Modos de criar e viver em morro do chapéu: o universo cultural dos vaqueiros (1905 A 1940)
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/2627 |
Resumo: | Investigar a história dos subalternizados no Brasil tem possibilitado análises que privilegiam experiências, representações e estratégias compartilhadas por diversos agentes históricos que são “vistos de baixo”. Interessa nestas análises pensar as especificidades históricas e regionais, por isso a importância de se registrar a cultura e memória dos mais diversos atores. Este trabalho consiste em um estudo sobre a pecuária nordestina a partir das experiências e representações de seus trabalhadores e trabalhadoras, em especial dos diversos tipos de vaqueiros, que na historiografia oficial são frequentemente apresentados como frutos de construções literárias, memorialistas e folclóricas. Além disso, interessa também suas relações familiares e os papéis das mulheres na atividade da pecuária. A abordagem sobre a cultura regional e local na história social da pecuária visa reconhecer categorias e sujeitos silenciados por essa história de caráter oficial. Para isso, foram utilizados documentos impressos como jornais, balancetes, inventários, cartas e fontes orais, entrevistas com os vaqueiros e seus familiares. Analisar as diferentes relações deste mundo do trabalho específico pode contribuir para ampliar o entendimento relativo à complexidade do mundo rural e sertanejo na historiografia brasileira. |
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