Desempenho do modelo Quase-Geostrófico em coordenadas cartesianas e esféricas no Hemisfério Sul
| Ano de defesa: | 1986 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Link de acesso: | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11481 |
Resumo: | Desenvolveu-se o Modelo Quase-Geostrófico em Coordenadas Cartesianas (MQGC), com a aproximação do plano (3, a partir das Equações do "Momentum", da Continuidade e da Energia Termodinâmica, utilizando-se a análise de escala para a avaliação de cada termo das equações deste modelo. Em seguida, aplicando-se a mesma metodologia, desenvolveu-se o Modelo Quase-Geostrófico em Coordenadas Esféricas (MQGE). Tais modelos foram aplicados ao Hemisfério Sul, considerando-se a topografia à superfície e o aquecimento diabético ao nível de 500 mb, juntos e separadamente, como funções forçantes, em condições de inverno e verão. Foram utilizadas perturbações infinitesimais e diferenças finitas para a linearização dos sistemas de equações, obtendo-se, assim, sistemas de 16 equações e 16 incógnitas, que, resolvidos, forneceram o campo do geopotencial perturbado nos níveis de 250 e 750 mb. Dentre os resultados alcançados pelo MQGC, destacam-se: a) a sensibilidade do modelo ao escoamento zonal, ocorrendo deslocamentos para leste das cristas e cavados do campo geopotencial perturbado, do inverno para o verão; b) as amplitudes dos campos do geopotencial perturbado apresentam-se sistematicamente maiores que aquelas observa- das nesse Hemisfério; c) pequena variação na posição dos centros na direção vertical; d) a presença de altas sobre os continentes e de baixas a leste dos maciços montanhosos; e) os efeitos topográficos dominantes sobre os térmicos nas duas estações do ano e nos dois níveis de pressão. Destacam-se no MQGE: a) pouca sensibilidade do modelo ao escoamento zonal; b) as amplitudes dos campos do geopotencial perturbado têm as mesmas ordens de grandeza que as observadas no Hemisfério Sul; c) pequena variação vertical na posição dos centros; d) dominância dos efeitos térmicos sobre os topográficos, sobretudo no nível de 250 mb e em condições de verão; e) pequena variação interanual na posição das cristas e cavados. A partir dos resultados encontrados neste trabalho, ficam caracterizados os efeitos da geometria esférica e da aproximação do plano β no Modelo Quase-Geostrófico, sugerindo-se, assim, a utilização preferencial das coordenadas esféricas em estudos dinâmicos no Hemisfério Sul. |
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Dalpasquale, Valdecir AntoninhoPinheiro, Maria da ConceiçãoSoares, Marcelo Alveshttp://lattes.cnpq.br/4649629889041891Vianello, Rubens Leite2017-07-26T19:24:35Z2017-07-26T19:24:35Z1986-12-02SOARES, Marcelo Alves. Desempenho do modelo Quase-Geostrófico em coordenadas cartesianas e esféricas no Hemisfério Sul. 1987. 92 f. Dissertação (Mestrado em Meteorologia Agrícola) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 1987.http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11481Desenvolveu-se o Modelo Quase-Geostrófico em Coordenadas Cartesianas (MQGC), com a aproximação do plano (3, a partir das Equações do "Momentum", da Continuidade e da Energia Termodinâmica, utilizando-se a análise de escala para a avaliação de cada termo das equações deste modelo. Em seguida, aplicando-se a mesma metodologia, desenvolveu-se o Modelo Quase-Geostrófico em Coordenadas Esféricas (MQGE). Tais modelos foram aplicados ao Hemisfério Sul, considerando-se a topografia à superfície e o aquecimento diabético ao nível de 500 mb, juntos e separadamente, como funções forçantes, em condições de inverno e verão. Foram utilizadas perturbações infinitesimais e diferenças finitas para a linearização dos sistemas de equações, obtendo-se, assim, sistemas de 16 equações e 16 incógnitas, que, resolvidos, forneceram o campo do geopotencial perturbado nos níveis de 250 e 750 mb. Dentre os resultados alcançados pelo MQGC, destacam-se: a) a sensibilidade do modelo ao escoamento zonal, ocorrendo deslocamentos para leste das cristas e cavados do campo geopotencial perturbado, do inverno para o verão; b) as amplitudes dos campos do geopotencial perturbado apresentam-se sistematicamente maiores que aquelas observa- das nesse Hemisfério; c) pequena variação na posição dos centros na direção vertical; d) a presença de altas sobre os continentes e de baixas a leste dos maciços montanhosos; e) os efeitos topográficos dominantes sobre os térmicos nas duas estações do ano e nos dois níveis de pressão. Destacam-se no MQGE: a) pouca sensibilidade do modelo ao escoamento zonal; b) as amplitudes dos campos do geopotencial perturbado têm as mesmas ordens de grandeza que as observadas no Hemisfério Sul; c) pequena variação vertical na posição dos centros; d) dominância dos efeitos térmicos sobre os topográficos, sobretudo no nível de 250 mb e em condições de verão; e) pequena variação interanual na posição das cristas e cavados. A partir dos resultados encontrados neste trabalho, ficam caracterizados os efeitos da geometria esférica e da aproximação do plano β no Modelo Quase-Geostrófico, sugerindo-se, assim, a utilização preferencial das coordenadas esféricas em estudos dinâmicos no Hemisfério Sul.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoporUniversidade Federal de ViçosaModelo Quase-GeostróficoCiências AgráriasDesempenho do modelo Quase-Geostrófico em coordenadas cartesianas e esféricas no Hemisfério Sulinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal de ViçosaDepartamento de Engenharia AgrícolaMestre em Meteorologia AgrícolaViçosa - MG1986-12-02Mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFVORIGINALtexto completo.pdftexto completo.pdftexto completoapplication/pdf14203344https://locus.ufv.br/bitstreams/43be1289-a5fb-436d-b6ca-93b3b470afb4/download0c9e8113fff32bd0d88c400d3fdd1b9fMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://locus.ufv.br/bitstreams/32079c78-0b4a-43b5-bd63-b59985c7d246/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTHUMBNAILtexto completo.pdf.jpgtexto completo.pdf.jpgIM Thumbnailimage/jpeg3467https://locus.ufv.br/bitstreams/fddf2a62-b1a9-4a94-bef9-295a5afab131/download62dc9d2791f9703bbc1f21136512d03eMD53falseAnonymousREADTEXTtexto completo.pdf.txttexto completo.pdf.txtExtracted texttext/plain102369https://locus.ufv.br/bitstreams/652bc5f3-64dc-40fa-9334-437d750684dc/downloadc9c350841c68b32dc962769442e0d0a4MD54falseAnonymousREAD123456789/114812024-07-12 04:58:43.431open.accessoai:locus.ufv.br:123456789/11481https://locus.ufv.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452024-07-12T07:58:43LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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