Análise do ICMS sobre produtos da cesta básica e seus efeitos na pobreza e extrema pobreza em Minas Gerais
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Alfenas
Campus Varginha Mestrado em Economia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Economia
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| Departamento: |
Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2866 http://lattes.cnpq.br/6689407322655728 |
Resumo: | No debate sobre o desenho tributário e qual caminho seguir, surgem pesquisas que apontam que o modelo tributário brasileiro onera mais o consumo, por meio de impostos indiretos, do que a capacidade contributiva, representada pelos impostos diretos. A presente pesquisa busca investigar se o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), imposto indireto sobre o consumo e serviços, tem associação com a pobreza e a extrema pobreza, quando aplicados sobre a cesta básica alimentar nos domicílios de Minas Gerais. Como forma de atingir esse objetivo, o modelo que mais se adequou foi a regressão Logit, para verificar a associação entre ICMS e as chances de o domicílio estar na pobreza ou extrema pobreza. Dentre as principais variáveis, elenca-se a classe ICMS, construída a partir do quanto um domicílio despende em ICMS no percentual per capita da renda domiciliar. Além dela, foram analisadas mais treze variáveis, referente a sexo, cor, idade, emprego e outros. Como parte da análise, foi elaborado um perfil de consumo, para verificar a qualidade do consumo dos domicílios nas diferentes condições que serão analisadas, pobreza e extrema pobreza. A base de dados que forneceu os materiais foram a POF 2017-2028 e RICMS de MG. Resultados do perfil de consumo alimentar, mostraram que domicílios pobres ou extremamente pobres, consomem de forma diferente dos domicílios que não estão em uma dessas duas condições, além de apontar uma menor qualidade no perfil de consumo em domicílios pobres ou extremamente pobres, levando a chamada pobreza alimentar. Os resultados da regressão mostraram que existe uma associação entre o ICMS e a pobreza e extrema pobreza, como também o aumento das chances dado as diferentes classes de ICMS, como a segunda classe, daqueles domicílios que pagam menos em tributos indiretos, aumentando em 8,41% as chances de o domicílio ser pobre, as chances aumentam conforme mais percentualmente um domicílio despende em ICMS na cesta alimentar. A conclusão foi que o perfil alimentar é de menor qualidade nos domicílios pobres ou extremamente pobres e que o ICMS aumenta as chances da pobreza e extrema pobreza e que as demais variáveis, no geral, apontam também associações com as chances. A contribuição da presente pesquisa, foi uma análise sobre a associação da cesta básica alimentar em MG e o ICMS, um ponto relevante, foi a análise por classes, que permitiu um olhar detalhado de como é o consumo entre aqueles que despendem mais em ICMS percentualmente e aqueles que menos despendem percentualmente |
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Cunha, Caio César MaritanRodrigues, Letícia Lima MilaniSantoyo, Alain HernándezSilva, Ana Márcia Rodrigues daVeloso, Manoel Vítor de Souza2025-05-27T17:33:44Z2025-05-27T17:33:44Z2025-02-27https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2866http://lattes.cnpq.br/6689407322655728No debate sobre o desenho tributário e qual caminho seguir, surgem pesquisas que apontam que o modelo tributário brasileiro onera mais o consumo, por meio de impostos indiretos, do que a capacidade contributiva, representada pelos impostos diretos. A presente pesquisa busca investigar se o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), imposto indireto sobre o consumo e serviços, tem associação com a pobreza e a extrema pobreza, quando aplicados sobre a cesta básica alimentar nos domicílios de Minas Gerais. Como forma de atingir esse objetivo, o modelo que mais se adequou foi a regressão Logit, para verificar a associação entre ICMS e as chances de o domicílio estar na pobreza ou extrema pobreza. Dentre as principais variáveis, elenca-se a classe ICMS, construída a partir do quanto um domicílio despende em ICMS no percentual per capita da renda domiciliar. Além dela, foram analisadas mais treze variáveis, referente a sexo, cor, idade, emprego e outros. Como parte da análise, foi elaborado um perfil de consumo, para verificar a qualidade do consumo dos domicílios nas diferentes condições que serão analisadas, pobreza e extrema pobreza. A base de dados que forneceu os materiais foram a POF 2017-2028 e RICMS de MG. Resultados do perfil de consumo alimentar, mostraram que domicílios pobres ou extremamente pobres, consomem de forma diferente dos domicílios que não estão em uma dessas duas condições, além de apontar uma menor qualidade no perfil de consumo em domicílios pobres ou extremamente pobres, levando a chamada pobreza alimentar. Os resultados da regressão mostraram que existe uma associação entre o ICMS e a pobreza e extrema pobreza, como também o aumento das chances dado as diferentes classes de ICMS, como a segunda classe, daqueles domicílios que pagam menos em tributos indiretos, aumentando em 8,41% as chances de o domicílio ser pobre, as chances aumentam conforme mais percentualmente um domicílio despende em ICMS na cesta alimentar. A conclusão foi que o perfil alimentar é de menor qualidade nos domicílios pobres ou extremamente pobres e que o ICMS aumenta as chances da pobreza e extrema pobreza e que as demais variáveis, no geral, apontam também associações com as chances. A contribuição da presente pesquisa, foi uma análise sobre a associação da cesta básica alimentar em MG e o ICMS, um ponto relevante, foi a análise por classes, que permitiu um olhar detalhado de como é o consumo entre aqueles que despendem mais em ICMS percentualmente e aqueles que menos despendem percentualmenteCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPESFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIGIn the debate about tax design and which path to follow, research has emerged indicating that the Brazilian tax model burdens consumption more through indirect taxes than through the capacity to contribute, represented by direct taxes. This research aims to investigate whether the Tax on Circulation of Goods and Services (ICMS), an indirect tax on consumption and services, is associated with poverty and extreme poverty when applied to the basic food basket in households in Minas Gerais. To achieve this objective, the most suitable model was the Logit regression, to verify the association between ICMS and the likelihood of a household being in poverty or extreme poverty. Among the main variables, the ICMS class is highlighted, constructed based on how much a household spends on ICMS as a percentage of per capita household income. In addition to this, thirteen other variables were analyzed, related to gender, race, age, employment, and others. As part of the analysis, a consumption profile was developed to assess the quality of consumption in households under the different conditions to be analyzed: poverty and extreme poverty. The data sources for this research were the POF 2017-2028 and RICMS of MG. Results from the food consumption profile showed that poor or extremely poor households consume differently from those not in either of these two conditions, also indicating a lower quality in the consumption profile of poor or extremely poor households, leading to what is known as food poverty. The regression results showed an association between ICMS and poverty and extreme poverty, as well as an increase in the likelihood given the different ICMS classes. For instance, the second class, which includes households that pay less in indirect taxes, increases the chances of a household being poor by 8.41%. The chances increase as a household spends a higher percentage on ICMS in the food basket. The conclusion was that the food profile is of lower quality in poor or extremely poor households and that ICMS increases the likelihood of poverty and extreme poverty, with other variables also generally indicating associations with these chances. The contribution of this research was an analysis of the association between the basic food basket in MG and ICMS, with a relevant point being the class analysis, which allowed for a detailed look at consumption among those who spend more on ICMS as a percentage and those who spend less92Universidade Federal de AlfenasCampus VarginhaMestrado em EconomiaPrograma de Pós-Graduação em EconomiaUNIFAL-MGInstituto de Ciências Sociais Aplicadasinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 BrazilCiências Sociais Aplicadas::EconomiaCiências Sociais Aplicadas::Economia::Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico::Crescimento e Desenvolvimento EconômicoICMSPobrezaTributaçãoAlimentaçãoRegressão LOGITPovertyTaxationFoodLOGIT regressionAnálise do ICMS sobre produtos da cesta básica e seus efeitos na pobreza e extrema pobreza em Minas Geraisinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal de Alfenas - RiUnifalinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALDissertacao_de_Cario_Cesar_Maritan_Cunha.pdfDissertacao_de_Cario_Cesar_Maritan_Cunha.pdfapplication/pdf1709348https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/a60f5c5b-4c21-4f04-9d48-7221c3d95d3b/downloadd6222a13c4e57e2e2410867efe126fecMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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