Self em construção: etnografia da formação de um regente
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/unirio/11687 |
Resumo: | Tese também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH DMS 2017/02 |
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Self em construção: etnografia da formação de um regenteThe self under construction: an ethnography of becoming an orchestra conductorMULTIDISCIPLINARINTERDISCIPLINARProfessional ethosBecoming an orchestra conductorEthnographyDiscourseEthos profissionalFormação do regenteEtnografiaDiscursoTese também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH DMS 2017/02CAPESThis thesis presents an ethnography of hearing based on field work conducted at a Music school of a university in Rio de Janeiro, Brazil, for over two years. Its aim is to analyze the process of ethos development of orchestra conductors based on the case study of a student. This professionalization of both conductors and musicians, however, is founded on the sense of hearing, which takes on a special character in the field. In the realm of the orchestra, learning involves structural hearing in the sense of Adorno’s concept, where it is an action, not a passive form of reception as it is often believed to be. Therefore, the professional identity can be developed through the practice of this form of hearing, which the actors gradually acquire. Other essential issues are: how do the conductor and the student evoke the memory of the profession in their actions? How do they work collaboratively to define what it is to be a conductor? To what extent and how is this memory evoked seeing that it is operationalized in the performatization of the actors? There is also a reflection on how the orchestra conducting teacher and student organize their activities, since there is no orchestra during the classes and the teaching is based on imaginative work that evokes a repertoire of gestures, looks and facial expressions involving a complex exercise of structural hearing. In light of symbolic interactionism, this thesis will investigate how the actors construct discourse that constantly resignifies what it means to be a conductor, to what extent the issue of authority is still present in the orchestra imagery, and how they resort to the profession’s history and memory, considering memory as a process under construction, where the past is connected to the present to create the desired future. Thus the objects of the analysis are the discourses co-created by the teacher and the student during several classroom interactions, where understandings are shared and negotiated.n/aEste trabalho apresenta uma etnografia da audição a partir de trabalho de campo desenvolvido por quase dois anos em uma escola de Música de uma universidade do Rio de Janeiro. O objetivo da tese é analisar o processo de formação do ethos do maestro de orquestra a partir de um estudo de caso de um aluno em formação. Mas tal profissionalização, seja para o maestro, ou para o músico, ocorre por meio do sentido auditivo, que assume todo um caráter especial no campo. Aprender, no universo orquestral, envolve uma escuta ativa musical, conforme a concepção de Adorno, na qual ouvir é uma ação, e não uma forma passiva de recepção, como frequentemente se imagina. Toda a identidade profissional, portanto, pode ser elaborada tendo em vista o exercício dessa escuta que os atores conquistam gradativamente. Outras questões fulcrais da pesquisa são como maestro e aluno evocam a memória da profissão nas suas ações? Como agem colaborativamente na definição do que é ser maestro? Em que medida e como essa memória é evocada, sendo operacionalizada na performatização dos atores? Além de refletir sobre como professor e aluno de regência organizam suas atividades, tendo em vista que o ensino da regência ocorre na ausência de uma orquestra, em um trabalho imaginativo, que evoca um repertório de gestos, olhares e semblantes, envolvendo um exercício complexo de escuta ativa. À luz do interacionismo simbólico, será investigado como os atores constroem um discurso que significa e re-significa o que é ser maestro, até que ponto a questão da autoridade ainda está presente no imaginário orquestral, como eles recorrem à história e memória da profissão, tomando a memória com um processo em construção, onde passado é articulado no presente, visando um futuro que se deseja construir. Dessa forma, são objeto de análise os discursos co-criados por professor e aluno ao longo das diversas interações em sala, nas quais entendimentos são compartilhados e negociados.Pinto, DianaPinto, DianaGondar, JosaidaCoelho, Maria ClaudiaBarros, FredericoCampos, Tamara de Souza2018-06-05T19:19:36Z2018-06-05T19:19:36Z2017-02-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCAMPOS, Tamara de Souza. Self em construção: etnografia da formação de um regente. 2017. 210 f. Tese (Doutorado em Memória Social) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.http://hdl.handle.net/unirio/11687info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-06-07T13:02:16Zoai:localhost:unirio/11687Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:57:43.972054Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false |
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