Professoralidades heterodissidentes: uma prática pedagógica de resistência e enfrentamento ao preconceito na escola
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado da Bahia
Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade (PPGED) |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/6094 |
Resumo: | Este estudo tem o objetivo de analisar os modos de ser professore/as heterodissidentes a partir das experiências forjadas pelas sexualidades não heterossexuais a fim de compreender como esses modos de ser afetam a prática pedagógica e se constituem em saberes docentes fazendo emergi as professoralidades heterodissidentes. A principal questão que move esse estudo é: Como se constituem as professoralidades heterodissidentes? O percurso teórico-metodológico da pesquisa é feminista perspectivista. De natureza aplicada e abordagem qualitativa, este é um estudo autobiográfico. Nele, assumimos a conversa como procedimento metodológico. Para produção dos dados adotamos giros de conversa com professores heterodissidentes que atuam na Educação Básica a fim de confabular sobre as experiências que os/as constituem, que constituem os seus saberes e fazem emergir as professoralidades heretodissidentes, uma forma de ser corpo docente político de resistência e combate a toda forma de LGBTfobia na escola. Para análise dos dados construídos foi utilizada a técnica de análise do discurso proposta por Eni Orlandi (1999). Referente ao aporte teórico, acionamos principalmente: Guacira Louro (2004; 2014), Seffner (2016; 2020), Megg Rayara Oliveira (2018), Junqueira (2009, 2014), com as questões de identidades de gêneros, sexualidades e a cultura da LGBTfobia nas escolas; Pereira (2016) sobre constituição da professoralidade; Tardif (2002), as experiências vivenciadas que atravessam a prática pedagógica e a construção dos saberese com Zuleide Silva (2016; 2022) refletindoo sobre o processo de construção de professores/as com orientação sexual e/ou identidade de gênero não conformada com a matriz cisheterossexual normativa, adotando uma perspectiva feminista frente às fronteiras de gênero e sexualidade na educação. Como resultados finais, ainda que inconclusos, consideramos que para pensar a constituição das professoralidades heterodissidentes é de suma importância considerar a experiência como a gênese da construção do conhecimento do/a professor/a não heterossexual e os agenciamentos dos saberes docentes produzidos que se revelam na prática pedagógica dando sinais da constituição das professoralidades heterodissidentes. |
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Professoralidades heterodissidentes: uma prática pedagógica de resistência e enfrentamento ao preconceito na escolaHeterodissident teacher identities: a pedagogical practice of resistance and confrontation of prejudice in schoolsProfessoralidades heterodissidentesExperiênciasProfessores/as LGBTQIAPN+EscolaEste estudo tem o objetivo de analisar os modos de ser professore/as heterodissidentes a partir das experiências forjadas pelas sexualidades não heterossexuais a fim de compreender como esses modos de ser afetam a prática pedagógica e se constituem em saberes docentes fazendo emergi as professoralidades heterodissidentes. A principal questão que move esse estudo é: Como se constituem as professoralidades heterodissidentes? O percurso teórico-metodológico da pesquisa é feminista perspectivista. De natureza aplicada e abordagem qualitativa, este é um estudo autobiográfico. Nele, assumimos a conversa como procedimento metodológico. Para produção dos dados adotamos giros de conversa com professores heterodissidentes que atuam na Educação Básica a fim de confabular sobre as experiências que os/as constituem, que constituem os seus saberes e fazem emergir as professoralidades heretodissidentes, uma forma de ser corpo docente político de resistência e combate a toda forma de LGBTfobia na escola. Para análise dos dados construídos foi utilizada a técnica de análise do discurso proposta por Eni Orlandi (1999). Referente ao aporte teórico, acionamos principalmente: Guacira Louro (2004; 2014), Seffner (2016; 2020), Megg Rayara Oliveira (2018), Junqueira (2009, 2014), com as questões de identidades de gêneros, sexualidades e a cultura da LGBTfobia nas escolas; Pereira (2016) sobre constituição da professoralidade; Tardif (2002), as experiências vivenciadas que atravessam a prática pedagógica e a construção dos saberese com Zuleide Silva (2016; 2022) refletindoo sobre o processo de construção de professores/as com orientação sexual e/ou identidade de gênero não conformada com a matriz cisheterossexual normativa, adotando uma perspectiva feminista frente às fronteiras de gênero e sexualidade na educação. Como resultados finais, ainda que inconclusos, consideramos que para pensar a constituição das professoralidades heterodissidentes é de suma importância considerar a experiência como a gênese da construção do conhecimento do/a professor/a não heterossexual e os agenciamentos dos saberes docentes produzidos que se revelam na prática pedagógica dando sinais da constituição das professoralidades heterodissidentes.This study aims to analyze the ways of being heterodissident teachers based on the experiences forged by non-heterosexual sexualities in order to understand how these ways of being affect pedagogical practice and constitute teaching knowledge, leading to the emergence of heterodissident teacher identities (referred to in this study as "professoralidades heterodissidentes"). The main question driving this study is: How are heterodissident teacher identities constituted? The theoretical and methodological approach of the research is feminist perspectivist. This is an applied and qualitative autobiographical study. In it, we adopt conversation as a methodological procedure. To produce data, we conducted conversation rounds with heterodissident teachers working in Basic Education to discuss the experiences that constitute them, that constitute their knowledge and bring forth heterodissident teacher identities, a way of being a political teaching body that resists and combats all forms of LGBTphobia in schools. For data analysis, we used the discourse analysis technique proposed by Eni Orlandi (1999). Regarding the theoretical framework, we primarily refer to: Guacira Louro (2004; 2014), Seffner (2016; 2020), Megg Rayara Oliveira (2018), Junqueira (2009, 2014), concerning issues of gender identities, sexualities, and the culture of LGBTphobia in schools; Pereira (2016) on the constitution of teacher identity; Tardif (2002), on the lived experiences that intersect pedagogical practice and the construction of knowledge; and Zuleide Silva (2022), reflecting on the process of building teachers with sexual orientation and/or gender identity not conforming to the normative cisheterosexual matrix, adopting a feminist perspective on the boundaries of gender and sexuality in education. As final results, albeit inconclusive, we consider that thinking about the constitution of heterodissident teacher identities requires considering experience as the genesis of the construction of non-heterosexual teachers' knowledge and the teacher knowledge produced, which reveals itself in pedagogical practice, indicating the constitution of heterodissident teacher identities. Keywords: Heterodissident Teacher Identities; Experiences; LGBTQIAPN+ Teachers; SchoolUniversidade do Estado da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Educação e Diversidade (PPGED)Silva, Zuleide Paiva daJesus, Rosane Meire Vieira deRios, Pedro Paulo SouzaAraújo, Ivanildo Amaro deSilva, Manoel Luiz Santos da2024-08-28T14:36:20Z2024-08-28T14:36:20Z2024-03-11info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfapplication/pdfSILVA, Manoel Luiz Santos da. Professoralidades heterodissidentes: uma prática pedagógica de resistência e enfrentamento ao preconceito na escola. Orientadora: Zuleide Paiva da Silva. 2024.170 f. Dissertação (Mestrado em Educação e Diversidade) – Departamento de Educação (DEDC), Universidade do Estado da Bahia ,Campus XIV – Conceição do Coité, BA, 2024.https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/6094porinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/reponame:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEBinstname:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)instacron:UNEB2024-08-30T03:00:51Zoai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/6094Repositório InstitucionalPUBhttps://saberaberto.uneb.br/server/oai/requestrepositorio@uneb.br || sisb@uneb.bropendoar:2024-08-30T03:00:51Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)false |
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