Consumo e disgestibilidade de pastagem nativa do bioma pampa e inclusões de azevém
| Ano de defesa: | 2016 |
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Universidade Federal do Pampa
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Não Informado pela instituição
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Campus Uruguaiana
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://dspace.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/541 |
Resumo: | Com o objetivo de avaliar a proteína bruta fecal como indicador de consumo e digestibilidade de bovinos alimentados com pastagem nativa situada no Bioma Pampa e inclusões de azevém e avaliar a qualidade nutricional dessas pastagens foram realizados dois experimentos em gaiolas de metabolismo. No experimento I, os animais recebiam diferentes níveis de oferta de pastagem nativa onde os tratamentos consistiam em níveis de1,5 e 2,25% do peso vivo de matéria seca e um nível ad libitum, com pelo menos 20% de sobras diárias onde foram realizados seis períodos experimentais, O experimento II consistia em diferentes níveis de inclusão de azevém na dieta de bovinos alimentados com campo nativo, os tratamentos eram 33%, 66% e 100% de azevém em substituição ao campo nativo, em dois períodos experimentias. Os experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado com 3 tratamentos e 2 repetições por tratamento em cada período. Os períodos experimentais consistiram de 10 dias de adaptação e 5 dias de coletas, durante o período de coletas foram amostradas as sobras do cocho, a forragem ofertada e ainda a produção total de fezes a cada 24 horas. Realizou-se as medidas de produção fecal, concentração de componentes fecais, consumo de nutrientes e digestibilidade dos componentes da dieta. No capítulo I foram traçadas relações entre digestibilidade e a concentração da proteína bruta fecal (PBf), sendo testados dois modelos não lineares, o exponencial e o hiperbólico gerando as equações de digestibilidade da matéria orgânica(DMO) = 0,709-9,506* exp(-0,041*PBf) com R2 0,61 e DMO = 0,942-38,619/PBf (R2 0,62), respectivamente. A relação de consumo de matéria orgânica (CMO) com a quantidade de PBf, possui comportamento linear, foi então realizada a análise de stepwise para saber quais outras variávies poderiam explicar melhor o modelo junto com a PBf gerando uma equação CMO = -6724,30 + 39*PBf + 2,55*FDNf + 11591,44*DMO com R2 0,95. Determinou-se a relação da proteína bruta (PB) da dieta (g/kg MO) x PBfecal (g/kg MO), PB dieta = 1,346x - 47,63 R² = 0,931 (modelo linear). No capítulo II, foram testados dois modelos para todas as relações traçadas no experimento II, um modelo linear e um modelo quadrático, as relações foram consumo de matéria orgânica (CMO (g/UTM)) x digestibilidade da fibra em detergente neutro (DFDN), DMO x CMO (g/UTM), DMO x CMO (g/dia), consumo de folhas (g/UTM) x DMO e CMO (g/UTM) x relação proteína/energia. As relações que não foram estatisticamente significativas para nenhum modelo foram CMO (g/UTM) x relação proteína/energia e consumo de folhas (g/UTM) x DMO. Após essas relações, verificou-se que a PBf tem um bom potencial para a estimativa de consumo e a digestibilidade por bovinos alimentados com pastagens nativas ou associadas a forragem cultivada como o azevém anual, mas estes parâmetros também são afetados por diferentes variáveis. |
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Azevedo, Eduardo Bohrer deDavid, Diego Bitencourt deRosa, Fabiane Quevedo da2016-09-23T20:44:00Z2016-09-23T20:44:00Z2016-08-26ROSA, Fabiane Quevedo da. Consumo e disgestibilidade de pastagem nativa do bioma pampa e inclusões de azevém. 68 p. Dissertação (Mestrado em Ciência Animal) – Universidade Federal do Pampa, Campus Uruguaiana, Uruguaiana, 2016.http://dspace.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/541Com o objetivo de avaliar a proteína bruta fecal como indicador de consumo e digestibilidade de bovinos alimentados com pastagem nativa situada no Bioma Pampa e inclusões de azevém e avaliar a qualidade nutricional dessas pastagens foram realizados dois experimentos em gaiolas de metabolismo. No experimento I, os animais recebiam diferentes níveis de oferta de pastagem nativa onde os tratamentos consistiam em níveis de1,5 e 2,25% do peso vivo de matéria seca e um nível ad libitum, com pelo menos 20% de sobras diárias onde foram realizados seis períodos experimentais, O experimento II consistia em diferentes níveis de inclusão de azevém na dieta de bovinos alimentados com campo nativo, os tratamentos eram 33%, 66% e 100% de azevém em substituição ao campo nativo, em dois períodos experimentias. Os experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado com 3 tratamentos e 2 repetições por tratamento em cada período. Os períodos experimentais consistiram de 10 dias de adaptação e 5 dias de coletas, durante o período de coletas foram amostradas as sobras do cocho, a forragem ofertada e ainda a produção total de fezes a cada 24 horas. Realizou-se as medidas de produção fecal, concentração de componentes fecais, consumo de nutrientes e digestibilidade dos componentes da dieta. No capítulo I foram traçadas relações entre digestibilidade e a concentração da proteína bruta fecal (PBf), sendo testados dois modelos não lineares, o exponencial e o hiperbólico gerando as equações de digestibilidade da matéria orgânica(DMO) = 0,709-9,506* exp(-0,041*PBf) com R2 0,61 e DMO = 0,942-38,619/PBf (R2 0,62), respectivamente. A relação de consumo de matéria orgânica (CMO) com a quantidade de PBf, possui comportamento linear, foi então realizada a análise de stepwise para saber quais outras variávies poderiam explicar melhor o modelo junto com a PBf gerando uma equação CMO = -6724,30 + 39*PBf + 2,55*FDNf + 11591,44*DMO com R2 0,95. Determinou-se a relação da proteína bruta (PB) da dieta (g/kg MO) x PBfecal (g/kg MO), PB dieta = 1,346x - 47,63 R² = 0,931 (modelo linear). No capítulo II, foram testados dois modelos para todas as relações traçadas no experimento II, um modelo linear e um modelo quadrático, as relações foram consumo de matéria orgânica (CMO (g/UTM)) x digestibilidade da fibra em detergente neutro (DFDN), DMO x CMO (g/UTM), DMO x CMO (g/dia), consumo de folhas (g/UTM) x DMO e CMO (g/UTM) x relação proteína/energia. As relações que não foram estatisticamente significativas para nenhum modelo foram CMO (g/UTM) x relação proteína/energia e consumo de folhas (g/UTM) x DMO. Após essas relações, verificou-se que a PBf tem um bom potencial para a estimativa de consumo e a digestibilidade por bovinos alimentados com pastagens nativas ou associadas a forragem cultivada como o azevém anual, mas estes parâmetros também são afetados por diferentes variáveis.In order to evaluate the fecal crude protein as intake and digestibility marker of cattle fed with natural pasture from Pampa Biome and annual ryegrass inclusions and evaluate the nutritional quality of these pastures it was conducted two experiments in metabolic cages. In the first experiment, the animals received different native pasture offer levels where treatments consisted of 1.5 and 2.25% of the live weight of dry matter and ad libitum with at least 20% of daily leftovers which were carried out six experimental periods. The second experiment consisted of annual ryegrass inclusion levels in the diet of cattle fed with natural pasture, the treatments were 33%, 66% and 100% of ryegrass to replace the native pasture in two experimental periods. The experiments were carried out in a completely randomized design with 3 treatments and 2 replicates per treatment in each period. The experimental period consisted of 10 days of adaptation and 5 days of collection during the period of the trough collects the forage offered have been sampled, the leftovers and also the total fecal production in each 24 hours. It was measured the fecal productions, concentration of faecal components, nutrient intake and digestibility of diet components. In the Chapter I were study the relationship between digestibility and fecal concentration of crude protein (CPf), being tested exponential and hyperbolic equations generating the digestibility of organic matter (OMD) = 0.709 - 9.506 * exp (- 0.041 * CPf) with R2 = 0.61 and OMD =0.942 - 38.619 / CPf (R2 0.62), respectively. The ratio of organic matter intake (OMI) with the amount of CPf, has a linear relation, it was then carried out stepwise analysis to find out what other variables could explain better the model along with the CPf generating a equation OMI = -6724.30 + 0,998 * CPf + 2.55 * NDFf + 11591.44 * OMD with R2= 0.95. It was determined the ratio of crude protein (CP) of the diet (g/kg of OM) x CPf (g/kg of OM), CPdiet = 1,346*CPf - 47.63 R² = 0.931 (linear model). In the Chapter II were tested two models for all relationships outlined in experiment II, a linear model and a quadratic model, relations were organic matter intake (OMI) x digestibility of neutral detergent fiber (DNDF), OMD x OMI, leaves intake x OMD and OMI x protein/energy ratio. The relationships that were not statistically significant for either model were OMI x protein/energy and leaves intake x OMD. After these relationships, it was found that the CPf has a good potential to estimate intake and digestibility in cattle fed native pastures or associated with annual ryegrass, but these parameters are also affected by different variables.Universidade Federal do PampaCampus UruguaianaAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessBovinosCampo nativoLolium multiflorum LamProteína bruta fecalBeef cattleFecal crude proteinLolium multiflorum LamNative pastureConsumo e disgestibilidade de pastagem nativa do bioma pampa e inclusões de azevémConsumption and grazing digestibility native of pampa biome and additions ryegrassinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALFABIANE QUEVEDO DA ROSA.pdfFABIANE QUEVEDO DA ROSA.pdfapplication/pdf623070https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/9eeda7b2-579a-41d5-8a74-fc028297ac95/downloadd6e7ed987a04d5ad296d7f91b6123a7dMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/34e1ed73-c5a2-401d-8b77-548f4e5ce357/download66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/3d9e39dd-1960-4419-9e89-805da2b64a36/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD53falseAnonymousREADTEXTFABIANE QUEVEDO DA ROSA.pdf.txtFABIANE QUEVEDO DA ROSA.pdf.txtExtracted texttext/plain125878https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/98c06d87-088c-4621-a222-35ae8717d60c/download89fa659d2281b8dae654f26b54d8ab8cMD54falseAnonymousREADriu/5412021-03-24 00:41:44.615http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/541https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2021-03-24T00:41:44Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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