Associação entre dor e fadiga em pessoas com esclerose múltipla : estudo transversal.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/51527 |
Resumo: | Embora o impacto da dor e da fadiga na funcionalidade das pessoas com Esclerose Múltipla seja bem conhecido, as relações entre estas deficiências ainda são pouco compreendidas. Este estudo tem como objetivo verificar a possível relação entre a dor e os fatores que podem diminuir a funcionalidade em pessoas com EM, além de determinar a possível relação entre dor e fadiga. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo e transversal. A dor foi avaliada por meio do domínio sintomas da Avaliação Funcional da Qualidade de Vida em Pacientes com Esclerose Múltipla. A força de preensão manual, a função dos membros superiores e a fadiga percebida foram avaliadas por meio de um dinamômetro manual hidráulico, pelo Test d’ Evaluation de la performance des Membres Supérieurs des Personnes Âgées e pela Modified Fatigue Impact Scale, respectivamente. Análises estatísticas processadas no software Statistical Package for Social Science versão 22.0. Foram analisadas as correlações entre a dor e as demais variáveis, por meio do coeficiente de Pearson, calculado considerando o intervalo de confiança de 95%. Uma regressão linear simples foi utilizada para determinar a possível influência da dor na fadiga. Resultados: A amostra foi composta maioritariamente por participantes do sexo feminino, com esclerose do tipo remitente-recorrente e com elevado nível de escolaridade. A dor muscular foi o tipo de dor mais comum relatado pelos participantes. A dor correlacionou-se fortemente apenas com a fadiga e explicou 28% (R2 = 0,28) da variância nos escores de fadiga. Conclusões: A dor apresentou forte associação com a fadiga, sugerindo que pacientes com níveis elevados de dor apresentam também maior fadiga. |
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Associação entre dor e fadiga em pessoas com esclerose múltipla : estudo transversal.Esclerose múltiplaDorFadigaEmbora o impacto da dor e da fadiga na funcionalidade das pessoas com Esclerose Múltipla seja bem conhecido, as relações entre estas deficiências ainda são pouco compreendidas. Este estudo tem como objetivo verificar a possível relação entre a dor e os fatores que podem diminuir a funcionalidade em pessoas com EM, além de determinar a possível relação entre dor e fadiga. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo e transversal. A dor foi avaliada por meio do domínio sintomas da Avaliação Funcional da Qualidade de Vida em Pacientes com Esclerose Múltipla. A força de preensão manual, a função dos membros superiores e a fadiga percebida foram avaliadas por meio de um dinamômetro manual hidráulico, pelo Test d’ Evaluation de la performance des Membres Supérieurs des Personnes Âgées e pela Modified Fatigue Impact Scale, respectivamente. Análises estatísticas processadas no software Statistical Package for Social Science versão 22.0. Foram analisadas as correlações entre a dor e as demais variáveis, por meio do coeficiente de Pearson, calculado considerando o intervalo de confiança de 95%. Uma regressão linear simples foi utilizada para determinar a possível influência da dor na fadiga. Resultados: A amostra foi composta maioritariamente por participantes do sexo feminino, com esclerose do tipo remitente-recorrente e com elevado nível de escolaridade. A dor muscular foi o tipo de dor mais comum relatado pelos participantes. A dor correlacionou-se fortemente apenas com a fadiga e explicou 28% (R2 = 0,28) da variância nos escores de fadiga. Conclusões: A dor apresentou forte associação com a fadiga, sugerindo que pacientes com níveis elevados de dor apresentam também maior fadiga.Background: While the impact of pain and fatigue on the functionality of persons with MS is wellknown, the relations between these impairments are still poorly understood. This study aims to verify the possible relationship between pain and the factors that can decrease functionality in persons with MS, beyond to determine the possible relationship between pain and fatigue. Methods: This was a descriptive, cross-sectional study. Pain was evaluated by means of the symptom’s domain of the Functional Assessment of Quality of Life in Patients with Multiple Sclerosis. Hand grip strength, upper limb function and perceived fatigue were evaluated by a hydraulic hand dynamometer, by the Test d’ Evaluation de la performance des Membres Supérieurs des Personnes Âgées and the Modified Fatigue Impact Scale, respectively. Statistical analyses processed using the Statistical Package for Social Science software version 22.0. Correlations between pain and the other variables were analyzed, with the Pearson coefficient, calculated considering the 95% confidence interval. A simple linear regression was used to determine the possible influence of pain on fatigue. Results: Sample was composed in the most part for female participants, with MS relapsing remitting type and high level of education. Muscle pain was the most common type of pain reported by the participants. Pain correlated strongly only with fatigue and explained 28% (R2 = 0.28) of the variance in fatigue scores. Conclusions: Pain showed a strong association with fatigue, suggesting that patients with high levels of pain have also greater fatigue.Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde (FCTS) – Campus UnB CeilândiaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da ReabilitaçãoMendes, Felipe Augusto dos SantosPinheiro, Hudson AzevedoMariano, Thiara Dias Café Alves2025-02-10T20:16:49Z2025-02-10T20:16:49Z2025-02-102023-10-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfMARIANO, Thiara Dias Café Alves. Associação entre dor e fadiga em pessoas com esclerose múltipla: estudo transversal. 2023. 70 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023.http://repositorio.unb.br/handle/10482/51527porA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNB2025-02-10T20:16:49Zoai:repositorio.unb.br:10482/51527Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2025-02-10T20:16:49Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)false |
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Embora o impacto da dor e da fadiga na funcionalidade das pessoas com Esclerose Múltipla seja bem conhecido, as relações entre estas deficiências ainda são pouco compreendidas. Este estudo tem como objetivo verificar a possível relação entre a dor e os fatores que podem diminuir a funcionalidade em pessoas com EM, além de determinar a possível relação entre dor e fadiga. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo e transversal. A dor foi avaliada por meio do domínio sintomas da Avaliação Funcional da Qualidade de Vida em Pacientes com Esclerose Múltipla. A força de preensão manual, a função dos membros superiores e a fadiga percebida foram avaliadas por meio de um dinamômetro manual hidráulico, pelo Test d’ Evaluation de la performance des Membres Supérieurs des Personnes Âgées e pela Modified Fatigue Impact Scale, respectivamente. Análises estatísticas processadas no software Statistical Package for Social Science versão 22.0. Foram analisadas as correlações entre a dor e as demais variáveis, por meio do coeficiente de Pearson, calculado considerando o intervalo de confiança de 95%. Uma regressão linear simples foi utilizada para determinar a possível influência da dor na fadiga. Resultados: A amostra foi composta maioritariamente por participantes do sexo feminino, com esclerose do tipo remitente-recorrente e com elevado nível de escolaridade. A dor muscular foi o tipo de dor mais comum relatado pelos participantes. A dor correlacionou-se fortemente apenas com a fadiga e explicou 28% (R2 = 0,28) da variância nos escores de fadiga. Conclusões: A dor apresentou forte associação com a fadiga, sugerindo que pacientes com níveis elevados de dor apresentam também maior fadiga. |
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