Sífilis gestacional e congênita: aspectos epidemiológicos em uma regional de saúde de Minas Gerais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Silva, Priscila Teixeira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://locus.ufv.br/handle/123456789/34026
https://doi.org/10.47328/ufvbbt.2025.271
Resumo: Introdução: a sífilis é uma infecção com uma longa história que continua a representar um desafio significativo em termos de saúde pública, apesar da disponibilidade de testes diagnósticos sensíveis e tratamento efetivo com baixo custo. Uma das principais preocupações na abordagem desta doença é o acometimento de gestantes, que pode resultar na sífilis congênita. A compreensão abrangente das características epidemiológicas dos casos, dos fatores predominantes relacionados à qualidade dos cuidados prestados e da composição sociodemográfica das regiões afetadas é fundamental para a formulação de estratégias efetivas de promoção da saúde. Objetivo: analisar aspectos clínico- epidemiológicos da sífilis gestacional e congênita na Unidade Regional de Saúde de Ubá, Minas Gerais. Métodos: estudo transversal, descritivo e analítico, a partir de notificações de sífilis gestacional e sífilis congênita no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, entre 2018 e 2023. Calcularam-se as taxas de detecção de sífilis gestacional e incidência de sífilis congênita. A completude dos dados de notificação foi calculada e categorizada. Realizou-se estatística descritiva para traçar o perfil das gestantes e neonatos, e análise bivariada para investigar fatores relacionados à prescrição de tratamento inadequado para as gestantes. Ainda, desenvolveu-se um produto técnico no formato de curso de capacitação para profissionais que atuam na assistência e vigilância da sífilis. Resultados: identificaram-se 837 casos de sífilis gestacional e 302 casos de sífilis congênita. No período avaliado, a taxa de detecção de sífilis gestacional aumentou de 21,1 para 35,9 casos por mil nascidos vivos, e a incidência de sífilis congênita manteve-se em 10,1 casos por mil nascidos vivos. Os dados de notificação apresentaram variação de completude em relação às variáveis. A sífilis gestacional prevaleceu entre mulheres jovens (Med. 23 anos, IIQ 19; 18) e negras (61,9%). A penicilina benzatina foi prescrita para a maioria das gestantes (75,3%). O esquema terapêutico indicado foi inadequado para a fase clínica da doença em 38,8% dos casos. Identificou-se diferença significativa, prevalecendo a prescrição inadequada para gestantes diagnosticadas no terceiro trimestre (46,7%, p-valor<0,001); com teste não treponêmico não reator (84,0%, p-valor<0,001); e quando houve negligência do teste treponêmico (39,7%, p-valor=0,006) e do tratamento da parceria (43,6%, p- valor<0,001). A sífilis congênita foi mais frequente em neonatos negros (52,0%). A maioria dos casos foi assintomática (53,3%) e evoluiu com vida (83,8%). Houve negligência na realização do teste não treponêmico no líquor (46,7%), na investigação de alteração liquórica (41,1%) e na avaliação radiológica dos ossos longos (28,1%) dos recém-nascidos. O tratamento foi negligenciado ou a informação estava ignorada na ficha de notificação em 41,1% dos casos. O curso derivado deste trabalho cumpriu o objetivo proposto e a abordagem utilizada representou uma inovação na região. Conclusão: a elevada incidência de sífilis gestacional e congênita, e o perfil clínico-epidemiológico dos casos sugeriram deficiências no cuidado prestado às gestantes e aos recém- nascidos. A incompletude dos dados de notificação evidenciou fragilidades significativas nos serviços de vigilância epidemiológica. Os resultados deste estudo expuseram a necessidade de qualificar a vigilância e assistência à saúde materno- infantil do território. Palavras-chave: cuidado pré-natal; gestantes; sífilis; sífilis congênita; vigilância em saúde pública
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spelling Sífilis gestacional e congênita: aspectos epidemiológicos em uma regional de saúde de Minas GeraisGestational and congenital syphilis: epidemiological aspects in a regional health care in the state of Minas GeraisSífilis - EpidemiologiaGrávidas - Saúde e higieneSífilis congênita, hereditária e infantilSaúde públicaCiências da SaúdeIntrodução: a sífilis é uma infecção com uma longa história que continua a representar um desafio significativo em termos de saúde pública, apesar da disponibilidade de testes diagnósticos sensíveis e tratamento efetivo com baixo custo. Uma das principais preocupações na abordagem desta doença é o acometimento de gestantes, que pode resultar na sífilis congênita. A compreensão abrangente das características epidemiológicas dos casos, dos fatores predominantes relacionados à qualidade dos cuidados prestados e da composição sociodemográfica das regiões afetadas é fundamental para a formulação de estratégias efetivas de promoção da saúde. Objetivo: analisar aspectos clínico- epidemiológicos da sífilis gestacional e congênita na Unidade Regional de Saúde de Ubá, Minas Gerais. Métodos: estudo transversal, descritivo e analítico, a partir de notificações de sífilis gestacional e sífilis congênita no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, entre 2018 e 2023. Calcularam-se as taxas de detecção de sífilis gestacional e incidência de sífilis congênita. A completude dos dados de notificação foi calculada e categorizada. Realizou-se estatística descritiva para traçar o perfil das gestantes e neonatos, e análise bivariada para investigar fatores relacionados à prescrição de tratamento inadequado para as gestantes. Ainda, desenvolveu-se um produto técnico no formato de curso de capacitação para profissionais que atuam na assistência e vigilância da sífilis. Resultados: identificaram-se 837 casos de sífilis gestacional e 302 casos de sífilis congênita. No período avaliado, a taxa de detecção de sífilis gestacional aumentou de 21,1 para 35,9 casos por mil nascidos vivos, e a incidência de sífilis congênita manteve-se em 10,1 casos por mil nascidos vivos. Os dados de notificação apresentaram variação de completude em relação às variáveis. A sífilis gestacional prevaleceu entre mulheres jovens (Med. 23 anos, IIQ 19; 18) e negras (61,9%). A penicilina benzatina foi prescrita para a maioria das gestantes (75,3%). O esquema terapêutico indicado foi inadequado para a fase clínica da doença em 38,8% dos casos. Identificou-se diferença significativa, prevalecendo a prescrição inadequada para gestantes diagnosticadas no terceiro trimestre (46,7%, p-valor<0,001); com teste não treponêmico não reator (84,0%, p-valor<0,001); e quando houve negligência do teste treponêmico (39,7%, p-valor=0,006) e do tratamento da parceria (43,6%, p- valor<0,001). A sífilis congênita foi mais frequente em neonatos negros (52,0%). A maioria dos casos foi assintomática (53,3%) e evoluiu com vida (83,8%). Houve negligência na realização do teste não treponêmico no líquor (46,7%), na investigação de alteração liquórica (41,1%) e na avaliação radiológica dos ossos longos (28,1%) dos recém-nascidos. O tratamento foi negligenciado ou a informação estava ignorada na ficha de notificação em 41,1% dos casos. O curso derivado deste trabalho cumpriu o objetivo proposto e a abordagem utilizada representou uma inovação na região. Conclusão: a elevada incidência de sífilis gestacional e congênita, e o perfil clínico-epidemiológico dos casos sugeriram deficiências no cuidado prestado às gestantes e aos recém- nascidos. A incompletude dos dados de notificação evidenciou fragilidades significativas nos serviços de vigilância epidemiológica. Os resultados deste estudo expuseram a necessidade de qualificar a vigilância e assistência à saúde materno- infantil do território. Palavras-chave: cuidado pré-natal; gestantes; sífilis; sífilis congênita; vigilância em saúde públicaIntroduction: Syphilis is an infection with a long history that continues to represent a significant public health challenge, despite the availability of sensitive diagnostic tests and effective, low-cost treatment. One of the main concerns in dealing with this disease is the involvement of pregnant women, which can result in congenital syphilis. A comprehensive understanding of the epidemiological characteristics of the cases, the predominant factors related to the quality of care provided and the sociodemographic composition of the affected regions is fundamental for formulating effective health promotion strategies. Objective: To analyze the clinical and epidemiological aspects of gestational and congenital syphilis in the Regional Health of Ubá, Minas Gerais. Methods: A cross-sectional, descriptive and analytical study based on notifications of gestational and congenital syphilis in the Notifiable Diseases Information System, between 2018 and 2023. Gestational syphilis detection rates and congenital syphilis incidence rates were calculated. The completeness of notification data was calculated and categorized. Descriptive statistics were used to outline the profile of pregnant women and newborns, and bivariate analysis was carried out to investigate factors related to the prescription of inadequate treatment for pregnant women. A technical product was also developed in the form of a training course for professionals working in syphilis care and surveillance. Results: 837 cases of gestational syphilis and 302 cases of congenital syphilis were identified. In the period evaluated, the detection rate for gestational syphilis increased from 21.1 to 35.9 cases per thousand live births, and the incidence of congenital syphilis remained at 10.1 cases per thousand live births. Notification data varied in terms of the completeness of the variables. Gestational syphilis was prevalent among young (Med. 23 years, IIQ 19; 18), black and brown women (61.9%). Benzathine penicillin was prescribed for the majority of pregnant women (75.3%). The therapeutic regimen indicated was inadequate for the clinical stage of the disease in 38.8% of cases. A significant difference was identified, with inadequate prescriptions prevailing for pregnant women diagnosed in the third trimester (46.7%, p-value<0.001); with a non- reactive non-treponemal test (84.0%, p-value<0.001); and when there was neglect of the treponemal test (39.7%, p-value=0.006) and of the partner's treatment (43.6%, p-value<0.001). Congenital syphilis was more frequent in black and brown newborns (52.0%). The majority of cases were asymptomatic (53.3%) and progressed to life (83.8%). There was negligence in carrying out the non-treponemal test on the cerebrospinal fluid (46.7%), in investigating cerebrospinal fluid alterations (41.1%) and in the radiological assessment of the long bones (28.1%) of the newborns. Treatment was neglected or the information was ignored on the notification form in 41.1% of cases. The course derived from this work met the proposed objective and the approach used represented an innovation in the region. Conclusion: The high incidence of gestational and congenital syphilis and the clinical-epidemiological profile of the cases suggest deficiencies in the care provided to pregnant women and newborns. The incompleteness of notification data revealed significant weaknesses in epidemiological surveillance services. The results of this study exposed the need to improve maternal and child health surveillance and care in the area. Keywords: prenatal care; pregnant women; syphilis; syphilis, congenital; public health surveillanceCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de ViçosaCiências da SaúdeFeitosa, Valker Araujohttp://lattes.cnpq.br/0748966685005644Toledo, Luana VieiraFreitas, Brunnella Alcantara Chagas deSilva, Priscila Teixeira2025-05-16T16:58:59Z2025-02-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSILVA, Priscila Teixeira. Sífilis gestacional e congênita: aspectos epidemiológicos em uma regional de saúde de Minas Gerais. 2025. 123 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2025.https://locus.ufv.br/handle/123456789/34026https://doi.org/10.47328/ufvbbt.2025.271porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2025-05-17T06:02:03Zoai:locus.ufv.br:123456789/34026Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452025-05-17T06:02:03LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false
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