Desenvolvimento de bioprocesso para imobilização de microorganismos rizosféricos de Ocotea odorífera (Vell.) Rohwer, Lauraceae, visando a produção de mudas
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Positivo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Industrial
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| Departamento: |
Pós-Graduação
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/2254 |
Resumo: | Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer, conhecida popularmente como canela-sassafrás, é uma espécie florestal característica da Floresta Ombrófila Mista, fitofisionomia da Mata Atlântica predominante no sul do Brasil. É uma espécie ameaçada de extinção devido à intensa fragmentação ambiental, pressão antrópica e exploração de suas populações naturais para fins econômicos, o que é agravado pela difícil regeneração natural e artificial. A Biotecnologia Florestal atua como uma ferramenta para a implantação de ações de conservação ex situ, provendo meios para viabilizar a perpetuação de espécies florestais ameaçadas de extinção. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo desenvolver um bioprocesso para a propagação de Ocotea odorifera, a partir do uso de microrganismos rizosféricos. Para isso, foi feita a caracterização da comunidade de microrganismos em associação com a rizosfera de mudas coletadas em ambiente natural, em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) localizada no município da Lapa, PR. Após extração do solo, o material foi submetido a diluições seriadas, tornando possível a obtenção das Unidades Formadoras de Colônia (UFCs), que foram posteriormente selecionadas e identificadas molecularmente por Reação em Cadeia da Polimerase e sequenciamento dos genes 16S e IT5. Foram selecionados sete microrganismos. De cada microrganismo foi obtida a biomassa por meio de fermentação em biorreator. Os microrganismos apresentaram tempos distintos de fermentação, entre 22 e 36 horas, para os morfotipos quatro e sete, respectivamente. Após obtenção de biomassa foi feita a imobilização em alginato e quitosana e obtenção de microesferas a partir do estabelecimento de um consórcio com os sete microrganismos selecionados. As microesferas produzidas mantiveram tamanhos uniformes e apresentaram resistência quanto a manutenção do formato esférico. A imobilização por meio das microesferas de alginato e quitosana com posterior liofilização permite a liberação controlada dos microrganismos no meio, conferindo maior probabilidade de sucesso ao processo de propagação, além de apresentar maior viabilidade econômica devido à facilidade no armazenamento e transporte. As microesferas representam, portanto, uma alternativa viável para a imobilização dos microrganismos rizosféricos selecionados de Ocotea odorifera. |
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Para isso, foi feita a caracterização da comunidade de microrganismos em associação com a rizosfera de mudas coletadas em ambiente natural, em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) localizada no município da Lapa, PR. Após extração do solo, o material foi submetido a diluições seriadas, tornando possível a obtenção das Unidades Formadoras de Colônia (UFCs), que foram posteriormente selecionadas e identificadas molecularmente por Reação em Cadeia da Polimerase e sequenciamento dos genes 16S e IT5. Foram selecionados sete microrganismos. De cada microrganismo foi obtida a biomassa por meio de fermentação em biorreator. Os microrganismos apresentaram tempos distintos de fermentação, entre 22 e 36 horas, para os morfotipos quatro e sete, respectivamente. Após obtenção de biomassa foi feita a imobilização em alginato e quitosana e obtenção de microesferas a partir do estabelecimento de um consórcio com os sete microrganismos selecionados. As microesferas produzidas mantiveram tamanhos uniformes e apresentaram resistência quanto a manutenção do formato esférico. A imobilização por meio das microesferas de alginato e quitosana com posterior liofilização permite a liberação controlada dos microrganismos no meio, conferindo maior probabilidade de sucesso ao processo de propagação, além de apresentar maior viabilidade econômica devido à facilidade no armazenamento e transporte. As microesferas representam, portanto, uma alternativa viável para a imobilização dos microrganismos rizosféricos selecionados de Ocotea odorifera.Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer is a forest specie characteristics of Araucaria Forest, physiognomy of the Atlantic Forest prevailing in Southern Brazil. It is an endangered species due the intense habitat fragmantation, human disturbance and exploitation of ther natural populations for economic purposes, which is compunded by difficult natural and artificial regeneration. Forest Biotechnology acts as a tool for the implementation of ex situ conservation actions, providing means to enable the perpetuation of forest species threatened with extinction. In this context, this study aimed to develop an efficient bioprocess for the propagation of Ocotea odorifera, using rhizospheric microorganisms. For this, the community of microorganisms in association with the rhizosphere of seedlings collected in a natural environment was carried out in a Natural Heritage Private Reserve (NHPR) located in the city of Lapa, PR. After extraction of the soil, the material was submitted to serial dilutions, making it possible to obtain Colony Forming Units (CFUs), which were subsequently selected and molecularly identified by Polymerase Chain Reaction and sequencing of the 16S and IT5 genes. Seven microorganisms were selected. Biomass was obtained from each microorganism by fermentation in a bioreactor. The microorganisms presented different fermentation times, between 22 and 36 hours, for the morphotypes four and seven, respectively. After fermentation, the microorganisms were immobilized on alginate and chitosan microspheres. The microspheres produced maintained uniform sizes and showed resistance to spherical shape maintenance. Immobilization by means of the alginate and chitosan microspheres with subsequent lyophilization allows the controlled release of the microorganisms in the medium, giving a greater probability of success to the propagation process, besides being more economically viable due to the ease of storage and transportation. The microspheres, thus represent a viable alternative for the immobilization of selected rhizosphere microorganisms from Ocotea odorifera.porUniversidade PositivoPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia IndustrialUPBrasilPós-GraduaçãoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BIOLOGIA GERALBiotecnologiaBiodiversidade florestalAgrossilviculturaRizosferaDesenvolvimento de bioprocesso para imobilização de microorganismos rizosféricos de Ocotea odorífera (Vell.) Rohwer, Lauraceae, visando a produção de mudasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMaranho, Leila Teresinhahttp://lattes.cnpq.br/3269388039410529Auer, Celso Garciahttp://lattes.cnpq.br/6039789610056723Karp, Susan Gracehttp://lattes.cnpq.br/8158732509142272http://lattes.cnpq.br/9345641490801253Bett, Larissa Amandainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sulinstname:Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)instacron:UNICSULORIGINALLarissa Amanda Bett.pdfLarissa Amanda Bett.pdfDissertaçãoapplication/pdf1528802http://dev.siteworks.com.br:8080/jspui/bitstream/123456789/2254/1/Larissa%20Amanda%20Bett.pdf4377d42c3cdbfe8c70dd147f1b74bb0cMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://dev.siteworks.com.br:8080/jspui/bitstream/123456789/2254/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52123456789/22542021-05-28 14:30:39.243oai:repositorio.cruzeirodosul.edu.br:123456789/2254Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPRIhttps://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/oai/requestmary.pela@unicid.edu.bropendoar:2021-05-28T17:30:39Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sul - Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)false |
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