Fontes de l-prolina exógena na redução do estresse em videira
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Outros Autores: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/2458 |
Resumo: | A fruticultura brasileira é uma atividade com grande destaque no cenário nacional sendo responsável pela expansão da produção brasileira onde a exploração de diferentes espécies frutíferas coloca o país como um dos maiores exportadores de produtos agropecuarios a nível mundial. Entretanto, isso só se mostra possível devido algumas regiões sinalizarem avanços na exploração diversificada e na potencialidade para exportação como o Vale do São Francisco. Este apresenta grande representatividade no cultivo de videiras, que apesar de produtivas, apresenta condições como a alta incidência de radiação solar que pode ser considerada fator limitante à produção em consequência do estresse foto-oxidativo. O presente trabalho objetivou determinar o potencial de diferentes fontes de prolina exógena na redução dos efeitos deletérios da foto-oxidação na cultivar Arra 15, na região do Vale do São Francisco. O experimento foi conduzido em dois ciclos, no período de Julho a Dezembro 2019 e de Dezembro de 2019 a Junho de 2020 no município de Petrolina-PE. O delineamento experimental foi em blocos casualizados correspondendo a 4 tratamentos (Controle, Comercial A, Comercial B e L-prolina Pura) e 6 repetições por tratamento, totalizando 24 plantas. As aplicações foram realizadas semanalmente, tendo início 86 dias após a poda de produção. As variáveis avaliadas visaram estabelecer os níveis de extravasamento de eletrólitos, concentração de clorofilas e carotenoides, acidez titulável e teor de amido. Foi possível obter efeito positivo da prolina quanto ao extravasamento de eletrólitos independente do ciclo de produção, reduzindo os danos por estresse oxidativo das células foliares. Em relação aos teores de clorofilas a, b e carotenoides estes apresentaram respostas propondo a conservação dos pigmentos, Para teores de sólidos solúveis e acidez titulável, em ambos os ciclos, não houve influência do aminoácido. Além disso, resposta positiva da videira ‘Arra 15’ à aplicação exógena de L- prolina foi independente de indução por estresse. Pode-se concluir que as fontes de prolina em videira auxiliam na mitigação dos processos foto-oxidativos, mantendo a integridade das membranas e permitindo, a redução de danos. |
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