Frequência do anticorpo IGG NMO em pacientes com neuromielite óptica no Rio de Janeiro e sua influência no prognóstico enfermidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Almeida, Camila Rodrigues de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/unirio/11006
Resumo: n/a
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spelling Frequência do anticorpo IGG NMO em pacientes com neuromielite óptica no Rio de Janeiro e sua influência no prognóstico enfermidadeFrequency of the IGG NMO antibody in patients with optic neuromyelitis in Rio de Janeiro and its influence on the prognosis of diseaseCIÊNCIAS DA SAÚDEMEDICINANEUROLOGIAMultiple sclerosisOptic neuromyelitisAquaporin 4Esclerose múltiplaNeuromielite ópticaAquaporina 4n/aThe Neuromyelitis optica (NMO), or Devic’s disease is an autoimmune inflammatory disease of the central nervous system (CNS), where it is observed the destruction of myelin and death of neurons located mainly in the optic nerves and the spinal cord, determining the emergence of severe cases of optic neuritis and myelitis, which may occur simultaneously or separated by a short interval of time. For a long time NMO is considered by specialists as a particular subtype of multiple sclerosis (MS). However, different evidences highlighting relationship with pathologic examination, neuroimaging and therapeutic responses contributed strongly to support the theory that NMO is a distinct disease out of MS. The identification of specific antibodies for aquaporin-4 (AQP4-IgG), considered the main water channel, in the serum of more than 2/3 of patients has held attention of researchers interested in correlating the presence of such autoantibodies with the severity of the disease, which in Brazil corresponds to about 15% of demyelinating diseases. Objectives: To assess whether AQP4-IgG presence is associated with more severe cases of NMO and secondarily if AQP4-IgG seropositivity can be considered a poor prognosis predictor in NMO. Methods: 48 patients with NMO according to the criteria Wingerchuk (2006) were tested for AQP4-IgG. Authors compared the status of AQP4-IgG with demographic and clinical characteristics of patients early in their indices events. We arranged together in the same group (Devic’s Model), patients with higher levels of motor, visual and sphincter dysfunction. The Kaplan-Meier and log-rank test were used to assess the evolution and prognosis of patients achieving the Devic’s Model. Results: 52.08% of patients were seropositive. No demographic differences were observed among patients. Seropositive patients had greater dysfunction in at nadir and at recovery and had poorer prognosis in five and ten years of the disease. Conclusions: The presence of AQP4-IgG is not a mere epiphenomenon in NMO, which is associated with increased severity and may be considered as a predictor of poor prognosis.n/aA neuromielite óptica (NMO), ou doença de Devic, é uma enfermidade inflamatória autoimune do sistema nervoso central (SNC), onde se observa a destruição da bainha de mielina e a morte dos neurônios localizados principalmente nos nervos ópticos e na medula espinhal, determinando assim o surgimento de graves quadros de neurite óptica e mielite, que podem ocorrer simultaneamente ou separados por intervalo de tempo variável. Durante muito tempo a NMO foi considerada pelos especialistas como um subtipo particular de esclerose múltipla (EM). Todavia, diferentes tipos de evidências, destacando-se aquelas relacionadas à patologia, aos exames de neuroimagem, às respostas terapêuticas contribuíram fortemente para a sustentação da tese de que a NMO é uma enfermidade distinta da EM. A identificação de anticorpos específicos para a aquaporina-4 (AQP4-IgG), considerado o principal canal de água do SNC, no soro de mais de 2/3 dos pacientes fez crescer o interesse dos pesquisadores, interessados em correlacionar a presença destes autoanticorpos com a gravidade da doença, que no Brasil corresponde a cerca de 15% das doenças desmielinizantes. Objetivos: avaliar se a presença do AQP4-IgG está associada aos casos mais graves de NMO e se a soropositividade pode ser considerada um fator preditivo de mal prognóstico na NMO. Métodos: 48 pacientes com NMO segundo os critérios de Wingerchuk (2006) foram testados para AQP4-IgG. Nós comparamos status do AQP4-IgG com as características demográficas e clínicas iniciais dos pacientes em seus eventos índices. Usamos o artifício de juntar no mesmo grupo (Modelo Devic), os pacientes com maiores índices de disfunções motoras, visuais e esfincterianas. O estimador de Kaplan-Meier e o teste Log-Rank foram empregados para avaliar a evolução e o prognóstico dos pacientes que atingiram o Modelo Devic. Resultados: 52,08% dos pacientes estudados foram soropositivos. Nenhuma diferença demográfica foi observada entre os pacientes. Os pacientes soropositivos apresentaram maiores disfunções no at nadir e at recovery e apresentaram pior prognóstico em cinco e dez anos de evolução da doença. Conclusões: Concluímos que a presença do AQP4-IgG não constitui um mero epifenômeno na NMO, estando associado à maior gravidade e podendo ser considerada como um fator preditivo de mal prognóstico.Linhares, Ulisses CerqueiraLinhares, Ulisses CerqueiraAlvarenga, Regina Maria PapaisVasconcelos, Claudia Cristina FerreiraPimentel, Maria Lucia VellutiniNeves, Marco Antonio OrsiniAlmeida, Camila Rodrigues de2018-02-21T17:35:35Z2018-02-21T17:35:35Z2015-10-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisALMEIDA, Camila Rodrigues de. Frequência do anticorpo IGG NMO em pacientes com neuromielite óptica no Rio de Janeiro e sua influência no prognóstico da enfermidade. 2015. 115 f. Tese (Doutorado em Neurologia) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.http://hdl.handle.net/unirio/11006info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Hórusinstname:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)instacron:UNIRIO2018-02-22T19:38:24Zoai:localhost:unirio/11006Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio-bc.unirio.br:8080/oai/requestbiblioteca.sid@unirio.bropendoar:2024-12-06T17:57:04.397481Repositório Hórus - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)false
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