Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Novaes, Camila Moura
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
BR
Biologia e Manejo animal
Mestrado em Biologia Animal
UFV
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://locus.ufv.br/handle/123456789/2296
Resumo: O gênero Callithrix possui seis espécies distribuídas no bioma Mata Atlântica, desde o nordeste brasileiro até o norte do estado de São Paulo, e em regiões dos biomas Cerrado e Caatinga. Indivíduos híbridos já foram registrados em condições de cativeiro e em zonas de contato naturais entre algumas das espécies do gênero. Estudos com citogenética convencional foram realizados com as espécies do gênero Callithrix, porém, não há na literatura, trabalhos com citogenética molecular através da técnica de FISH (hibridização fluorescente in situ) que utilizam sondas de DNA repetitivo. Esta técnica pode fornecer uma ferramenta rápida, precisa e econômica para definir a estrutura e revelar a organização e evolução do genoma das espécies. O objetivo deste trabalho foi analisar citogeneticamente animais (N = 7, sendo quatro machos e três fêmeas), a partir de preparos da medula óssea, provenientes da Ilha D Água no estado do Rio de Janeiro, considerados híbridos das espécies introduzidas C. jacchus e C. penicillata, usando técnicas de coloração convencional, Ag-NOR e Bandeamento C e coloração com sondas de fluorocromos de DNA repetitivo. Os espécimes apresentaram 2n=46, e fórmula cromossômica 10m+18sm+2st+14t de cromossomos autossomos com NF=77 para machos e NF=78 para fêmeas. Embora o número diplóide seja consistente com o padrão descrito para o gênero, é proposta uma fórmula cromossômica e um número fundamental que não são indicados na literatura. A forma do cromossomo Y foi semelhante à esperada em C. aurita, a qual é nativa na região. A coloração Ag-NOR marcou a constrição secundária do braço curto de dois pares de cromossomos, semelhante ao padrão já descrito para as outras espécies exceto em C. jacchus, que apresenta também marcações de NOR no cromossomo Y. O bandeamento C marcou a região centromérica dos cromossomos, corroborando a homogeneidade observada nas espécies puras. O microssatélite GA(15) marcou regiões nos cromossomos telocêntricos, pares 16, 17, 20 e 21, além de apenas um membro dos pares cromossômicos 8 e 15, sugerindo a natureza híbrida destes pares de homólogos. O microssatélite CA(15) apresentou sinais nos centrômeros de dois pares de cromossomos telocêntricos e no braço longo de um par de cromossomos subtelocêntricos, sendo o sinal de um dos homólogos, aparece mais forte. O microssatélite CAT(10) apresentou sinais mais fortes, preferencialmente nas regiões teloméricas dos braços longos de cromossomos metacêntricos e subtelocêntricos. O par 4 de cromossomos metacêntricos apresentou sinais em seus quatros braços. O microssatélite CGG(10) apresentou sinais no centrômero de quatro pares de cromossomos telocêntricos, e o GAG(10) apresentou sinais em um par de cromossomos telocêntricos. Os microssatélites A(30), C(30), GC(15), TA(15) e TAT(10), CAA(10),e CAG(10) não apresentaram sinais em nenhum cromossomo. A marcação de DAPI apresentou sinais como blocos grandes nos cromossomos autossomos e não coincidiram com regiões heterocromáticas. Os caracteres cariotípicos sugerem que os híbridos apresentam mais de duas espécies parentais. E este é o primeiro trabalho de mapeamento cromossômico utilizando sondas de sequências repetidas de DNA em saguis.
id UFV_76bf42fd3eb75c3ad1fa92f2dcd5027b
oai_identifier_str oai:locus.ufv.br:123456789/2296
network_acronym_str UFV
network_name_str LOCUS Repositório Institucional da UFV
repository_id_str
spelling Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiroAnálise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiroSaguisCitogenéticaHibridaçãoMarmosetsCytogeneticsHybridizationCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIAO gênero Callithrix possui seis espécies distribuídas no bioma Mata Atlântica, desde o nordeste brasileiro até o norte do estado de São Paulo, e em regiões dos biomas Cerrado e Caatinga. Indivíduos híbridos já foram registrados em condições de cativeiro e em zonas de contato naturais entre algumas das espécies do gênero. Estudos com citogenética convencional foram realizados com as espécies do gênero Callithrix, porém, não há na literatura, trabalhos com citogenética molecular através da técnica de FISH (hibridização fluorescente in situ) que utilizam sondas de DNA repetitivo. Esta técnica pode fornecer uma ferramenta rápida, precisa e econômica para definir a estrutura e revelar a organização e evolução do genoma das espécies. O objetivo deste trabalho foi analisar citogeneticamente animais (N = 7, sendo quatro machos e três fêmeas), a partir de preparos da medula óssea, provenientes da Ilha D Água no estado do Rio de Janeiro, considerados híbridos das espécies introduzidas C. jacchus e C. penicillata, usando técnicas de coloração convencional, Ag-NOR e Bandeamento C e coloração com sondas de fluorocromos de DNA repetitivo. Os espécimes apresentaram 2n=46, e fórmula cromossômica 10m+18sm+2st+14t de cromossomos autossomos com NF=77 para machos e NF=78 para fêmeas. Embora o número diplóide seja consistente com o padrão descrito para o gênero, é proposta uma fórmula cromossômica e um número fundamental que não são indicados na literatura. A forma do cromossomo Y foi semelhante à esperada em C. aurita, a qual é nativa na região. A coloração Ag-NOR marcou a constrição secundária do braço curto de dois pares de cromossomos, semelhante ao padrão já descrito para as outras espécies exceto em C. jacchus, que apresenta também marcações de NOR no cromossomo Y. O bandeamento C marcou a região centromérica dos cromossomos, corroborando a homogeneidade observada nas espécies puras. O microssatélite GA(15) marcou regiões nos cromossomos telocêntricos, pares 16, 17, 20 e 21, além de apenas um membro dos pares cromossômicos 8 e 15, sugerindo a natureza híbrida destes pares de homólogos. O microssatélite CA(15) apresentou sinais nos centrômeros de dois pares de cromossomos telocêntricos e no braço longo de um par de cromossomos subtelocêntricos, sendo o sinal de um dos homólogos, aparece mais forte. O microssatélite CAT(10) apresentou sinais mais fortes, preferencialmente nas regiões teloméricas dos braços longos de cromossomos metacêntricos e subtelocêntricos. O par 4 de cromossomos metacêntricos apresentou sinais em seus quatros braços. O microssatélite CGG(10) apresentou sinais no centrômero de quatro pares de cromossomos telocêntricos, e o GAG(10) apresentou sinais em um par de cromossomos telocêntricos. Os microssatélites A(30), C(30), GC(15), TA(15) e TAT(10), CAA(10),e CAG(10) não apresentaram sinais em nenhum cromossomo. A marcação de DAPI apresentou sinais como blocos grandes nos cromossomos autossomos e não coincidiram com regiões heterocromáticas. Os caracteres cariotípicos sugerem que os híbridos apresentam mais de duas espécies parentais. E este é o primeiro trabalho de mapeamento cromossômico utilizando sondas de sequências repetidas de DNA em saguis.The Callithrix genus has six species distributed in the Atlantic Forest biome, from northeastern Brazil to the north of the state of São Paulo, and in regions of Cerrado and Caatinga. Hybrid individuals have been recorded in captive conditions and in areas of natural contact among some species of the genus. Conventional cytogenetic studies were performed with the genus Callithrix, however, there are no works in the literature about molecular cytogenetic technique of FISH (fluorescence in situ hybridization) using repetitive DNA probes. This technique can provide rapid, accurate and economical tool for defining the structure and revealing the organization and evolution of the genome of the species. The aim of this study was to analyze cytogenetically animals (N = 7, four males and three females) from bone marrow preparations, from the IlhaD Água in the state of Rio de Janeiro, considered hybrids of theintroduced species C. jacchus and C. penicillata, using conventional staining, Ag-NOR and C banding techniques and staining with fluorochromes of repetitive DNA probes. The specimens presented 2n = 46 and chromosomal formula 10m+18sm+2st+14t of autosomal chromosomes with NF = 77 for males and NF=78 for females. Although a chromosomal formula and a key number that are not indicated in the literature, the diploid number is consistent with the pattern described for the genus proposed. The form of the Y chromosome was similar to that expected in C.aurita, which is native to the region. The Ag-NOR staining marked the secondary constriction of the short arm of two pairs of chromosomes, similar to the pattern already described for other species except C. jacchus, which also features markings NOR on chromosome Y. The C- banding marks the centromeric region chromosome, confirming thehomogeneity observed in the pure species. The GA(15) in microsatellite regions marked telocentric pairs 16, 17, 20 and 21 chromosomes, and only one member of the chromosome pairs 8 and 15 as suggesting the hybrid nature of these pairs of homologous. The CA(15) microsatellite showed signs in the centromeres of two pairs of telocentric chromosomes and the long arm of a pair of subtelocentric chromosomes, being the sign of one of the homologues, appears stronger. The CAT(10) microsatellite showed stronger signals, preferably in the telomeric regions of the long arms of metacentric and subtelocentric chromosomes. The fourth pair of metacentric chromosomes showed signs in his four arms. The CGG(10) microsatellite showed signs at the centromere of four pairs of telocentric chromosomes, and the GAG(10) showed signals on one pair of telocentric chromosomes. The microsatellites A(30), C(30), GC(15), TA(15) e TAT(10), CAA(10), e CAG(10) did not show any signs chromosome. Marking DAPI showed signs as large blocks in chromosomes and autosomes did not coincide with heterochromatic regions. The karyotypic characters suggest that hybrids have more than two parental species. And this is the first work using chromosomal mapping of repeated sequences of DNA probes in marmosets.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorUniversidade Federal de ViçosaBRBiologia e Manejo animalMestrado em Biologia AnimalUFVhttp://lattes.cnpq.br/3274401985865525Santos, Jorge Abdala Dergam doshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780131D9Silva, Ita de Oliveira ehttp://lattes.cnpq.br/2393397917711039Faria, Michel Barroshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4737709H5Novaes, Camila Moura2015-03-26T13:03:07Z2015-01-142015-03-26T13:03:07Z2014-08-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfNOVAES, Camila Moura. Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro. 2014. 62 f. Dissertação (Mestrado em Biologia e Manejo animal) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2014.http://locus.ufv.br/handle/123456789/2296porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2016-04-09T02:04:14Zoai:locus.ufv.br:123456789/2296Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452016-04-09T02:04:14LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false
dc.title.none.fl_str_mv Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
title Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
spellingShingle Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
Novaes, Camila Moura
Saguis
Citogenética
Hibridação
Marmosets
Cytogenetics
Hybridization
CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA
title_short Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
title_full Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
title_fullStr Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
title_full_unstemmed Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
title_sort Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro
author Novaes, Camila Moura
author_facet Novaes, Camila Moura
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/3274401985865525
Santos, Jorge Abdala Dergam dos
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780131D9
Silva, Ita de Oliveira e
http://lattes.cnpq.br/2393397917711039
Faria, Michel Barros
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4737709H5
dc.contributor.author.fl_str_mv Novaes, Camila Moura
dc.subject.por.fl_str_mv Saguis
Citogenética
Hibridação
Marmosets
Cytogenetics
Hybridization
CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA
topic Saguis
Citogenética
Hibridação
Marmosets
Cytogenetics
Hybridization
CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA
description O gênero Callithrix possui seis espécies distribuídas no bioma Mata Atlântica, desde o nordeste brasileiro até o norte do estado de São Paulo, e em regiões dos biomas Cerrado e Caatinga. Indivíduos híbridos já foram registrados em condições de cativeiro e em zonas de contato naturais entre algumas das espécies do gênero. Estudos com citogenética convencional foram realizados com as espécies do gênero Callithrix, porém, não há na literatura, trabalhos com citogenética molecular através da técnica de FISH (hibridização fluorescente in situ) que utilizam sondas de DNA repetitivo. Esta técnica pode fornecer uma ferramenta rápida, precisa e econômica para definir a estrutura e revelar a organização e evolução do genoma das espécies. O objetivo deste trabalho foi analisar citogeneticamente animais (N = 7, sendo quatro machos e três fêmeas), a partir de preparos da medula óssea, provenientes da Ilha D Água no estado do Rio de Janeiro, considerados híbridos das espécies introduzidas C. jacchus e C. penicillata, usando técnicas de coloração convencional, Ag-NOR e Bandeamento C e coloração com sondas de fluorocromos de DNA repetitivo. Os espécimes apresentaram 2n=46, e fórmula cromossômica 10m+18sm+2st+14t de cromossomos autossomos com NF=77 para machos e NF=78 para fêmeas. Embora o número diplóide seja consistente com o padrão descrito para o gênero, é proposta uma fórmula cromossômica e um número fundamental que não são indicados na literatura. A forma do cromossomo Y foi semelhante à esperada em C. aurita, a qual é nativa na região. A coloração Ag-NOR marcou a constrição secundária do braço curto de dois pares de cromossomos, semelhante ao padrão já descrito para as outras espécies exceto em C. jacchus, que apresenta também marcações de NOR no cromossomo Y. O bandeamento C marcou a região centromérica dos cromossomos, corroborando a homogeneidade observada nas espécies puras. O microssatélite GA(15) marcou regiões nos cromossomos telocêntricos, pares 16, 17, 20 e 21, além de apenas um membro dos pares cromossômicos 8 e 15, sugerindo a natureza híbrida destes pares de homólogos. O microssatélite CA(15) apresentou sinais nos centrômeros de dois pares de cromossomos telocêntricos e no braço longo de um par de cromossomos subtelocêntricos, sendo o sinal de um dos homólogos, aparece mais forte. O microssatélite CAT(10) apresentou sinais mais fortes, preferencialmente nas regiões teloméricas dos braços longos de cromossomos metacêntricos e subtelocêntricos. O par 4 de cromossomos metacêntricos apresentou sinais em seus quatros braços. O microssatélite CGG(10) apresentou sinais no centrômero de quatro pares de cromossomos telocêntricos, e o GAG(10) apresentou sinais em um par de cromossomos telocêntricos. Os microssatélites A(30), C(30), GC(15), TA(15) e TAT(10), CAA(10),e CAG(10) não apresentaram sinais em nenhum cromossomo. A marcação de DAPI apresentou sinais como blocos grandes nos cromossomos autossomos e não coincidiram com regiões heterocromáticas. Os caracteres cariotípicos sugerem que os híbridos apresentam mais de duas espécies parentais. E este é o primeiro trabalho de mapeamento cromossômico utilizando sondas de sequências repetidas de DNA em saguis.
publishDate 2014
dc.date.none.fl_str_mv 2014-08-15
2015-03-26T13:03:07Z
2015-01-14
2015-03-26T13:03:07Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv NOVAES, Camila Moura. Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro. 2014. 62 f. Dissertação (Mestrado em Biologia e Manejo animal) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2014.
http://locus.ufv.br/handle/123456789/2296
identifier_str_mv NOVAES, Camila Moura. Análise cariotípica de saguis híbridos do gênero Callithrix no sudeste brasileiro. 2014. 62 f. Dissertação (Mestrado em Biologia e Manejo animal) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2014.
url http://locus.ufv.br/handle/123456789/2296
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Viçosa
BR
Biologia e Manejo animal
Mestrado em Biologia Animal
UFV
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Viçosa
BR
Biologia e Manejo animal
Mestrado em Biologia Animal
UFV
dc.source.none.fl_str_mv reponame:LOCUS Repositório Institucional da UFV
instname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
instacron:UFV
instname_str Universidade Federal de Viçosa (UFV)
instacron_str UFV
institution UFV
reponame_str LOCUS Repositório Institucional da UFV
collection LOCUS Repositório Institucional da UFV
repository.name.fl_str_mv LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)
repository.mail.fl_str_mv fabiojreis@ufv.br
_version_ 1855045679704965120