Microgeração de energia elétrica por turbina “Michell-Banki”: levantamento bibliométrico, sustentabilidade e avaliações

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Brito, Rogério Benedito de
Orientador(a): Aversi-Ferreira, Tales Alexandre
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Alfenas
Sede
Doutorado em Ciências Ambientais
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais
Departamento: Instituto de Ciências da Natureza
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2904
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Resumo: A busca por soluções sustentáveis nas construções civis está associada à economia de energia elétrica via energia renovável através da microgeração hidrelétrica. O objetivo desse trabalho foi verificar a viabilidade, sustentabilidade e custo para implementar a microgeração de energia elétrica por meio da turbina Michell-Banki, utilizando água pluvial ou de abastecimento, suficiente para a iluminação via lâmpadas de Diodo Emissor de Luz (LED). Essa pesquisa é composta de três etapas: revisão sistemática de literatura utilizando o método PRISMA com uma análise bibliométrica; análise dos estudos de casos de microgeração encontrados na revisão sistemática e uma pesquisa quantitativa, descritiva, exploratória e comparativa de opinião com engenheiros civis brasileiros sobre a microgeração de energia elétrica por fonte hídrica. Os resultados da análise bibliométrica e da microgeração dos estudos de caso demonstram que há sustentabilidade e viabilidade econômica. O custo de implantação médio de R$21,85 reais/mês, sendo na região Nordeste com a menor tarifa projetada e a Norte com a maior. As projeções para residências ou cidades brasileiras apontam a capacidade de acender 855 lâmpadas de 9W, para municípios e 50 lâmpadas para residências. Através da entrevista com os engenheiros civis observou-se que 16,4% possuem conhecimento intermediário ou avançado sobre microgeração, 18,6% desconhecem o processo por entrada de água, 66,1% relatam a viabilidade para aplicar a microgeração, 27,1% o custo sendo baixo, 78% apontam a microgeração como um processo sustentável e com baixa emissão de Gás Efeito Estufa (GEE) e 3,4% dos engenheiros já aplicaram a microgeração. Atribui-se a não utilização para 84,7% dos entrevistados como falta de conhecimento dos engeneheiros sobre microgeração, para 27,1% ao custo do investimento e manutenção e para 30,5% a falta de incentivo governamental. Discute-se que o pouco conhecimento dos engenheiros sobre o custo, a aplicação, a baixa emissão de GEE e o processo da microgeração por entrada de água está relacionado à baixa adesão para aplicar em seus projetos. Conclui-se que há possibilidade, viabilidade e o processo apresenta sustentabilidade pela baixa emissão de GEE com microgeração hidrelétrica suficiente, utilizando rios, rede de abastecimento ou entrada, para a iluminação com lâmpadas de LED. Sugere-se um impacto positivo no Plano de Desenvolvimento Energético Brasileiro 2050, auxiliando na economia de energia elétrica em 0,03153% em 2030 a 0,01779% em 2050 via rede de abastecimento de água e em 27,13% em 2030 e 18,29% em 2050 via domicílios, contribuindo para a sustentabilidade e reduzindo a emissão de GEE, sendo viável em áreas remotas.
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Essa pesquisa é composta de três etapas: revisão sistemática de literatura utilizando o método PRISMA com uma análise bibliométrica; análise dos estudos de casos de microgeração encontrados na revisão sistemática e uma pesquisa quantitativa, descritiva, exploratória e comparativa de opinião com engenheiros civis brasileiros sobre a microgeração de energia elétrica por fonte hídrica. Os resultados da análise bibliométrica e da microgeração dos estudos de caso demonstram que há sustentabilidade e viabilidade econômica. O custo de implantação médio de R$21,85 reais/mês, sendo na região Nordeste com a menor tarifa projetada e a Norte com a maior. As projeções para residências ou cidades brasileiras apontam a capacidade de acender 855 lâmpadas de 9W, para municípios e 50 lâmpadas para residências. Através da entrevista com os engenheiros civis observou-se que 16,4% possuem conhecimento intermediário ou avançado sobre microgeração, 18,6% desconhecem o processo por entrada de água, 66,1% relatam a viabilidade para aplicar a microgeração, 27,1% o custo sendo baixo, 78% apontam a microgeração como um processo sustentável e com baixa emissão de Gás Efeito Estufa (GEE) e 3,4% dos engenheiros já aplicaram a microgeração. Atribui-se a não utilização para 84,7% dos entrevistados como falta de conhecimento dos engeneheiros sobre microgeração, para 27,1% ao custo do investimento e manutenção e para 30,5% a falta de incentivo governamental. Discute-se que o pouco conhecimento dos engenheiros sobre o custo, a aplicação, a baixa emissão de GEE e o processo da microgeração por entrada de água está relacionado à baixa adesão para aplicar em seus projetos. Conclui-se que há possibilidade, viabilidade e o processo apresenta sustentabilidade pela baixa emissão de GEE com microgeração hidrelétrica suficiente, utilizando rios, rede de abastecimento ou entrada, para a iluminação com lâmpadas de LED. Sugere-se um impacto positivo no Plano de Desenvolvimento Energético Brasileiro 2050, auxiliando na economia de energia elétrica em 0,03153% em 2030 a 0,01779% em 2050 via rede de abastecimento de água e em 27,13% em 2030 e 18,29% em 2050 via domicílios, contribuindo para a sustentabilidade e reduzindo a emissão de GEE, sendo viável em áreas remotas.Não recebeu apoio/financiamentoThe search for sustainable solutions in civil construction is associated with saving electricity through renewable energy through hydroelectric microgeneration. The objective of this study was to verify the feasibility, sustainability and cost of implementing microgeneration of electricity through the Michell-Banki turbine, using rainwater or water from the supply, sufficient for lighting via Light Emitting Diode (LED) lamps. This research consists of three stages: Systematic literature review using the PRISMA method with a bibliometric analysis; Analysis of microgeneration case studies found in the systematic review and a quantitative, descriptive, exploratory and comparative opinion survey with Brazilian civil engineers on microgeneration of electricity through hydroelectric sources. The results of the bibliometric analysis and the microgeneration of the case studies demonstrate that there is sustainability and economic viability, with an average implementation cost of R$21.85 reais/month, in the northeast region with the lowest tariff and in the north with the highest. Projections for Brazilian homes or cities indicate the capacity to light 855 9W lamps for municipalities and 50 lamps for homes. Through the interview with civil engineers, it was observed that 16.4% have intermediate or advanced knowledge about microgeneration, 18.6% are unaware of the water input process, 66.1% report the feasibility of applying microgeneration, 27.1% the cost being low, 78% point out microgeneration as a sustainable process with low greenhouse gas (GHG) emissions and 3.4% have already applied microgeneration. The non-use is attributed to the lack of knowledge of engineers about microgeneration for 84.7%, to the cost of investment and maintenance for 27.1% and to the lack of government incentive for 30.5%. It is discussed that the little knowledge of engineers about the cost, application, low GHG emissions and the process of microgeneration by water input is related to the low adherence to apply it in their projects. It is concluded that there is possibility, viability and the process presents sustainability due to low GHG with sufficient hydroelectric microgeneration, using rivers, supply network or input, for lighting with LED lamps. A positive impact on the Brazilian Energy Development Plan 2050 is suggested, helping to save electricity by 0.03153% in 2030 to 0.01779% in 2050 via the water supply network and by 27.13% in 2030 and 18.29% in 2050 via households, contributing to sustainability and reducing GHG emissions, being viable in remote areas.119Universidade Federal de AlfenasSedeDoutorado em Ciências AmbientaisPrograma de Pós-Graduação em Ciências AmbientaisUNIFAL-MGInstituto de Ciências da Naturezainfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências BiológicasMicrogeração de energia elétricaEnergiaSustentabilidadeEnergia elétrica residencialEnergia elétrica renovávelMicrogeneration of electrical energyEnergySustainabilityResidential electrical energyRenewable electrical energyMicrogeração de energia elétrica por turbina “Michell-Banki”: levantamento bibliométrico, sustentabilidade e avaliaçõesinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFALinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALTese_de_Rogerio_Benedito_de_Brito.pdfTese_de_Rogerio_Benedito_de_Brito.pdfapplication/pdf6917549https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/dcd91785-1da9-425a-b453-bc41c806814b/downloadecfa2544f5a3785adeb65f160d52b12cMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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