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Pedagogia decolonial educação de pescadores e pescadoras artesanais e marisqueiras: uma experiência na comunidade pesqueira de Ilha de Maré, Salvador, Bahia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Procópio, Daniele Freire
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/31471/001300000306f
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/3287
Resumo: Esta dissertação investiga os elementos presentes na educação escolar da comunidade pesqueira de Ilha de Maré (Salvador–Bahia) que acenam para a importância e fortalecimento da memória cultural e para a sobrevivência da identidade plural e dinâmica da comunidade, organização local e alteridade de seus membros. O objetivo desse estudo consiste em identificar os conhecimentos e práticas incorporados ao currículo escolar que colaboram na preservação dos saberes da comunidade pesqueira pesquisada. Os sujeitos da pesquisa são pescadores e pescadoras artesanais e marisqueiras matriculados (das) na turma da Educação de Jovens e Adultos – EJA TAP V, de uma Escola Municipal da Ilha. Os interlocutores são estudantes com idades entre 18 e 19 anos, moradores das comunidades do Martelo e Bananeiras e atuam em atividades ligadas à cultura da pesca artesanal. Além dos(as) cinco jovens estudantes da EJA, foram entrevistados outros 16 sujeitos, dentre eles diretoras, professoras (es), coordenadoras pedagógicas, lideranças locais, alunos do Centro de Apoio aos Filhos e Filhas de Marisqueiras e a Secretária Executiva do Regional BA-SE do Conselho Pastoral de Pescadores (CPP). As entrevistas aconteceram em diferentes espaços e também contaram com uso de recursos tecnológicos devido ao isolamento social decretado como medida de segurança durante a pandemia da Covid-19, em 2020. O referencial teórico está ancorado no campo dos estudos da pedagogia decolonial, tendo como enfoque uma metodologia pautada na pesquisa qualitativa e etnográfica em educação. O estudo parte de três categorias de análise: a educação de pescadores (as), território pesqueiro e pedagogias decoloniais. Tradição e modernidade, território, desterritorialização e reterritorialização são entendidos como campos de tensão situados na pesca artesanal e que vão direcionar o trabalho de educação popular decolonial. A discussão perpassa um projeto dialógico de educação numa perspectiva decolonial, no âmbito de um movimento social e ecológico - ecologia como “oikos” – casa, e “logos” – reflexão, de escola. Os resultados mostraram que as escolas da Ilha têm buscado implementar práticas pedagógicas pautadas nos saberes locais, mas enfrentam questões administrativas que dificultam a progressão do trabalho, bem como ainda precisa ser estreitada a relação entre escola e comunidade para a consolidação das diretrizes educacionais quilombolas e o alinhamento de propostas vinculadas às necessidades educacionais do território pesqueiro. O mar, a maré, o mangue, o tempo se mostraram como essenciais no processo de formação educacional alinhado à cultura da pesca artesanal e da mariscagem. Os saberes, a ancestralidade e a espiritualidade, constituídos historicamente no maritório, partem da natureza na comunhão com os povos das águas. As experiências educacionais do Conselho da Pastoral dos Pescadores (CPP), do Centro de Apoio aos Filhos e Filhas de Marisqueiras e da Escola das Águas apontam para a efetividade de práticas pedagógicas decoloniais no território pesqueiro. Nelas são ressignificadas as práticas cotidianas a partir da educação voltada para os valores da solidariedade e alteridade pensadas a partir dos próprios sujeitos e das perspectivas das comunidades e seus territórios, visando a justiça social, o acesso a direitos e o fortalecimento da luta pelo território através de uma educação [contextualizada] das águas.
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spelling Pedagogia decolonial educação de pescadores e pescadoras artesanais e marisqueiras: uma experiência na comunidade pesqueira de Ilha de Maré, Salvador, BahiaDecolonial pedagogy for the education of artisanal fishermen and women, and shellfish gatherers: an experience in the fishing community of Ilha de Maré, Salvador, BahiaPesca artesanalPedagogia decolonialTerritórioEsta dissertação investiga os elementos presentes na educação escolar da comunidade pesqueira de Ilha de Maré (Salvador–Bahia) que acenam para a importância e fortalecimento da memória cultural e para a sobrevivência da identidade plural e dinâmica da comunidade, organização local e alteridade de seus membros. O objetivo desse estudo consiste em identificar os conhecimentos e práticas incorporados ao currículo escolar que colaboram na preservação dos saberes da comunidade pesqueira pesquisada. Os sujeitos da pesquisa são pescadores e pescadoras artesanais e marisqueiras matriculados (das) na turma da Educação de Jovens e Adultos – EJA TAP V, de uma Escola Municipal da Ilha. Os interlocutores são estudantes com idades entre 18 e 19 anos, moradores das comunidades do Martelo e Bananeiras e atuam em atividades ligadas à cultura da pesca artesanal. Além dos(as) cinco jovens estudantes da EJA, foram entrevistados outros 16 sujeitos, dentre eles diretoras, professoras (es), coordenadoras pedagógicas, lideranças locais, alunos do Centro de Apoio aos Filhos e Filhas de Marisqueiras e a Secretária Executiva do Regional BA-SE do Conselho Pastoral de Pescadores (CPP). As entrevistas aconteceram em diferentes espaços e também contaram com uso de recursos tecnológicos devido ao isolamento social decretado como medida de segurança durante a pandemia da Covid-19, em 2020. O referencial teórico está ancorado no campo dos estudos da pedagogia decolonial, tendo como enfoque uma metodologia pautada na pesquisa qualitativa e etnográfica em educação. O estudo parte de três categorias de análise: a educação de pescadores (as), território pesqueiro e pedagogias decoloniais. Tradição e modernidade, território, desterritorialização e reterritorialização são entendidos como campos de tensão situados na pesca artesanal e que vão direcionar o trabalho de educação popular decolonial. A discussão perpassa um projeto dialógico de educação numa perspectiva decolonial, no âmbito de um movimento social e ecológico - ecologia como “oikos” – casa, e “logos” – reflexão, de escola. Os resultados mostraram que as escolas da Ilha têm buscado implementar práticas pedagógicas pautadas nos saberes locais, mas enfrentam questões administrativas que dificultam a progressão do trabalho, bem como ainda precisa ser estreitada a relação entre escola e comunidade para a consolidação das diretrizes educacionais quilombolas e o alinhamento de propostas vinculadas às necessidades educacionais do território pesqueiro. O mar, a maré, o mangue, o tempo se mostraram como essenciais no processo de formação educacional alinhado à cultura da pesca artesanal e da mariscagem. Os saberes, a ancestralidade e a espiritualidade, constituídos historicamente no maritório, partem da natureza na comunhão com os povos das águas. As experiências educacionais do Conselho da Pastoral dos Pescadores (CPP), do Centro de Apoio aos Filhos e Filhas de Marisqueiras e da Escola das Águas apontam para a efetividade de práticas pedagógicas decoloniais no território pesqueiro. Nelas são ressignificadas as práticas cotidianas a partir da educação voltada para os valores da solidariedade e alteridade pensadas a partir dos próprios sujeitos e das perspectivas das comunidades e seus territórios, visando a justiça social, o acesso a direitos e o fortalecimento da luta pelo território através de uma educação [contextualizada] das águas.This work investigates the school education elements at the fishing community of Ilha de Maré (Salvador – Bahia) which point to the importance of strength of cultural memory and to the survival of the plural identity of the community, local organization and otherness of its members. This study aims to verify the knowledge and practices incorporated to school curriculum that collaborates in preserving the knowledge of the researched fishing community. The research subjects are fishermen, artisanal fishermen and women who collect shellfish enrroled in the class of Education Youth and Adult - EJA TAP V from a local public school on the island. The surveyed are students between 18 and 19 years old; residents of Martelo and Bananeiras communities and work in activities related to the culture of artisanal fishing. In addition to the five young students from EJA, 16 other subjects were interviewed, among them principals, teachers, pedagogical coordinators, local leaders, students from Support Center for Shellfishing Women Children and the executive secretary of Regional BA SE of Pastoral Council of Fishermen (PCF)). The interviews took place in different spaces and relied on the use of technological resources due to the social isolation enacted as a security measure during the Covid-19 pandemic in 2020. The theoretical framework is anchored in the field of decolonial pedagogy studies, based on qualitative and ethnography research in education. The study starts from three categories of analysis: fishermen education, fishing territory and decolonial pedagogy. Tradition and modernity, territory, deterritorialization and reterritorialization are understood as fields of tension located in artisanal fishing and that will guide decolonial popular education work. The discussion runs through a dialogic education project in a decolonial perspective, under a social and environmental movement - ecology as “oikos” – house and “logos” ” – reflection, from school. The results showed that schools on the island have been working to implement pedagogical practice based on local knowledge but they also face administrative issues that difficult the work progression, they also need to strengthen the relationship between school and community to consolidate quilombola educational guidelines and the alignment of proposals focused on the educational needs of the fishing territory. The sea, the tide, the mangrove, the time proved essential in the educational process aligned with the culture of artisanal fishing and shell fishing. Knowledge, ancestry and spirituality, historically constituted in the sea territory comes from the nature in communion with sea people. The educational experiences of Pastoral Council of Fishermen (PCF), Support Center for Shellfishing Women Children and School of Waters show us the effectiveness of decolonial pedagogical practices in the fishing territory. There daily practices are reframed based on education and focused on the values of solidarity and otherness, thought from the subjects themselves and from the perspectives of communities and their territories. Aiming at social justice, access to rights and the strengthening of the struggle for the territory through a [contextualized] education of waters.Costa, Lívia Alessandra Fialho daProcópio, Daniele Freire2022-09-16T11:28:01Z2022-09-16T11:28:01Z2020info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfPROCÓPIO, Daniele Freire. Pedagogia decolonial educação de pescadores e pescadoras artesanais e marisqueiras: uma experiência na comunidade pesqueira de Ilha de Maré, Salvador, Bahia. 2020. 76f. Dissertação (Mestrado), Programa de Pós-graduação em Educação e Contemporaneidade - Departamento de Educação Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2020.https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/3287ark:/31471/001300000306fporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEBinstname:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)instacron:UNEB2025-03-28T13:54:54Zoai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/3287Repositório InstitucionalPUBhttps://saberaberto.uneb.br/server/oai/requestrepositorio@uneb.br || sisb@uneb.bropendoar:2025-03-28T13:54:54Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)false
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