Marcas da clandestinidade : memórias da ditadura militar brasileira
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/unirio/12354 |
Resumo: | Dissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MMS 2009/06. |
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Marcas da clandestinidade : memórias da ditadura militar brasileiraMULTIDISCIPLINARINTERDISCIPLINARSOCIAIS E HUMANIDADESClandestinityMilitary dictatorshipTestimonyClandestinidadeDitadura militarMemóriaDissertação também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH MMS 2009/06.CapesThe clandestine militant life still is an experience rarely studied and surrounded by silence. The aim of this work is to analyze the different sides of clandestinity and the scars left by this experience lived by political militants against military dictatorship. From testimonies, we analyzed how is becoming a clandestine and how was to live in the clandestinity. How the involved people dealt with the new routine, the new habits. How the clandestinity interfered and still does in the subjectivity of those who lived in it. Furthermore, how those people rebuild their social relationships in the clandestine life and when they get out of it. We also examined what types of relationship those people established with their memories, through letters, objects, their things compiled during the period when they were clandestines, tokens/documents, traces of a traumatic past. In order to analyze those subjectivities highlighted by the experience of the clandestinity, the testimony became the cornerstone to its comprehension. Thinking about the possibility of getting closer to the representations those people figured out and still do of that time, we chose the use of the storytelling as research methodology. From the testimonies and the reading of them, we noticed that the experience of clandestinity is very heterogeneous, lived through a series of singularities that come from traces of personality to the circumstances of the time. We also noticed that study the military dictatorship from the clandestinity contributes to insert other people in social memory, revealing silences and providing elements to a battle against the forgetfulness and so that this past cannot be repeated.n/aA vida militante clandestina é uma experiência ainda pouco estudada e permeada de silêncios. O objetivo do trabalho é analisar as diferentes faces da clandestinidade e as marcas deixadas por essa experiência vivida por militantes políticos de oposição à ditadura militar. A partir dos testemunhos, analisamos o que é tornar-se um clandestino e como foi viver na clandestinidade. Como os sujeitos envolvidos enfrentaram o novo cotidiano, os novos hábitos. De que maneira a clandestinidade interferiu e ainda interfere na subjetividade dos indivíduos que a vivenciaram. E ainda como esses sujeitos reconstroem as suas relações sociais na vida clandestina e quando saem dela. Também examinamos que tipos de relação esses indivíduos estabeleceram com suas memórias, através das cartas, objetos, seu acervo acumulado durante o período em que ficaram clandestinos, lembranças/documentos, vestígios de um passado traumático. Para a análise dessas subjetividades marcadas pela experiência da clandestinidade, o testemunho tornou-se peça fundamental para sua compreensão. Pensando na possibilidade de nos aproximarmos das representações que esses sujeitos fizeram e fazem do período, optamos pelo uso da história oral temática como metodologia de pesquisa. A partir dos depoimentos e da literatura de testemunho, percebemos que a experiência da clandestinidade é muito heterogênea, vivida em função de uma série de singularidades, que vão desde traços de personalidade de cada indivíduo até às circunstâncias específicas da época. Percebemos também que estudar a ditadura militar a partir da clandestinidade contribui para inscrever outros sujeitos na memória social, desvelando silêncios e fornecendo elementos para a luta contra o esquecimento e para que esse passado não se repita.Ferraz, Joana D’Arc FernandesFerraz, Joana D’Arc FernandesCoimbra, Cecília Maria BouçasAbreu, Regina do Rego Monteiro deFreire, José Ribamar BessaScarpelli, Carolina Dellamore Batista2018-08-27T15:37:01Z2018-08-27T15:37:01Z2009-07-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSCARPELLI, Carolina Dellamore Batista. Marcas da clandestinidade: memórias da ditadura militar brasileira. 2009. 236 f. Dissertação (Mestrado em Memória Social) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2003-), Rio de Janeiro, 2009.http://hdl.handle.net/unirio/12354info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-08-27T15:37:01Zoai:localhost:unirio/12354Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:58:35.662318Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false |
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