38f54fbb8fa291ce76e5MD53THUMBNAILMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdf.jpgMarcineis Milhomem da Silva Campos - Dissertação.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1322http://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/8023/4/Marcineis%20Milhomem%20da%20Silva%20Campos%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf.jpg7ee930ec2b26591d4ba62d56fd3e910eMD5411612/80232025-10-25 03:05:39.601oai:repositorio.uft.edu.br:11612/8023TmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1cHJhY2l0YWRvLCBkZSBhY29yZG8gY29tIGEgTGVpIG7CsCA5LjYxMC85OCwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBUb2NhbnRpbnMsIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBjb25mb3JtZSBwZXJtaXNzw7VlcyBhc3NpbmFsYWRhcyBhY2ltYSwgbyBkb2N1bWVudG8gZW0gbWVpbyBlbGV0csO0bmljbywgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZSBuYSBCaWJsaW90ZWNhIERpZ2l0YWwgZGUgVGVzZXMgZSBEaXNzZXJ0YcOnw7VlcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsIFBERiwgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gb3UgZG93bmxvYWQsIGEgcGFydGlyIGRlc3RhIGRhdGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gYSBSZXNvbHXDp8OjbyBDT05TRVBFIG7CuiAwNS8yMDExLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.uft.edu.br/oai/requestcoordbiblio@uft.edu.br||biblioarraias@uft.edu.br || bibliogpi@uft.edu.br || bibliomira@uft.edu.br || bibliopalmas@uft.edu.br || biblioporto@uft.edu.br || biblioarag@uft.edu.br || dirbib@ufnt.edu.br || bibliocca@uft.edu.br || bibliotoc@uft.edu.bropendoar:2025-10-25T06:05:39Repositório Institucional da UFT - Universidade Federal do Tocantins (UFT)false |
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