Desenvolvimento profissional do formador de professor: o potencial formativo da experiência do PIBID

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Gonçalves, Maria de Cássia Passos Brandão
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/2704
Resumo: Este estudo situa-se no campo da docência universitária, especificamente no âmbito dos formadores de professores, com foco no Desenvolvimento Profissional Docente (DPD). Assumiu como objetivo compreender o potencial da experiência no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) para o desenvolvimento profissional do formador de professores, tendo como questões de pesquisa: Que elementos das práticas, concepções, crenças e representações de mediação docente dos coordenadores de subprojeto, formadores de professores, foram ressignificados a partir da vivência no PIBID? De que modo a investigação se traduziu na prática docente dos formadores de professores? A metodologia adotada foi de natureza qualitativa e fenomenológica, utilizando-se, como dispositivos de construção dos dados, os Incidentes Críticos (IC) e a entrevista narrativa. O tratamento dos dados foi realizado por meio da análise de conteúdo do tipo temática. Dentre os resultados, destacam-se, como possíveis ressignificações nas práticas docentes: a preocupação com a construção de sentido da teoria a partir de elementos da prática; a sensibilização para a dimensão pessoal do aluno; a inclusão de situações de aprendizagem em contexto grupal nos subprojetos; o reconhecimento dos saberes produzidos na escola; e, por fim, a compreensão da escola como um espaço complexo. O potencial do PIBID em provocar o DPD dos formadores de professores se deve, essencialmente, à imersão no contexto da escola e em suas situações desafiantes, bem como ao trabalho em grupo nos subprojetos, à lógica de interação sistemática e colaborativa com a escola, apostando-se na formação cidadã e profissional do futuro professor. A pesquisa, mesmo que não tenha sido adotada como eixo condutor dos subprojetos, criou uma abertura, uma inquietação, e gerou certos desequilíbrios no papel do formador de professor, quanto ao saber e ao não saber. A despeito do potencial para provocar mudanças, ainda prevalece a lógica tradicional de ensino, centrada na aquisição de teorias e técnicas, o que denota que as mudanças realizadas não atingiram a essência dos fenômenos e, consequentemente, o pleno potencial do PIBID, expresso em seus princípios – pesquisa, interdisciplinaridade e colaboração com a escola –, que poderiam provocar desequilíbrios sociocognitivos nos formadores de professores (docentes universitários). A ausência de radicalidade nas mudanças dos formadores de professores também se deve às limitações da própria política do PIBID, que não concebe o desenvolvimento do subprojeto como condição de aprendizagem sobre a docência de todos os atores envolvidos, inclusive a do formador de professor, uma vez que um dos nós da formação do professor da educação básica é a subestimação dos saberes pedagógicos por parte dos formadores de professores, especialmente, aqueles de áreas específicas, os quais, majoritariamente, não se veem como formadores de professores, mas como pesquisadores. A ausência de alguma menção à reflexão sobre a prática expressa a concepção do programa em relação aos formadores de professores, docentes universitários como detentores do saber, e dos estudantes como carentes de saberes. Tal lógica não é quebrada nem pela política do PIBID, nem, em geral, pelas universidades em relação à valorização do ensino e à formação do docente universitário. Por fim, essa pesquisa evidenciou a necessidade de haver investimentos das políticas públicas e institucionais na criação de espaços formativos para os formadores de professores no contexto das universidades, espaços capazes de possibilitar uma reflexão coletiva e individual desses formadores, a partir da problematização de suas próprias práticas e, consequentemente, a construção de aprendizagens sobre a formação de professores profissionais autônomos, investigativos, reflexivos, competentes do ponto de vista técnico, relacional e ético.
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A metodologia adotada foi de natureza qualitativa e fenomenológica, utilizando-se, como dispositivos de construção dos dados, os Incidentes Críticos (IC) e a entrevista narrativa. O tratamento dos dados foi realizado por meio da análise de conteúdo do tipo temática. Dentre os resultados, destacam-se, como possíveis ressignificações nas práticas docentes: a preocupação com a construção de sentido da teoria a partir de elementos da prática; a sensibilização para a dimensão pessoal do aluno; a inclusão de situações de aprendizagem em contexto grupal nos subprojetos; o reconhecimento dos saberes produzidos na escola; e, por fim, a compreensão da escola como um espaço complexo. O potencial do PIBID em provocar o DPD dos formadores de professores se deve, essencialmente, à imersão no contexto da escola e em suas situações desafiantes, bem como ao trabalho em grupo nos subprojetos, à lógica de interação sistemática e colaborativa com a escola, apostando-se na formação cidadã e profissional do futuro professor. A pesquisa, mesmo que não tenha sido adotada como eixo condutor dos subprojetos, criou uma abertura, uma inquietação, e gerou certos desequilíbrios no papel do formador de professor, quanto ao saber e ao não saber. A despeito do potencial para provocar mudanças, ainda prevalece a lógica tradicional de ensino, centrada na aquisição de teorias e técnicas, o que denota que as mudanças realizadas não atingiram a essência dos fenômenos e, consequentemente, o pleno potencial do PIBID, expresso em seus princípios – pesquisa, interdisciplinaridade e colaboração com a escola –, que poderiam provocar desequilíbrios sociocognitivos nos formadores de professores (docentes universitários). A ausência de radicalidade nas mudanças dos formadores de professores também se deve às limitações da própria política do PIBID, que não concebe o desenvolvimento do subprojeto como condição de aprendizagem sobre a docência de todos os atores envolvidos, inclusive a do formador de professor, uma vez que um dos nós da formação do professor da educação básica é a subestimação dos saberes pedagógicos por parte dos formadores de professores, especialmente, aqueles de áreas específicas, os quais, majoritariamente, não se veem como formadores de professores, mas como pesquisadores. A ausência de alguma menção à reflexão sobre a prática expressa a concepção do programa em relação aos formadores de professores, docentes universitários como detentores do saber, e dos estudantes como carentes de saberes. Tal lógica não é quebrada nem pela política do PIBID, nem, em geral, pelas universidades em relação à valorização do ensino e à formação do docente universitário. Por fim, essa pesquisa evidenciou a necessidade de haver investimentos das políticas públicas e institucionais na criação de espaços formativos para os formadores de professores no contexto das universidades, espaços capazes de possibilitar uma reflexão coletiva e individual desses formadores, a partir da problematização de suas próprias práticas e, consequentemente, a construção de aprendizagens sobre a formação de professores profissionais autônomos, investigativos, reflexivos, competentes do ponto de vista técnico, relacional e ético.This study is located in the field of university teaching, specifically of teacher educators, focusing on Teacher Professional Development. It aimed to understand the potential of the experience in the Institutional Program for Teaching Initiation Scholarships (PIBID in Portuguese) for the professional development of the teacher trainer, having as research questions: Which elements of the practices, conceptions, beliefs and representations of teacher mediation of the subproject of the coordinators, teacher trainers, were redefined from the experience in the PIBID? How was the research translated into the teaching practice of the teacher trainers? The methodology adopted was of phenomenological qualitative nature, using as data construction devices Critical Incidents and narrative interview. Data treatment was performed through thematic content analysis. Among the results, we highlight, as possible resignifications in teaching practices, concern with the construction of meaning of theory from elements of practice; awareness of the student's personal dimension; inclusion of learning situations in group context in the subprojects; recognition of the knowledge produced in the school, and, lastly, the understanding of the school as a complex space. The potential of the PIBID in provoking the Teacher Professional Development of the teacher trainers is essentially due to the immersion in the school context and its challenging situations, the group work in the subprojects, the logic of, systematic, collaborative interaction with the school putting faith in the citizen and professional training of the future teacher. The research, even though not adopted as the driving axis of the subprojects, created an openness, a disquiet, generated certain imbalances in the role of the teacher trainer, of the knowledge and notknowledge. Despite the potential to bring about change, traditional teaching logic still prevails, centered on the acquisition of theories and techniques, which indicates that the changes made did not reach the essence of the phenomena and, consequently, the full potential of the PIBID, expressed in its principles, research, interdisciplinarity and collaboration with the school, which could cause socio-cognitive imbalances in the teacher trainers. The lack of radical changes in the teacher trainers is also due to the limitations of the PIBID's own policy that does not conceive the development of the subproject as a learning condition on teaching for all the involved actors, including the teacher trainer, since one of the nodes of teacher training in basic education is the underestimation of the pedagogical knowledge by teacher trainers, especially those in specific areas, most of whom do not see themselves as teacher trainers but as researchers. The absence of mentioning the reflection on practice expresses the conception of the program in relation to teacher trainers, university teachers, as holders of knowledge and students as lacking knowledge. A logic that is not broken either by the policy of the PIBID or by the universities regarding the valorization of teaching and training of university teachers. Finally, this research highlighted the need for investments of public and institutional policies in the creation of formative spaces for teacher trainers in the context of universities, spaces capable of enabling a collective and individual reflection of teacher trainers from the problematization of their own practices.Soares, Sandra ReginaFlores, Maria AssunçãoAssis, Alessandra Santos deReis, Jane Adriana Vasconcelos PachecoMachado, Álvaro LimaGonçalves, Maria de Cássia Passos Brandão2022-07-27T13:08:04Z2022-07-27T13:08:04Z2019-10-04info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfGONÇALVES, Maria de Cássia Passos Brandão. Desenvolvimento profissional do formador de professor: o potencial formativo da experiência no PIBID. Salvador, 2019. 194 fls. Orientador(a): Sandra Regina Soares. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-graduação em Educação e Contemporaneidade – PPGEduC. Departamento de Educação, Campus I. 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