Características clínico-demográficas dos usuários de antirretrovirais atendidos na Farmácia Escola de um Hospital Universitário

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Alencar, Bruna Maciel de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unb.br/handle/10482/16552
Resumo: A aids é uma doença pandêmica e, após 30 anos do surgimento da epidemia, o perfil das Pessoas que Vivem com HIV/aids (PVHA) sofreu importante mudança. A feminização, heterossexualização, pauperização e interiorização da epidemia mostraram a necessidade de ampliar o acesso da população à prevenção e assistência ao HIV/ids. A descrição do perfil sócio demográfico associado as características clínicas, aspectos comportamentais, crenças e atitudes em relação a terapia antirretroviral permite o conhecimento das demandas dos usuários bem como dos pontos de vulnerabilidade que necessitam de ações corretivas ou de monitoramento contínuo. Objetivo: Conhecer as características clínico-demográficas das PVHA e em uso de Terapia Antirretroviral de Alta Atividade (TARV), atendidas na Farmácia Escola do HUB/UnB, em Brasília (DF). Métodos: Realizou-se um estudo transversal descritivo com 175 PVHA, através de entrevista semiestruturada, para avaliar as seguintes variáveis: dados demográficos, esquemas terapêuticos prescritos, contagem de carga viral e de linfócitos T-CD4+ (LT-CD4+), relato de reações adversas, comorbidades, uso de medicamentos, álcool e drogas, e possíveis interações medicamentosas com a TARV. Resultados: Entre os entrevistados, 70% era do sexo masculino e a idade média foi de 41,5 ± 10,2 anos. O tempo médio de diagnóstico foi de 8,2 ± 5,9 anos e de 7 anos ± 5,7anos de uso da TARV. Não houve diferença estatística significante entre os grupos em uso de esquemas de 1a linha de tratamento e aqueles em uso de esquemas de 2a linha. Em ambos os grupos, a maioria das PVHA apresentava perfis laboratoriais ideais (carga viral indetectável e LT-CD4+ maior que 500 células/ml). Entre os participantes, 37,1% interromperam a terapia, sendo “esquecimento” o motivo mais frequente, alegado por 29,8% das pessoas. Quanto às comorbidades, 38% responderam positivamente, com média de 1,18 ± 0,78 por pessoa. Foram identificados 36 casos de interações medicamentosas entre TARV e medicamentos utilizados concomitantemente. Destas, sete foram classificadas como graves e que poderiam ocasionar falha terapêutica do tratamento com antirretrovirais ou problemas de segurança, com o desenvolvimento de efeitos adversos graves. Vinte e quatro pessoas relataram a ocorrência de infecções oportunistas. A maioria das PVHA que relatou ter suprimido dose da TARV, nos últimos 30 dias anteriores à entrevista, apresentava valores ideais dos parâmetros laboratoriais de contagem de carga viral e LT-CD4+, segundo recomendação do Ministério da Saúde. Perfil semelhante foi percebido nas pessoas que relataram o consumo álcool ou outras drogas. Conclusão: O estudo possibilitou o conhecimento das características clínico-demográficas, aspectos comportamentais e atitudes a respeito do tratamento com antirretrovirais das pessoas atendidas na FE-HUB/UnB. Achados alertam para a possibilidade de que pessoas com autopercepção de saúde preservada realizam manejos da terapia ou apresentam comportamentos de risco à efetividade e segurança do tratamento antirretroviral. Então, estratégias, de forma pactuada com a PVHA, para garantir à adesão e reconhecimento precoce de reações adversas, interações medicamentosas e falhas terapêuticas podem contribuir para a prevenção do uso irregular ou abandono da TARV e os consequentes prejuízos ao tratamento do HIV/aids. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
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Objetivo: Conhecer as características clínico-demográficas das PVHA e em uso de Terapia Antirretroviral de Alta Atividade (TARV), atendidas na Farmácia Escola do HUB/UnB, em Brasília (DF). Métodos: Realizou-se um estudo transversal descritivo com 175 PVHA, através de entrevista semiestruturada, para avaliar as seguintes variáveis: dados demográficos, esquemas terapêuticos prescritos, contagem de carga viral e de linfócitos T-CD4+ (LT-CD4+), relato de reações adversas, comorbidades, uso de medicamentos, álcool e drogas, e possíveis interações medicamentosas com a TARV. Resultados: Entre os entrevistados, 70% era do sexo masculino e a idade média foi de 41,5 ± 10,2 anos. O tempo médio de diagnóstico foi de 8,2 ± 5,9 anos e de 7 anos ± 5,7anos de uso da TARV. Não houve diferença estatística significante entre os grupos em uso de esquemas de 1a linha de tratamento e aqueles em uso de esquemas de 2a linha. Em ambos os grupos, a maioria das PVHA apresentava perfis laboratoriais ideais (carga viral indetectável e LT-CD4+ maior que 500 células/ml). Entre os participantes, 37,1% interromperam a terapia, sendo “esquecimento” o motivo mais frequente, alegado por 29,8% das pessoas. Quanto às comorbidades, 38% responderam positivamente, com média de 1,18 ± 0,78 por pessoa. Foram identificados 36 casos de interações medicamentosas entre TARV e medicamentos utilizados concomitantemente. Destas, sete foram classificadas como graves e que poderiam ocasionar falha terapêutica do tratamento com antirretrovirais ou problemas de segurança, com o desenvolvimento de efeitos adversos graves. Vinte e quatro pessoas relataram a ocorrência de infecções oportunistas. A maioria das PVHA que relatou ter suprimido dose da TARV, nos últimos 30 dias anteriores à entrevista, apresentava valores ideais dos parâmetros laboratoriais de contagem de carga viral e LT-CD4+, segundo recomendação do Ministério da Saúde. Perfil semelhante foi percebido nas pessoas que relataram o consumo álcool ou outras drogas. Conclusão: O estudo possibilitou o conhecimento das características clínico-demográficas, aspectos comportamentais e atitudes a respeito do tratamento com antirretrovirais das pessoas atendidas na FE-HUB/UnB. Achados alertam para a possibilidade de que pessoas com autopercepção de saúde preservada realizam manejos da terapia ou apresentam comportamentos de risco à efetividade e segurança do tratamento antirretroviral. Então, estratégias, de forma pactuada com a PVHA, para garantir à adesão e reconhecimento precoce de reações adversas, interações medicamentosas e falhas terapêuticas podem contribuir para a prevenção do uso irregular ou abandono da TARV e os consequentes prejuízos ao tratamento do HIV/aids. ______________________________________________________________________________ ABSTRACTAcquired immunodeficiency syndrome (Aids) is characterized currently as pandemic and, 30 years after the beginning of the epidemics there has been important shift on the profile of those who living with HIV/AIDS (PWLHA). There has been a larger proportion of females infected, heterosexuals, those of lower socio-economic levels and living in smaller communities; thus routes of access to health care and prevention must change accordingly. It is therefore important that the new socio-demographic profile, clinical characteristics, behavioral, believes and attitudes towards the disease be study in order to characterize the new needs of this population segment and uncover gaps where corrective actions or continuous monitoring may be required. Objective: this study was designed to describe the clinic-demographic characteristics Of PLHA and those using TARV followed at the Farmacia Escola of HUB/UnB, in Brasilia (DF). Methods: this is a transversal descriptive study of 175 PLHA, with data collected using a semi-structured interview after the outpatient dispensing of the TARV therapy. The dependent variable was the adherence to treatment and the independent variables were: demographics, differences in therapeutic prescriptions, lab results including viral load and LT-CD4+ count, presence of adverse reactions, co-morbidity, chronic use of other prescription drugs and possible drug interaction, alcohol and illicit drug usage. Results: 70% of those interviewed were male and the mean age and standard deviation (SD) was 41.5 ± 10.2 years. Average time since diagnosis was 8.2 ± 5.9 years and mean duration of TARV treatment was 7 ± 5.7 years. There was no statistically significant difference between the groups in use of first line treatment schemes and those using wiring diagrams second line. In both groups, the majority of PLWHA featured profiles laboratory ideal (undetectable viral load and LT-CD4+ count greater than 500 cells/ml).Over 1/3 (37.1%) of participants interrupted the treatment given as the most frequent reason having forgotten it. A total of 38% reported having an average of 1.2 ± 0.8 co-morbidities per person. Thirty-six cases were identified as presenting drug interactions between TARV and other prescription drugs; of these, 7 were classified as severe and had the potential to anti-retroviral provoke therapeutic failure or safety issues with the development of severe adverse reactions, Twenty-four participants reported having had opportunistic infections. The majority of PLHA reporting having skipped a dose of TARV or ingested alcohol or illicit drugs presented with viral load and LT-CD4+ count with normal limits. Conclusion: This study described the clinical demographical characteristics of those followed up at the FE-HUB/UnB and identified groups of PLHA who present difficulties to treatment adhesion and with lab results outside those recommended by the Ministry of Health. Findings warn of the possibility that people with self-perception of health preserved perform handlings of therapy or present risk behaviour to the effectiveness and safety of anti-retroviral treatment. It is suggested that the pharmacist should engage the patient with the PLWHA, to ensure the accession and early recognition of adverse reactions, drug interactions and therapeutic failures may contribute to the prevention of irregular use or abandonment of HAART and the resulting damage to HIV/aids treatment.Faculdade de Ciências da Saúde (FS)Departamento de Farmácia (FS FAR)Programa de Pós-Graduação em Ciências FarmacêuticasNeves, Francisco de Assis RochaSilva, Dayde Lane Mendonça daAlencar, Bruna Maciel de2014-10-17T20:20:11Z2014-10-17T20:20:11Z2014-10-172014-02-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfALENCAR, Bruna Maciel de. Características clínico-demográficas dos usuários de antirretrovirais atendidos na Farmácia Escola de um Hospital Universitário. 2014. 88 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.http://repositorio.unb.br/handle/10482/16552A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNB2024-02-05T18:37:02Zoai:repositorio.unb.br:10482/16552Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2024-02-05T18:37:02Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB)false
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