Lato Sensu: Rito que não Cessa de não se Inscrever
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/640 |
Resumo: | A pesquisa nomeada “Lato sensu: rito que não cessa de não se inscrever” objetivou apreender as representações sociais de alunas-professoras sobre a pós-graduação lato sensu e suas implicações na produção do conhecimento docente, com vistas a perceber em que elementos estão objetivadas e ancoradas essas representações para a produção do conhecimento docente; e, identificar, a partir da apreensão das mesmas se há implicações nos discursos sobre as práticas docentes na escola. Nesta perspectiva, o problema girou em torno dos seguintes questionamentos: Quais as representações sociais de alunas-professoras sobre a pós-graduação lato sensu? Estas representações sociais suscitam a produção do conhecimento e promovem a comunicação destes, orientando o fazer docente? Quais os sentidos, significantes e significados da pós-graduação lato sensu para a produção do conhecimento docente? Existem reverberações nos discursos sobre as práticas docentes, decorrentes dessa modalidade de formação e das representações sociais construídas na pós-graduação lato sensu? O marco teórico se funda na Teoria das Representações Sociais de abordagem processual, na busca de tecer relações com a abordagem dialógica. Nesse sentido, a cena teórica referente às Representações foi composta por Moscovici (1978, 2001, 2005, 2007, 2012) Jodelet (1998; 2001; 2011), Sá (1998), Jovchelovich (2008; 2011), Sousa (2005; 2009), Ornellas (2005; 2009), Marková (2006), entre outros autores. O conceito de formação teve como aportes a Filosofia da Formatividade de Pareyson (1993), as concepções de Honorè (1980) e Ferry (2008). As discussões sobre produção do conhecimento estão ancoradas no diálogo entre a Teoria das Representações Sociais, as ideias de Santos (2005) e Charlot (1996; 2006). O método trilhou pelos caminhos da abordagem qualitativa, traçando um diálogo com a Teoria das Representações Sociais. Os procedimentos utilizados para a coleta de dados foram a TALP – Técnica de Associação Livre de Palavras, as Rodas dialógicas e a pintura em tela. O lócus se deu em uma unidade de pós-graduação lato sensu da rede privada, situada em um município do interior da Bahia, os sujeitos foram nove professoras licenciadas que iniciaram a especialização no curso de Psicopedagogia, no ano de 2015, e trabalham em escolas públicas e privadas, no âmbito da Educação Básica. Os dados foram analisados à luz da Análise do Discurso de vertente francesa. Os resultados revelam que as representações sociais das alunas-professoras sobre a pós-graduação lato sensu e a produção do conhecimento docente estão ancoradas em Autoformação, Experiência e Professoralidade. O entendimento revelado a partir dessas representações sociais pode desvelar como estes sujeitos simbolizam esta modalidade de formação, em que sentido o lato sensu subsidia a produção do conhecimento docente e, principalmente, fortalece transformações no fazer profissional. |
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