Associação entre a severidade dos sintomas de Covid-19 com a composição corporal e com os níveis de testosterona em homens até 45 anos de idade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Almeida, Sabrina da Cunha Cavalcanti de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unb.br/handle/10482/51955
Resumo: Introdução: O vírus SARS-CoV-2 possui tropismo pelo sistema respiratório e por isso seusimpactos nesse sistema são bastante estudados.Contudo, muitos avanços estão sendo relacionados a danos em outros órgãos, como o sistema reprodutor masculino, onde o grau de lesão está intimamente relacionado à gravidade da doença. Quando o vírus acomete a região testicular, o local passa a ser um reservatório do vírus Sars-Cov-2, podendo levar ao desenvolvimento danos teciduais. Lesões nas estruturas que compõem os testículos podem influenciar diretamente na produção de testosterona. No contexto da COVID-19, muitos pacientes experimentaram redução de testosterona, inflamação e perdas de tecido muscular, levando a fraqueza da musculatura pós-infecção. Contudo, a redução da massa magra, força e testosterona nos meses subsequentes à infecção ainda é pouco elucidada. Por isso, estudar a associação entre o diagnóstico de covid e os níveis de testosterona, bem como com a força e composição corporal de homens é fundamental. Objetivo Investigar a associação entre o diagnóstico positivo para Covid-19 e a severidade dos sintomas com a concentração sanguínea de testosterona, gordura corporal, força e massa muscular em homens até 45 anos de idade. Métodos: O estudo tem caráter transversal. A amostra foi composta por 46 homens com idade até 45 anos com (n=36) e sem (n=10) diagnóstico positivo para covid-19. A composição corporal foi analisada por densitometria (DXA). A força muscular foi avaliada com o teste de preensão manual. A concentração sanguínea de testosterona foi realizada em um laboratório externo à universidade com 24 dos 46 participantes. Análise estatística foi realizada com o pacote estatístico SPSS (versão 25.0). Os voluntários foram estratificados nos grupos de comparação: 1. Sem diagnóstico e 2. com diagnóstico positivo para covid-19; bem como 3. Sintomas leves, e 4. Sintomas moderados/graves. Comparação entre os grupos foi realizada com o teste U de Mann-Whitney. Associação entre o diagnóstico com a mediana (acima ou abaixo) das variáveis dependentes foi realizada com o teste de qui quadrado de Pearson ou teste exato de fisher. Razão de chances foi calculada quando pertinente. Resultados: Não houve associação significante entre presença de diagóstico positivo com as variáveis dependentes (testosterona, força, massa muscular e gordura corporal). Os voluntários com diagnóstico positivo apresentaram idade significativamente maior (29.7 ± 7.9 vs. 22.8 ± 5.4 anos). A severidade dos sintomas associou-se com a gordura visceral (χ 2 = 4.20, p = 0,04), e com a testosterona total (p = 0,027), de modo que 78.6% dos voluntários que apresentaram sintomas moderados/graves estavam acima da mediana da quantidade de gordura e 87,5% estavam abaixo da mediana de testosterona total. Observou-se tendência de significância quando comparados o IMC (p = 0,08) e a gordura visceral (p = 0,09) entre os grupos sintomas leves vs. Sintomas moderados/graves (IMC: 24.6 ± 4.8 vs 26.9 ± 5.6 kg/m2; Gordura visceral: 10.0 ± 7.2 vs 13.6 ± 7.7 Kg), respectivamente. Conclusão: A severidade dos sintomas de covid-19 associa-se com a gordura visceral e com a testosterona total, mas não influencia a força e massa magra de indivíduos recuperados da doença há pelo menos 12 meses.
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Contudo, a redução da massa magra, força e testosterona nos meses subsequentes à infecção ainda é pouco elucidada. Por isso, estudar a associação entre o diagnóstico de covid e os níveis de testosterona, bem como com a força e composição corporal de homens é fundamental. Objetivo Investigar a associação entre o diagnóstico positivo para Covid-19 e a severidade dos sintomas com a concentração sanguínea de testosterona, gordura corporal, força e massa muscular em homens até 45 anos de idade. Métodos: O estudo tem caráter transversal. A amostra foi composta por 46 homens com idade até 45 anos com (n=36) e sem (n=10) diagnóstico positivo para covid-19. A composição corporal foi analisada por densitometria (DXA). A força muscular foi avaliada com o teste de preensão manual. A concentração sanguínea de testosterona foi realizada em um laboratório externo à universidade com 24 dos 46 participantes. Análise estatística foi realizada com o pacote estatístico SPSS (versão 25.0). Os voluntários foram estratificados nos grupos de comparação: 1. Sem diagnóstico e 2. com diagnóstico positivo para covid-19; bem como 3. Sintomas leves, e 4. Sintomas moderados/graves. Comparação entre os grupos foi realizada com o teste U de Mann-Whitney. Associação entre o diagnóstico com a mediana (acima ou abaixo) das variáveis dependentes foi realizada com o teste de qui quadrado de Pearson ou teste exato de fisher. Razão de chances foi calculada quando pertinente. Resultados: Não houve associação significante entre presença de diagóstico positivo com as variáveis dependentes (testosterona, força, massa muscular e gordura corporal). Os voluntários com diagnóstico positivo apresentaram idade significativamente maior (29.7 ± 7.9 vs. 22.8 ± 5.4 anos). A severidade dos sintomas associou-se com a gordura visceral (χ 2 = 4.20, p = 0,04), e com a testosterona total (p = 0,027), de modo que 78.6% dos voluntários que apresentaram sintomas moderados/graves estavam acima da mediana da quantidade de gordura e 87,5% estavam abaixo da mediana de testosterona total. Observou-se tendência de significância quando comparados o IMC (p = 0,08) e a gordura visceral (p = 0,09) entre os grupos sintomas leves vs. Sintomas moderados/graves (IMC: 24.6 ± 4.8 vs 26.9 ± 5.6 kg/m2; Gordura visceral: 10.0 ± 7.2 vs 13.6 ± 7.7 Kg), respectivamente. Conclusão: A severidade dos sintomas de covid-19 associa-se com a gordura visceral e com a testosterona total, mas não influencia a força e massa magra de indivíduos recuperados da doença há pelo menos 12 meses.Introduction: The SARS-CoV-2 virus has tropism for the respiratory system and therefore its impacts on this system are extensively studied. However, many advances are being related to damage to other organs, such as the male reproductive system, where the degree of injury is closely related to the severity of the disease. When the virus affects the testicular region, the place becomes a reservoir for the Sars-Cov-2 virus, which can lead to the development of tissue damage. Injuries to the structures that make up the testicles can directly influence testosterone production. In the context of COVID-19, many patients have experienced reduced testosterone, inflammation and loss of muscle tissue, leading to post-infection muscle weakness. However, the reduction in lean mass, strength and testosterone in the months following infection is still poorly understood. Therefore, studying the association between Covid diagnosis and testosterone levels, as well as strength and body composition in men, is essential. Objective: To investigate the association between a positive diagnosis for Covid-19 and the severity of symptoms with blood concentrations of testosterone, body fat, strength and muscle mass in men up to 45 years of age. Methods: The study is cross-sectional in nature. The sample consisted of 46 men aged up to 45 years with (n=36) and without (n=10) a positive diagnosis for Covid-19. Body composition was analyzed by densitometry (DXA). Muscle strength was assessed with the handgrip test. Testosterone blood concentration was performed in a laboratory outside the university with 24 of the 46 participants. Statistical analysis was performed using the SPSS statistical package (version 25.0). The volunteers were stratified into comparison groups: 1. Without diagnosis and 2. with a positive diagnosis for covid-19; as well as 3. Mild symptoms, and 4. Moderate/severe symptoms. Comparison between groups was performed using the Mann-Whitney U test. Association between the diagnosis and the median (above or below) of the dependent variables was performed using Pearson's chi-square test. Odds ratios were calculated when relevant. Results: There was no significant association between the presence of a positive diagnosis and the dependent variables (testosterone, strength, muscle mass and body fat). Volunteers with a positive diagnosis were significantly older (29.7 ± 7.9 vs. 22.8 ± 5.4 years). The severity of symptoms was associated with visceral fat (χ2 = 4.20, p = 0.04) and total testosterone (p=0,027), so that 78.6% of volunteers who presented moderate/severe symptoms were above the median amount of fat and 87,5% were below total testosterone median. A trend towards significance was observed when comparing BMI (p = 0.08) and visceral fat (p = 0.09) between the mild symptoms vs. mild symptom groups. Moderate/severe symptoms (BMI: 24.6 ± 4.8 vs 26.9 ± 5.6 kg/m2; Visceral fat: 10.0 ± 7.2 vs 13.6 ± 7.7 kg), respectively. Conclusion: The severity of Covid-19 symptoms is associated with visceral fat and total testosterone, but does not influence the strength and lean mass of individuals who have recovered from the disease for at least 12 months. Keywords: Testosterone, muscle strength, covid19, muscle mass, SARS-CoV-2.Faculdade de Educação Física (FEF)Programa de Pós-Graduação em Educação FísicaDutra, Maurílio TiradentesAlmeida, Sabrina da Cunha Cavalcanti de2025-03-17T20:38:19Z2025-03-17T20:38:19Z2025-03-172024-07-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfALMEIDA, Sabrina da Cunha Cavalcanti de. Associação entre a severidade dos sintomas de Covid-19 com a composição corporal e com os níveis de testosterona em homens até 45 anos de idade. 2024. 45 f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.http://repositorio.unb.br/handle/10482/51955porA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNB2025-03-17T20:38:19Zoai:repositorio.unb.br:10482/51955Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2025-03-17T20:38:19Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)false
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