As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil
| Ano de defesa: | 2014 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/17216 http://dx.doi.org/10.26512/2014.10.D.17216 |
Resumo: | Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, 2014. |
| id |
UNB_374598c6aca9f20cb8cd0b4cf2ea88c0 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unb.br:10482/17216 |
| network_acronym_str |
UNB |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UnB |
| repository_id_str |
|
| spelling |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-BrasilAssentamento agrário - Amapá (AP)CamponesesPosse da terraFronteirasGeografia agrícolaReforma agráriaDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, 2014.A pesquisa tem o propósito de estudar os processos geográficos de territorialização, desterritorialização e reterritorialização dos assentados em um assentamento na Floresta Amazônica, denominado Assentamento Igarapé Grande no estado do Amapá, localizado a 15 km da fronteira com a Guina Francesa. Discutir a mobilidade espacial dos trabalhadores rurais dentro da política de reforma agrária e a maneira como os assentamentos se tornam territórios de resistência, faz parte da compreensão da realidade agrária, os conflitos agrários que muitos camponeses estão envolvidos e as múltiplas territorialidades que vão sendo expressas nesse movimento. Buscamos compreender a partir da definição do território, da identidade territorial e desenvolvimento territorial, as forças sociais que efetivam o território no e com o espaço geográfico, centrando nas territorialidades, que por sua vez determinam cada território. Nessa perspectiva, trabalhamos a importância do assentamento, como espaço de fortalecimento de identidades territoriais, como forma particular de experiências que permitem aos camponeses se identificarem por meio de relações econômicas, políticas e culturais, de maneira que a territorialização camponesa no assentamento traga outro entendimento de desenvolvimento territorial. A configuração do assentamento em estudo, é particular em relação a muitos outros, por estar localizado em área de fronteira e dentro da floresta amazônica, desta maneira, procuramos discutir as fronteiras que atravessam os camponeses e as fronteiras que não são atravessadas. Dentro do processo de territorialização-desterritorialização e reterritorialização foi possível vislumbrar as fronteiras com as quais os camponeses deparam, causando consequências. Com o trabalho de campo, podemos entender também as causas deste processo e pensar a importância do camponês para diluir algumas fronteiras. Trabalhamos com o conceito de fronteira que abrangeu outro entendimento para além da fronteira política administrativa e constatamos que são muitas fronteiras que atravessam o processo de territorialização, desterritorialização e reterritorialização, sendo elas, ideológicas, políticas e identitárias. Ao final do trabalho concluímos que a falta de uma reforma agrária, influencia diretamente o processo de T-D-R e a constante expropriação dos trabalhadores rurais da terra, mostra como as identidades, além de serem fragmentadas, se tornam fragilizadas e temos um desenvolvimento às avessas para parte da população.La investigación tiene como propósito estudiar los procesos geográficos de territorialización, desterritorialización y reterritorialización de los asentados en un asentamiento en la selva Amazónica, denominado Asentamiento Igarapé Grande, localizado en el estado de Amapa, a 15 kilómetros de la frontera con la Guyana Francesa. Discutir la movilidad espacial de los trabajadores rurales dentro de la política de reforma agraria y la manera como los asentamientos se tornan territorios de resistencia, lo que hace parte de la comprensión de la realidad agraria, los conflictos agrarios en los que muchos campesinos están inmersos y las múltiples territorialidades que a su vez determinan cada territorio. En esta perspectiva, trabajamos la importancia del asentamiento como espacio de fortalecimiento de las identidades territoriales, como forma particular de experiencias que permiten a los campesinos identificarse por medio de relaciones económicas, políticas y culturales, de manera que la territorialización campesina en el asentamiento trae consigo un otro entendimiento de desarrollo territorial. La configuración del asentamiento estudiado, es especial en relación a otros asentamientos, esto por estar localizado en área de frontera y dentro da selva amazónica, de esta manera, buscamos discutir las fronteras que cruzan los campesinos y las que no son traspasadas. Dentro del proceso de territorizalición-desterritorialización y reteritorialización, fue posible deslumbrar a las fronteras con las cuales los campesinos se enfrentan, causando consecuencias. A través del trabajo del campo podemos entender también las causas de este proceso y pensar en la importancia del campesino para diluir algunas fronteras. Trabajamos como el concepto de frontera alcanza otro entendimiento, más allá de la frontera político administrativa y constatamos que son muchas las fronteras que transpasan el proceso de territorialización, desterritorialización y reterritorialización, siendo estas, ideologicas, políticas e identitárias. Al final del trabajo concluimos que la falta de una reforma agraria influencia directamente el proceso de T-D-R y la constante expropiación de los trabajadores rúales de la tierra, muestra como las identidades además de ser fragmentadas se tornan frágiles, apareciendo desarrollo en contravía a parte de algunos sectores de la población.Instituto de Ciências Humanas (ICH)Departamento de Geografia (ICH GEA)Programa de Pós-Graduação em GeografiaSales, MarliSerradourada, Renata Nasser2014-12-04T11:14:09Z2014-12-04T11:14:09Z2014-12-042014-10-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSERRADOURADA, Renata Nasser. As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil. 2014. xv, 137 f., il. Dissertação (Mestrado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.http://repositorio.unb.br/handle/10482/17216http://dx.doi.org/10.26512/2014.10.D.17216A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNB2024-02-20T16:33:46Zoai:repositorio.unb.br:10482/17216Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2024-02-20T16:33:46Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| title |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| spellingShingle |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil Serradourada, Renata Nasser Assentamento agrário - Amapá (AP) Camponeses Posse da terra Fronteiras Geografia agrícola Reforma agrária |
| title_short |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| title_full |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| title_fullStr |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| title_full_unstemmed |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| title_sort |
As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil |
| author |
Serradourada, Renata Nasser |
| author_facet |
Serradourada, Renata Nasser |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Sales, Marli |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Serradourada, Renata Nasser |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Assentamento agrário - Amapá (AP) Camponeses Posse da terra Fronteiras Geografia agrícola Reforma agrária |
| topic |
Assentamento agrário - Amapá (AP) Camponeses Posse da terra Fronteiras Geografia agrícola Reforma agrária |
| description |
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, 2014. |
| publishDate |
2014 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2014-12-04T11:14:09Z 2014-12-04T11:14:09Z 2014-12-04 2014-10-02 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
SERRADOURADA, Renata Nasser. As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil. 2014. xv, 137 f., il. Dissertação (Mestrado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014. http://repositorio.unb.br/handle/10482/17216 http://dx.doi.org/10.26512/2014.10.D.17216 |
| identifier_str_mv |
SERRADOURADA, Renata Nasser. As fronteiras do assentamento Igarapé Grande – Amapá-Brasil. 2014. xv, 137 f., il. Dissertação (Mestrado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014. |
| url |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/17216 http://dx.doi.org/10.26512/2014.10.D.17216 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UnB instname:Universidade de Brasília (UnB) instacron:UNB |
| instname_str |
Universidade de Brasília (UnB) |
| instacron_str |
UNB |
| institution |
UNB |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UnB |
| collection |
Repositório Institucional da UnB |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositorio@unb.br |
| _version_ |
1839083957755314176 |