Quarto de despejo e diário de Bitita: Carolina Maria de Jesus e a escrita de resistência contra a necropolítica.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Universidade do Estado da Bahia UNEB
Programa de Pós-graduação PPGL |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/123456789/4792 |
Resumo: | A presente dissertação tem como objeto de estudo as obras literárias Quarto de Despejo: diário de uma favelada(1960) e Diário de Bitita (1986), escritas por Carolina Maria de Jesus. O objetivo é analisar nessas obras uma escrita de resistência contra a necropolítica, com a percepção de uma escrita denunciativa do abandono do Estado, mediante políticas de subalternização e segregação de grupos minoritários, principalmente negros, e como essas ações tiveram impacto na inserção da escritora no cenário nacional. O escopo teórico-crítico deste trabalho é composto por diferentes autores. Para subsidiar a discussão sobre a biopolítica e necropolítica, utilizou-se o aporte dos teóricos Foucault (2008), Agamben (2002) e Mbembe (2018). Sobre o conceito de escrevivência recorremos aos estudos de Conceição Evaristo. Especificamente para basilar os estudos biográficos de Carolina recorremos aos estudos de pesquisadores como de Levine e Meihy, Castro e Machado, Farias e Fernandes. Os resultados das análises permitem reforçar a hipótese de que a construção literária das obras delimitadas, pautadas sob a égide da necropolítica, configura-se em uma escrita de resistência. |
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Quarto de despejo e diário de Bitita: Carolina Maria de Jesus e a escrita de resistência contra a necropolítica.La sala y el diario del desalojo de Bitita: Carolina María de Jesús y la escritura de resistencia contra la necropolíticaNecropolíticaEscrevivênciaCarolina Maria de JesusResistênciaA presente dissertação tem como objeto de estudo as obras literárias Quarto de Despejo: diário de uma favelada(1960) e Diário de Bitita (1986), escritas por Carolina Maria de Jesus. O objetivo é analisar nessas obras uma escrita de resistência contra a necropolítica, com a percepção de uma escrita denunciativa do abandono do Estado, mediante políticas de subalternização e segregação de grupos minoritários, principalmente negros, e como essas ações tiveram impacto na inserção da escritora no cenário nacional. O escopo teórico-crítico deste trabalho é composto por diferentes autores. Para subsidiar a discussão sobre a biopolítica e necropolítica, utilizou-se o aporte dos teóricos Foucault (2008), Agamben (2002) e Mbembe (2018). Sobre o conceito de escrevivência recorremos aos estudos de Conceição Evaristo. Especificamente para basilar os estudos biográficos de Carolina recorremos aos estudos de pesquisadores como de Levine e Meihy, Castro e Machado, Farias e Fernandes. Os resultados das análises permitem reforçar a hipótese de que a construção literária das obras delimitadas, pautadas sob a égide da necropolítica, configura-se em uma escrita de resistência.Esa disertación tiene como objeto de estudio las obras literarias Quarto de Despejo: diário de uma favelada (1960) y Diário de Bitita (1986), de Carolina Maria de Jesus. El objetivo es analizar en estas obras una escritura de resistencia a la necropolítica, con la percepción de una escritura que denuncia el abandono del Estado, a través de políticas de subordinación y segregación de grupos minoritarios, principalmente negros, y cómo estas acciones han impactado en la inserción de la escritora allí, en el escenario nacional. El alcance teórico-crítico de este trabajo está compuesto por diferentes autores. Para subsidiar la discusión sobre biopolítica y necropolítica se utilizaron los estudios de los teóricos Foucault (2008), Agamben (2002) y Mbembe (2018). En cuanto al concepto de escritura, pasamos por los estudios de Conceição Evaristo. Específicamente para apoyar los estudios biográficos de Carolina, revisamos los estudios de investigadores como Levine y Meihy, Castro y Machado, Farias y Fernandes. Los resultados de los análisis permiten reforzar la hipótesis de que la construcción literaria de las obras delimitadas, a partir de la égida de la necropolítica, se configura en una escritura de resistencia.Universidade do Estado da Bahia UNEBPrograma de Pós-graduação PPGLSales, Karina LimaGuimarães, Michel SilvaGund, Ivana Teixeira FigueiredoCosta, Milana Santos2023-09-20T19:31:09Z2023-09-20T19:31:09Z2023-07-31info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfCOSTA, Milana Santos. Quarto de despejo e diário de Bitita: Carolina Maria de Jesus e a escrita de resistência contra a necropolítica. 2023. 129f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade do Estado da Bahia, Teixeira de Freitas - BA, 2023.https://saberaberto.uneb.br/handle/123456789/4792ark:/31471/00130000043zdporinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/reponame:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEBinstname:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)instacron:UNEB2024-07-17T03:00:31Zoai:saberaberto.uneb.br:123456789/4792Repositório InstitucionalPUBhttps://saberaberto.uneb.br/server/oai/requestrepositorio@uneb.br || sisb@uneb.bropendoar:2024-07-17T03:00:31Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)false |
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A presente dissertação tem como objeto de estudo as obras literárias Quarto de Despejo: diário de uma favelada(1960) e Diário de Bitita (1986), escritas por Carolina Maria de Jesus. O objetivo é analisar nessas obras uma escrita de resistência contra a necropolítica, com a percepção de uma escrita denunciativa do abandono do Estado, mediante políticas de subalternização e segregação de grupos minoritários, principalmente negros, e como essas ações tiveram impacto na inserção da escritora no cenário nacional. O escopo teórico-crítico deste trabalho é composto por diferentes autores. Para subsidiar a discussão sobre a biopolítica e necropolítica, utilizou-se o aporte dos teóricos Foucault (2008), Agamben (2002) e Mbembe (2018). Sobre o conceito de escrevivência recorremos aos estudos de Conceição Evaristo. Especificamente para basilar os estudos biográficos de Carolina recorremos aos estudos de pesquisadores como de Levine e Meihy, Castro e Machado, Farias e Fernandes. Os resultados das análises permitem reforçar a hipótese de que a construção literária das obras delimitadas, pautadas sob a égide da necropolítica, configura-se em uma escrita de resistência. |
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