Intimidade tutelada : memórias, justiça e direito na visita íntima do sistema prisional do Rio de Janeiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Anjos, Elisa Maria dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/unirio/11538
Resumo: Tese também disponível em formato impresso, com o número de chamada CCH DMS 2016/09.
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In this study, particularly, employees who participate more directly from the conjugal visit process: the social workers and psychologists who are part of the Division of Programs and Projects Prison Health of the Health Coordination. The conjugal visit is part of a rights body guaranteed to convict and your spouse, however, and, while there is public policy since 11de June 1984. Its effectiveness, however, is called into question by several factors: the consequences of our "disjunctive citizenship", difference betwen rigths and benefit, underground memories where eugenics ideals emerge in crisis situations or even the consequences of "over-involvement" of employees little committed to the transformation policies in a space that stands for "permanence" and where "devices" amalgamate with social memory the weaving of relationships. In this space of disputes the "valid memories" reflect the "agenda" in everyday interactions. Therefore, the memory becomes an essential element not only maintenance but senses, to understand how to operate such mechanisms sessions environments.Ce travail vise à apporter une contribution aux études sur la mémoire de la prison de l'analyse des visites conjugales et l'intimité tutoré dans les prisons parce que, dans ce contexte, la subjectivité de l'espace de la prison est construite par les acteurs sociaux, dont les processus de l'identité sont réinterprétés. L'univers de la recherche se développe dans les témoignages des employés qui participent au processus de concession des visites conjugales et la relation de ces derniers et, par extension, l'institution de la prison avec les compagnons des détenus du système carcéral à Rio de Janeiro. La visite intime fait partie d'une instance d'avantages pour condamner et votre conjoint et existe en tant que politique pubiens depuis le 11 Juin 1984. Son efficacité, cependant, est remise en question par plusieurs facteurs: les conséquences de notre "citoyenneté disjonctive" la différence entre la droite et la concession, les souvenirs souterrains où eugénique idéal émergent dans des situations de crise, ou même les conséquences de "sur-implication» des employés peu engagés aux politiques de transformation dans un espace qui est synonyme de «permanence» et où "dispositifs" fusionnent avec la mémoire sociale de la structure des relations. Dans le présent différend l'espace «mémoires valides» reflète «l'agenda» dans les interactions quotidiennes. Par conséquent, la mémoire devient un élément essentiel non seulement le maintien, mais les sens, de comprendre comment faire fonctionner ces mécanismes dans ces environnements.n/aEste trabalho tem por objetivo trazer uma contribuição aos estudos sobre a memória carcerária a partir da análise da visita íntima e da intimidade tutelada nas unidades prisionais, pois, neste ambiente a subjetividade do espaço carcerário é incorporada pelos atores sociais, cujos processos identitários são ressignificados. O universo da pesquisa se desenvolve nos depoimentos dos funcionários que participam do processo de concessão da visita íntima e na relação destes e, por extensão, da instituição prisional com as companheiras dos apenados do sistema prisional do Rio de Janeiro. A visita íntima faz parte de uma instância de benefícios ao apenado e seu cônjuge e, existe enquanto política púbica desde 11 de junho de 1984. Sua eficácia, entretanto, é posta em dúvida por diversos fatores: reflexos de "nossa cidadania disjuntiva", a diferença entre direito e concessão, memórias subterrâneas onde ideais eugênicos emergem em situações de crise, ou mesmo, as consequências da "sobre-implicação" dos funcionários pouco comprometidos com as políticas de transformação em um espaço que prima pela "permanência" e onde os "dispositivos" amalgamam junto com a memória social a tessitura das relações. Nesse espaço de disputas as "memórias válidas" refletem a "ordem do dia" nas interações cotidianas. Portanto, a memória torna-se um elemento fundamental não apenas de manutenção de sentidos, mas, para compreender como operam tais mecanismos nesses ambientes.Silva, Sérgio Luiz Pereira daSilva, Sérgio Luiz Pereira daFaceira, Lobélia da SilvaGeiger, AmirCampos, Ricardo Bruno CunhaScaffo, Maria de FátimaAnjos, Elisa Maria dos2018-04-17T13:25:19Z2018-04-17T13:25:19Z2016info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisANJOS, Elisa Maria dos. Intimidade tutelada: memórias, justiça e direito na visita íntima do sistema prisional do Rio de Janeiro. 2016. 178 f. Tese (Doutorado em Memória Social)-Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.http://hdl.handle.net/unirio/11538info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-04-17T13:25:19Zoai:localhost:unirio/11538Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:57:32.374030Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false
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