Relações valina e isoleucina com lisina em rações para codornas japonesas em postura

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Paula, Eriane de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
BR
Genética e Melhoramento de Animais Domésticos; Nutrição e Alimentação Animal; Pastagens e Forragicul
Mestrado em Zootecnia
UFV
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://locus.ufv.br/handle/123456789/5704
Resumo: Foram conduzidos dois experimentos no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa UFV, objetivando estabelecer a relação de valina digestível com lisina digestível (Experimento I Capítulo I) e a relação de isoleucina digestível com lisina digestível (Experimento II Capítulo II) em rações para codornas japonesas na fase de postura. No experimento I, foram utilizadas 480 codornas, com 284 dias de idade, taxa de postura inicial média de 88,75% ± 0,80 e distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado com seis tratamentos (relações de valina digestível com lisina digestível), dez repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal deficiente em valina com 18,6% de PB e 2900 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Valina (0,051; 0,101; 0,151; 0,202 e 0,252%) correspondendo às relações de valina digestível com lisina digestível de 0,75; 0,80; 0,85; 0,90; 0,95 e 1,00% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados foram: consumo de ração (g/ave/dia), produção de ovos por ave dia (%), produção de ovos comercializáveis (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g/ave/dia), conversão alimentar por massa de ovos (kg de ração/kg de ovos), conversão alimentar por dúzia de ovos (kg de ração/dz de ovos), variação do peso corporal (g), peso dos componentes (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca) e gravidade específica (g/cm3). Não foi observada mudança significativa nos parâmetros avaliados em função das relações de valina com lisina digestível estudadas. Concluiu-se que a relação valina com lisina digestível de 0,75 na ração proporciona resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovos de codornas japonesas em postura. No experimento II foram utilizadas 336 codornas, com 68 dias de idade, taxa de postura inicial média de 87,79% ± 0,72. As aves foram distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado, constituído por seis tratamentos (relações de isoleucina digestível com lisina digestível), sete repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal,deficiente em isoleucina com 18,83% de PB e 2800 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Isoleucina (0,051; 0,102; 0,153; 0,204 e 0,255%), correspondendo às relações de isoleucina digestível com lisina digestível de 0,65; 0,70; 0,75; 0,80; 085 e 0,90% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados de produção e qualidade de ovos foram os mesmos avaliados no experimento I. Observou-se aumento linear para a gravidade específica e efeito quadrático para a produção de ovos por ave dia, produção de ovos comercializáveis, peso do ovo, massa de ovos, conversão alimentar por dúzia de ovos e conversão alimentar por massa de ovos. Não foi observado efeito significativo para peso dos componentes dos ovos (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca). Concluiu-se que a relação isoleucina digestível com lisina digestível de 0,82 proporcionou resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovo.
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spelling Relações valina e isoleucina com lisina em rações para codornas japonesas em posturaRelationships of valine and isoleucine to lysine in diets for laying japanese quailsAminoácidosCoturnixDesempenhoProteína idealQualidade de ovoAmino acidsCoturnixPerformanceIdeal proteinEgg qualityCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIA::NUTRICAO E ALIMENTACAO ANIMALForam conduzidos dois experimentos no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa UFV, objetivando estabelecer a relação de valina digestível com lisina digestível (Experimento I Capítulo I) e a relação de isoleucina digestível com lisina digestível (Experimento II Capítulo II) em rações para codornas japonesas na fase de postura. No experimento I, foram utilizadas 480 codornas, com 284 dias de idade, taxa de postura inicial média de 88,75% ± 0,80 e distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado com seis tratamentos (relações de valina digestível com lisina digestível), dez repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal deficiente em valina com 18,6% de PB e 2900 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Valina (0,051; 0,101; 0,151; 0,202 e 0,252%) correspondendo às relações de valina digestível com lisina digestível de 0,75; 0,80; 0,85; 0,90; 0,95 e 1,00% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados foram: consumo de ração (g/ave/dia), produção de ovos por ave dia (%), produção de ovos comercializáveis (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g/ave/dia), conversão alimentar por massa de ovos (kg de ração/kg de ovos), conversão alimentar por dúzia de ovos (kg de ração/dz de ovos), variação do peso corporal (g), peso dos componentes (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca) e gravidade específica (g/cm3). Não foi observada mudança significativa nos parâmetros avaliados em função das relações de valina com lisina digestível estudadas. Concluiu-se que a relação valina com lisina digestível de 0,75 na ração proporciona resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovos de codornas japonesas em postura. No experimento II foram utilizadas 336 codornas, com 68 dias de idade, taxa de postura inicial média de 87,79% ± 0,72. As aves foram distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado, constituído por seis tratamentos (relações de isoleucina digestível com lisina digestível), sete repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal,deficiente em isoleucina com 18,83% de PB e 2800 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Isoleucina (0,051; 0,102; 0,153; 0,204 e 0,255%), correspondendo às relações de isoleucina digestível com lisina digestível de 0,65; 0,70; 0,75; 0,80; 085 e 0,90% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados de produção e qualidade de ovos foram os mesmos avaliados no experimento I. Observou-se aumento linear para a gravidade específica e efeito quadrático para a produção de ovos por ave dia, produção de ovos comercializáveis, peso do ovo, massa de ovos, conversão alimentar por dúzia de ovos e conversão alimentar por massa de ovos. Não foi observado efeito significativo para peso dos componentes dos ovos (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca). Concluiu-se que a relação isoleucina digestível com lisina digestível de 0,82 proporcionou resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovo.Two experiments were conducted in the Poultry Sector of Aviculture of the Animal Science Department of the Universidade Federal de Viçosa - UFV, aiming to establish the valine to lysine (Experiment I - Chapter I) and the isoleucine to lysine (Experiment II - Chapter II) in diets to Japanese quail in phase of production. In the first experiment, 480 quails were used, with 284 days of age and average rate of initial posture of 88.75% ± 0.80. The birds were distributed in a completely randomized desing with six treatments (relationships of valine to lysine digestible), ten replicates and eight birds per experimental unit. The treatments consisted of a basal diet deficient in valine with 18.6% crude protein and 2900 kcal metabolizable energy/kg, supplemented with five levels of L-Valine (0.051, 0.101, 0.151, 0.202 and 0.252%) corresponding to the relationships of valine to lysine of 0.75, 0.80, 0.85, 0.90, 0.95 and 1.00% respectively, and the lysine set at 1.00%. The variables studied were: feed intake (g/bird /day), egg production per bird day (%), production of commercial eggs (%), egg weight (g), egg mass (g/bird/day), feed conversion by egg mass (kg feed/kg egg), feed per dozen eggs (kg feed/dz of eggs), change in body weight (g), weight of components (g) and percentage of components of egg (yolk, albumen and shell) and specific gravity (g/cm³). There was no significant effect in the parameters evaluated in terms of relations of valine to lysine digestible studied. It was concluded that the relationship of valine to lysine digestible in the ration of 0.75 provides satisfactory performance and egg quality of Japanese quail. In experiment II 336 quails were used with 68 days of age and average rate of initial posture of 87.79% ± 0.72. The birds were distributed in a completely randomized design, consisting of six treatments (relationships of isoleucine to lysine) seven replicates and eight birds per experimental unit, The treatments consisted of a basal diet deficient in isoleucine with 18.83% crude protein and 2800 kcal metabolizable energy/kg, supplemented with five levels of Lisoleucine (0.051, 0.102, 0.153, 0.204 and 0.255%), corresponding to the relationships of isoleucine to lysine of 0.65, 0.70, 75, 0.80, 085 and 0.90% respectively, and the lysine set at 1.00%. The variables studied of production and egg quality were the same as those evaluated at the first experiment. There was increasing linear effect for specific gravity and quadratic effect was observed for commercial egg production, egg weight, feed conversion per dozen eggs and per mass egg. No significant effect was observed for weight of components (g) and percentagem of egg components (yolk, albumen and shell). It was concluded that the relationship of isoleucine to lysine of 0.82 provided satisfactory performance and egg quality.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorUniversidade Federal de ViçosaBRGenética e Melhoramento de Animais Domésticos; Nutrição e Alimentação Animal; Pastagens e ForragiculMestrado em ZootecniaUFVhttp://lattes.cnpq.br/5824542682465595Albino, Luiz Fernando Teixeirahttp://lattes.cnpq.br/7930540518087267Torres, Robledo de Almeidahttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783366H0Barreto, Sérgio Luiz de Toledohttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4796216J5Pinto, Rogeriohttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4795226J9Paula, Eriane de2015-03-26T13:55:06Z2012-07-172015-03-26T13:55:06Z2011-02-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfPAULA, Eriane de. Relationships of valine and isoleucine to lysine in diets for laying japanese quails. 2011. 59 f. Dissertação (Mestrado em Genética e Melhoramento de Animais Domésticos; Nutrição e Alimentação Animal; Pastagens e Forragicul) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2011.http://locus.ufv.br/handle/123456789/5704porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2016-04-11T02:15:35Zoai:locus.ufv.br:123456789/5704Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452016-04-11T02:15:35LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false
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description Foram conduzidos dois experimentos no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa UFV, objetivando estabelecer a relação de valina digestível com lisina digestível (Experimento I Capítulo I) e a relação de isoleucina digestível com lisina digestível (Experimento II Capítulo II) em rações para codornas japonesas na fase de postura. No experimento I, foram utilizadas 480 codornas, com 284 dias de idade, taxa de postura inicial média de 88,75% ± 0,80 e distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado com seis tratamentos (relações de valina digestível com lisina digestível), dez repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal deficiente em valina com 18,6% de PB e 2900 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Valina (0,051; 0,101; 0,151; 0,202 e 0,252%) correspondendo às relações de valina digestível com lisina digestível de 0,75; 0,80; 0,85; 0,90; 0,95 e 1,00% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados foram: consumo de ração (g/ave/dia), produção de ovos por ave dia (%), produção de ovos comercializáveis (%), peso do ovo (g), massa de ovos (g/ave/dia), conversão alimentar por massa de ovos (kg de ração/kg de ovos), conversão alimentar por dúzia de ovos (kg de ração/dz de ovos), variação do peso corporal (g), peso dos componentes (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca) e gravidade específica (g/cm3). Não foi observada mudança significativa nos parâmetros avaliados em função das relações de valina com lisina digestível estudadas. Concluiu-se que a relação valina com lisina digestível de 0,75 na ração proporciona resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovos de codornas japonesas em postura. No experimento II foram utilizadas 336 codornas, com 68 dias de idade, taxa de postura inicial média de 87,79% ± 0,72. As aves foram distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado, constituído por seis tratamentos (relações de isoleucina digestível com lisina digestível), sete repetições e oito aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração basal,deficiente em isoleucina com 18,83% de PB e 2800 kcal de EM/kg, suplementada com cinco níveis de L-Isoleucina (0,051; 0,102; 0,153; 0,204 e 0,255%), correspondendo às relações de isoleucina digestível com lisina digestível de 0,65; 0,70; 0,75; 0,80; 085 e 0,90% respectivamente, sendo a lisina digestível fixada em 1,00%. Os parâmetros estudados de produção e qualidade de ovos foram os mesmos avaliados no experimento I. Observou-se aumento linear para a gravidade específica e efeito quadrático para a produção de ovos por ave dia, produção de ovos comercializáveis, peso do ovo, massa de ovos, conversão alimentar por dúzia de ovos e conversão alimentar por massa de ovos. Não foi observado efeito significativo para peso dos componentes dos ovos (g) e percentagem dos componentes dos ovos (gema, albúmen e casca). Concluiu-se que a relação isoleucina digestível com lisina digestível de 0,82 proporcionou resultados satisfatórios de desempenho e de qualidade de ovo.
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