Corre gira e risca o ponto: processos educativos em terreiro de Umbanda no diálogo com Exu e Pombagira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Galvão, Viviane Assis
Orientador(a): Mariano, André Luiz Sena
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Alfenas
Sede
Mestrado em Educação
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Educação
Departamento: Instituto de Ciências Humanas e Letras
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2869
http://lattes.cnpq.br/1707973773263725
Resumo: O que as entidades Exu e Pombagira de um terreiro de umbanda, localizado na zona rural de Alfenas (MG), tem a contribuir no processo identitário de seus cavalos e consulentes, é o tema dessa dissertação. A partir da incursão etnográfica nas práticas cotidianas de um terreiro de umbanda, o estudo buscou compreender e interpretar as significações e/ou ressignificações de Exu e Pombagira no processo identitário de vir a ser e/ou de se construir de seus cavalos e consulentes, à luz da pedagogia decolonial. Processo que pode ser compreendido com auxílio teórico em relação ao: terreiro como espaço educativo (Landes, 1938), (Caputo, 2005), (Mota Neto, 2008); umbanda (Birman, 1985); processo histórico da umbanda (Prandi, 1998), (Sá Júnior, 2012), (Negrão, 1993); Exu (Cumino, 2022), (Birman,1985), (Rufino, 2019) (Prandi, 2001), (Gilles Deleuze; Félix Guattari, 1997); Pombagira (Oyewùmí, 2021), (Cumino, 2019), (Prandi,1996), (Lagos, 2007). Portanto, a pesquisa se trata sobre a relação das entidades Exu e Pombagira com seus cavalos e consulentes no processo do indivíduo como movimento, ou seja, o ser vivo como variação contínua e múltipla, ou seja, que contrapõe a ideia de ser algo fixo, coerente e de identidade única. Portanto, o terreiro é um espaço potente que ocorre a aprendizagem por meio das vivências cotidianas e, principalmente no que se trata no enfretamento a cosmofobia
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Processo que pode ser compreendido com auxílio teórico em relação ao: terreiro como espaço educativo (Landes, 1938), (Caputo, 2005), (Mota Neto, 2008); umbanda (Birman, 1985); processo histórico da umbanda (Prandi, 1998), (Sá Júnior, 2012), (Negrão, 1993); Exu (Cumino, 2022), (Birman,1985), (Rufino, 2019) (Prandi, 2001), (Gilles Deleuze; Félix Guattari, 1997); Pombagira (Oyewùmí, 2021), (Cumino, 2019), (Prandi,1996), (Lagos, 2007). Portanto, a pesquisa se trata sobre a relação das entidades Exu e Pombagira com seus cavalos e consulentes no processo do indivíduo como movimento, ou seja, o ser vivo como variação contínua e múltipla, ou seja, que contrapõe a ideia de ser algo fixo, coerente e de identidade única. Portanto, o terreiro é um espaço potente que ocorre a aprendizagem por meio das vivências cotidianas e, principalmente no que se trata no enfretamento a cosmofobiaFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIGWhat the entities Exu and Pombagira from an Umbanda terreiro, located in the rural area of Alfenas (MG), have to contribute to the identity process of their horses and consultants, is the topic of this dissertation. Based on the ethnographic incursion into the daily practices of an Um- banda terreiro, the study sought to understand and interpret the meanings and/or resignifications of Exu and Pombagira in the identity process of becoming and/or building themselves from their horses and consultants, to light of decolonial pedagogy. Process that can be understood with theoretical assistance in relation to: terreiro as an educational space (Landes, 1938), (Caputo, 2005), (Mota Neto, 2008); umbanda (Birman, 1985); historical process of Umbanda (Prandi, 1998), (Sá Júnior, 2012), (Negrão, 1993); Exu (Cumino, 2022), (Birman,1985), (Rufino, 2019) (Prandi, 2001), (Gilles Deleuze; Félix Guattari, 1997); Pombagira (Oyewùmí, 2021), (Cumino, 2019), (Prandi,1996), (Lagos, 2007). Therefore, the research is about the relationship between the entities Exu and Pombagira with their horses and consultants in the process of the individual as a movement, that is, the living being as a continuous and multiple variation, that is, which opposes the idea of it being something fixed, coherent and unique identity. Therefore, the terreiro is a powerful space where learning occurs through everyday experiences and, especially when dealing with cosmophobia.158Universidade Federal de AlfenasSedeMestrado em EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoUNIFAL-MGInstituto de Ciências Humanas e Letrasinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências Humanas::Educação::Fundamentos da EducaçãoCiências Humanas::EducaçãoExuPombagiraSaberes do cotidianoTerreiroUmbandaEveryday knowledgeCorre gira e risca o ponto: processos educativos em terreiro de Umbanda no diálogo com Exu e Pombagirainfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFALinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALDissertação de Viviane Assis Galvão.pdfDissertação de Viviane Assis Galvão.pdfapplication/pdf1874755https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/ce1dda5f-7df0-4d4a-99e6-f50c54904ad5/download98ae896244c62330e9c98d1bcd73e661MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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