Intuição, tomada de decisão e desastres naturais: caso do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres (INGD) - Moçambique

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Ussene, Alberto Agostinho
Orientador(a): Cassanego Júnior, Paulo Vanderlei lattes, Cappellari, Gabriela lattes
Banca de defesa: Fleck, Carolina Freddo lattes, Silva, Mygre Lopes da lattes, Maloa, Joaquim Miranda lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pampa
Programa de Pós-Graduação: Mestrado Acadêmico em Administração
Departamento: Campus Santana do Livramento
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.unipampa.edu.br/jspui/handle/riu/9255
Resumo: Desastres são cenários imprevisíveis com elevadas consequências para os seres humanos bem como os seus bens, demandando soluções rápidas. Cheias, inundações, ciclones, depressões tropicais, entre outros desastres naturais, são exemplos de cenários que exigem a intervenção do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres (INGD), de modo a prestar assistência as populações afetadas, exigindo tomada de decisões certas visando o alcance do objetivo principal (salvar vidas e bens). Os cenários de desastres por serem caraterizados por muita pressão impossibilitam aos atores envolvidos o uso do pensamento racional, recorrendo à intuição. O objetivo da pesquisa é perceber as formas de emprego da intuição na tomada de decisões em momentos de desastres naturais. Especificamente: identificar se existe o predomínio do comportamento intuitivo ou racional entre os envolvidos nas decisões; explicar a influência do conhecimento na interpretação das tarefas em situação de desastres naturais; e, explicar como o contexto ambiental e social influenciam na interpretação e improviso em questões intuitivas. Os elementos da intuição que serviram de suporte para a pesquisa são: experiência, conhecimento, interpretação, contexto natural e improviso. Metodologicamente: quanto a abordagem é um estudo qualitativo; quanto aos objetivos é uma pesquisa descritiva; quanto aos procedimentos é um estudo de caso; sujeitos da pesquisa, técnicos do INGD envolvidos nas diversas fases de resposta a desastres naturais, escolhidos intencionalmente; técnicas de coleta de dados (entrevistas, questionário, documentos, jornais, e outros registos); técnica de análise dos dados (análise de conteúdo). Este estudo investigou o uso da intuição na tomada de decisões durante desastres naturais, considerando os elementos do processo de tomada de decisões baseados em intuição. Foram identificados fatores como conhecimento, experiência, interpretação, contexto natural e improviso como importantes na utilização da intuição. O estudo mostrou que tanto o comportamento intuitivo quanto o racional são importantes em situações de desastre, devido à falta de cenários previsíveis. O conhecimento desempenha um papel fundamental na interpretação das tarefas durante os desastres, acompanhado de competências técnicas adquiridas por meio de treinamentos. A interpretação rápida dos acontecimentos e a disponibilidade de informações precisas são aspectos cruciais para a tomada de decisão eficaz. As características pessoais dos decisores, assim como o contexto ambiental e social, influenciam significativamente a interpretação e o improviso durante a tomada de decisão intuitiva. Os resultados deste estudo representam um contributo teórico para o estudo dos processos de tomada de decisão e de intuição num campo de investigação que à primeira vista parece aderir apenas a uma perspectiva racional de tomada de decisão. Espera-se que o mesmo possa contribuir para a investigação na área de tomada de decisões em Moçambique, auxiliando na compreensão de como as pessoas agem intuitivamente em situações de risco e auxiliando na melhoria das estratégias de decisão durante desastres naturais. O estudo pode despertar a necessidade de melhoria dos mecanismos de prevenção, mitigação e redução da vulnerabilidade ao risco através da redução da exposição das comunidades e, desta forma, contribuindo para a redução de potenciais impactos negativos sobre a população e seus meios de subsistência.
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Cheias, inundações, ciclones, depressões tropicais, entre outros desastres naturais, são exemplos de cenários que exigem a intervenção do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres (INGD), de modo a prestar assistência as populações afetadas, exigindo tomada de decisões certas visando o alcance do objetivo principal (salvar vidas e bens). Os cenários de desastres por serem caraterizados por muita pressão impossibilitam aos atores envolvidos o uso do pensamento racional, recorrendo à intuição. O objetivo da pesquisa é perceber as formas de emprego da intuição na tomada de decisões em momentos de desastres naturais. Especificamente: identificar se existe o predomínio do comportamento intuitivo ou racional entre os envolvidos nas decisões; explicar a influência do conhecimento na interpretação das tarefas em situação de desastres naturais; e, explicar como o contexto ambiental e social influenciam na interpretação e improviso em questões intuitivas. 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Espera-se que o mesmo possa contribuir para a investigação na área de tomada de decisões em Moçambique, auxiliando na compreensão de como as pessoas agem intuitivamente em situações de risco e auxiliando na melhoria das estratégias de decisão durante desastres naturais. O estudo pode despertar a necessidade de melhoria dos mecanismos de prevenção, mitigação e redução da vulnerabilidade ao risco através da redução da exposição das comunidades e, desta forma, contribuindo para a redução de potenciais impactos negativos sobre a população e seus meios de subsistência.Disasters are unpredictable scenarios with high consequences for human beings and their property, demanding quick solutions. Floods, floods, cyclones, tropical depressions, among other natural disasters, are examples of scenarios that require the intervention of the National Institute for Disaster Risk Management and Reduction (INGD), in order to provide assistance to affected populations, requiring decision-making certain measures aimed at achieving the main objective (saving lives and property). Disaster scenarios, characterized by a lot of pressure, make it impossible for the actors involved to use rational thinking, resorting to intuition. The objective of the research is to understand the ways in which intuition can be used in decision-making in times of natural disasters. Specifically: identify whether there is a predominance of intuitive or rational behavior among those involved in decisions; explain the influence of knowledge on the interpretation of tasks in situations of natural disasters; and, explain how the environmental and social context influences interpretation and improvisation on intuitive issues. The elements of intuition that supported the research are: experience, knowledge, interpretation, natural context and improvisation. Methodologically: the approach is a qualitative study; regarding the objectives, it is a descriptive research; as for the procedures, it is a case study; research subjects, INGD technicians involved in the various phases of response to natural disasters, chosen intentionally; data collection techniques (interviews, questionnaire, documents, newspapers, and other records); data analysis technique (content analysis). This study investigated the use of intuition in decision-making during natural disasters, considering the elements of the decision making process based on intuition. Factors such as knowledge, experience, interpretation, natural context and improvisation were identified as important in the use of intuition. The study showed that both intuitive and rational behavior are important in disaster situations, due to the lack of predictable scenarios. Knowledge plays a fundamental role in the interpretation of tasks during disasters, accompanied by technical skills acquired through training. Quick interpretation of events and the availability of accurate information are crucial aspects for effective decision-making. The personal characteristics of decision makers, as well as the environmental and social context, significantly influence interpretation and improvisation during intuitive decision making. The results of this study represent a theoretical contribution to the study of decision-making and intuition processes in a field of research that at first glance appears to adhere only to a rational decision-making perspective. It is expected that it can contribute to research in the area of decision-making in Mozambique, helping to understand how people act intuitively in risk situations and helping to improve decision making strategies during natural disasters. The study may awaken the need to improve mechanisms for preventing, mitigating and reducing vulnerability to risk by reducing the exposure of communities and, in this way, contributing to the reduction of potential negative impacts on the population and their livelihoods.porUniversidade Federal do PampaMestrado Acadêmico em AdministraçãoUNIPAMPABrasilCampus Santana do LivramentoCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASIntuiçãoTomada de decisãoDesastres naturaisIntuitionDecision makingNatural disastersIntuição, tomada de decisão e desastres naturais: caso do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres (INGD) - MoçambiqueIntuition, decision making and natural disasters: case of the National Institute for Disaster Risk Management and Reduction (INGD) - Mozambiqueinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIPAMPAinstname:Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)instacron:UNIPAMPAORIGINALDISSERTACAO_MAIO_DE_2024.pdfDISSERTACAO_MAIO_DE_2024.pdfDissertação Alberto Agostinho Ussene - 2024application/pdf2572512https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/5037f00b-b98f-4a3a-889c-194db42e7b6a/download2d96e0a2f7176683fb1f9b82dc8a14c9MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81854https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstreams/33a2e3ee-a1b6-4403-ad42-0e6cc2444483/downloadc9ad5aff503ef7873c4004c5b07c0b27MD52falseAnonymousREADriu/92552024-05-29 14:18:09.163open.accessoai:repositorio.unipampa.edu.br:riu/9255https://repositorio.unipampa.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/oai/requestsisbi@unipampa.edu.bropendoar:2024-05-29T14:18:09Repositório Institucional da UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvCkluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVU5JUEFNUEEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlICBhIFVOSVBBTVBBIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwCmUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUKb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVOSVBBTVBBIG9zIGRpcmVpdG9zIGFwcmVzZW50YWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0bwpvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTwpPUkdBTklTTU8sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUwpFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVTklQQU1QQSBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcwphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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