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Avaliação do trespasse vertical interincisivos na dentadura decídua, em pacientes com ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Sahad, Marcelo de Gouveia lattes
Orientador(a): Nahás, Ana Carla Raphaelli lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Cidade de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação Mestrado em Ortodontia
Departamento: Departamento Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/1252
Resumo: Mediante um levantamento epidemiológico transversal, realizado em 333 crianças brasileiras, dos gêneros masculino (157) e feminino (176), na faixa etária dos 3 aos 6 anos de idade, matriculadas em uma escola de educação infantil na cidade de São Paulo, este estudo visou avaliar as prevalências dos diferentes tipos de trespasse vertical interincisivos e suas inter-relações com o ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/ . Todas as crianças envolvidas foram submetidas ao exame clínico da oclusão no plano vertical anterior e à avaliação fonoaudiológica. Além da análise estatística descritiva, abrangendo o cálculo e a tabulação da prevalência dos quatro tipos de trespasse vertical interincisivos (normal, aumentado, nulo e negativo), bem como a dos problemas fonoarticulatórios estudados, efetuou-se a análise de significância estatística, mediante o teste do Qui-quadrado, com nível de significância de 0,05 (95% de confiança), para a verificação das possíveis relações entre esses dois fatores. Os dados quantitativos mostraram as seguintes prevalências: 1- tipos de trespasse vertical interincisivos: 48,30% para o normal, 22,50% para o aumentado, 9,30% para o nulo e 19,80% para o negativo; 2- presença de ceceio anterior nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42% para o normal, 12,50% para o aumentado, 12,50% para o nulo e 33,30% para o negativo; e 3- presença de projeção lingual nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42,10% para o normal, 14% para o aumentado, 10,50% para o nulo e 33,30% para o negativo. Os resultados da análise estatística mostraram que houve significância para os portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos negativo, e significância estatística para os não portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos aumentado.
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spelling 2021-01-15T14:35:29Z2006-02-202021-01-15T14:35:29Z2006-02-20SAHAD, Marcelo de Gouveia. Avaliação do trespasse vertical interincisivos na dentadura decídua, em pacientes com ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/. Orientadora: Profa. Dra. Ana Carla Raphaelli Nahás. 2006. Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Universidade Cidade de São Paulo, 2006.https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/1252Mediante um levantamento epidemiológico transversal, realizado em 333 crianças brasileiras, dos gêneros masculino (157) e feminino (176), na faixa etária dos 3 aos 6 anos de idade, matriculadas em uma escola de educação infantil na cidade de São Paulo, este estudo visou avaliar as prevalências dos diferentes tipos de trespasse vertical interincisivos e suas inter-relações com o ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/ . Todas as crianças envolvidas foram submetidas ao exame clínico da oclusão no plano vertical anterior e à avaliação fonoaudiológica. Além da análise estatística descritiva, abrangendo o cálculo e a tabulação da prevalência dos quatro tipos de trespasse vertical interincisivos (normal, aumentado, nulo e negativo), bem como a dos problemas fonoarticulatórios estudados, efetuou-se a análise de significância estatística, mediante o teste do Qui-quadrado, com nível de significância de 0,05 (95% de confiança), para a verificação das possíveis relações entre esses dois fatores. Os dados quantitativos mostraram as seguintes prevalências: 1- tipos de trespasse vertical interincisivos: 48,30% para o normal, 22,50% para o aumentado, 9,30% para o nulo e 19,80% para o negativo; 2- presença de ceceio anterior nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42% para o normal, 12,50% para o aumentado, 12,50% para o nulo e 33,30% para o negativo; e 3- presença de projeção lingual nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42,10% para o normal, 14% para o aumentado, 10,50% para o nulo e 33,30% para o negativo. Os resultados da análise estatística mostraram que houve significância para os portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos negativo, e significância estatística para os não portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos aumentado.Through a transversal epidemiological study, conducted in 333 Brazilian children, males (157) and females (176), aged 3 to 6 years old, enrolled in a public preschool in the city of São Paulo, this study aimed to evaluate the prevalence of the different kinds of vertical interincisal trespass and the relationship between these occlusal aspects with anterior lisping and/or anterior tongue thrust in the articulation of the lingua-alveolar phonemes /t/, /d/, /n/ and /l/. All children involved were submitted to a vertical interincisal trespass examination and to a phonoaudiologic evaluation. Besides the descriptive statistical analysis, including the calculation and tabulation of prevalence of the four kinds of vertical interincisal trespass (normal overbite, deep overbite, edge to edge and open bite), in percentual terms, the statistical significance was analyzed through the qui-square test, at a significance level of 0.05 (95% confidence limits), in order to check possible associations between the studied speech problems and the different kinds of vertical interincisal trespass. The quantitative analysis of the data demonstrated the following prevalences: 1- the different kinds of vertical interincisal trespass: 48.30% for normal overbite, 22.50% for deep overbite, 9.30% for edge to edge and 19.80% for open bite; 2- interdental lisping in relationship to the different kinds of vertical interincisal trespass: 42% for normal overbite, 12.50% for deep overbite, 12.50% for edge to edge and 33.30% for open bite; and 3- children with anterior tongue thrust in the articulation of the lingua-alveolar phonemes in relationship to the different kinds of vertical interincisal trespass: 42.10% for normal overbite, 14.% for deep overbite, 10.50% for edge to edge and 33.30% for open bite. The statistical analysis of the data demonstrated that there was a significance for individuals with anterior lisping and anterior tongue trust, in the articulation of the lingua-alveolar phonemes /t/, /d/, /n/ and /l/, regarding the open bite; and there was a statistical significance for individuals without anterior lisping and anterior tongue trust, in the articulation of the lingua-alveolar phonemes /t/, /d/, /n/ and /l/, regarding the deep overbite.porUniversidade Cidade de São PauloPrograma de Pós-Graduação Mestrado em OrtodontiaUNICIDBrasilDepartamento Pós-GraduaçãoODONTOLOGIAMá oclusãoTrespasse Vertical InterincisivosOrtodontiaFalaAvaliação do trespasse vertical interincisivos na dentadura decídua, em pacientes com ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisNahás, Ana Carla Raphaellihttp://lattes.cnpq.br/1183523769563641http://lattes.cnpq.br/0581166277528415Sahad, Marcelo de GouveiaBenediktsson E. 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Rev Cubana Estomatol. 1987. 24(2): 141-147info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sulinstname:Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)instacron:UNICSULORIGINALMarcelo de Gouveia Sahad.pdfMarcelo de Gouveia Sahad.pdfDissertaçãoapplication/pdf1272001http://dev.siteworks.com.br:8080/jspui/bitstream/123456789/1252/1/Marcelo%20de%20Gouveia%20Sahad.pdfd7d902d449eb42a7c58f04ee0e258c09MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://dev.siteworks.com.br:8080/jspui/bitstream/123456789/1252/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52123456789/12522021-01-22 09:39:01.57oai:repositorio.cruzeirodosul.edu.br:123456789/1252Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPRIhttps://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/oai/requestmary.pela@unicid.edu.bropendoar:2021-01-22T12:39:01Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sul - Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)false
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Sahad, Marcelo de Gouveia
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topic ODONTOLOGIA
Má oclusão
Trespasse Vertical Interincisivos
Ortodontia
Fala
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Ortodontia
Fala
description Mediante um levantamento epidemiológico transversal, realizado em 333 crianças brasileiras, dos gêneros masculino (157) e feminino (176), na faixa etária dos 3 aos 6 anos de idade, matriculadas em uma escola de educação infantil na cidade de São Paulo, este estudo visou avaliar as prevalências dos diferentes tipos de trespasse vertical interincisivos e suas inter-relações com o ceceio anterior e/ou projeção lingual anterior, na emissão dos fonemas linguoalveolares /t/, /d/, /n/ e /l/ . Todas as crianças envolvidas foram submetidas ao exame clínico da oclusão no plano vertical anterior e à avaliação fonoaudiológica. Além da análise estatística descritiva, abrangendo o cálculo e a tabulação da prevalência dos quatro tipos de trespasse vertical interincisivos (normal, aumentado, nulo e negativo), bem como a dos problemas fonoarticulatórios estudados, efetuou-se a análise de significância estatística, mediante o teste do Qui-quadrado, com nível de significância de 0,05 (95% de confiança), para a verificação das possíveis relações entre esses dois fatores. Os dados quantitativos mostraram as seguintes prevalências: 1- tipos de trespasse vertical interincisivos: 48,30% para o normal, 22,50% para o aumentado, 9,30% para o nulo e 19,80% para o negativo; 2- presença de ceceio anterior nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42% para o normal, 12,50% para o aumentado, 12,50% para o nulo e 33,30% para o negativo; e 3- presença de projeção lingual nos tipos de trespasse vertical interincisivos: 42,10% para o normal, 14% para o aumentado, 10,50% para o nulo e 33,30% para o negativo. Os resultados da análise estatística mostraram que houve significância para os portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos negativo, e significância estatística para os não portadores de ceceio anterior e de projeção lingual anterior em relação ao trespasse vertical interincisivos aumentado.
publishDate 2006
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