Geologia, química mineral e possíveis implicações genéticas do depósito diamantífero de Romaria (MG)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Vieira, Ana Carolina Batista
Orientador(a): Almeida Abreu, Pedro Ângelo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: UFVJM
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://acervo.ufvjm.edu.br/items/3b5d3cca-294f-464f-b2dd-39c657e77ca3
Resumo: Textos da obra em outro idioma: (Inglês) p. 39-52, p. 85-100.
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spelling Vieira, Ana Carolina BatistaAlmeida Abreu, Pedro ÂngeloViana, Rúbia RibeiroGervasoni, FernandaBattilani, Gislaine AmorésUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)Almeida Abreu, Pedro Ângelo2021-02-26T20:52:33Z2021-02-26T20:52:33Z20202020-08-03VIEIRA, Ana Carolina Batista. Geologia, química mineral e possíveis implicações genéticas do depósito diamantífero de Romaria (MG). 2020. 100 p. Dissertação (Mestrado em Geologia) – Programa de Pós-graduação em Geologia, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2020.https://acervo.ufvjm.edu.br/items/3b5d3cca-294f-464f-b2dd-39c657e77ca3Textos da obra em outro idioma: (Inglês) p. 39-52, p. 85-100.A mina de diamante da Água Suja é a mais antiga do Triângulo Mineiro, sendo explorada desde 1888 em depósitos aluvionares. A presença de grandes diamantes nas drenagens da região motivou os primeiros trabalhos de prospecção de fontes primárias do diamante na região, como em Coromandel, Carmo do Paranaíba, e Abaeté. Embora os estudos na região venham de longa data, nota-se uma carência de informações sobre a fonte primária do diamante de Romaria, principalmente devido ao intenso intemperismo e ausência de rochas frescas próximas ao depósito diamantífero. O objetivo deste trabalho consiste na caracterização geológica do depósito diamantífero de Romaria com base na química mineral de minerais satélites do diamante e levantamentos de campo que buscam caracterizar os ambientes sedimentares e associações faciológicas dos níveis diamantíferos. As rochas kimberlíticas e lamproíticas na área pertencem a Província Ígnea do Alto Paranaíba (PIAP) e são correlacionadas ao soerguimento do Arco do Alto Paranaíba, com magmatismo atribuído à interação das plumas mantélicas Tristão da Cunha e Trindade durante a abertura do Atlântico Sul, com magmas de afinidade alcalina. Grãos de granada, ilmenita e turmalina foram separados da brecha diamantífera de Romaria denomidada “Tauá” e foram analisados em microssonda eletrônica. As composições de granada são compatíveis com os tipos G10, G9 e G5. Os grãos de ilmenita apresentam alto teor de Mg e Mn, ao passo que os grãos de turmalina são do tipo dravita, rara associação com diamante em rochas de afinidade lamproítica. A sucessão vulcanoclástica da Mina da Água Suja tem sido correlacionada à Formação Marília ou à Formação Uberaba, com ambiente climático das bacias deposicionais reportado como árido a semi-árido, enquanto as rochas de Romaria indicam ambiente climático úmido devido à presença de clastos de caulim e a intercalação de pelitos e níveis conglomeráticos. A escassez de rocha fresca nas proximidades do depósito diamantífero de Romaria dificulta a interpretação e caracterização faciologica, habitualmente usada para rochas kimberlíticas e lamproíticas. As diferenças nas colunas litoestratigráficas e, possivelmente, na idade de deposição e características climáticas dos respectivos meios sedimentares, inviabiliza correlação entre a sucessão de Romaria com as Formações Marília e Uberaba. A assembleia mineralógica descrita permite associar o depósito a uma possível fonte lamproítica.Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-graduação em Geologia, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, 2020.The Água Suja diamond mine is the oldest in the Triângulo Mineiro, and has been explored since 1888 in alluvial deposits. The presence of large diamonds in the region's drainages motivated the first prospecting works for primary diamond sources in the region, such as in Coromandel, Carmo do Paranaíba, and Abaeté. Although studies in the region have been going on for a long time, there is a lack of information on the primary source of the Romaria diamond, mainly due to the intense weathering and absence of fresh rocks near the diamond deposit. The objective of this work is the geological characterization of the diamond deposit of Romaria based on the mineral chemistry of the satellite minerals of the diamond and field surveys that seek to characterize the sedimentary environments and faciological associations of the diamond levels. The kimberlitic and lamproitic rocks in the area belong to the Igneous Province of Alto Paranaíba (PIAP) and are correlated to the uplift of the Arco do Alto Paranaíba, with magmatism attributed to the mantle plumes Tristão da Cunha and Trindade during the opening of the South Atlantic, with magmas of affinity alkaline. Grains of garnet, ilmenite and tourmaline were separated from the diamond hole in Romaria called “Tauá” and were analyzed using an electronic probe. The garnet compositions are compatible with types G10, G9 and G5. Ilmenite grains have a high content of Mg and Mn, whereas tourmaline grains are of the dravite type, rare association with diamond in rocks of lamproitic affinity. The volcanoclastic succession of the Água Suja Mine has been correlated to the Marília Formation or to the Uberaba Formation, with the climatic environment of these basins reported as arid to semi-arid, while the Romaria rocks indicate a humid climatic environment due to the presence of kaolin clasts and the interleaving of pelite and conglomeratic levels. While the scarcity of fresh rock in the vicinity of the Romaria diamond deposit makes it difficult to interpret and characterize the usual physiological characteristics of kimberlitic and lamproitic rocks. The differences in the lithostratigraphic columns and, possibly, in the age of deposition and climatic characteristics of the respective sedimentary media, make it impossible to correlate the succession of Romaria with the Marília and Uberaba Formations. The described mineralogical assembly allows the deposit to be associated with a possible lamproitic source.porUFVJMA concessão da licença deste item refere-se ao à termo de autorização impresso assinado pelo autor, assim como na licença Creative Commons, com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e o IBICT a disponibilizar por meio de seus repositórios, sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, e preservação, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessGeologia, química mineral e possíveis implicações genéticas do depósito diamantífero de Romaria (MG)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisRomariaAlto ParanaíbaKimberlitoDiamanteQuímica mineralKimberliteDiamondMineral chemistryreponame:Repositório Institucional da UFVJMinstname:Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)instacron:UFVJMTHUMBNAILana_carolina_batista_vieira.pdf.jpgana_carolina_batista_vieira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3246https://acervo.ufvjm.edu.br//bitstreams/be412b0a-98cf-4efb-bb56-7c364d845280/download58d2b5d10e15d862bf7e881acb33b5fbMD57falseAnonymousREADORIGINALana_carolina_batista_vieira.pdfana_carolina_batista_vieira.pdfapplication/pdf6760131https://acervo.ufvjm.edu.br//bitstreams/546f313d-aec7-472e-b859-dd8dbe2847d3/download531c595f6f84194d54ea40fe2a08a32aMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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