Mulheres que caminham com (medo d) os lobos : androcentrismo e a real liberdade de ir e vir

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Antonio, Thaís da Costa Barros
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unb.br/handle/10482/52238
Resumo: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, 2025.
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spelling Mulheres que caminham com (medo d) os lobos : androcentrismo e a real liberdade de ir e virDireito à cidadeCriatividadeEspaço urbanoSensação de medoMulheresSensação de insegurançaDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, 2025.Esta pesquisa investiga o caminhar como ato cultural, analisando a sub-representação feminina ao longo da história e os impactos do androcentrismo e do medo no acesso das mulheres ao espaço público. A partir de uma cartografia teórica, articulada com revisão bibliográfica e performance crítica, o estudo mapeia as ausências femininas na literatura sobre o caminhar e nas narrativas urbanas. Embora frequentemente celebrada como prática criativa por pensadores e artistas, essa experiência foi historicamente restrita aos homens, enquanto as mulheres enfrentaram – e ainda enfrentam – exclusões que comprometem o pleno exercício do direito à cidade. Sustentadas por dinâmicas de medo e insegurança, essas restrições não apenas limitam a mobilidade, mas também influenciam as possibilidades criativas das mulheres. Ainda que existam formas de resistência e ocupação do espaço urbano, essas estratégias ocorrem a despeito das barreiras impostas e não garantem, por si só, o direito efetivo de ir e vir. No enfrentamento dessas exclusões, o feminismo oferece um horizonte crítico para compreender essas desigualdades e reivindicar um espaço urbano mais inclusivo. Mais do que apenas evidenciar ausências, esta pesquisa busca provocar reflexões e ampliar o debate sobre as desigualdades de gênero, ressaltando a urgência de transformações que assegurem às mulheres o direito à cidade e o direito de caminhar sem medo.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).This research investigates walking as a cultural act, analyzing the historical underrepresentation of women in this practice and the impacts of androcentrism and fear on women's access to public space. Through a theoretical cartography, articulated with a bibliographic review and a critical performance, the study maps the absence of women in literature on walking and in urban narratives. Although often celebrated as a creative practice by thinkers and artists, walking has historically been restricted to men, while women have faced—and continue to face—exclusions that compromise the full exercise of their right to the city. Sustained by dynamics of fear and insecurity, these restrictions not only limit mobility but also influence women's creative possibilities. Although there are forms of resistance and urban occupation, these strategies occur despite the imposed barriers and do not, in themselves, guarantee the effective right to come and go. In confronting these exclusions, feminism provides a critical framework for understanding these inequalities and advocating for a more inclusive urban space. More than merely highlighting absences, this research seeks to provoke reflections and broaden the debate on gender inequalities, emphasizing the urgent need for transformations that ensure women’s right to the city and the right to walk without fear.Faculdade de Comunicação (FAC)Programa de Pós-Graduação em ComunicaçãoFreitas, Gabriela Pereira deAntonio, Thaís da Costa Barros2025-05-13T13:43:33Z2025-05-13T13:43:33Z2025-05-132025-02-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfANTONIO, Thaís da Costa Barros. Mulheres que caminham com (medo d) os lobos: androcentrismo e a real liberdade de ir e vir. 2025. 163 f., il. Dissertação (Mestrado em Comunicação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.http://repositorio.unb.br/handle/10482/52238porA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições:Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNB2025-05-13T13:43:34Zoai:repositorio.unb.br:10482/52238Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2025-05-13T13:43:34Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)false
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