Análise da rugosidade de superfície de resinas compostas após simulação de ajuste oclusal utilizando diferentes métodos de polimento

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Bertoldo, Ludimila Honorato
Orientador(a): Goyatá, Frederico dos Reis
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Alfenas
Sede
Mestrado em Ciências Odontológicas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciências Odontológicas
Departamento: Faculdade de Odontologia
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3258
Resumo: A rugosidade de superfície dos materiais restauradores está relacionada a fatores intrínsecos, como o tamanho e a distribuição das partículas de carga na matriz orgânica da resina, e a fatores extrínsecos, como a aplicação dos materiais e os métodos de acabamento e polimento. O objetivo do estudo é verificar a capacidade de três métodos de polimento, quando aplicados isolados, de reduzir a rugosidade de superfície de resinas compostas expostas ao ajuste oclusal simulado. Para isto, 132 corpos de prova foram confeccionados a partir de duas classes de resinas compostas: nanoparticuladas (Z350XT, Solventum, Brasil, grupo “Z”; e Vittra, FGM, Brasil, grupo “V”) e nano-híbrida (AURA, SDI, Austrália, grupo “A”). Os corpos de prova foram distribuídos aleatoriamente em quatro subgrupos (P0, P1, P2 e P3; n=11 cada), e a rugosidade de superfície inicial foi avaliada após fotoativação em contato com tira de poliéster, utilizando rugosímetro SJ-410 (Mitutoyo, Brasil), com três leituras paralelas (Ra) de 4,8 mm a 0,1 mm/s. Em seguida, os corpos de prova foram submetidos a desgaste oclusal simulado com lixa de carbureto de silício (granulação 600) e, após essa etapa, a rugosidade foi novamente mensurada. O subgrupo P0 foi o controle, sem polimento; P1 foi polido com escovas de carbeto de silício (Jiffy Brush, Ultradent, EUA); P2, com discos de feltro e pasta diamantada (0,5 e 1,0 µm – Diamond Polish, Ultradent, EUA); e P3, com borrachas abrasivas de granulação decrescente (Jiffy Points, Ultradent, EUA). Após o polimento, a rugosidade foi mensurada pela terceira vez, utilizando os mesmos parâmetros, e a rugosidade média foi calculada para cada amostra. O grupo teste, após contato com a matriz de poliéster, apresentou os menores níveis de rugosidade. Todos os grupos polidos apresentaram valores médios de rugosidade (Ra) inferiores ao grupo não polido, sem diferença significativa entre P1, P2 e P3. O grupo A apresentou rugosidade superior à do grupo Z, mas não houve diferença significativa entre os grupos Z e V, nem entre V e A. Concluiu-se que os sistemas de polimento reduziram a rugosidade de superfície das resinas compostas expostas ao desgaste, embora diferentes resinas respondam de maneira distinta ao mesmo método de polimento.
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spelling Bertoldo, Ludimila HonoratoPinto, Greciana Bruzi BrazilCunha, Leonardo GonçalvesGoyatá, Frederico dos Reis2026-01-05T16:40:10Z2026-01-05T16:40:10Z2025-07-29https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/32580009-0004-5159-32290009-0004-5159-32292023.1.208.004A rugosidade de superfície dos materiais restauradores está relacionada a fatores intrínsecos, como o tamanho e a distribuição das partículas de carga na matriz orgânica da resina, e a fatores extrínsecos, como a aplicação dos materiais e os métodos de acabamento e polimento. O objetivo do estudo é verificar a capacidade de três métodos de polimento, quando aplicados isolados, de reduzir a rugosidade de superfície de resinas compostas expostas ao ajuste oclusal simulado. Para isto, 132 corpos de prova foram confeccionados a partir de duas classes de resinas compostas: nanoparticuladas (Z350XT, Solventum, Brasil, grupo “Z”; e Vittra, FGM, Brasil, grupo “V”) e nano-híbrida (AURA, SDI, Austrália, grupo “A”). Os corpos de prova foram distribuídos aleatoriamente em quatro subgrupos (P0, P1, P2 e P3; n=11 cada), e a rugosidade de superfície inicial foi avaliada após fotoativação em contato com tira de poliéster, utilizando rugosímetro SJ-410 (Mitutoyo, Brasil), com três leituras paralelas (Ra) de 4,8 mm a 0,1 mm/s. Em seguida, os corpos de prova foram submetidos a desgaste oclusal simulado com lixa de carbureto de silício (granulação 600) e, após essa etapa, a rugosidade foi novamente mensurada. O subgrupo P0 foi o controle, sem polimento; P1 foi polido com escovas de carbeto de silício (Jiffy Brush, Ultradent, EUA); P2, com discos de feltro e pasta diamantada (0,5 e 1,0 µm – Diamond Polish, Ultradent, EUA); e P3, com borrachas abrasivas de granulação decrescente (Jiffy Points, Ultradent, EUA). Após o polimento, a rugosidade foi mensurada pela terceira vez, utilizando os mesmos parâmetros, e a rugosidade média foi calculada para cada amostra. 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In this study, 132 specimens were fabricated using two classes of composite resins: nanoparticulate (Z350XT, Solventum, Brazil — group “Z”; and Vittra, FGM, Brazil — group “V”) and nanohybrid (AURA, SDI, Australia — group “A”). The specimens were randomly assigned to four subgroups (P0, P1, P2, and P3; n=11 each). Initial surface roughness was measured after light curing against a polyester strip using a profilometer (SJ-410, Mitutoyo, Brazil), with three parallel readings (Ra) of 4.8 mm at 0.1 mm/s. Subsequently, the specimens underwent simulated occlusal wear using 600-grit silicon carbide paper, followed by a second roughness measurement. Subgroup P0 served as the control (no polishing); P1 was polished with silicon carbide brushes (Jiffy Brush, Ultradent, USA); P2 with felt discs and diamond polishing paste (0.5 and 1.0 µm – Diamond Polish, Ultradent, USA); and P3 with abrasive rubber points of decreasing grit (Jiffy Points, Ultradent, USA). After polishing, surface roughness was measured a third time using the same parameters, and the average roughness was calculated for each sample. The group tested immediately after contact with the polyester matrix showed the lowest roughness values. All polished groups exhibited lower average surface roughness (Ra) than the unpolished group, with no significant differences among P1, P2, and P3. Group A presented higher surface roughness than group Z, although no significant differences were found between groups Z and V, or V and A. It was concluded that polishing systems reduced the surface roughness of composite resins subjected to wear, although different resins responded differently to the same polishing method.56Termo de autorização SEI 1692764Universidade Federal de AlfenasSedeMestrado em Ciências OdontológicasPrograma de Pós-Graduação em Ciências OdontológicasUNIFAL-MGFaculdade de Odontologiainfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/Attribution 3.0 BrazilCiências da SaúdePolimento DentalResina CompostaMateriais DentáriosDental polishingComposite resinDental materialsSurface propertiesAnálise da rugosidade de superfície de resinas compostas após simulação de ajuste oclusal utilizando diferentes métodos de polimentoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal de Alfenas - RiUnifalinstname:Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)instacron:UNIFALORIGINALDissertação de Ludimila Honoratos Bertoldo.pdfDissertação de Ludimila Honoratos Bertoldo.pdfapplication/pdf1350550https://repositorio.unifal-mg.edu.br/bitstreams/6a5fd6e5-2a72-426e-834e-f6cc5af372f2/download67d806a22be4e8a0326c11f7a86d9d29MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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