Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Veiga, Benedito José de Araújo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado da Bahia
Programa de Pós-graduação em Letras e Lingüística
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/8178
Resumo: O romance Dona Flor e seus dois maridos de Jorge Amado, sua divulgação inicial, o contexto em que foi produzido e suas repercussões do calor-da-hora, tomando por base o registro resgatado em periódicos e sua recepção critica. A vida cultural em Salvador no momento da chegada dessa ficção amadiana. O quadro político de exceção, a censura e as sobras da "avant-garde na Bahia". O papel de Jorge Amado como articulador das manifestações culturais na província. A quebra de fronteiras entre os níveis culturais, o crescimento da mídia eletrônica e a obra de arte como produto cultural. Os lançamentos mais importantes de Dona Flor em 1966. O lançamento d'Ajuda e os instrumentais ritualístico-performáticos e publicitários utilizados; os lançamentos de São Paulo e do Rio de Janeiro (Estado da Guanabara); outros lançamentos em Salvador. Jorge Amado, a construção de sua persona e sua heroína do momento. Dona Flor, a mídia cinematográfica, o período 1975-1976. A Dona Flor de Bruno Barreto: seu pioneirismo no comércio de filmes nacionais; sua filmagem em Salvador e a busca do clima ritualístico-performático. O pólo turístico da Bahia, o congresso internacional da ASTA, no Rio de Janeiro, e a presença da Bahia. Reformulações de imagens da baianidade (da mulher brasileira/baiana) e a apropriação de traços da cultura negra pelos governantes e grupos hegemónicos/comerciais.
id UNEB-8_edc832e9b8ab3ad4012440fd0ff9d3d3
oai_identifier_str oai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/8178
network_acronym_str UNEB-8
network_name_str Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB
repository_id_str
spelling Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)Ah! Dona Flor, Dona Flor...(memory of Bahian cultural life)recepção críticabaianidadeproduto culturalperformancepólo turísticoO romance Dona Flor e seus dois maridos de Jorge Amado, sua divulgação inicial, o contexto em que foi produzido e suas repercussões do calor-da-hora, tomando por base o registro resgatado em periódicos e sua recepção critica. A vida cultural em Salvador no momento da chegada dessa ficção amadiana. O quadro político de exceção, a censura e as sobras da "avant-garde na Bahia". O papel de Jorge Amado como articulador das manifestações culturais na província. A quebra de fronteiras entre os níveis culturais, o crescimento da mídia eletrônica e a obra de arte como produto cultural. Os lançamentos mais importantes de Dona Flor em 1966. O lançamento d'Ajuda e os instrumentais ritualístico-performáticos e publicitários utilizados; os lançamentos de São Paulo e do Rio de Janeiro (Estado da Guanabara); outros lançamentos em Salvador. Jorge Amado, a construção de sua persona e sua heroína do momento. Dona Flor, a mídia cinematográfica, o período 1975-1976. A Dona Flor de Bruno Barreto: seu pioneirismo no comércio de filmes nacionais; sua filmagem em Salvador e a busca do clima ritualístico-performático. O pólo turístico da Bahia, o congresso internacional da ASTA, no Rio de Janeiro, e a presença da Bahia. Reformulações de imagens da baianidade (da mulher brasileira/baiana) e a apropriação de traços da cultura negra pelos governantes e grupos hegemónicos/comerciais.The novel D. Flor and her two husbands written by Jorge Amado, its initial publication, the context in which it was produced and the early repercussions based on rescued registration in periodics and critical reception. The cultural life in Salvador at the moment of arrival of this "Amadiana" fiction. The political frame in the dictorship regime, the censorship and what was left by "avant-garde in Bahia". Jorge Amado's role as an articulator of cultural demonstrations in the province. The braking of frontiers among cultural levels, the electronic media grouth and the work of art as a cultural product. D. Flor's most important launches in 1966. D'Ajuda launch and the used instruments that make the public feel as if they were participating in the fiction, the launches in São Paulo and Rio de Janeiro (Estado da Guanabara) and more two others in Salvador. Jorge Amado, his personna construction and the role played by D. Flor at the moment. D. Flor. the movie industry media, the period from 1975 to 1976. In Bruno Barreto, D. Flor movie as the pioneer in national filme trade, his filming in Salvador and the search for the performative ritual atmosphere. The tourist pole in Bahia, the ASTA (American Society of Travel Agents) International Congress in Rio de Janeiro with Bahia presence. Reforms of "baianidade" images (Brazilian and Bahiana woman) and the black culture features appropriation used by governments and dominant groups. Key words: critical reception, "baianidade", cultural product, performance and tourist pole.Universidade do Estado da BahiaPrograma de Pós-graduação em Letras e LingüísticaAlves, Ivia Iracema DuarteVeiga, Benedito José de Araújo2025-04-15T17:24:11Z2025-04-15T17:24:11Z2001-09-13info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfapplication/pdfVEIGA, Benedito José de Araújo. Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana). Orientadora: Ivia Iracema Duarte Alves. 2001. 367f. Tese (Doutorado em Letras e Lingüística), Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA, 2001.https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/8178porinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/reponame:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEBinstname:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)instacron:UNEB2025-04-16T03:00:31Zoai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/8178Repositório InstitucionalPUBhttps://saberaberto.uneb.br/server/oai/requestrepositorio@uneb.br || sisb@uneb.bropendoar:2025-04-16T03:00:31Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)false
dc.title.none.fl_str_mv Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
Ah! Dona Flor, Dona Flor...(memory of Bahian cultural life)
title Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
spellingShingle Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
Veiga, Benedito José de Araújo
recepção crítica
baianidade
produto cultural
performance
pólo turístico
title_short Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
title_full Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
title_fullStr Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
title_full_unstemmed Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
title_sort Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana)
author Veiga, Benedito José de Araújo
author_facet Veiga, Benedito José de Araújo
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Alves, Ivia Iracema Duarte
dc.contributor.author.fl_str_mv Veiga, Benedito José de Araújo
dc.subject.por.fl_str_mv recepção crítica
baianidade
produto cultural
performance
pólo turístico
topic recepção crítica
baianidade
produto cultural
performance
pólo turístico
description O romance Dona Flor e seus dois maridos de Jorge Amado, sua divulgação inicial, o contexto em que foi produzido e suas repercussões do calor-da-hora, tomando por base o registro resgatado em periódicos e sua recepção critica. A vida cultural em Salvador no momento da chegada dessa ficção amadiana. O quadro político de exceção, a censura e as sobras da "avant-garde na Bahia". O papel de Jorge Amado como articulador das manifestações culturais na província. A quebra de fronteiras entre os níveis culturais, o crescimento da mídia eletrônica e a obra de arte como produto cultural. Os lançamentos mais importantes de Dona Flor em 1966. O lançamento d'Ajuda e os instrumentais ritualístico-performáticos e publicitários utilizados; os lançamentos de São Paulo e do Rio de Janeiro (Estado da Guanabara); outros lançamentos em Salvador. Jorge Amado, a construção de sua persona e sua heroína do momento. Dona Flor, a mídia cinematográfica, o período 1975-1976. A Dona Flor de Bruno Barreto: seu pioneirismo no comércio de filmes nacionais; sua filmagem em Salvador e a busca do clima ritualístico-performático. O pólo turístico da Bahia, o congresso internacional da ASTA, no Rio de Janeiro, e a presença da Bahia. Reformulações de imagens da baianidade (da mulher brasileira/baiana) e a apropriação de traços da cultura negra pelos governantes e grupos hegemónicos/comerciais.
publishDate 2001
dc.date.none.fl_str_mv 2001-09-13
2025-04-15T17:24:11Z
2025-04-15T17:24:11Z
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv VEIGA, Benedito José de Araújo. Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana). Orientadora: Ivia Iracema Duarte Alves. 2001. 367f. Tese (Doutorado em Letras e Lingüística), Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA, 2001.
https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/8178
identifier_str_mv VEIGA, Benedito José de Araújo. Ah! Dona Flor, Dona Flor... (memória da vida cultural baiana). Orientadora: Ivia Iracema Duarte Alves. 2001. 367f. Tese (Doutorado em Letras e Lingüística), Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA, 2001.
url https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/8178
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
rights_invalid_str_mv http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade do Estado da Bahia
Programa de Pós-graduação em Letras e Lingüística
publisher.none.fl_str_mv Universidade do Estado da Bahia
Programa de Pós-graduação em Letras e Lingüística
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB
instname:Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
instacron:UNEB
instname_str Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
instacron_str UNEB
institution UNEB
reponame_str Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB
collection Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB
repository.name.fl_str_mv Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@uneb.br || sisb@uneb.br
_version_ 1860695932423634944