Valor prognóstico da pressão expirada de dióxido de carbono durante o teste de esforço cardiopulmonar em pacientes com cardiomiopatia chagásica
| Ano de defesa: | 2022 |
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Resumo: | Introdução: Pacientes com cardiomiopatia chagásica (CCh), forma cardíaca da doença de Chagas, geralmente apresentam pior prognóstico quando comparados à outras cardiopatias. O comprometimento funcional pode ser detectado desde o início da cardiopatia e o valor prognóstico das variáveis avaliadas durante o esforço deve ser investigado. Na insuficiência cardíaca, a pressão parcial de dióxido de carbono expirado no pico do exercício (PETCO2pico) apresentou-se como bom preditor de sobrevida. Entretanto, sua acurácia na identificação dos pacientes com pior desfecho ainda é desconhecida na CCh. Objetivo: Avaliar o valor prognóstico do PETCO2pico e das principais variáveis funcionais em pacientes com CCh. Métodos: Setenta e seis pacientes com CCh (49,2±9,8 anos, 39,5% mulheres, NYHA I-III) foram avaliados por ecocardiografia e Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP). Os pacientes foram acompanhados por quatro anos e o desfecho foi definido como morte cardíaca, eventos cerebrovasculares ou transplante cardíaco. A análise de sobrevida e os pontos de corte foram verificados pela curva ROC, regressão uni e multivariada de Cox e diagrama de Kaplan-Meier. Resultados: No final do período de seguimento (29,0±16,0 meses), 16 pacientes (21%) apresentaram eventos adversos. No modelo univariado, sexo feminino, classe funcional da New York Heart Association, frequência cardíaca máxima atingida ao esforço, pico do consumo de oxigênio (VO2pico), ventilação minuto/produção de dióxido de carbono, PETCO2pico, a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e o diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo estavam associados a um desfecho ruim no final do período de acompanhamento. No modelo multivariado final, apenas a PETCO2pico (HR 0,849; IC 95%: 0,758 a 0,951, p = 0,005) e VO2pico (HR 0,877; IC 95%: 0,781 a 0,984, p = 0,026) permaneceram como preditores independentes de prognóstico desfavorável em pacientes com CCh. As áreas sob a curva ROC demonstraram a acurácia do VO2pico (AUC = 0,85; IC 95%: 0,75 a 0,95) e PETCO2 pico (AUC = 0,83; IC 95%: 0,69 a 0,97) na predição de eventos adversos. Os pontos de corte com a melhor combinação de sensibilidade e especificidade do VO2pico e PETCO2pico foram 20 mL.kg.min (valor preditivo negativo de 80%) e 32 mmHg (valor preditivo positivo de 91%), respectivamente. No diagrama de Kaplan-Meier, houve diferenças significativas (p <0,001) entre os pacientes com menor VO2pico (≤20 mL.kg.min; n = 28) e maior VO2pico (> 20 mL.kg.min; n = 48) bem como entre os pacientes com PETCO2pico menor (≤32 mmHg; n = 20) e maior (> 32 mmHg; n = 54). Conclusão: O VO2pico e PETCO2pico tiveram valor prognóstico adequados em pacientes com CCh, podendo ser utilizados como variáveis do TECP na estratificação de risco e auxiliar na resposta terapêutica em pacientes com CCh. |
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Vianna, Marcus Vinícius AccettaCosta, Henrique SilveiraFigueiredo, Pedro Henrique ScheidtLima, Vanessa Pereira deOliveira, Luciano Fonseca Lemos deFigueiredo, Pedro Henrique ScheidtUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)Costa, Henrique Silveira2022-08-04T21:56:53Z2022-08-04T21:56:53Z20222022-02-23VIANNA, Marcus Vinícius Accetta. Valor prognóstico da pressão expirada de dióxido de carbono durante o teste de esforço cardiopulmonar em pacientes com cardiomiopatia chagásica. 2022. 47 p. Dissertação (Mestrado em Reabilitação e Desempenho Funcional) – Programa de Pós-Graduação em Reabilitação e Desempenho Funcional, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2022.https://acervo.ufvjm.edu.br/items/14d6bdea-7231-4816-8c74-8ca0b4d57235Introdução: Pacientes com cardiomiopatia chagásica (CCh), forma cardíaca da doença de Chagas, geralmente apresentam pior prognóstico quando comparados à outras cardiopatias. O comprometimento funcional pode ser detectado desde o início da cardiopatia e o valor prognóstico das variáveis avaliadas durante o esforço deve ser investigado. Na insuficiência cardíaca, a pressão parcial de dióxido de carbono expirado no pico do exercício (PETCO2pico) apresentou-se como bom preditor de sobrevida. Entretanto, sua acurácia na identificação dos pacientes com pior desfecho ainda é desconhecida na CCh. Objetivo: Avaliar o valor prognóstico do PETCO2pico e das principais variáveis funcionais em pacientes com CCh. Métodos: Setenta e seis pacientes com CCh (49,2±9,8 anos, 39,5% mulheres, NYHA I-III) foram avaliados por ecocardiografia e Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP). Os pacientes foram acompanhados por quatro anos e o desfecho foi definido como morte cardíaca, eventos cerebrovasculares ou transplante cardíaco. A análise de sobrevida e os pontos de corte foram verificados pela curva ROC, regressão uni e multivariada de Cox e diagrama de Kaplan-Meier. Resultados: No final do período de seguimento (29,0±16,0 meses), 16 pacientes (21%) apresentaram eventos adversos. No modelo univariado, sexo feminino, classe funcional da New York Heart Association, frequência cardíaca máxima atingida ao esforço, pico do consumo de oxigênio (VO2pico), ventilação minuto/produção de dióxido de carbono, PETCO2pico, a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e o diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo estavam associados a um desfecho ruim no final do período de acompanhamento. No modelo multivariado final, apenas a PETCO2pico (HR 0,849; IC 95%: 0,758 a 0,951, p = 0,005) e VO2pico (HR 0,877; IC 95%: 0,781 a 0,984, p = 0,026) permaneceram como preditores independentes de prognóstico desfavorável em pacientes com CCh. As áreas sob a curva ROC demonstraram a acurácia do VO2pico (AUC = 0,85; IC 95%: 0,75 a 0,95) e PETCO2 pico (AUC = 0,83; IC 95%: 0,69 a 0,97) na predição de eventos adversos. 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Conclusão: O VO2pico e PETCO2pico tiveram valor prognóstico adequados em pacientes com CCh, podendo ser utilizados como variáveis do TECP na estratificação de risco e auxiliar na resposta terapêutica em pacientes com CCh.Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Reabilitação e Desempenho Funcional, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, 2022.Introduction: Patients with Chagas cardiomyopathy (ChC), the cardiac form of Chagas disease, generally have a worse prognosis when compared to other cardiomyopathies. Functional impairment can be detected from the onset of heart disease and the prognostic value of the variables evaluated during the effort should be investigated. In heart failure, end-tidal carbon dioxide at peak exercise (PETCO2peak) was a good predictor of survival. However, its accuracy in identifying patients with worse outcomes is still unknown in ChC. Objective: To assess the prognostic value of peak PETCO2 and key functional variables in patients with ChC. Methods: Seventy-six patients with ChC (49.2±9.8 years, 39.5% women, NYHA I-III) were evaluated by echocardiography and Cardiopulmonary Exercise Testing (CPET). Patients were followed for four years and the end-point was defined as cardiovascular death, cerebrovascular events or cardiac transplantation. Survival analysis and cutoff points were verified by ROC curve, Cox uni- and multivariate regression, and Kaplan-Meier diagram. Results: At the end of the follow-up period (29.0±16.0 months), 16 patients (21%) had experienced adverse events. The female sex, New York Heart Association functional class, peak heart rate achieved, peak oxygen uptake (VO2peak), minute ventilation/carbon dioxide production (VE/VCO2slope), end-tidal carbon dioxide at peak exercise (PETCO2peak), left ventricular ejection fraction (LVEF) and left ventricular end-diastolic diameter (LVDd) were associated with poor outcome at the end of follow-up period. In the final multivariate model, only PETCO2peak (HR 0.849; 95% CI: 0.758 to 0.951, p=0.005) and VO2peak (HR 0.877; 95% CI: 0.781 to 0.984, p=0.026) remained as independent predictors of poor outcome in ChC patients. The areas under the ROC curve demonstrated the accuracy of the VO2peak (AUC = 0.85; 95% CI: 0.75 to 0.95) and PETCO2peak (AUC = 0.83; 95% CI: 0.69 to 0.97) in the prediction of adverse events. The cutoff points with the best combination of sensitivity and specificity by VO2peak and PETCO2peak were 20 mL.kg.min (negative predictive value of 80%) and 32 mmHg (positive predictive value of 91%), respectively. In the Kaplan-Meier diagram, there were significant differences (p<0.001) between patients with lower VO2peak (≤20 mL.kg.min; n=28) and higher VO2peak (>20 mL.kg.min; n=48) as weel as between patients with lower (≤32 mmHg; n=20) and higher PETCO2peak (>32 mmHg; n=54). Conclusion: VO2peak and PETCO2peak had adequate prognostic value in patients with ChC. The cutoff points of VO2peak and PETCO2peak of 20 mL.kg.min and 32 mmHg, respectively, can be used in risk stratification and help in the therapeutic response in ChC patients.porUFVJMA concessão da licença deste item refere-se ao à termo de autorização impresso assinado pelo autor, assim como na licença Creative Commons, com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e o IBICT a disponibilizar por meio de seus repositórios, sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, e preservação, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessValor prognóstico da pressão expirada de dióxido de carbono durante o teste de esforço cardiopulmonar em pacientes com cardiomiopatia chagásicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisDoença de ChagasCardiomiopatia chagásicaTeste de exercícioPrognósticoChagas diseaseChagas cardiomyopathyExercise testingPrognosisreponame:Repositório Institucional da UFVJMinstname:Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)instacron:UFVJMTHUMBNAILmarcus_vinicius_accetta_vianna.pdf.jpgmarcus_vinicius_accetta_vianna.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2825https://acervo.ufvjm.edu.br//bitstreams/a370f48a-0e63-4eef-998a-e717faf6554c/download84fbd46e3b2d4b1ed742c2f2261f7ff5MD57falseAnonymousREADORIGINALmarcus_vinicius_accetta_vianna.pdfmarcus_vinicius_accetta_vianna.pdfapplication/pdf770977https://acervo.ufvjm.edu.br//bitstreams/b7400fe4-28e5-4e4a-9723-27862233b5f5/download2b24e3c81a302060d92f62dad3b69c63MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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Introdução: Pacientes com cardiomiopatia chagásica (CCh), forma cardíaca da doença de Chagas, geralmente apresentam pior prognóstico quando comparados à outras cardiopatias. O comprometimento funcional pode ser detectado desde o início da cardiopatia e o valor prognóstico das variáveis avaliadas durante o esforço deve ser investigado. Na insuficiência cardíaca, a pressão parcial de dióxido de carbono expirado no pico do exercício (PETCO2pico) apresentou-se como bom preditor de sobrevida. Entretanto, sua acurácia na identificação dos pacientes com pior desfecho ainda é desconhecida na CCh. Objetivo: Avaliar o valor prognóstico do PETCO2pico e das principais variáveis funcionais em pacientes com CCh. Métodos: Setenta e seis pacientes com CCh (49,2±9,8 anos, 39,5% mulheres, NYHA I-III) foram avaliados por ecocardiografia e Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP). Os pacientes foram acompanhados por quatro anos e o desfecho foi definido como morte cardíaca, eventos cerebrovasculares ou transplante cardíaco. A análise de sobrevida e os pontos de corte foram verificados pela curva ROC, regressão uni e multivariada de Cox e diagrama de Kaplan-Meier. Resultados: No final do período de seguimento (29,0±16,0 meses), 16 pacientes (21%) apresentaram eventos adversos. No modelo univariado, sexo feminino, classe funcional da New York Heart Association, frequência cardíaca máxima atingida ao esforço, pico do consumo de oxigênio (VO2pico), ventilação minuto/produção de dióxido de carbono, PETCO2pico, a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e o diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo estavam associados a um desfecho ruim no final do período de acompanhamento. No modelo multivariado final, apenas a PETCO2pico (HR 0,849; IC 95%: 0,758 a 0,951, p = 0,005) e VO2pico (HR 0,877; IC 95%: 0,781 a 0,984, p = 0,026) permaneceram como preditores independentes de prognóstico desfavorável em pacientes com CCh. As áreas sob a curva ROC demonstraram a acurácia do VO2pico (AUC = 0,85; IC 95%: 0,75 a 0,95) e PETCO2 pico (AUC = 0,83; IC 95%: 0,69 a 0,97) na predição de eventos adversos. Os pontos de corte com a melhor combinação de sensibilidade e especificidade do VO2pico e PETCO2pico foram 20 mL.kg.min (valor preditivo negativo de 80%) e 32 mmHg (valor preditivo positivo de 91%), respectivamente. No diagrama de Kaplan-Meier, houve diferenças significativas (p <0,001) entre os pacientes com menor VO2pico (≤20 mL.kg.min; n = 28) e maior VO2pico (> 20 mL.kg.min; n = 48) bem como entre os pacientes com PETCO2pico menor (≤32 mmHg; n = 20) e maior (> 32 mmHg; n = 54). Conclusão: O VO2pico e PETCO2pico tiveram valor prognóstico adequados em pacientes com CCh, podendo ser utilizados como variáveis do TECP na estratificação de risco e auxiliar na resposta terapêutica em pacientes com CCh. |
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VIANNA, Marcus Vinícius Accetta. Valor prognóstico da pressão expirada de dióxido de carbono durante o teste de esforço cardiopulmonar em pacientes com cardiomiopatia chagásica. 2022. 47 p. Dissertação (Mestrado em Reabilitação e Desempenho Funcional) – Programa de Pós-Graduação em Reabilitação e Desempenho Funcional, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2022. |
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